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A Nissan lançará no dia 28 de outubro o novo modelo, que chega com um design mais robusto, muito mais conforto, moderno e repleto de novidades em seu pacote de benefícios. Reveja seus conceitos sobre um sedan: prepare-se para conhecer o Novo Nissan Versa Divulgação "Os conceitos estabelecidos ficarão para trás". “Desafiamos os seus conceitos". "Você vai se render para o extraordinário". Com frases como essa, a Nissan Brasil movimentou as redes sociais nos últimos dias e despertou a curiosidade entre os usuários da internet: o que vem por aí? A resposta chegará às 17h30min de 28 de outubro em uma LIVE no canal da Nissan Brasil no Youtube. O evento marcará o lançamento do Novo Nissan Versa, que promete provocar uma grande transformação na categoria dos sedans. Para dar esse novo passo na evolução da tecnologia, o projeto começou ouvindo quem mais conhece o Versa: os consumidores. A partir dessas avaliações, os engenheiros da marca receberam a missão de fazer uma reformulação total no veículo. A intenção é mudar os conceitos sobre um sedan. O que se pode esperar, então, do Novo Nissan Versa? Mesmo antes do lançamento, já dá para saber uma série de detalhes. Os pilares que tornam a Nissan reconhecida por sua excelência vão estar presentes no novo modelo. A começar pela tecnologia japonesa de ponta. Assim como todos os outros veículos da marca, o Novo Nissan Versa conta com itens tecnológicos que tornam o dia a dia muito mais prático e seguro. Também estão presentes neste lançamento o conforto e a comodidade que fazem das viagens em um Nissan uma experiência prazerosa. Sem falar no visual inconfundível, responsável por destacar os veículos da montadora. Supere expectativas Mas o Novo Nissan Versa vai além. Os consumidores pediram, e o novo modelo ficou muito mais moderno. Ele é um marco entre os sedans porque, com sua tecnologia japonesa, conta com o melhor pacote de benefícios, itens de série e features exclusivos da categoria. Ou seja: o motorista e os passageiros terão ainda mais segurança e conforto em suas viagens, em um veículo com incrível desempenho e com design robusto. Ficou cheio de expectativas? Prepare-se: todas elas serão superadas. Acompanhe o lançamento online do Novo Versa no canal da Nissan Brasil no Youtube, às 17h30min do dia 28 de outubro, e esteja pronto para rever todos os seus conceitos sobre um sedan. Quer saber mais? Acesse!
Texto prevê CNH com até 40 pontos para alguns motoristas e estende validade do documento. Bolsonaro vetou restrições à circulação de motos. Bolsonaro sanciona lei que altera Código de Trânsito O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (13), com vetos, a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro, informou a Secretaria-Geral da Presidência. Entre outras mudanças, o projeto amplia a validade e o número de pontos da carteira de habilitação (veja detalhes abaixo). O texto foi publicado no "Diário Oficial da União" na madrugada desta quarta-feira (14). As novas regras entrarão em vigor 180 dias após a publicação da lei. Os trechos retirados por Bolsonaro serão reanalisados pelo Congresso Nacional, que pode restaurar as medidas ou derrubá-las em definitivo. A Câmara aprovou a versão final do projeto no último dia 22, e Bolsonaro tinha até esta quarta para concluir a análise. Uma das principais mudanças feitas no Congresso prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos. Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Dessa forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, a condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. Pontos da proposta original enviada pelo governo, como a retirada da multa para quem transportar criança sem a cadeirinha, nem chegaram a ser aprovados por deputados e senadores. O projeto foi tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. Validade da CNH O texto sancionado amplia o prazo para a renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. O texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos. Pontos na CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator. Restrições para motos foram vetadas Em uma transmissão em rede social, Bolsonaro comentou a versão da lei que foi aprovada no Congresso e antecipou veto às regras que restringiam a circulação de motociclistas. "Está no projeto, nós vetamos, que o motociclista apenas pudesse ultrapassar com filas, carros parados e baixa velocidade. Nós vetamos isso. Continua valendo uma velocidade maior para o motociclista poder seguir destino", declarou. "Algumas coisas foram alteradas [no Congresso]. Não era aquilo que nós queríamos, mas houve algum avanço. Com toda a certeza, ano que vem a gente pode apresentar um novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa. A intenção nossa é facilitar a vida do motorista", disse. LEIA TAMBÉM: App da CNH digital vai permitir pagamento de multas com desconto CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas e que vão à sanção de Bolsonaro Avaliação psicológica de condutores Segundo material divulgado pelo governo, Bolsonaro também vetou a exigência de avaliação psicológica de parte dos condutores nos seguintes casos: motorista envolvido em acidente grave para o qual tivesse contribuído; motorista condenado judicialmente por delito de trânsito; motorista flagrado colocando em risco a segurança do trânsito Outras mudanças Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Recall O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolas de trânsito O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: conduzir veículo com a cor ou característica alterada; conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. Penalidade de advertência O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses. Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito "entender esta providência como mais educativa" e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses. Faróis O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos. Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades "poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano." Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso de viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente. VÍDEOS: Tudo sobre política no Brasil e no mundo

Segundo Polícia Rodoviária Federal, se comparado com feriadão de 7 de setembro, que teve mesma quantidade de dias, número de acidentes e de feridos foi maior. Já número de mortos caiu 22,6%. PRF divulga balanço de operação nas estradas do Sul do RJ Polícia Rodoviária Federal Durante o feriadão de Nossa Senhora Aparecida, de 9 a 12 de outubro, 75 pessoas morreram em acidentes nas estradas federais que cortam o país. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram registrados 973 acidentes "causados, principalmente, pelo comportamento do condutor", diz a corporação. O balanço da PRF, divulgado durante a tarde desta segunda-feira (13), mostra que 248 desses acidentes foram classificados como graves e que 1.165 pessoas ficaram feridas. De acordo com a corporação, não é possível estabelecer uma comparação com o mesmo período de 2019, já que o feriado passado caiu em um sábado. No entanto, se comparado com o feriadão de 7 de setembro, que teve a mesma quantidade de dias, o número de acidentes e de feridos foi maior agora. Já o número de mortos é menor, houve uma queda de 22,6% (veja tabela abaixo). A PRF ainda não comentou quais foram as causas que fizeram o número de acidentes e feridos aumentar e as mortes reduzirem. Balanço PRF – 2020 Outras infrações Durante a operação, a Polícia Rodoviária Federal autuou motoristas e motociclistas por várias infrações. Entre elas: 4,8 mil atuações por não uso do cinto de segurança, de motoristas ou passageiros 1 mil pessoas, entre condutores e garupas de motocicletas, sem capacete 6 mil ultrapassagens proibidas 268 motoristas flagrados ao usar o celular enquanto dirigiam 6,2 mil testes do bafômetro 783 motoristas flagrados dirigindo sob efeito de álcool No Distrito Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 39 acidentes em rodovias que cortam a capital. Ao todo, 44 pessoas ficaram feridas e duas morreram. Álcool ao volante no feriadão Feriado de N. Senhora Aparecida termina com 39 acidentes no DF, diz PRF Criminalidade PRF prende seis condutores embriagados durante o feriadão Além das ações preventivas de segurança, 537 pessoas foram detidas pela Polícia Rodoviária Federal, entre 9 e 12 de outubro, "por diversos crimes". Entre eles, 112 foram crimes de trânsito. "Durante o feriadão, foram recuperados 92 veículos e apreendidas 1,5 tonelada de maconha e 64 kg de cocaína nas rodovias federais", disse a PRF. VÍDEOS: mais vistos do G1 Carros Leia outras notícias da região no G1 DF.

Informação é do Sindicato dos Metalúrgicos. Pacote de demissão é o segundo aberto este ano, depois da adesão de mais de 200 funcionários ao último PDV, em setembro. GM anuncia novo PDV na planta de São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors, de São José dos Campos, vai abrir um novo Plano de Demissão Voluntária (PDV) para todos os setores da planta. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos nesta terça-feira (6). Além do PDV, a empresa anunciou a retomada do segundo turno da produção da S10, que estava com os funcionários em layoff. Este é o segundo pacote de demissões da empresa, que em setembro fez desligamentos na planta em São José. De acordo com a entidade, o pacote desta vez se estende para todos os setores da fábrica e tem como benefícios salários adicionais, extensão do convênio médico e um carro. Os valores variam de acordo com o tempo de trabalho na empresa (veja a tabela abaixo). A medida foi adotada pela empresa, segundo o sindicato, como forma de readequação da produção. No fim de setembro, mais de 200 funcionários aderiram ao plano de demissão. O sindicato não informou qual a meta de adesão da empresa. O PDV vai ficar aberto de 16 a 26 de outubro. Veja abaixo a tabela oferecida no PDV: 1 a 3 anos de fábrica: sem benefícios; 4 a 10 anos: 3,5 salários + 12 meses de convênio médico; 11 a 13 anos: 4 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico; 14 a 16 anos: 4,5 salários + um carro Onix Joy Black + 18 meses de convênio médico; 17 a 19 anos: 5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; 20 a 22 anos: 5,5 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; 23 a 25 anos: 6 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico; Acima de 26 anos: 7 salários + um carro Onix Joy Black + 24 meses de convênio médico. Layoff A empresa estava mantendo cerca de 300 funcionários em layoff (suspensão dos contratos de trabalho) na planta, com a suspensão do segundo turno da produção da S10. De acordo com o sindicato, em reunião com a entidade a GM decidiu pela retomada da produção. A empresa está com trabalhadores em layoff desde abril. A medida vem sendo estendida e, segundo acordo feito com os funcionários, poderia ser prorrogado até abril de 2021. Os trabalhadores devem voltar ao trabalho ainda nesta semana, segundo o sindicato. O que diz a GM Procurada pelo G1, a General Motors informou que "vem tomando uma série de medidas para, nesta ordem, proteger a saúde e segurança de seus empregados, fornecedores e parceiros, preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio" e confirmou que o PDV será abertona planta de São José dos Campos. De acordo com a empresa, um PDV já foi aberto na unidade de São Caetano do Sul e a montadora "vem utilizando mecanismos como redução de custos, postergação de investimentos, banco de horas, férias coletivas, redução de jornada com redução salarial e Layoff". Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
Prazo se encerrou em 30 de junho. Proposta aprovada amplia até 31 de outubro e segue agora para o Senado, onde precisa ser analisada até 27 de outubro para virar lei em definitivo. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) medida provisória que estende o prazo de para que empresas automotivas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste se candidatarem a um incentivo fiscal voltado ao desenvolvimento regional. Pelo projeto aprovado, as empresas têm até 31 de outubro deste ano para apresentar projetos que contemplem novos investimentos e pesquisa para serem beneficiadas com o crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O prazo anterior se encerrou em 30 de junho deste ano. O crédito serve para ressarcir essas companhias das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins, em relação a vendas ocorridas entre 2021 e 2025. A matéria seguirá agora para o Senado, onde precisará ser aprovada até 27 de outubro. Por se tratar de uma medida provisória, o texto tem validade de 120 dias, mas precisa de aprovação nas duas Casas para virar lei em definitivo. Desenvolvimento regional Lei de 1997 estabeleceu o Regime Automotivo para o Desenvolvimento Regional, com incentivos fiscais para as empresas instaladas nessas regiões que sejam montadoras de veículos automotores ou fabricantes de autopeças. As empresas habilitadas precisam apresentar projetos com programação de investimentos e pesquisas para o desenvolvimento de produtos ou de novos modelos de produtos que já existem. Antes do envio da MP, o prazo para a entrega desses projetos era 30 de junho deste ano. O governo argumentou, porém, que a pandemia do coronavírus atrasou a regulamentação da prorrogação do incentivo. "Entende-se necessária a prorrogação do prazo para conclusão da regulamentação da Lei, e para que, após a publicação de decreto regulamentador, as empresas tenham prazo adequado para elaborar e apresentar seus projetos", dizia a justificativa. A proposta enviada pelo Executivo prorrogava o prazo até 31 de agosto deste ano. O relator da matéria, deputado André de Paula (PSD-PE), decidiu estender o período em mais dois meses porque, para ele, ainda não há um "cenário claro" da duração da pandemia. Extensão do benefício Outra mudança feita pelo relator é a permissão para que empresas na região Centro-Oeste também tenham direito ao benefício até o fim de 2025. Atualmente, o incentivo fiscal na região vale até o fim de 2020. O relator argumenta que a legislação de 1997 já incluía as empresas do Centro-Oeste, embora nenhuma indústria nessa região tenha se habilitado no programa. Porém, em 1999, nova lei foi editada com o mesmo propósito, com prazo mais curto — até o fim deste ano. "Consideramos que haveria uma incontornável assimetria e verdadeira quebra da isonomia tributária se o regime vigente para as indústrias do Centro-Oeste viesse a se encerrar em 31 de dezembro de 2020, enquanto os empreendimentos das regiões Norte e Nordeste tiveram seus benefícios assegurados até 31 de dezembro de 2025", argumentou o relator. Inicialmente, o prazo dos dois programas era o mesmo, em 2010, mas houve duas prorrogações até o fim deste ano. Uma terceira prorrogação, porém, não contemplou os benefícios fiscais da indústria automotiva do Centro-Oeste. Para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o relator teve que propor uma compensação para a renúncia de receita, que será de R$ 150 milhões anuais, segundo dados da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia. Com isso, entre 2021 e 2025, será cobrado o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, e Relativas a Títulos e Valores Mobiliários (IOF) sobre as operações de crédito praticadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Crédito extraordinário Os deputados também aprovaram na sessão desta terça-feira duas medidas provisórias que destinam crédito extraordinário para os ministérios da Economia e da Saúde. As matérias ainda precisam passar pelo Senado. Uma das MPs destina R$ 20 bilhões para garantir operações de crédito a pequenas e médias empresas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito, criado por MP anterior. A iniciativa serve para mitigar os impactos socioeconômicos da pandemia. Outros R$ 4,5 bilhões foram abertos em favor do Ministério da Saúde para o enfrentamento da pandemia provocada pela Covid-19. Segundo a MP, por meio do Fundo Nacional de Saúde, os recursos possibilitarão, entre outros pontos, a transferência de recursos a estados e municípios para custeio dos serviços de saúde e o custeio de bolsas ou bonificação a estudantes universitários da área da saúde e médicos residentes que atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS). [ Vídeos Veja abaixo vídeos com as últimas notícias de economia.

G1 experimenta a nova geração do esportivo de R$ 1,3 milhão em Interlagos. Modelo vai de 0 a 100 km/h, mais rápido do que uma Ferrari F8 Tributo. Porsche 911 Turbo S Divulgação A chance de ganhar na Mega-Sena com uma aposta simples, que custa R$ 4,50, é de uma em aproximadamente 50 milhões. Um sortudo amante de carros que conseguisse essa proeza e quisesse levar para casa um Porsche 911 Turbo S deixaria, no mínimo, R$ 1,3 milhão da sua fortuna na concessionária. O investimento ainda pode ser centenas de milhares de reais mais alto se o proprietário quiser incluir alguns opcionais. Em troca, levaria para casa um dos melhores esportivos da atualidade. É a conclusão que se chega ao experimentar o modelo no melhor cenário possível no Brasil: o Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A "casa" do automobilismo brasileiro foi a sede do evento de lançamento da nova geração do Porsche. Foram 5 voltas pelos pouco mais de 4,3 km do traçado. E a palavra que o define o carro pode até surpreender: equilíbrio. Tabela de concorrentes do Porsche 911 Turbo S Divulgação O que mudou Um olhar mais desatento vai achar que o visual é idêntico ao do modelo anterior. Porém, basta começar a procurar as mudanças em relação ao antigo 911 Turbo S que serão necessários vários parágrafos para descrevê-las. Aqui vão algumas: aerofólio traseiro redesenhado e maior novo capô e para-choque dianteiro redesenhado tomadas de ar maiores e redesenhadas lanternas traseiras redesenhadas e unidas por uma barra com efeito 3D Traseira do 911 Turbo S tem novas lanternas e aerofólio maior Divulgação As principais novidades, no entanto, não estão à vista, mas no motor de 6 cilindros contrapostos, também conhecido como Boxer. A cilindrada foi ligeiramente reduzida de 3.800 cm³ para 3.745 cm³. Ao mesmo tempo, a potência aumentou em 70 cavalos (o equivalente ao motor do Renault Kwid), chegando a 650 cv, enquanto o torque cresceu expressivos 5,1 kgfm, totalizando 81,6 kgfm. Porsche 911 Turbo S Divulgação Nem tão vanguardista Para conseguir esses números, a Porsche atuou em duas frentes. Primeiro, nos componentes do motor. As duas turbinas de geometria variável ficaram maiores e agora estão posicionadas de forma espelhada, melhorando a forma como o ar passa por elas. Essa última alteração também tem a ver com a segunda área da atuação da Porsche: o fluxo de ar. Os trocadores de calor, além de maiores, foram reposicionados, e agora estão em local mais alto. No geral, a admissão de ar aumentou em 13%. Tomada de ar Porsche 911 Turbo S agora possui aerodinâmica ativa Divulgação Outras soluções até parecem inovadoras, mas são mais comuns do que se imagina. A nova válvula de escape ("wastegate") elétrica do turbo, por exemplo, equipa há anos os motores 1.0 turbo dos Volkswagen Up e Polo. Já as tomadas de ar dianteiras com aerodinâmica ativa são um recurso presente desde 2016 na nem um pouco esportiva Chevrolet Spin. Mais rápido que Ferrari Todo esse pacote de novidades também representa uma melhoria nos números de desempenho no novo 911 Turbo S. O esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 2,7 segundos, marca 0,2 segundo melhor do que a geração anterior e do que a Ferrari F8 Tributo, de 720 cv. Para ir de 0 a 200 km/h, são necessários apenas 8,9 segundos, 1 segundo inteiro a menos do que o 911 Turbo S que está saindo de linha. A velocidade máxima não mudou: permanece em 330 km/h. Porsche 911 Turbo S é mais rápido do que o GT3 RS nas retas, mas perde em curvas Divulgação Bem longe disso, alcançando os 260 km/h, o 911 Turbo S chega no final da reta de Interlagos, para contornar o “S do Senna”. A essa altura, o modelo já tirou a diferença para o 911 GT3 RS de geração anterior usado como “carro madrinha”. É isso mesmo. O novo Turbo S é mais rápido em retas do que o GT3 anterior. Por outro lado, nas curvas, por ter um acerto mais próprio de pistas, o GT3 acaba ganhando terreno. A placa de 150 metros é o sinal para acionar com força o pedal de freio. Nessa nova geração, o Turbo S traz gigantescos discos de cerâmica de 420 milímetros na frente e 390 mm atrás. Disco de freio dianteiro do Porsche 911 Turbo S Divulgação Como comparação, os discos dianteiros possuem diâmetro 63% maior do que os de um Fiat Argo 1.0, por exemplo. Já com a velocidade mais baixa, o 911 se equilibra e sai disparado para engolir a reta oposta do autódromo paulistano. Ali o novo câmbio automático de dupla embreagem e 8 marchas mostra a que veio, com trocas instantâneas – e acompanhadas de tranco na coluna. As duas últimas marchas, porém, são usadas para reduzir o consumo de combustível em situações “normais” em que o 911 não está em uma pista. Por isso, a velocidade máxima é alcançada em sexta marcha. Eixo traseiro do Porsche 911 Turbo S é capaz de virar até 2 graus Divulgação Outro recurso que deve ser útil também nas ruas é o eixo traseiro direcional. Ele faz com que as rodas posteriores girem até 2 graus. Em baixas velocidades, elas vão no sentido contrário à direção, facilitando manobras. Nas situações de maior velocidade, o sentido é o mesmo das rodas dianteiras, garantindo maior estabilidade e equilíbrio. O tal equilíbrio Por tudo isso, faz sentido dizer que a palavra que melhor define o 911 Turbo S é equilíbrio. Usar um termo tão ameno para definir um carro tão extremo pode parecer uma heresia. Principalmente quando esse modelo tem 650 cv, chega aos 200 km/h em menos de 9 segundos e é capaz de grudar as costas do motorista no banco em acelerações. Mas é isso que acontece com o 911 Turbo S. Sem tirar o mérito de qualquer uma dessas qualidades citadas acima, mas o Porsche é mais do que um carro rápido em linha reta. Porsche 911 Turbo S Divulgação Todos os sistemas eletrônicos e de engenharia formam um conjunto irretocável, capaz não apenas de acelerar, mas também de contornar curvas, frear e dar ao piloto a sensação de que o carro estará sempre em suas mãos, à disposição para atender aos desejos de quem está ao volante. Como comparação, depois de guiar o 911 Turbo S, foi a vez de dirigir o 718 Cayman com o novo motor 4.0 aspirado de 400 cv equipado com câmbio manual de 6 marchas. Mesmo tendo 250 cv a menos, o esportivo menor é muito mais arisco, demonstrando maior tendência a sair nas curvas. Na subida dos boxes, por exemplo, era possível sentir os controles eletrônicos atuando para evitar uma escapada. Equipado com câmbio manual, Porsche 718 Cayman é bem mais 'arisco' do que o 911 Turbo S Divulgação No 911, mesmo em velocidades mais altas, isso não aconteceu nenhuma vez. Em outras curvas, quando uma correção era necessária no 718, o Turbo S sequer dava sinais de que iria se desviar da trajetória ideal. Quando se avalia carros superesportivos como o 911 Turbo S, a escolha de concorrentes torna-se mais difícil, já que a decisão de compra muitas vezes passa também pelo gosto pessoal do comprador. No caso deste Porsche, seus rivais mais próximos são Audi R8, McLaren 570S e Mercedes-AMG GT R Pro. Todos mais lentos e menos potentes do que o Turbo S. E, com exceção do primeiro, bem mais caros. O alemão de Stuttgart ainda se destaca por ser o mais amigável para o uso cotidiano - novamente, o tal do equilíbrio. Porsche 911 Turbo S Divulgação Porsche 911 Turbo S Divulgação Porsche 911 Turbo S Divulgação VÍDEO: veja como anda o 911 Carrera S, de 'apenas' 450 cv G1 testa novo Porsche 911 na Espanha VÍDEOS: mais avaliações de carros

Participantes dos programas terão sessão de assessoria individual com ex-executivo. Brasileiro está no Líbano desde dezembro, quando fugiu do Japão. Carlos Ghosn apresenta projeto de consultoria em universidade no Líbano Anwar AMRO / AFP O ex-executivo da indústria automobilística Carlos Ghosn, que está no Líbano desde sua fuga do Japão, fez nesta terça-feira (29) a primeira aparição pública em vários meses, ao apresentar uma parceria com uma universidade local para desenvolver programas de capacitação. O ex-CEO da Nissan chegou a Beirute em dezembro, depois de fugir das acusações por fraude financeira no Japão, onde permaneceu detido por 130 dias. Em seu país de origem, Ghosn concedeu uma entrevista coletiva em janeiro para denunciar um "golpe" armado contra ele, mas desde então permaneceu discreto. Ghosn compareceu nesta terça-feira à Universidade do Espírito Santo de Kaslik (USEK), ao norte de Beirute, para apresentar uma parceria com o estabelecimento de ensino superior. Ele se recusou a responder perguntas vinculadas aos reveses legais ou ao julgamento no Japão de seu ex-colaborador na Nissan, o americano Greg Kelly. "Não vou desviar esta conferência de seu objetivo e este é a USEK", afirmou Ghosn. Ele citou três programas de formação que desenvolverá em colaboração com a USEK. O primeiro, apresentado pelo empresário como supostamente "o melhor do Líbano e também da região", é destinado a executivos de empresas. O segundo envolve um centro de formação em novas tecnologias e o terceiro dará apoio a "startups" e a empresários. Os participantes nos programas terão em particular uma sessão de assessoria individual com Ghosn. No final do curso, os alunos receberão um certificado assinado pelo empresário e a USEK. "Queremos demonstrar que somos formidáveis empreendedores, em particular neste momento em que o país realmente precisa", disse Ghosn. Ele afirmou que um de seus objetivos é "servir ao país e à sociedade", completou. O Líbano enfrenta um colapso econômico. A libra libanesa registrou uma desvalorização sem precedentes no último ano e o país registra demissões em larga escala e cortes salariais. Mais da metade dos libaneses vive atualmente abaixo da linha da pobreza, de acordo com dados oficiais. VÍDEO: Ghosn falou em janeiro sobre fuga e acusações Carlos Ghosn fala sobre fuga e acusação de fraude fiscal Veja mais vídeos de carros

Produzido na Argentina, o modelo será equipado com motor 1.4 turbo de 150 cavalos de potência. Volkswagen Taos Divulgação/Volkswagen A Volkswagen revelou nesta terça-feira (29) as primeiras imagens do Taos. O SUV deverá chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2021, importado da Argentina, para ocupar a lacuna entre o T-Cross e o Tiguan. Sua apresentação oficial acontecerá no próximo dia 13 de outubro. De acordo com a marca, o rival do Jeep Compass será equipado exclusivamente com o motor 1.4 TSI de até 150 cavalos de potência e câmbio automático de 6 marchas. Entre os equipamentos, que poderão variar de acordo com a versão, o Taos terá piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência, alerta de tráfego cruzado, sensores dianteiros, traseiros e laterais, monitoramento de pressão dos pneus e assistente de partida em rampas. Volkswagen Taos Divulgação/Volkswagen Faróis e lanternas serão de LEDs e a central multimídia será a VW Play, que já equipa Nivus e T-Cross no Brasil. Recentemente, o sistema ganhou atualizações para o modo valet. Visualmente, o Taos repete os traços gerais de outros modelos da Volkswagen, como Tiguan e T-Cross, mas apresenta diferenças expressivas para o Tharu, SUV chinês no qual ele se baseia. Na dianteira, o destaque fica para a iluminação de LEDs na grade, que parece dar sequência às luzes dos faróis. O para-choque tem linhas próximas das do Nivus. No mais, as linhas horizontais são típicas da marca. Volkswagen Taos Divulgação/Volkswagen Primeiro SUV argentino O Taos é resultado de investimentos de US$ 650 milhões para o primeiro SUV que a Volkswagen vai produzir na Argentina. Mesmo assim, segundo a marca, a previsão é de que 70% da produção seja destinada para exportação. Os 30% restantes ficam para o mercado local. Assim como o T-Cross, o Taos será construído sobre a plataforma MQB, a mais moderna da Volkswagen para carros convencionais — posteriormente, a marca criou uma só para elétricos. "A Argentina é um pilar fundamental para a Volkswagen América Latina. Nosso objetivo é fortalecer a marca na região, gerando uma base financeira sólida e alcançando maior participação no mercado e mais rentabilidade", disse o argentino Pablo Di Si, presidente da marca na América Latina. G1 conheceu o Tharu no Salão de Xangai de 2019 Salão de Xangai 2019: conheça o Volkswagen Tarek

Os modelos da romena Dacia ficaram mais tecnológicos, com direito a frenagem automática e faróis de LED. Versão brasileira poderá ter alterações no desenho. Dacia Sandero Divulgação/Renault A Renault apresentou nesta terça-feira (29) a nova geração do trio Sandero, Logan e Stepway, ainda sob a marca romena Dacia. Os modelos ficaram mais sofisticados e ganharam uma motorização flex a gasolina e gás GLP. A versão Renault, que chegará ao Brasil até 2022, poderá ter visual diferenciado. Visualmente, os modelos adotaram traços mais modernos e agressivos, com os faróis afilados unidos à grade. Para todos, os faróis de LED que simulam letras Y horizontais na função de luz diurna são de série. Na traseira, as lanternas repetem o mesmo efeito. Dacia Logan Divulgação/Renault Em relação ao Sandero, o Stepway tem adereços plásticos no entorno da carroceria, para-choques exclusivos e rack de teto, tudo para reforçar sua vocação aventureira. As barras do teto podem alternar entre as posições horizontal e vertical e suportam até 80 kg. Além disso, ele é 41 mm mais alto do que o modelo convencional, com 174 mm de distância do solo. Dacia Stepway Divulgação/Renault Por dentro, os modelos também foram totalmente redesenhados e ganharam elementos que remetem ao novo Duster, embora com menos refinamento. O volante de 4 raios é novo, a parte central do painel tem textura diferente do restante e a central multimídia tem uma tela "flutuante". Dacia Stepway Divulgação/Renault Cresceu pouco A nova geração do Sandero tem 4,09 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,5 m de altura e porta-malas de 328 litros. Em comparação com o atual modelo vendido pela Dacia na Europa, ele ficou 2 centímetros maior e 12 cm mais largo. O porta-malas ganhou 8 litros. No Stepway, o comprimento é de 4,1 metros e a altura é de 1,53 m. Porta-malas e largura são os mesmos da versão "civil". Dacia Sandero Divulgação/Renault O Logan passa a ter 4,4 metros de comprimento e generosos 528 litros — 2 centímetros e 18 litros a mais do que o atual. Segundo a Dacia, os modelos ficaram até 40 kg mais leves. Sempre a gasolina Os modelos deixaram de ter motorizações a diesel no mercado europeu e, a partir de agora, serão equipados exclusivamente com motores a gasolina. Esqueça motores híbridos ou elétricos por enquanto. Dacia Logan Divulgação/Renault Por lá, a versão mais barata de Sandero e Logan terão um 1.0 de três cilindros com 65 cavalos de potência e câmbio manual de 5 marchas. Em seguida, há o 1.0 de três cilindros turbo com 90 cv, que pode ter câmbio manual de 6 marchas ou automático CVT. Por fim, os modelos poderão ter um 1.0 turbo de 100 cv flex, que funciona com gasolina ou GLP (gás liquefeito de petróleo) e tem sempre o câmbio manual de 6 marchas. Dacia Sandero Divulgação/Renault Tecnológicos, mas ainda baratos A família Sandero estreia equipamentos de segurança e tecnologia até então inéditos para o modelo, que estarão nas versões mais caras, como monitoramento de pontos cegos, frenagem automática de emergência, teto solar e freio de estacionamento eletrônico. Há também 6 airbags de série, direção elétrica, câmera de ré, stop&start de série, assistente de partida em rampas, ar-condicionado com mostradores digitais, volante multifuncional, piloto automático e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. Dacia Stepway Divulgação/Renault A central multimídia Media Display tem tela de 8 polegadas, 4 alto-falantes, bluetooth e conexão com Android Auto e Apple CarPlay. Na mais completa, a Media Nav, há GPS nativo, 6 alto-falantes e conexão sem fio com as plataformas Android e Apple. A versão mais barata dos modelos, porém, dará a cara ao baixo custo substituindo o sistema multimídia pelo celular do motorista. Assim como já foi feito pela Volkswagen e pela Fiat, o smartphone se transformará na central do veículo. É o sistema Media Control. O suporte fica ao lado de uma entrada USB para manter o celular sempre carregado. Dacia Sandero Divulgação/Renault

De acordo com a marca, o protótipo SUV e:concept indica a direção do seu primeiro modelo totalmente elétrico. Honda SUV e:concept Divulgação/Honda A Honda apresentou no Salão do Automóvel de Pequim, na China, que acontece mesmo com a pandemia do coronavírus, um conceito do que será o seu primeiro modelo totalmente elétrico. Além disso, o SUV pode adiantar os traços da segunda geração do HR-V, prevista para 2021. A fabricante não detalhou a mecânica do SUV e:concept, mas confirmou que ele "indica a direção de um futuro modelo de produção em massa do primeiro veículo elétrico da marca para a China". Entre as tecnologias já confirmadas, estão os sistemas de prevenção de acidentes, como frenagem automática, alerta de pontos cegos, monitoramento de saída involuntária de faixa e piloto automático adaptativo. Honda SUV e:concept Divulgação/Honda Influência para o HR-V Mesmo ainda tendo elementos visuais típicos de um conceito, as linhas gerais do SUV e:concept adiantam o que será visto no novo HR-V, frequentemente flagrado em testes no Japão. Prevista para estrear no primeiro semestre de 2021, a segunda geração do modelo adotará o formato de um "SUV-cupê", com um caimento mais pronunciado na traseira. A dianteira também seguirá o conceito, com faróis estreitos e uma nova identidade luminosa. Segundo publicações japonesas, o novo HR-V crescerá e subirá um degrau na linha Honda, sendo reposicionado para o segmento dos SUVs médios (como Jeep Compass, Ford Territory e Toyota Corolla Cross) e abrindo espaço para um modelo menor e mais barato. Honda SUV e:concept Divulgação/Honda

Segundo empresa, medida tem objetivo de ajustar níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Ford anuncia programa de Demissão Voluntária para trabalhadores que atuam na Bahia A Ford anunciou um Programa de Demissão Voluntária (PDV) na fábrica localizada na cidade de Camaçari, que fica na região metropolitana de Salvador, com o objetivo de ajustar os níveis de produção à desaceleração do mercado, causada pela pandemia da Covid-19. Veja gráfico de casos e mortes em Camaçari desde o início da pandemia De acordo com a empresa, as inscrições para os funcionários que quiserem aderir ao programa de demissão voluntária começam na quinta-feira (1º). Ainda não há prazo para término. Além disso, a empresa estabeleceu extensão do layoff, medida que suspende contratos de trabalho, até 31 de dezembro deste ano. A Ford informou que o PDV é voltado para os empregados da área de produção e ainda não tem detalhes de quantas demissões estão previstas. A abertura do programa foi feita através de um acordo da empresa com o Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo o presidente do sindicato, Júlio Bonfim, o trabalhador que aderir ao programa de demissão ganhará um bônus de até R$ 93 mil, além das verbas rescisórias previstas na legislação: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), multa de 40% em cima do FGTS, 13º salário proporcional, férias e o direito de dar entrada no seguro desemprego. "Há uma redução de produção, caiu para 136 mil carros, isso de certa forma tencionou a Ford abrir esse programa. A produção já está abaixo de dois turnos", explicou Júlio. De acordo com Júlio, atualmente, há cerca de 10 mil trabalhadores no total, dividido nos setores operacionais e em autopeças. Ainda segundo o sindicato, os trabalhadores que aderirem ao PDV e quiserem comprar um carro das marca vão ter desconto. Vão ser disponibilizados 800 carros até o mês de dezembro. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Ford iniciará Programa de Demissão Voluntária na fábrica de Camaçari, na região metropolitana de Salvador Reprodução/TV Bahia Assista aos vídeos do Bahia Meio Dia

Segundo sindicato, previsão era que 600 funcionários fossem transferidos e outros 300 fossem demitidos. Com acordo, 490 passarão a trabalhar no interior e outros 120 perderão os empregos. Fábrica da Toyota em São Bernardo do Campo Divulgação Trabalhadores da Toyota aprovaram nesta segunda-feira (28) um acordo entre a empresa e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC com os termos da mudança da sede administrativa da fabricante de São Bernardo do Campo para Sorocaba (SP). De acordo com o sindicato, a mudança anunciada na última semana previa a transferência de 600 trabalhadores das áreas administrativas da unidade do ABC Paulista para o interior do estado, além da demissão de outros 300 trabalhadores não apenas da fábrica de São Bernardo. Ainda segundo a entidade que representa os trabalhadores, serão transferidos 490 empregados, enquanto outros 120 serão desligados. O acordo ainda prevê a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV), válido para todos os funcionários da área administrativa. Quem aderir ao plano, receberá o equivalente a 12 meses de salário e terá o plano de saúde por um ano. Funcionários que serão transferidos e aposentados que atuam na produção podem aderir ao programa. Além da abertura do PDV, a Toyota ainda vai pagar dois salários no mês da transferência do funcionário e 2,4 salários adicionais para quem optar por mudar o domicílio para a cidade de Sorocaba. Para quem continuar morando na Grande São Paulo, a Toyota vai oferecer transporte fretado de São Bernardo a Sorocaba por dois anos. Motivos da mudança Fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) produz Yaris e Etios Toyota/Divulgação Anunciada no último dia 21, a mudança da sede para Sorocaba vai acontecer de forma gradual a partir de janeiro de 2021 até o meio do próximo ano. Segundo a empresa, a transferência acontece para que a sede fique mais próxima de suas grandes unidades de produção no país, localizadas, além de Sorocaba, em Porto Feliz e Indaiatuba (SP). A unidade de Sorocaba existe desde 2012, e atualmente é responsável por produzir os modelos Etios e Yaris. A partir do ano que vem, o local também fabricará o novo Corolla Cross, primeiro SUV nacional da empresa. Já a unidade de São Bernardo, a primeira da empresa fora do Japão, existe desde 1962, e atualmente faz apenas peças. Fábrica da Toyota em São Bernardo é a primeira da empresa fora do Japão ainda em funcionamento Divulgação VÍDEOS: mais conteúdo sobre carros

Até o final do ano, serão enviadas 450 unidades, sempre com motor 1.6 e câmbio automático. Hyundai vai exportar Creta para a Argentina Divulgação A Hyundai anunciou nesta segunda-feira (28) que irá exportar veículos do Brasil para a Argentina. Até o final do ano, a expectativa é enviar 450 unidades do Creta ao país vizinho. Na Argentina, o Creta será vendido a partir de meados de outubro em 3 versões, todas equipadas com motor 1.6 a gasolina de 123 cavalos e câmbio automático de seis marchas. Os preços não foram divulgados. Veja como anda o Hyundai HB20 'basicão' Hyundai Creta Prestige Fábio Tito/G1 Em nota, o presidente da Hyundai na América do Sul e Central, Eduardo Jin, disse que, "embora os volumes sejam baixos neste primeiro momento, vemos grande potencial de expansão". O executivo também disse que o acordo firmado entre Brasil e Argentina "abre oportunidade para estudarmos economicamente potencias fornecedores argentinos para que exportem seus produtos para nossa operação brasileira”. Atualmente, a Hyundai do Brasil exporta HB20 e Creta para outros três países sul-americanos: Colômbia, Paraguai e Uruguai. VÍDEO: conheça o HB20 mais barato Hyundai HB20 Sense é boa opção entre carros populares; G1 andou Playlist: veja mais avaliações de carros e motos

Android Auto e Apple CarPlay não precisarão de cabo para serem conectados ao veículo na versão Premier. Preços da linha ainda não foram revelados. Chevrolet Onix Plus Premier Divulgação/Chevrolet A Chevrolet continua mostrando a linha 2021 do Onix em passos lentos. Depois de apresentar os novos Onix RS e Onix Plus Midnight, a marca revelou agora novidades para a central multimídia que equipará a versão topo de linha, Premier. Os preços ainda não foram divulgados. Chevrolet lança Onix RS e Onix Plus Midnight Até então com 7 polegadas, a tela do sistema MyLink passa a ter 8 polegadas — assim como na versão "esportiva" RS do hatch. Além disso, a central agora se conecta sem fio às plataformas Android Auto e Apple CarPlay, via Wi-Fi. Chevrolet Onix Plus Premier Divulgação/Chevrolet O carregador sem fio para smartphones, disponível desde a estreia do modelo, bem como o sistema OnStar e o Wi-Fi nativo com sinal 4G, permanecem na linha 2021. De acordo com a Chevrolet, a versão Premier de Onix e Onix Plus seguirá equipada com ar-condicionado digital automático, chave presencial com partida do motor por botão, assistente de estacionamento semiautônomo, lanternas de LED, rodas de 16 polegadas, piloto automático e 6 airbags. Chevrolet Onix Plus Premier Divulgação/Chevrolet A lista tem ainda luz de condução diurna em LED, faróis automáticos, alerta de ponto cego, controles de estabilidade e tração, sensores de estacionamento dianteiros, laterais e traseiros, câmera de ré e assistente de partida em rampas. O tom de cinza das imagens é novidade. O motor é o 1.0 turbo flex de até 116 cv de potência e o câmbio é automático de 6 marchas. Chevrolet Onix Plus Premier Divulgação/Chevrolet Chevrolet Onix hatch leva 5 estrelas em teste de colisão Chevrolet Onix hatch leva 5 estrelas em teste de colisão à

Feita a partir da versão Volcano, com cabine dupla e motor 1.3, a edição especial é restrita a 250 unidades. Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat A Fiat anunciou nesta segunda-feira (28) a chegada de uma edição limitada da Strada, a Opening Edition, por R$ 92.290. Restrita a 250 unidades, a série adota elementos visuais exclusivos, como uma plaqueta com o número da unidade. Baseada na versão topo de linha, Volcano (que custa R$ 10 mil a menos), a série tem a carroceria em branco perolizado e rodas de 16 polegadas com acabamento diamantado. A cor e as rodas são opcionais na versão regular, por R$ 2.500 cada. Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat De lado, a picape adota estribos, retrovisores em preto brilhante, além de badges, adesivos e soleiras em alusão à edição. A traseira também ganha um adesivo "Opening Edition" e engate de reboque. A caçamba possui um divisor de carga. Por dentro, o modelo se diferencia pela costura prateada no revestimento de couro do volante, mesma cor utilizada nas pedaleiras, na costura da coifa do câmbio e nas costuras dos tapetes, com borda em vinil. A plaqueta com o número da unidade, entre as 250, está próxima ao câmbio. Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat Os equipamentos de série são os mesmos da versão de base: faróis de LED com luzes diurnas, controles de tração e estabilidade, direção elétrica, monitoramento de pressão dos pneus, retrovisores elétricos, tela de 3,5 polegadas no quadro de instrumentos, vidros elétricos e capota marítima. A lista segue com bancos com mistura de tecido e couro, sensores de estacionamento, câmera de ré e central multimídia com tela de 7 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto (este último com possibilidade de conexão sem fio). O conjunto mecânico também é o mesmo da Volcano, com motor 1.3 Firefly com até 109 cavalos de potência e 14,2 kgfm de torque, com câmbio manual de 5 marchas. Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat Fiat Strada Opening Edition Divulgação/Fiat VÍDEO: Fiat Strada muda depois de 2 décadas; G1 testou Fiat Strada muda depois de 2 décadas; G1 testou a nova picape

Na configuração esportiva SQ5, o modelo é equipado com um motor 3.0 turbo V6 de 354 cv. Audi Q5 Sportback Divulgação/Audi A Audi revelou o inédito Q5 Sportback, quarto integrante da família de SUVs-cupê da marca, já composta por Q8 e das versões de Q3 e E-tron. O modelo será lançado nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2021 e poderá chegar ao Brasil até o final do mesmo ano. SUV pode ser cupê? Tendência ganha força no mundo VÍDEO: como anda o E-tron, primeiro elétrico da Audi Até a porta dianteira, o Q5 Sportback é (quase) idêntico ao Q5 convencional, com exceção de acabamentos na grade e nos nichos laterais do para-choque dianteiro. Os faróis são os mesmos, com iluminação full LED e opcional de LED Matrix. Audi Q5 Sportback Divulgação/Audi As diferenças começam a partir das portas traseiras, com caimento mais acentuado, formando a carroceria de um cupê. Na traseira, as lanternas são equipadas com tecnologia de iluminação OLED, que prometem mais eficiência e homogeneidade no brilho. A Audi não divulgou a capacidade do porta-malas, que tem a tampa com abertura elétrica — incluindo por sensores, passando os pés debaixo do para-choque. Para os Estados Unidos, o modelo chegará em duas versões diferentes (assim como deverá acontecer no Brasil). A primeira é equipada com um motor 2.0 turbo que, com um sistema híbrido leve, entrega 265 cv de potência e 37,7 kgfm de torque. Audi Q5 Sportback Divulgação/Audi A segunda, SQ5, terá um 3.0 turbo V6 de 354 cv e 51 kgfm de torque. Além do motor mais potente, esta também será equipada com suspensão adaptativa e suspensão a ar, permitindo controlar a altura do solo nos diferentes tipos de condução. Entre os equipamentos, o Q5 Sportback tem quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas, head-up display, central multimídia com tela de 10,1 polegadas, piloto automático adaptativo, alerta de saída de faixa, assistente de estacionamento e alerta de colisão com frenagem automática. O sistema de som Bang&Olufsen é opcional. Audi Q5 Sportback Divulgação/Audi VÍDEO: 'garagem' da Audi tem 5 carros que somam 2.800 cv e R$ 4,2 milhões G1 visita 'garagem' da Audi, que tem 5 carros que somam 2.800 cv e valem R$ 4,2 milhões

Denatran proíbe o uso de 'chapéus, bones e outros' na foto da habilitação. Ação foi negada na justiça em primeiro grau, mas teve seguimento no Tribunal Regional Federal, que determinou a validade do pedido. Grupo religioso pede que freiras possam usar véu na foto da CNH Dhavid Normando/Futura Press/Folhapress O grupo religioso Congregação das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada entrou com ação pública pedindo que freiras possam usar o hábito, conhecido como véu, na hora de tirar a fotografia para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A ação, apresentada em janeiro de 2019 não foi aceita pela justiça de primeiro grau, que entendeu que o pedido era de interesse individual das religiosas e não fazia parte das finalidades da associação religiosa. Com a participação do Ministério Público Federal, uma nova ação foi encaminhada ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que deu seguimento ao pedido e encaminhou a ação de volta à primeira instância, onde deverá ser julgada novamente. No processo, o Ministério Público alegou que entre as finalidades da instituição, “estão tarefas que indicam a necessidade da condução de automóveis, como a prestação de ajuda a urgências eclesiais ou humanitárias, a realização de serviço e atividades sociais e pastorais”. De acordo com a portaria 1.515 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), é proibido o uso de “chapéus, bonés e outros” na foto do documento de motorista. VÍDEO: os mais vistos do G1 Carros

Falha pode lançar fragmentos metálicos contra passageiros e ocupantes, com risco de vida para quem estiver dentro dos carros; veja os chassis envolvidos. Citroën C4 Lounge 2017 Divulgação A Citroën convocou nesta sexta-feira (25) os veículos C4 Lounge, DS3, DS4 e DS5 para reparo por apresentam problema no airbag. De acordo com a montadora, o defeito pode trazer "risco de morte" para o motorista e ocupantes. Após morte por defeito em airbag de Celta, GM convoca recall de 235 mil veículos Veja os chassis envolvidos no recall C4 Lounge data de fabricação: 04/04/2013 até 12/04/2017 chassis de EG500080 até JG500699 DS3 data de fabricação: 22/11/2011 até 07/09/2016 chassis de CW501041 até HW500613 DS4 data de fabricação: 18/06/2012 até 11/05/2015 chassis de CY571921 até GY500172 DS5 data de fabricação: 13/03/2012 até 19/01/2017 chassis de DS500004 até JS500005 No comunicado a empresa informa que, em caso de colisão com intensidade suficiente para acionamento do sistema de airbag, pode ocorrer rompimento do insuflador e a possível projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo. Esse defeito poderá ocasionar danos físicos e/ou materiais aos ocupantes do mesmo e, em casos extremos, risco de morte, disse a montadora. A falha é a mesma vista no maior recall da história, dos airbags da Takata, mas ainda não há uma confirmação oficial de que os itens são da fabricante japonesa. O G1 procurou a Citroën para mais esclarecimentos, mas ainda não havia uma resposta até a última atualização desta reportagem. Como fazer o reparo Os proprietários dos veículos envolvidos deverão agendar junto a uma concessionária da marca a verificação e substituição, se necessário, do airbag do motorista para os modelos C4 Lounge DS4 e DS5 e, dos airbags frontais do motorista e do passageiro para o modelo DS3. Para agendamento e mais informações a empresa disponibiliza o telefone 0800 011 8088 e o site www.citroen.com.br. Entende o defeito dos 'airbags mortais' Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls Assista mais vídeo de VEÍCULOS no G1 Initial plugin text

Em fase de testes, serão 20 unidades dos modelos A6, A7, Q8 e e-tron. Público-alvo, segundo empresa, são executivos de grandes empresas. Audi E-Tron é um dos carros por assinatura oferecidos pela Audi Fábio Tito/G1 A Audi anunciou nesta quinta-feira (24) o lançamento de um programa de aluguel de carros por assinatura. Buscando um público com renda bastante elevada, a empresa escolheu alguns de seus modelos mais caros, como A6, A7, Q8 e e-tron. Por isso, as mensalidades não são baratas, e começam em R$ 9.590. Audi ameaça fechar fábrica no Brasil se não receber de volta impostos pagos Locadoras 'turbinam' vendas, viram rivais de concessionárias e mudam jeito de ter carro Segundo a Audi, o objetivo é atrair principalmente grandes empresas que buscam veículos para seus executivos de alto escalão. Porém, o programa também é aberto para pessoas físicas. A única limitação, por enquanto, é a disponibilidade de carros. Até dezembro, estarão disponíveis 20 unidades, todas oferecidas em concessionárias na Grande São Paulo. A empresa tem a expectativa de conseguir alugar todos os modelos até meados de novembro. Daniel Rojas, diretor de vendas da Audi do Brasil afirmou que há cerca de 35 clientes interessados até agora. Audi Q8 Divulgação/Audi “Poderíamos começar com 100 veículos, mas preferimos começar com 20 para estarmos mais próximos dos clientes, entender o que funciona, o que não funciona e termos algo mais sólido para o futuro”, disse Johannes Roscheck, presidente da Audi do Brasil. Os contratos têm duração de 24 meses. Nesse tempo, os clientes podem rodar até 48 mil km, média de 2 mil km mensais. Se quiser devolver o carro antes desse período, o locatário deve pagar multa. Ela é de 50% das parcelas restantes, caso o cancelamento aconteça no primeiro ano, e de 35% a partir do 13º mês. Por outro lado, ao final dos 2 anos ainda existe a opção de compra do veículo. Nesse caso, o valor é baseado na tabela Fipe, mas com desconto de 12%. A mensalidade inclui, além do próprio veículo, seguro, manutenção, IPVA e licenciamento. Veja os preços para cada modelo: A6 - R$ 9.590 e-tron Performance - R$ 9.990 e-tron Performance Black - R$ 10.590 A7 Sportback - R$ 10.990 Q8 Performance - R$ 12.590 Q8 Performance Black - R$ 13.290 VÍDEO: G1 já andou no e-tron Conheça o E-tron, o carro elétrico sem retrovisor da Audi Toyota também aluga carros Esta não é a primeira vez que uma fabricante oferece aluguel de veículos diretamente ao cliente, sem uma locadora. Desde o ano passado, a Toyota possui um serviço de locação. A diferença, além do público alvo, é que o aluguel pode ser feito por hora, dias ou semanas, e não de tão longo prazo, como na Audi. Chamado de Kinto Mobility, o serviço da Toyota oferece desde modelos de entrada, como Etios, cuja diária é de R$ 119, até carros de luxo da Lexus, como o ES 300h, com diárias de R$ 532. Playlist: veja todos os vídeos de carros

Omologata foi desenvolvida com base na 812 Superfast e levou dois anos para ficar pronta. O motor é um V12. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari A Ferrari revelou nesta sexta-feira (25) o superesportivo Omologata, feito exclusivamente para um cliente europeu da marca. Assim como a identidade do comprador, o valor pago para ter o modelo sob encomenda não foi revelado. Ferrari faz seu primeiro lançamento online e mostra a nova Portofino M Produzida a partir da 812 Superfast, com carroceria de alumínio, a Omologata levou mais de dois anos para ser finalizada desde a apresentação dos primeiros esboços. A equipe de design foi liderada por Flavio Manzoni. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari As únicas peças compartilhadas sem alterações com o modelo de origem são o para-brisa e os faróis — isso sem falar do motor 6.5 V12 de 800 cv de potência e 73,2 kgfm de torque. O restante é exclusivo, incluindo a tonalidade de vermelho da carroceria. De acordo com a marca, a inspiração do desenho do "one-off" (como se chamam os modelos únicos) veio da história de 70 anos dos esportivos de corrida da Ferrari. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari "Um carro que está tão à vontade nas ruas quanto na pista nas mãos de um verdadeiro piloto", disse a italiana em um comunicado. "Satisfazer todas as restrições de segurança para homologação de rua sem interferir na usabilidade e tratabilidade de uma Ferrari é sempre um grande desafio", completou. O interior da Omologata foi revelado apenas em imagens de detalhes, mostrando o acabamento que mistura couro, jeans, fibra de carbono e metal, além de elementos em azul. Entre as inspirações para a cabine estão os modelos 250 LM e 250 GTO, das décadas de 1950 e 1960. Ferrari Omologata Divulgação/Ferrari VÍDEO: G1 conheceu a Ferrari Portofino no lançamento, em 2017 G1 no Salão de Frankfurt: Conheça a Portofino, novo modelo de entrada da Ferrari

Empresa investiu R$ 500 milhões em fábrica inaugurada em 2015 no Paraná. Agora, espera ter parte do valor para liberar novos investimentos com a matriz. Fábrica da Audi no Paraná Divulgação Após investir R$ 500 milhões para reativar a fábrica de veículos no Brasil, a Audi pode novamente encerrar a produção em São José dos Pinhais (PR), onde a empresa divide linhas de produção com a Volkswagen. A montadora espera receber de volta do governo parte do valor aplicado no local, como previa o regime automotivo brasileiro na época da construção da fábrica, inaugurada em 2015. “Assinamos um compromisso de pagar para receber de volta. E, até agora, não temos uma decisão", disse o presidente da Audi do Brasil, Johannes Roscheck. "É difícil convencer a matriz a investir novamente em um mercado que não tem compromisso." O investimento da Audi para construir carros no país foi a resposta para o regime automotivo vigente no Brasil entre 2013 e 2017. Chamado de InovarAuto, o programa dizia que as empresas que importassem carros pagariam 30 pontos percentuais extras de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Para não serem sobretaxadas, além da Audi, marcas de luxo como Mercedes-Benz, BMW e Jaguar Land Rover investiram mais de R$ 1,6 bilhão para erguer fábricas no país. Elas foram inauguradas entre 2014 e 2016. Audi voltou a produzir carros no Brasil em 2015 Divulgação Qual o valor esperado? Porém, a Audi reclama que parte do valor recolhido em impostos por ela e outras empresas não foi devolvido. Segundo Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais da fabricante, o retorno esperado pelas 3 marcas alemãs que ergueram fábricas no país (BMW e Mercedes-Benz, além da própria Audi), é de R$ 289 milhões. O executivo não detalhou qual seria a parcela da Audi, mas disse que a manutenção da produção depende de uma resposta do governo. “Se tivermos uma sinalização de que esse dinheiro irá voltar, mesmo que seja em 10 anos, seria uma visão para dar para a matriz e serviria como fator de decisão da continuidade [da produção]”, disse o executivo. Essa “sinalização” inclusive pode ser o gatilho para que a empresa faça novos investimentos no Paraná e siga com a produção de veículos. Pausa programada De qualquer forma, já estava prevista uma pausa na produção ao longo de 2021. Isso porque o A3 Sedan, único modelo a ser produzido no local, deixará de ser fabricado em dezembro. Se a Audi decidir continuar a produção no Brasil, serão necessários investimentos extras para adequar a linha, já que qualquer novo modelo a ser feito no país terá plataforma mais moderna e novos recursos tecnológicos em relação ao A3 Sedan. Esse processo, de acordo com Roscheck, leva, pelo menos, um ano. Mesmo se a Audi decidir seguir produzindo no Brasil, não há clareza sobre quais modelos serão feitos no Paraná. Os favoritos são A3 Sedan e Q3, que já eram fabricados em São José dos Pinhais. Desde o começo do ano, a nova geração do Q3 chega ao Brasil importada da Hungria. O mesmo vai acontecer com o A3 Sedan. A partir do ano que vem, o modelo renovado será importado. Nova geração do Audi A3 Sedan chegará ao Brasil importada Divulgação VÍDEO: veja como anda o e-tron SUV elétrico da Audi Conheça o E-tron, o carro elétrico sem retrovisor da Audi VÍDEOS: veja o conteúdo do G1 Carros

Tribunal alemão manteve inicialmente a acusação de fraude contra Martin Winterkorn, mas ele também será julgado por manipulação do mercado de ações. Martin Winterkorn, ex-presidente da Volkswagen, em imagem de 2017 Odd Andersen/AFP Martin Winterkorn, o ex-presidente da Volkswagen acusado pela justiça no caso 'dieselgate', terá que responder a uma nova acusação de manipulação de mercado, anunciou nesta quinta-feira (24) o tribunal de Brunswick. O tribunal manteve inicialmente a acusação de fraude contra Winterkorn, mas ele também será julgado por manipulação do mercado de ações, anunciou o tribunal. Volks faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante a ditadura Depois de examinar a acusação do MP, o tribunal considerou que Winterkorn "intencionalmente não informou tempo o mercado de capitais" sobre o risco de uma multa, conhecido "desde a primavera de 2015", por causa de 500.000 veículos manipulados que foram introduzidos no mercado americano. A manipulação dos softwares dos veículos a diesel foi anunciada em uma nota publicada em 18 de setembro de 2015 pela agência ambiental dos Estados Unidos (EPA). As empresas cotadas na Bolsa são obrigadas a publicar comunicados aos investidores sobre qualquer acontecimento que possa influenciar no preço das ações. Uma fonte próxima a Volkswagen explicou à AFP que os diretores do grupo, ao examinarem o caso dos motores supostamente manipulados nos Estados Unidos em julho de 2015, estimaram que uma eventual multa não seria de valor significativo a ponto de exigir uma comunicação imediata ao mercado. Finalmente, o grupo teve que concordar em junho de 2016 com uma compensação de US$ 14,7 bilhões para compensar os clientes nos Estados Unidos. Assista a vídeos de CARROS e MOTOS no G1 Initial plugin text

Mesmo com os atributos mecânicos, o visual polêmico deverá marcar a nova geração dos esportivos. BMW M3 Divulgação/BMW A BMW revelou as novas gerações de M3 e M4, que chegarão ao mercado europeu em 2021 com uma diversificada gama de configurações entre motor e câmbio - entre elas, a oferta de transmissão manual. O visual dos esportivos, por sua vez, promete causar polêmica. M8 Gran Coupé Competition custa R$ 1,1 milhão e tem 81 cores diferentes Tanto o sedã M3 (em verde nas imagens), quanto o cupê M4 (de cor amarela), terão 3 versões diferentes cada, todas equipadas com um motor 3.0 biturbo de 6 cilindros em linha. BMW M4 Divulgação/BMW A primeira terá 480 cavalos de potência, 56,1 kgfm de torque, câmbio manual de 6 marchas e tração traseira. Com esse conjunto, os modelos vão de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos. Segundo a marca, a transmissão manual é 22 kg mais leve do que a automática. A segunda, Competition, terá 510 cv de potência, 66,3 kgfm de torque, câmbio automático de 8 marchas e tração traseira, e irá de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos. Posteriormente, uma terceira configuração adicionará à Competition a tração integral. BMW M4 Divulgação/BMW Os esportivos serão equipados com suspensão esportiva M adaptativa, com amortecedores controlados eletronicamente, além de sistemas de frenagem com discos dianteiros de 380 mm e traseiros de 370 mm. Como opcionais, estarão disponíveis os freios de cerâmica com discos de 400 mm na dianteira e 380 mm na traseira. De acordo com a BMW, o controle de tração oferece um ajuste de sensibilidade de subesterço e sobresterço em 10 estágios diferentes. BMW M3 Divulgação/BMW Ousadia no visual Se a mecânica e os números dos novos M3 e M4 enchem os olhos de qualquer um, o desenho deverá dividir opiniões. Isso porque a BMW investiu na versão mais moderna do "duplo rim", que vai do capô até a parte inferior do para-choque. BMW M3 Divulgação/BMW A nova grade era esperada para o M4, uma vez que ela já está nas versões convencionais do Série 4. No M3, porém, a dianteira não guarda nenhuma semelhança com as demais versões do Série 3. O teto dos esportivos é de fibra de carbono sem pintura, enquanto as rodas de liga leve são forjadas. BMW M3 Divulgação/BMW O interior do modelo pode ser personalizado ao gosto do comprador, misturando cores e materiais. Nas imagens, o interior de tons de preto e marrom são do sedã M3, enquanto o que mistura azul e amarelo é do cupê M4. Entre os equipamentos de série estão o quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas, central multimídia com tela de 10,25 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay (este último com conexão sem fio), e comandos de voz. BMW M4 Divulgação/BMW BMW M3 Divulgação/BMW

Líder do mercado local afirma ainda não ter previsão de quando venderá caminhões elétricos por aqui. Mercedes-Benz Actros F com cabine desenvolvida no Brasil Divulgação Prestes a completar 65 anos, a filial brasileira da Mercedes-Benz comemora que, pela primeira vez, participou ativamente do desenvolvimento de um produto que será produzido e vendido na Europa. É o Actros F, apresentado nesta quarta-feira (23) em evento virtual realizado pela Daimler, dona da Mercedes. A partir do início de 2021, ele será vendido em 24 países europeus, além de alguns outros mercados fora do continente. O caminhão é uma versão de entrada do extrapesado Actros, o topo de linha da Mercedes. A diferença é que a nova configuração utiliza uma cabine desenvolvida pela engenharia brasileira – mais baixa do que a original, criada para a Europa. Visualmente, é possível notar a diferença na grade - a versão europeia tem uma fileira extra. Mercedes-Benz Actros europeu é mais alto - e tem grade frontal com uma fileira a mais Divulgação “Esse é um projeto muito especial, e toda equipe de engenharia fez um ótimo trabalho”, disse Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil. A ideia de criar uma cabine diferente surgiu cerca de cinco anos atrás, quando a equipe brasileira viajou para a Alemanha para conhecer a nova geração do Actros. “Quando vi a cabine que teríamos disponível no Brasil e andamos no caminhão, ficou evidente que teríamos restrições de altura em alguns locais de carregamentos com bases antigas”, disse Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz. Após reuniões com a matriz, o desenvolvimento de uma cabine 16,5 cm mais baixa foi aprovado – e consumiu parte dos R$ 1,4 bilhão usados na criação do novo Actros. “Se não tivéssemos que desenvolver a cabine, teríamos gastado menos”, disse Leoncini. O investimento extra, porém, se transformou em interesse da matriz pouco tempo depois. “Eles começaram a fazer pesquisas de mercado e descobriram que haveria oportunidade de oferecer em alguns países”, completou. Com isso, a criação brasileira será produzida também na Alemanha. Além de oferecer maior conforto e estabilidade para os caminhoneiros do Brasil, o Actros mais baixo ainda proporciona uma redução de 1% no consumo de combustível. Parece pouco, mas em uma frota de 200 caminhões, a economia em um ano pode chegar a R$ 500 mil – valor próximo ao preço inicial de um Actros zero. Elétricos para europeus O Actros F é apenas um dos recentes lançamentos da divisão de caminhões da Mercedes-Benz. Se o mundo não estivesse atravessando uma pandemia, ele seria apresentado no maior salão de veículos comerciais do mundo, o IAA, realizado a cada dois anos em Hannover. Porém, com o cancelamento do evento, a Mercedes resolveu realizar seus lançamentos de forma virtual. Na última semana, por exemplo, a empresa mostrou dois conceitos que não emitem poluentes. Um deles é a versão elétrica de longa autonomia do Actros – que pode percorrer até 500 km com uma carga da bateria. Seu lançamento está previsto para 2024. Caminhão elétrico da Mercedes-Benz para longas distâncias Divulgação A outra aposta, ainda mais ousada, é uma versão a hidrogênio, chamada de GenH2, que pode rodar até 1.000 km usando o combustível em estado líquido. Ele armazena o hidrogênio em tanques semelhantes aos de diesel, mas que preservam a temperatura do combustível em 253°C negativos, próximo ao zero absoluto. Antes da injeção, o hidrogênio é aquecido, e, em forma de gás, entra no sistema de célula de combustível. O residual expelido pelo escape é vapor de água. Mercedes-Benz GenH2 Divulgação O objetivo da Mercedes-Benz é iniciar os testes do GenH2 em 2023, e colocar o caminhão no mercado na segunda metade da década. Só que esses planos não incluem o Brasil. Ao menos por enquanto. “Gostaria de vender no Brasil. Mas a pergunta é: quando?”, afirmou Stefan Buchner, chefe mundial da Mercedes-Benz Trucks. O próprio executivo, que vai se aposentar no início de outubro, depois de 35 anos na empresa, respondeu que ainda não há uma estimativa de prazo para isso aconteça. E justificou: “Estamos realmente focados nisso. Mas a infraestrutura ainda não existe no Brasil. Nós vamos continuar observando atentamente. E, quando a infraestrutura estiver pronta, nós estaremos prontos para, em um tempo muito curto, disponibilizar a tecnologia”, disse Buchner. Sem a presença da Mercedes, o mercado de caminhões elétricos no Brasil ainda “engatinha”. Atualmente, há um modelo do tipo à venda. O segundo está na reta final de desenvolvimento. Volkswagen e-Delivery Marcelo Brandt/G1 O primeiro a chegar às lojas foi o Jac iEV 1200T, um modelo de 8 toneladas que custa R$ 350 mil. O G1 já testou. O segundo, porém, apesar de ainda não estar disponível, foi totalmente desenvolvido no Brasil – e também será fabricado por aqui. É o Volkswagen e-Delivery, que chega no ano que vem em versões de 11 e 13 toneladas, e que também já foi avaliado pelo G1. G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil Gás não é solução Outra aposta das fabricantes para reduzir a emissão de CO2 é o uso do gás como combustível. A Scania lançou no ano passado uma linha de caminhões com essa tecnologia. Na ocasião, o diretor comercial da empresa, Silvio Munhoz afirmou que esta seria uma opção para reduzir as emissões enquanto os elétricos não são viáveis no Brasil. Scania R410 movido a GNV Divulgação De acordo com a empresa sueca, os motores podem receber gás natural veicular, já encontrado em cerca de 1,3 mil postos no Brasil, e gás natural liquefeito, que ainda não é distribuído regularmente. Questionado se a Mercedes poderia seguir pelo mesmo caminho no Brasil, a resposta do chefe global da divisão de caminhões foi enfática. “Nós estamos completamente cientes de que temos competidores [que usam essa tecnologia] no Brasil, mas não só aí. Mas decidimos não desenvolver a tecnologia a gás porque ela não é livre de emissões CO2. É uma tecnologia que não é o futuro. Por isso, decidimos ir para o caminho dos veículos elétricos com bateria e com célula de combustível”. O presidente da filial brasileira ainda ressaltou que, ao menos por enquanto, a Mercedes irá continuar investindo em motores a diesel. “Diesel ainda é importante no futuro para pelo menos em alguns países fora da Europa e da Ásia. E por isso, é nosso dever desenvolver esse tipo de motor.” VÍDEOS: veja mais conteúdos sobre caminhões
Montadora fará doações para ex-funcionários que foram alvo de perseguições e para iniciativas que preservam a memória histórica. Relatório de 2017 apontou que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica no ABC paulista. Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante ditadura A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (23) um acordo com o Ministério Público Federal em São Paulo para reparar sua conduta durante a ditadura no Brasil. Com isso serão encerrados três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. O cumprimento será em janeiro de 2021. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a montadora se compromete a doar R$ 36 milhões para iniciativas ligadas à defesa de direitos humanos, investigação de crimes da época e à memória histórica. Parte desse montante (R$ 16,8 milhões) irá para a associação de trabalhadores da empresa, visando, principalmente, "ex-trabalhadores da Volkswagen do Brasil - ou seus sucessores legais - que manifestaram terem sofrido violações de direitos humanos durante a ditadura", disse a companhia. Um relatório de 2017, feito por um historiador alemão a pedido da empresa, apontou que a Volkswagen 'foi leal' ao governo militar e que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). "Com este acordo, a Volkswagen quer promover o esclarecimento da verdade sobre as violações dos direitos humanos naquela época", comunicou a montadora alemã, que afirmou ser "a primeira empresa estrangeira a enfrentar seu passado de forma transparente" durante a ditadura. “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância", disse Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração do grupo Volkswagen. "Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência." Outros projetos contemplados O TAC foi fechado também com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria do Trabalho em São Bernardo do Campo. É um "acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura", descreveu o MPF. Além dos R$ 16,8 milhões que serão doados à associação de trabalhadores, a Volkswagen se comprometeu a pagar: R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos (FDD) R$ 10,5 milhões para projetos de promoção da memória e da verdade em relação às violações de direitos humanos ocorridas no Brasil durante a ditadura militar. Desse montante de R$ 10,5 milhões, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) receberá R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões serão destinados para o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF), para apoiar a identificação das vítimas que estão enterradas em valas comuns. E outros R$ 2 milhões serão para novas pesquisas para apurar a cumplicidade de empresas em violações de direitos humanos durante o governo militar. O restante (R$ 6 milhões) será destinado ao Memorial da Luta pela Justiça, iniciativa promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e pelo Centro de Preservação da Memória Política (NPMP). Ele está sendo implantado na antiga sede da Auditoria Militar de São Paulo. "O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da justiça de transição, no Brasil e no mundo", escreveram representantes do MPF, do MP/SP e do MPT, em nota. Atuação na ditadura O relatório de 2017 que remonta o relacionamento da Volkswagen com o governo brasileiro durante o período militar, entre 1964 e 1985, foi feito pelo historiador alemão Christopher Kopper. As ações que corriam na Justiça sobre a montadora se baseavam nesse documento e em outro relatório, feito por Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública, contratado pelo MPF. Em seu estudo, Kopper apontou que a "diretoria executiva da Volkswagen Brasil não participou do golpe contra o último governo eleito em 1964 e da posse da ditadura militar". No entanto, o historiador disse que “o golpe militar de 1964 e a instituição de uma ditadura militar cada vez mais repressiva foi avaliado positivamente pela empresa”. Em outro trecho, Kopper afirmou que "a Volkswagen do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar e compartilhou os seus objetivos econômicos e da política interna". Entre as colaborações com o governo, estava a do setor de segurança industrial da empresa, que informava ao regime militar possíveis atividades políticas e sindicais de funcionários da Volkswagen. Durante a divulgação do relatório, em dezembro de 2017, um grupo de ex-funcionários da empresa fez um protesto na frente da fábrica da Anchieta. Eles reivindicam indenizações da montadora.

Montadora fará doações para ex-funcionários que foram alvo de perseguições e para iniciativas que preservam a memória histórica. Relatório de 2017 apontou que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica no ABC paulista. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (23) um acordo com o Ministério Público Federal em São Paulo para reparar sua conduta durante a ditadura no Brasil. Com isso serão encerrados três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. O cumprimento será em janeiro de 2021. No Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a montadora se compromete a doar R$ 36 milhões para iniciativas ligadas à defesa de direitos humanos, investigação de crimes da época e à memória histórica. Parte desse montante (R$ 16,8 milhões) irá para a associação de trabalhadores da empresa, visando, principalmente, "ex-trabalhadores da Volkswagen do Brasil - ou seus sucessores legais - que manifestaram terem sofrido violações de direitos humanos durante a ditadura", disse a companhia. Um relatório de 2017, feito por um historiador alemão a pedido da empresa, apontou que a Volkswagen 'foi leal' ao governo militar e que 6 trabalhadores foram presos e ao menos 1 foi torturado na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). "Com este acordo, a Volkswagen quer promover o esclarecimento da verdade sobre as violações dos direitos humanos naquela época", comunicou a montadora alemã, que afirmou ser "a primeira empresa estrangeira a enfrentar seu passado de forma transparente" durante a ditadura. Volkswagen faz acordo com MPF para reparar violações dos direitos humanos durante ditadura “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância", disse Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração do grupo Volkswagen. "Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência." Outros projetos contemplados O TAC foi fechado também com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Procuradoria do Trabalho em São Bernardo do Campo. É um "acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura", descreveu o MPF. Além dos R$ 16,8 milhões que serão doados à associação de trabalhadores, a Volkswagen se comprometeu a pagar: R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos (FDD) R$ 10,5 milhões para projetos de promoção da memória e da verdade em relação às violações de direitos humanos ocorridas no Brasil durante a ditadura militar. Desse montante de R$ 10,5 milhões, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) receberá R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões serão destinados para o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF), para apoiar a identificação das vítimas que estão enterradas em valas comuns. E outros R$ 2 milhões serão para novas pesquisas para apurar a cumplicidade de empresas em violações de direitos humanos durante o governo militar. O restante (R$ 6 milhões) será destinado ao Memorial da Luta pela Justiça, iniciativa promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e pelo Centro de Preservação da Memória Política (NPMP). Ele está sendo implantado na antiga sede da Auditoria Militar de São Paulo. "O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da justiça de transição, no Brasil e no mundo", escreveram representantes do MPF, do MP/SP e do MPT, em nota. Atuação na ditadura O relatório de 2017 que remonta o relacionamento da Volkswagen com o governo brasileiro durante o período militar, entre 1964 e 1985, foi feito pelo historiador alemão Christopher Kopper. As ações que corriam na Justiça sobre a montadora se baseavam nesse documento e em outro relatório, feito por Guaracy Mingardi, especialista em segurança pública, contratado pelo MPF. Em seu estudo, Kopper apontou que a "diretoria executiva da Volkswagen Brasil não participou do golpe contra o último governo eleito em 1964 e da posse da ditadura militar". No entanto, o historiador disse que “o golpe militar de 1964 e a instituição de uma ditadura militar cada vez mais repressiva foi avaliado positivamente pela empresa”. Em outro trecho, Kopper afirmou que "a Volkswagen do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar e compartilhou os seus objetivos econômicos e da política interna". Entre as colaborações com o governo, estava a do setor de segurança industrial da empresa, que informava ao regime militar possíveis atividades políticas e sindicais de funcionários da Volkswagen. Durante a divulgação do relatório, em dezembro de 2017, um grupo de ex-funcionários da empresa fez um protesto na frente da fábrica da Anchieta. Eles reivindicam indenizações da montadora. Lúcio Bellentani e outros ex-trabalhador da Volkswagen cobraram indenização da empresa na apresentação de um relatório que detalhou as relações da montadora com a ditadura militar, em 2017 André Paixão/G1 VÍDEOS: AI-5, o ato mais antidemocrático da ditadura militar

Modelo é o segundo da nova família de carros elétricos da marca. Com motor de 204 cv, ele pode percorrer até 520 km com uma carga da bateria. Volkswagen ID.4 Divulgação A Volkswagen apresentou nesta quarta-feira (23) o ID.4, segundo membro da sua nova família de carros elétricos. Maior do que o ID.3, que é um hatch, o ID.4 é um SUV, e tem chances de ser vendido no Brasil. No último Salão de Frankfurt, há cerca de um ano, quando o modelo ainda era um conceito chamado de ID Crozz, o presidente da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si, afirmou que "achava que daria" para vender o veículo no país por ele ser mais alto do que o ID.3. A resposta pode estar nos 21 cm de altura em relação ao solo do ID.4. Além dessa medida, o ID.4 tem 4,58 m de comprimento, 12 cm menos do que o Tiguan vendido no Brasil. De acordo com a Volkswagen, a capacidade do porta-malas é de 543 litros. Volkswagen ID.4 Divulgação Outros dados, como distância entre-eixos, largura e altura não foram divulgados. O ID.4 é movido por um motor elétrico de 204 cavalos instalado no eixo traseiro. Suas baterias, com capacidade para armazenar 77 kWh, garantem autonomia de até 520 km. Com velocidade máxima de 160 km/h, o SUV é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Volkswagen ID.4 Divulgação O interior do ID.4 segue o mesmo padrão tecnológico do ID.3. Isso significa uma cabine sem botões físicos. Os comandos são feitos por meio de uma tela de 12 polegadas. Veja mais sobre elétricos e híbridos:

Presidente pode vetar um ou mais pontos do projeto. Após ser sancionada, lei entra em vigor dali a 6 meses. Câmara aprova projeto que altera o Código de Trânsito Diversas mudanças na lei de trânsito foram aprovadas pelo Congresso e seguiram para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Dentre as alterações estão a ampliação de 20 para até 40 pontos do limite para a suspensão da Carteira Nacional de Trânsito (CNH) e o aumento da validade do documento para até 10 anos. Desde que foi apresentado pelo próprio presidente, em 2019, o texto passou por diversas mudanças na Câmara e no Senado. Bolsonaro tem direito de vetar um ou mais itens. Após a sanção, as novas regras passam a valer dali a 6 meses. O projeto original foi criticado por entidades de segurança viária, que pediram, na época, diálogo e estudos técnicos para embasar as futuras regras. O Congresso manteve ampliação do limite de pontos para a suspensão da CNH, mas acrescentou um escalonamento, conforme o nível de gravidade das infrações cometidas, e a exigência de não constar infrações gravíssimas na carteira do motorista. Da mesma forma, as normas para o transporte de crianças, onde o governo propôs a troca da multa por advertência por escrito, em caso de não cumprimento, acabaram sendo endurecidas pelos parlamentares. Mudanças no Código de Trânsito aprovadas pelo Congresso Arte/G1 Veja as principais mudanças, como está na lei atual e como era a proposta do governo: Suspensão da CNH por pontos Como deve ficar: haverá uma escala com três limites de pontuação, para que a CNH seja suspensa: 20 pontos, se o condutor tiver duas ou mais infrações gravíssimas em um período de 12 meses; 30 pontos, se tiver apenas uma infração gravíssima no mesmo período; 40 pontos, se não constar entre as suas infrações nenhuma infração gravíssima nesse intervalo. No caso de motoristas profissionais, a medida foi flexibilizada; eles poderão atingir o limite de 40 pontos independente da natureza das infrações cometidas. Como é atualmente: a suspensão ocorre quando o condutor atinge 20 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas. Como o governo queria: a suspensão ocorreria quando o condutor atingisse 40 pontos em 12 meses ou por transgressões específicas. PL pode mudar quantidade de pontos para a suspensão da CNH Divulgação Renovação da CNH Como deve ficar: estipula o prazo de dez anos para renovação dos exames de aptidão física e mental para a renovação da habilitação de condutores , de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Como é atualmente: o artigo 147 do CTB diz que o exame é renovável a cada 5 anos ou, no caso de idosos acima de 65 anos, a cada 3 anos. Como o governo queria: que o exame de aptidão física e mental seria renovável a cada 10 anos. No caso dos idosos, acima de 65 anos, a renovação seria a cada 5 anos. Cadeirinha para crianças Como deve ficar: o dispositivo de cadeirinhas ou assento de elevação será obrigatório para crianças de até 10 anos que não atingiram 1,45 metro de altura, e elas devem ser transportadas no banco traseiro. Segue mantida a penalidade de infração gravíssima para quem descumprir a obrigatoriedade. Como é atualmente: o CTB diz que as crianças com idade inferior a 10 anos devem ser transportadas nos bancos traseiros. Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de 2008 determina o uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças de até 7 anos e meio. Entre 7 anos e meio e 10 anos, a criança deve usar o cinto de segurança. O artigo 168 do CTB diz que o descumprimento dessas regras é infração é gravíssima, com multa e retenção do veículo até a regularização da situação. Cadeirinha pode reduzir danos de acidentes em até 60% Como o governo queria: até 7 anos e meio, crianças deveriam ser transportadas nos bancos traseiros e com cadeirinha adaptada ao tamanho e peso. Entre 7 anos e meio e 10 anos, seriam "transportadas nos bancos traseiros" e utilizariam cinto de segurança. Ainda segundo a proposta do governo, a violação às regras seria punida apenas com advertência por escrito. Ou seja, a advertência poderia substituir a multa e a medida administrativa (retenção do veículo) aplicadas até então. Veja as diferenças entre usar e não usar as cadeirinhas: Veja diferença entre usar e não usar cadeirinha Exame toxicológico (categorias C, D e E) Como deve ficar: exame toxicológico é mantido como está no CTB. Ele serve para verificar o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente, comprometam a capacidade de direção. Quem tem menos de 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada 2 anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Como é atualmente: condutores das categorias C, D e E, como caminhoneiros, motoristas de van e ônibus, com CNH com validade de 5 anos devem fazer o exame no prazo de 2 anos e meio. Para condutores idosos o prazo é 1 ano e meio. Se reprovado, tem suspenso o direito de dirigir pelo período de 3 meses. Como o governo queria: eliminar a obrigatoriedade do exame. Luz diurna nas estradas Como deve ficar: segue o projeto do governo de manter obrigatório o uso de faróis acesos durante o dia em rodovias de pista simples. Porém, retira a obrigatoriedade do uso quando essas vias estiverem em perímetros urbanos. Se sancionada, a medida só vai valer para veículos que não possuem luz de rodagem diurna (DRL). Como é atualmente: uma norma de 2016 diz que o condutor é obrigado a manter o farol aceso de noite e dia “nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”, sejam essas de pista sumples ou não — em caso de descumprimento, a infração é média. Como o governo queria: o texto dizia que os veículos sem DRL deveriam manter acesos os faróis mesmo durante o dia, em rodovias de pista simples, túneis e sob chuva, neblina ou cerração. O projeto afirmava ainda que a infração para quem não acendesse a luz seria leve. No entanto, seria aplicada apenas "no caso de o proprietário ser pessoa jurídica e não haver identificação do condutor". Moto no corredor Como deve ficar: haverá regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforo. Ela será delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Como é atualmente: o CTB não proíbe, e também não regulamenta, o uso de motocicletas entre as faixas de trânsito. Em 1997, o artigo 56 restringiria o uso das motos no corredor, porém, foi vetado pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso. No entanto, existem relatos de motociclistas enquadrados no artigo 192 do CTB, que fala que o condutor de qualquer veículo não pode "deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais" Como o governo queria: no projeto original não havia alteração quanto à circulação de motos no corredor. Entenda como é a regra atual sobre motos no corredor Congresso Nacional discute regras de trânsito para motos Multa mais branda para capacete sem viseira Como deve ficar: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Como é atualmente: o artigo do CTB sobre regras para motociclistas obriga o uso de capacetes sempre com viseira ou óculos de proteção — a multa atual é gravíssima e há suspensão do direito de dirigir. E também existe uma resolução específica sobre o uso incorreto da viseira; ela diz que que o motociclista não pode conduzir o veículo com a viseira levantada, nem com óculos de proteção fumê. Nesse caso, seria aplicado o artigo 169 do CTB, com aplicação de multa leve. Como o governo queria: o projeto estabeleceria uma punição específica para quem usasse capacete sem viseira ou óculos de proteção. O ato se tornaria uma infração média, com multa e retenção do veículo até que a situação fosse regularizada. Andar com a viseira levantada também seria uma infração média. Documento em carro com recall Como deve ficar: o projeto torna o recall uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Como é atualmente: não há impedimento para emissão do CRLV caso o veículo não tenha passado por algum recall. Como o governo queria: a proposta era impedir que o CRLV fosse emitido na venda de um veículo se o proprietário anterior não tivesse realizado algum recall. Veja todos os vídeos de carros

Os modelos são equipados com motor 1.0 turbo de 116 cv de potência e câmbio automático. Chevrolet Onix RS Divulgação A Chevrolet apresentou nesta quarta-feira (23) a aguardada versão "esportiva" RS do Onix. Além do hatch, o sedã Onix Plus também ganhou uma nova série especial, a Midnight. Os preços não foram revelados. Tracker com motor de Onix vai bem? G1 andou Para quem acreditou que o Onix RS chegaria com a motorização 1.2 turbo do Tracker, a má notícia é que isso não aconteceu. Ele é equipado com o eficiente motor 1.0 turbo flex de até 116 cavalos de potência e 16,8 kgfm de torque, acompanhado do câmbio automático de 6 marchas. Não há opção de transmissão manual. Segundo a marca, o conjunto leva o hatch de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos. Chevrolet Onix RS Divulgação Sendo assim, as exclusividades do RS ficam restritas ao visual, que aposta em detalhes pretos e spoilers para uma aparência mais esportiva. A dianteira é a mesma da versão topo de linha Premier, com faróis de projetores e luzes diurnas em LED no para-choque. A diferença fica para a máscara negra nos faróis, a "gravata" da Chevrolet em preto e a ausência de cromados na grade — com trama de colmeia e que abriga o logotipo RS. Detalhes do Chevrolet Onix RS Divulgação Na traseira, o hatch ganha um novo para-choque que simula um difusor de ar, e um aerofólio sempre pintado de preto. De lado, as rodas, também pretas, são de 16 polegadas e têm desenho exclusivo. Por dentro, o Onix RS tem acabamento em preto e detalhes na cor vermelha nas saídas de ar laterais. A mesma cor se repete nas costuras do volante revestido de couro. Colunas e teto também são na cor preta. Chevrolet Onix RS Divulgação Entre os equipamentos, o modelo tem ar-condicionado, direção elétrica, piloto automático, assistente de partida em aclive, 6 airbags, sensores de estacionamento traseiros, central multimídia com Android Auto, Apple CarPlay e tela de 8 polegadas, controle eletrônico de estabilidade e tração. Onix Plus Midnight Com aparência semelhante ao Onix RS, mas deixando a sigla esportiva para o hatch, o sedã Onix Plus ganha a série Midnight. Também com visual "dark", o modelo adota rodas, logotipos e grade em preto, além dos faróis com máscara negra. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação Segundo a marca, a previsão é de que a edição especial fique aproximadamente um ano no mercado. Caso tenha grande aprovação, não está descartada a possibilidade de torná-la uma versão oficial da gama. A série chega ao sedã exclusivamente com motor 1.0 turbo de 116 cv e câmbio automático de 6 marchas. De acordo com a Chevrolet, com este conjunto, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação O pacote de equipamentos é o mesmo da versão Premier, que serve de base para a Midnight. Há direção elétrica, ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple Carplay, volante com regulagem de altura e profundidade, piloto automático e assistente de partida em rampas. Há ainda chave presencial com partida do motor por botão, faróis com acendimento automático, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, bancos de couro, 6 airbags e controle eletrônico de estabilidade e tração. Ao contrário da versão Premier, porém, a série Midnight tem lanternas com iluminação convencional, sem LEDs. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação Chevrolet Onix: 5 estrelas em teste de colisão Chevrolet Onix hatch leva 5 estrelas em teste de colisão
Alterações incluem aumento do número de pontos da CNH para alguns motoristas e extensão da validade do documento. Bolsonaro pode sancionar ou vetar novas regras. Senadores e deputados aprovam mudanças no Código de Trânsito A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) parte das modificações feitas pelo Senado no projeto que altera trechos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Com isso, as novas regras vão à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O texto prevê que as novas regras entram em vigor 180 dias após serem publicadas no "Diário Oficial da União", ou seja, após a sanção. Uma das mudanças aumenta para até 10 anos o prazo máximo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O texto foi enviado ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro, mas nem todos os pontos defendidos pelo presidente foram aprovados. A Câmara já tinha aprovado a matéria no fim de junho, mas teve que analisá-la novamente já que o Senado fez alterações na proposta. LEIA TAMBÉM: App da CNH digital vai permitir pagamento de multas com desconto CNH, cadeirinha, farol: veja mudanças aprovadas e que vão à sanção de Bolsonaro Entre as mudanças aprovadas no Congresso estão: aumento do número de pontos para suspensão, em razão de multas, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH); obrigatoriedade do uso de cadeirinha para o transporte de crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 metro; regras para a circulação de motocicletas entre os veículos quando o trânsito estiver parado ou lento. Uma das principais mudanças propostas pelos senadores também foi acolhida na Câmara. A emenda prevê que em casos de lesão corporal e homicídio causados por motorista embriagado, mesmo que sem intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos. Atualmente, a legislação diz que a prisão pode ser substituída por penas restritivas de direitos se o crime for culposo (sem intenção). Desta forma, se um motorista embriagado ou sob efeito de drogas pratica lesão corporal e até homicídio, sua condenação pode ser convertida em uma pena alternativa. Pontos da proposta original enviada pelo governo, como a retirada da multa para quem transportar criança sem a cadeirinha, ficaram de fora da versão aprovada por deputados e senadores. O projeto é tratado como prioridade pelo governo. Em junho do ano passado, o próprio presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara para entregar o texto. Projeto passou pela Câmara em junho, mas voltou após mudanças feitas pelo Senado; veja pontos Ponto a ponto do projeto Validade da CNH O projeto amplia o prazo para a renovação da renovação da CNH e dos exames de aptidão física e mental, de acordo com as seguintes situações: 10 anos para condutores com menos de 50 anos; 5 anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos; 3 anos para condutores com 70 anos ou mais. O texto prevê, ainda, que, em caso de indícios de deficiência física ou mental ou de progressividade de doença que diminua a capacidade de condução, o perito examinador pode diminuir os prazos para a renovação da carteira. Atualmente, o Código de Trânsito prevê a renovação a cada cinco anos para a maioria dos motoristas e a cada três anos para condutores com mais de 65 anos. Já o texto enviado pelo governo previa a renovação dos exames a cada 10 anos e, para pessoas acima de 65 anos, a cada cinco anos. Exame de aptidão O texto determina, ainda, que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. A legislação atual não deixa explícita essa exigência, e os requisitos constam apenas em resoluções do Contran. Pela proposta, os exames devem ser avaliados "objetivamente" pelos examinados, o que subsidiará a fiscalização sobre o profissional credenciado feita pelos órgãos de trânsito em colaboração com os conselhos profissionais. Pontuação da CNH O projeto também prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses: 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima; 30 pontos para quem possuir uma gravíssima; 20 pontos para quem tiver duas ou mais infrações do tipo. Os motoristas profissionais terão 40 pontos de teto, independentemente das infrações cometidas. Esses condutores podem participar de curso preventivo de reciclagem quando atingirem 30 pontos. A legislação atual prevê a suspensão da carteira sempre que o infrator atingir 20 pontos. O projeto original do governo previa uma ampliação geral, de 40 pontos para todos os motoristas, independentemente da vinculação por infração criada pelo relator. Avaliação psicológica O relator incluiu, também, a exigência de avaliação psicológica quando o condutor: se envolver em acidente grave para o qual tenha contribuído; ser condenado judicialmente por delito de trânsito; estiver colocando em risco a segurança do trânsito, por decisão da autoridade de trânsito. Cadeirinha O projeto aprovado determina também a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 m de altura. A cadeirinha deve se adequar à idade, peso e altura da criança. Pelo texto, o descumprimento desta regra ocasionará uma multa correspondente a uma infração gravíssima. A proposta original do governo previa que a punição para o descumprimento fosse apenas uma advertência por escrito, sem a multa. Pela proposta do Executivo, endurecida pelo relator, a cadeirinha seria necessária para crianças de até 7 anos e meio. Exames toxicológicos Sobre a renovação da carteira de habilitação, o texto também mantém a obrigatoriedade de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E. O fim da obrigatoriedade do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor. Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. Objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame. Motos O projeto estabelece regras para a circulação de motocicletas, motonetas e ciclomotores quando o trânsito estiver parado ou lento. Pelo texto, os motociclistas devem transitar com velocidade compatível com a segurança dos pedestres e demais veículos nessas situações. A proposta cria ainda uma “área de espera” para motociclistas junto aos semáforo. O projeto diz que haverá uma área delimitada por duas linhas de retenção, destinada exclusivamente à espera destes veículos próximos aos semáforos, imediatamente à frente da linha de retenção dos demais veículos. Recall O projeto torna o recall das concessionárias – convocação de proprietários para reparar defeitos constatados nos veículos – uma condição para o licenciamento anual do veículo a partir do segundo ano após o chamamento. Segundo o relator, são frequentes os casos de descumprimento do procedimento, colocando em risco a segurança dos condutores desses veículos e de outras pessoas. Cadastro positivo A proposta cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), em que serão cadastrados os condutores que não tenham cometido infração de trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. O cadastro positivo vai possibilitar que estados e municípios concedam benefícios fiscais e tarifários aos condutores cadastrados. Inicialmente, o relatório previa que, na Semana Nacional de Trânsito, comemorada em setembro, haveria um sorteio no valor de 1% do montante arrecadado com as multas para premiar os motoristas do cadastro. Contudo, o deputado Juscelino Filho retirou essa parte ao acolher uma emenda de plenário. Escolas de trânsito O projeto prevê a criação de “escolas públicas de trânsito” para crianças e adolescentes com aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. Consulta pública As propostas de normas regulamentares a serem editadas pelo Contran deverão ser submetidas a consulta pública antes da entrada em vigor. O objetivo é dar mais transparência às decisões do conselho. Multas administrativas O parecer propõe a isenção de pontos na carteira de motorista em algumas situações de infrações de natureza administrativa, por exemplo: conduzir veículo com a cor ou característica alterada; conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório; portar no veículo placas em desacordo com as especificações e modelos estabelecidos pelo Contran; deixar de atualizar o cadastro de registro do veículo ou de habilitação do condutor. Penalidade de advertência O texto define, ainda, que para infrações leves ou médias deve ser imposta a penalidade de advertência por escrito, em vez de multa, se infrator não tiver cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses. Atualmente, a legislação já permite essa possibilidade se a autoridade de trânsito "entender esta providência como mais educativa" e desde que o motorista não tenha cometido a mesma infração nos últimos 12 meses. Faróis O texto determina a obrigatoriedade de manter os faróis acesos durante o dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração, e à noite. O Senado fez uma alteração, mantida na Câmara, para restringir a obrigatoriedade do uso de faróis baixos durante o dia em rodovias de pista simples apenas àquelas situadas fora dos perímetros urbanos. Ao acolher essa mudança, Juscelino Filho diz que o uso de faróis nas cidades "poderia ter efeito contrário, ao equiparar todos os demais veículos aos ônibus e às motos, que hoje já são obrigados a transitar com farol acesso, para serem diferenciados e melhor percebidos no trânsito urbano." Outros pontos Veja outros pontos do projeto: Reprovação de exame: o projeto revoga dispositivo que determinava que o exame escrito sobre legislação de trânsito ou de direção veicular só poderia ser refeito 15 dias depois da divulgação do resultado, em caso de reprovação; Capacete sem viseira: a proposta altera trecho do Código de Trânsito que trata da obrigatoriedade do uso do capacete, retirando a menção sobre a viseira - o que, atualmente, é considerado infração gravíssima. O não uso viseira no capacete ou dos óculos de proteção ganhou um artigo separado na lei, tornando-se infração média; Aulas à noite: o projeto também retira a obrigatoriedade de que parte das aulas de direção sejam feitas à noite; Policiais legislativos: o texto prevê que os policiais legislativos da Câmara dos Deputados e do Senado, mediante convênio com o órgão ou entidade de trânsito local, poderão autuar os motoristas em caso de infração cometida nas adjacências do Congresso Nacional quando estiverem comprometendo os serviços ou colocando em risco a segurança das pessoas ou o patrimônio do Legislativo. Os autos de infração serão encaminhados ao órgão competente. VÍDEOS: as notícias mais assistidas do G1

Serviço de Notificação Eletrônica, que existe desde 2016, será incorporado a outro app, o Carteira Digital de Trânsito, ambos desenvolvidos pelo Serpro. Carteira Digital para veículos - 1º passo Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação O aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que reúne as versões digitais da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do certificado de registro do veículo (CRLV), também vai oferecer a opção de o motorista pagar todos os tipos de multas de trânsito de forma eletrônica e com desconto de 40%. Isso vai acontecer porque o aplicativo da carteira de habilitação digital, desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vai incorporar outro programa, o Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), também criado pelo Serpro, e usado para receber, acompanhar e pagar as multas de forma eletrônica. O SNE foi criado em 2016, e continuará a ser usado, por enquanto, para empresas que gerenciam as multas de suas frotas. O Serpro não informou qual a previsão de migração para o aplicativo Carteira Digital de Trânsito neste caso. De acordo com o Serpro, quem já utiliza o SNE poderá migrar para o CDT a qualquer momento, e realizar o login com o mesmo nome de usuário e senha. Para ter direito aos 40% de desconto no pagamento da multa, o usuário deverá reconhecer a infração e abrir mão de entrar com recurso administrativo. Atualmente, o SNE pode processar multas de órgãos de trânsito federais (DNIT, PRF e ANTT), 15 Detrans estaduais e mais de 80 órgãos municipais. Veja vídeos sobre compra e venda de carros

Versão mais barata do hatch tem virtudes para ser boa opção entre modelos populares. Visual é controverso, mas acabamento interno agrada. Hyundai HB20 Sense é boa opção entre carros populares; G1 andou Versões básicas, principalmente de carros mais baratos, costumam passar longe dos eventos de lançamentos para a imprensa e dos showrooms das concessionárias, mesmo quando têm expectativa de serem as mais vendidas. No caso do Hyundai HB20, não foi diferente. A fabricante coreana levou quase um ano para disponibilizar o HB20 mais simples para teste de imprensa. E olha que a versão Sense, que parte de R$ 49.590, representa mais da metade das unidades emplacadas em 2020, segundo levantamento da consultoria Jato Dynamics. Veja como anda o HB20 1.0 turbo Veja como anda o HB20X 1.6 Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 No final de agosto, 11 meses após a renovação do hatch, o G1 passou uma semana com o HB20 Sense, que custa a partir de R$ 49.590. Essa cifra coloca o HB20 como um dos carros mais baratos à venda no Brasil. Nessa faixa, ele acaba concorrendo principalmente com o Ford Ka S (R$ 49.890), mas Volkswagen Gol 1.0 (R$ 52.500) e Fiat Argo 1.0 (R$ 53.990) também surgem como rivais em potencial. Tabela de concorrentes do Hyundai HB20 Celso Tavares/G1 e Divulgação A unidade avaliada ainda trazia o único pacote opcional, que compensa os R$ 1.000 de investimento extra já que oferece importantes itens de segurança, como controles de tração e estabilidade e airbags laterais. Por esses R$ 50.590, nenhum outro carro novo no Brasil tem um pacote de equipamentos de segurança tão completo. Além desses itens, o HB20 Sense ainda traz o essencial: vidros dianteiros e travas elétricos, ar-condicionado, direção elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo e rádio com conexão Bluetooth e comandos no volante. Mas o Hyundai mais barato do Brasil peca por não oferecer em alguns itens como alarme antifurto, ajuste de altura do volante e alças internas de teto. Porém, o maior “atestado” de simplicidade está na chave – que parece ter sido herdada do HR – veículo comercial da marca. Chave do Hyundai HB20 Sense tem visual simplório Celso Tavares/G1 É simples, mas nem tanto Por sorte, o acabamento interior não segue o mesmo caminho, e exibe peças com encaixes precisos e sem sinais de rebarbas, mantendo o padrão estabelecido pelo modelo anterior. Falando nele, ainda que o HB20 tenha passado por uma profunda plástica no ano passado, a versão Sense traz o quadro de instrumentos semelhante ao da versão antiga, com mostradores convencionais no lugar da tela de cristal líquido com grafismos digitais dos modelos mais caros. Quadro de instrumentos do Hyundai HB20 Sense veio do modelo anterior Celso Tavares/G1 Além do quadro de instrumentos, alavanca de câmbio e alavancas de seta e limpadores são os únicos componentes do modelo antigo. Fora isso, todo o desenho da cabine é novo e moderno. O plástico duro é item de série, como em qualquer carro popular (ou nem tão popular), mas a parte central possui um aplique prateado que demonstra alguma sofisticação. Até mesmo o rádio, que fica no lugar da central multimídia das versões mais caras, parece integrado ao painel, e não deixa a impressão de algo que foi adaptado. De volta à comparação com o HB20 antigo, o conjunto mecânico segue inalterado, com a dupla composta pelo motor 1.0 de 3 cilindros e o câmbio manual de 5 marchas. Motor 1.0 do Hyundai HB20 Sense rende 80 cv Celso Tavares/G1 A caixa, com relações curtas, mostra bom entrosamento com o motor, que entrega dignos 80 cavalos e 10,2 kgfm de torque e empurra o compacto de menos de 1 tonelada de 0 a 100 km/h em 14,5 segundos. Esses números ficam na média do segmento. Sua potência é maior que a do Fiat Argo (77 cv), mas menor do que a do Volkswagen Gol (84 cv) e do Ford Ka (85 cv). Só que o Hyundai é o mais leve do grupo. Junto com o Fiat, ele também tem o maior porta-malas da turma, com 300 litros. O espaço interno também não desaponta. Seus 2,53 metros de entre-eixos o colocam ligeiramente acima do Argo (2,52 m) e preciosos centímetros acima de Ka (2,49 m) e Gol (2,47 m). Bom de andar Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 Até por isso, mostra certa disposição para o trânsito cotidiano das grandes cidades, ainda que seja necessário “esticar” um pouco cada marcha e suportar o aumento do nível de ruído interno. Só que a leveza do HB20 não se traduz em menor consumo de combustível. Novamente comparando com Ka, Argo e Gol, ele é o que tem pior consumo urbano, tanto com gasolina, como com etanol (empatado com o Gol). Na estrada, os números são ligeiramente melhores – e ele fica num patamar próximo ao de Argo e Gol, bem abaixo do Ka. Confira na tabela abaixo: Consumo de combustível dos hatches compactos Ao menos a direção hidráulica, calcanhar de Aquiles do antigo HB20, é coisa do passado – apenas o Gol ainda usa assistência desse tipo. No caso do Hyundai, a nova direção elétrica coloca o hatch como dono de uma das melhores dirigibilidades nesta faixa de preço, entregando maciez nas manobras e rigidez na dose certa em velocidades mais altas. Já o desenho... Antes e depois do Hyundai HB20 Flavio Moraes e Celso Tavares/G1 O design é o último aspecto a ser tratado nesse texto. Porque é o mais subjetivo deles. Com a reestilização profunda de 2019, o HB20 saiu do grupo de carros com visual bem acertado e entrou para o de polêmicos. Na apresentação do modelo, a empresa até trouxe o britânico responsável pelo estilo na Hyundai para falar sobre o assunto. Mas não convenceu. A marca pesou a mão na hora de desenhar as novas dianteira e traseira – talvez para passar a impressão de que o HB20 estava ganhando uma nova geração. Para dar a sensação de maior largura, a grade foi esticada para as extremidades, enquanto o capô foi inclinado para baixo e os faróis ficaram mais pontiagudos. Já na traseira, as lanternas em formato de bumerangue parecem maiores do que deveriam. Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 Talvez percebendo que o estilo não foi tão bem aceito, a empresa resolveu promover mudanças pontuais já na linha 2021. A grade, por exemplo, trocou o cromado no contorno pelo acabamento em preto brilhante, que ajuda a suavizar o visual. O desenho do HB20 pode ser controverso. Porém, o compacto aparece como uma ótima opção de entrada, por oferecer uma boa dirigibilidade, nível de equipamentos acima da média e acabamento melhor do que se pode esperar em um carro dessa faixa de preços. Hyundai HB20 Sense Celso Tavares/G1 VÍDEOS: veja outras avaliações de carros e motos

É a terceira vez que o evento muda de data. Edição de 2020, que aconteceria em junho, foi cancelada pelo coronavírus. Salão de Detroit de 2017 Bill Pugliano/AFP Após ter a edição de 2020 cancelada pela pandemia do coronavírus, o Salão de Detroit foi remarcado mais uma vez. Nesta segunda-feira (21), a organização do evento afirmou que a feira será realizada entre 28 de setembro e 9 de outubro de 2021. A mudança vale não apenas para 2021, mas também nos três anos seguintes. “Setembro é uma excelente época do ano para novos produtos e, ao mesmo tempo, alivia os desafios que um calendário de feiras de automóveis de primavera agora lotado apresenta para os interessados ​​em feiras de automóveis", afirmou, em nota Rod Albert, diretor executivo do Salão de Detroit. Apesar da mudança de data, a organização do Salão de Detroit afirma que o evento seguirá a mesma tendência de ser mais interativo, permitindo atividades também fora do pavilhão de exposições. Isso era praticamente impossível de se fazer em janeiro, quando o inverno rigoroso deixa as temperaturas, em média, entre -7°C e -1°C. Imagem de janeiro de 2014 mostra neve acumulada em avenida de Detroit Joshua Lott/Getty Images/AFP Sucessivas mudanças Esta é a terceira vez que o Naias (sigla para Noth American International Auto Show) muda de data. Em 2018, a organização anunciou que o evento deixaria de acontecer em janeiro para ser realizado em junho, no verão americano. A justificativa, na época, era "fugir" do rigoroso inverno Detroit, mas também não competir diretamente com a CES, maior feira de tecnologia do mundo, e que, nos últimos anos, tem se tornado uma importante vitrine para as fabricantes de automóveis. Salão de Detroit será realizado em junho a partir de 2020 Divulgação Agora, com a nova mudança, de junho para setembro, o Salão de Detroit ficará perigosamente próximo de outro evento que tenta se reinventar: o IAA, mais conhecido como Salão de Frankfurt, que, a partir do ano que vem, será realizado em Munique. A feira está marcada para os dias 7 e 12 de setembro. Depois de anunciar a mudança de cidade, o Salão de Munique também promete ser uma mostra mais interativa para o público. Sobre isso, o diretor do Salão de Detroit disse que a data foi pensada exatamente para não coincidir com o evento europeu. “Espalhar grandes feiras de automóveis é uma vitória para todos, principalmente para os nossos parceiros. Isso dá às empresas automotivas a oportunidade de dar o melhor de si em cada feira, o que cria empolgação para aqueles que comparecem também ”, disse. VÍDEOS: os destaques do último Salão de São Paulo

Segundo entidade, demissões foram de 40 trabalhadores aposentados e três com doenças ocupacionais. Montadora não quis comentar os desligamentos, considerados ilegais pelo sindicato. GM tem cerca de 3,6 mil empregados na fábrica em São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors demitiu 43 funcionários nesta segunda-feira (21), de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP). Desse total, 40 eram trabalhadores aposentados, que seguiam trabalhando, e três tinham doenças ocupacionais. A montadora informou que não vai comentar o caso. O sindicato diz que já entrou em contato com a direção da GM para reverter as demissões e aguarda uma posição oficial. Caso a empresa não reconsidere a decisão, o sindicato afirma que vai recorrer à Justiça e não descarta fazer reivindicações em frente à montadora. Uma das reclamações do Sindicato dos Metalúrgicos é que essas demissões foram feitas após ter sido aprovada a extensão do layoff (suspensão temporária de contrato) por mais dois meses. Além disso, foram desligados 235 funcionários na última semana por meio do Programa de Demissão Voluntária (PDV). "É um absurdo. Um crime demitir essas pessoas, aposentadas e com doença ocupacional, no meio de uma pandemia. Há mais de mil pessoas em layoff, houve um PDV há uma semana. Repudiamos essa decisão e vamos tomar as medidas necessárias para tentar reverter", disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Renato Almeida. A fábrica da GM em São José dos Campos produz os modelos S10 e Trailblazer e, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, tem cerca de 3.600 trabalhadores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região

Apesar de ser conhecido por adaptar o carro para o filme, Ron Cobb tinha grande carreira como cartunista. Ron Cobb, criador do DeLorean de 'De volta para o futuro' Divulgação Ron Cobb, o criador da versão do DeLorean para o filme "De Volta para o Futuro", morreu nesta segunda-feira (21) aos 83 anos. A informação foi confirmada por sua mulher, Robin Love, ao site americano The Hollywood Reporter. Ainda segundo Love, a causa da morte teria sido Demência de Corpos de Lewy, uma doença degenerativa. Além da esposa, Cobb deixa o filho Nicky. A família vivia em Sydney, na Austrália, para onde o cartunista se mudou no início da década de 1970. Seth Rogen e Michael J. Fox, o Marty McFly, de "De volta para o futuro", entram no palco com um DeLorean, a máquina do tempo do filme. Lucy Nicholson / Reuters Apesar de ser conhecido como o criador da "Time Machine", uma versão cheia de modificações do DeLorean DMC-12, Cobb não tinha uma relação íntima com a indústria automotiva. Sua carreira foi praticamente toda construída como designer e cartunista. Ele foi o responsável por desenhar diversos objetos para "Star Wars" (1977), desenvolveu cenários "Conan, o Bárbaro" (1982) e foi uma espécie de consultor de Steven Spielberg em E.T (1982). VÍDEO: em 2016, G1 conheceu 'carros do cinema' no Salão de Paris G1 mostra os carros do cinema que estão no Salão de Paris VÍDEO: mais conteúdo sobre carros

Sedã e cupê serão apresentados oficialmente na próxima quarta-feira (23) e deverão ter motor 3.0 biturbo. BMW M3 Reprodução/BMW A BMW começou a semana com uma boa dose de suspense sobre os novos M3 e M4. Os esportivos, que serão apresentados oficialmente na próxima quarta-feira (23), tiveram alguns de seus detalhes revelados por teasers divulgados pela marca. BMW revela o iX3, seu primeiro SUV totalmente elétrico Por trás da fumaça que cobre os modelos, é possível confirmar que a nova geração do M3 adotará a polêmica grade de tamanho avantajado na dianteira. No M4 o visual já era esperado, uma vez que suas versões convencionais já utilizam esse modelo de grade. BMW M3 Reprodução/BMW Apesar do desenho que poderá dividir opiniões, é certo que a aparência do sedã será agressiva, a ver pelos fortes vincos que saem da grade em direção ao capô. As rodas dos modelos têm desenho que remetem ao visto nas do "irmão maior", M8. Na traseira, tanto o M3 quanto o M4 ostentarão quatro saídas de escapamento, divididas em dois pares de cada lado, abrigadas em difusores no para-choque. BMW M3 Reprodução/BMW A mecânica dos esportivos permanece em segredo, mas rumores apontam para um motor 3.0 biturbo de 6 cilindros com diferentes potências entre as versões, variando entre 460 e 510 cavalos. Os teasers revelam ainda que uma opção de câmbio manual de 6 marchas estará disponível, além da automática de 8 marchas. Não se sabe, porém, se a transmissão com pedal de embreagem estará no M3, no M4 ou nos dois, mas ela estará em uma configuração exclusiva. BMW M4 Reprodução/BMW Novo BMW Série 3 fica mais moderno e até 'fala' com o motorista

Atualmente a sede fica na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Toyota transfere sede administrativa para Sorocaba Toyota do Brasil/Divulgação A Toyota anunciou que irá transferir a sua sede administrativa de São Bernardo do Campo (SP) para Sorocaba (SP) a partir de janeiro de 2021. A informação foi confirmada pela assessoria nesta segunda-feira (21). A empresa informou que o aviso foi divulgado para os funcionários na última sexta-feira (18). Segundo a assessoria, a transferência será gradual e tem previsão de término até a metade de 2021. Unidade de Sorocaba é uma das maiores da empresa Divulgação Até o momento, não há previsão de novas contratações para Sorocaba. A unidade, que fica próximo à Rodovia Castello Branco, é uma das maiores da empresa, produzindo os modelos Etios e Yaris. A Toyota também tem fábrica em Porto Feliz (SP), que é responsável pela produção de motores. Já a fábrica de São Bernardo do Campo não sofrerá mudanças, segundo a empresa. A transferência será feita para que a sede fique mais próxima de suas grandes sedes de produção atualmente no país. Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí

Modelo tem até 320 km de autonomia. A marca também iniciou as vendas do caminhão elétrico iEV 1200T. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors A Jac Motors oficializou o início das vendas da iEV330P, a primeira picape 100% elétrica do mundo. Apresentada ao Brasil há um ano e disponível em pré-venda desde abril, ela agora chega a todas as lojas da marca por R$ 289.900 com foco nos frotistas. VÍDEO: G1 já andou no caminhão elétrico Jac iEV 1200T O modelo é equipado com um motor elétrico movimentado por baterias de fosfato de ferro-lítio de até 67,2 kWh, e que entrega 150 cavalos de potência e 33,7 kgfm de torque. A tração é traseira e o peso em ordem de marcha é de 2.200 kg (364 kg são das baterias). Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors Dimensões da Jac iEV330P: Comprimento: 5,62 Largura: 1,88 m Altura:1,83 m Entre-eixos: 3,38 m De acordo com a Jac, a iEV330P vai de 0 a 50 km/h em 5,1 segundos e a velocidade máxima é de 97 km/h. A autonomia é de até 320 km com uma carga completa. Para recarregar as baterias da picape em um wallbox de 7,4 kW (carregador oferecido pela marca para ser instalado em uma rede elétrica particular), o tempo será de aproximadamente 8 horas de 20 a 100%. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors Em um ponto de recarga rápido, como o disponível em postos, o mesmo processo pode ser feito em 1h30. A regeneração de energia em frenagens e desacelerações também auxilia na carga das baterias. Dimensões da caçamba: Comprimento: 1,81 m Largura: 1,52 m Altura: 470 cm Disponível em versão única, sem opcionais, a picape oferece de série ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, faróis com regulagem de altura e luzes diurnas de LED, faróis e lanternas de neblina, sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, central multimídia com tela de 7 polegadas. Jac iEV330P Divulgação/Jac Motors A lista segue com volante revestido de couro, rodas de liga leve de 18 polegadas, airbag duplo frontal, monitoramento de pressão dos pneus e alerta sonoro para pedestres até 25 km/h. Caminhão elétrico A Jac também iniciou as vendas do iEV 1200T, seu caminhão elétrico que pode levar até 4 toneladas de carga, por R$ 349.900. O G1 já andou no modelo. Caminhão elétrico da Jac, o iEV 1200T tem vocação urbana Fábio Tito/G1 O modelo é equipado com motor elétrico de 177 cv de potência e 122,4 kgfm de torque, que o levam de 0 a 50 km/h em 9 segundos. Sua velocidade máxima é de 90 km/h. De acordo com a Jac, o iEV 1200T oferece uma autonomia de até 250 km em uso urbano com 2 toneladas de carga, e de 180 km carregado com 4 toneladas. Para recarregar, são 11 horas no wallbox e 2 horas em um posto de recarga rápida. Entre os equipamentos de série estão ar-condicionado, alerta sonoro para pedestres, central multimídia com tela de 10,25 polegadas com bluetooh, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, volante revestido de couro, luzes diurnas em LED, faróis com regulagem elétrica de altura e faróis e lanternas de neblina. Conheça o Jac iEV 1200T, o primeiro caminhão elétrico à venda no Brasil

Entre as exclusividades estão rodas, grade e o logo da marca na cor preta. O modelo deverá ser equipado com motor 1.0 turbo de 116 cv. Chevrolet Onix Plus Midnight Divulgação/Chevrolet A Chevrolet confirmou nesta sexta-feira (18) o lançamento da série Midnight para o Onix Plus, que terá como diferencial uma aparência mais esportiva pelos acabamentos em preto. O modelo deverá ser apresentado oficialmente até o início de outubro. Mesmo com apenas uma imagem revelada, já é possível prever o visual do Onix Plus Midnight, que repetirá a receita já vista na picape S10 e no SUV Equinox. Todos os detalhes e acabamentos serão pretos, como a gravata da Chevrolet, as rodas e a grade, além da pintura da carroceria. Os faróis deverão ser os mesmos do Onix RS, com máscara negra. De acordo com a marca, a série dá um "toque extra de ousadia incomum em sedãs". A marca ainda não confirma em qual versão a série será baseada, mas ela deverá ser equipada com o motor 1.0 turbo de 3 cilindros, com 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, e câmbio automático de 6 marchas. Onix RS chega antes Chevrolet Onix RS Divulgação A Chevrolet também confirmou a chegada do Onix RS ao mercado brasileiro, o que acontecerá já na próxima semana. Por enquanto, a empresa afirmou apenas que ele será equipado com o motor 1.0 turbo, já presente nas demais configurações. É a primeira vez que um veículo da empresa no Brasil recebe esta configuração. "O conceito RS na linha Chevrolet foca no aspiracional e agrega um visual bem esportivo ao veículo", disse, em nota, Hermann Mahnke, diretor de marketing da General Motors América do Sul.

Proposta foi aprovada em assembleia na tarde desta quinta-feira (17) na fábrica. Funcionários da Volkswagen de São Carlos aprovam estabilidade e plano de demissão voluntária Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos/Divulgação Funcionários da Volkswagen de São Carlos (SP) aprovaram, na tarde desta quinta-feira (17), a proposta apresentada pela montadora junto aos sindicatos das cidades onde a empresa possui fábrica, para alterar pontos do acordo coletivo. A proposta aprovada prevê estabilidade de 5 anos e a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) com pagamento de até 20 salários para quem aderir. A proposta original da empresa era demitir 35% dos trabalhadores. A votação foi feita em assembleia respeitando o distanciamento mínimo devido à pandemia do coronavírus. Além de São Carlos, o acordo já foi aprovado em São Bernardo do Campo, Taubaté e em São José dos Pinhais. Em São Carlos, cerca de 850 funcionários participaram da assembleia, que teve início às 14h30. A proposta teve aprovação de 99% dos trabalhadores. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do município, a fábrica conta com 920 trabalhadores no total. Fábrica da Volkswagen em São Carlos Divulgação Os principais pontos da proposta da empresa em todas as fábricas foram: garantia de emprego por 5 anos para os trabalhadores; abertura de um PDV com pagamento de até 20 salários para quem aderir; fixação no valor da participação nos lucros da empresa em R$ 12.800 em 2020; correção no valor da participação nos lucros de acordo com o INPC até 2024; possibilidade de utilização do layoff até o limite de 10 meses; teto salarial reduzido em 17,05% para os horistas admitidos a partir de 2021; prorrogação por 5 anos das demais cláusulas trabalhistas do acordo coletivo que não foram tratadas nesta negociação. Além das cláusulas do acordo coletivo, a Volkswagen e os sindicatos ainda acertaram algumas propostas relacionadas a possíveis novos produtos nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. Uma das sugestões é garantir que um modelo produzido no ABC Paulista também possa ser feito no interior, mesmo sem estar utilizando a capacidade máxima em São Bernardo. A contrapartida é que o volume de produção na primeira unidade deverá ser maior que na segunda. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.