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Mantendo mesma mecânica e estrutura, modelo de uso misto recebe grafismo especial. O motor continua de 162,7 cc, que rende 14,7 cavalos de potência máxima e 1,6 kgfm de torque a 5.500 rpm. Honda NXR 160 Bros SE Divulgação A Honda lançou nesta sexta-feira (28) a NXR 160 Bros Special Edition no Brasil por R$ 13.160. Anunciada no Salão Duas Rodas 2019, a moto chega em março às concessionárias do país com cor e grafismo diferenciados. VÍDEO: andamos nas novas CB 500F e CB 500X Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera Essa edição especial fica R$ 300 mais cara que a atual Bros 160 ESDD, que é vendida por R$ 12.860. Sua parte mecânica e estrutural, no entanto, foi mantida. O visual foi inspirado na linha de motos off-road da marca, as CRFs, e traz a cor vermelho como principal, com detalhes em faixas brancas. Detalhes da Honda NXR 160 Bros Special Edition Divulgação No mais, a moto segue com rodas de 19 (dianteira) e 17 (traseira) polegadas em seu tradicional conjunto. De série, a moto conta com freios do tipo combinado (CBS). Honda NXR 160 SE 2020 Divulgação O motor continua o mesmo 1 cilindro de 162,7 cc, que rende 14,7 cavalos de potência máxima e 1,6 kgfm de torque a 5.500 rpm. Relembre quando a Bros 160 foi lançada, em 2014: G1 avalia a nova Honda Bros 160, substituta da Bros 150

Desde 2015, quando fraude veio à tona, grupo gastou 30 bilhões de euros com processos e multas. Escândalo 'dieselgate' foi revelado em 2015 após testes mostrarem manipulação nas emissões de carros da montadora Michele Tantussi/Reuters A Volkswagen irá desembolsar 830 milhões de euros (o equivalente a R$ 4 bilhões) para ressarcir cerca de 260 mil clientes na Alemanha pelo escândalo do "dieselgate". Cronologia: 5 anos do escândalo da Volks Em acordo com uma associação de defesa do consumidor VZBD, a montadora propôs uma compensação que varia de 1.350 e 6.257 euros por veículo, de acordo com seu "modelo e ano". O acordo, que não abrange clientes residentes no exterior e prevê que a VZBV retire sua queixa perante o tribunal de Brunswick no final de abril, marcando o fim do processo. A diretora jurídica da Volkswagen, Hiltrud Werner, considerou o acordo "justo e viável". Já o presidente da VZBV, Klaus Müller, considerou ter negociado o "máximo possível" após discussões "difíceis". O grupo automotivo é acusado de ter prejudicado seus clientes de forma deliberada, ao instalar, sem seu conhecimento, um dispositivo que fazia carros a diesel parecerem menos poluentes do que era na realidade. A fraude veio à tona em 2015. Desde então, o grupo Volkswagen, que inclui marcas como Audi e Porsche, já gastou 30 bilhões de euros com o escândalo — a maior parte para ressarcir consumidores dos Estados Unidos. O caso também envolveu consumidores no Brasil. Na Alemanha, a VW pagou apenas três multas, totalizando 2,3 bilhões de euros, e contesta a acusação de ter causado danos aos motoristas. O grupo permanece sob a ameaça de uma cascata de processos civis e criminais, parte dos quais resultou em acordos. Vários dirigentes do grupo, incluindo o atual presidente-executivo, Herbert Diess, e o presidente do conselho de supervisão, Hans Dieter Pötsch, assim como o ex-chefe Martin Winterkorn e o ex-chefe da marca Audi Rupert Stadler, estão sob investigação. Na semana passada, os escritórios da Porsche foram alvo dos investigadores, segundo a revista alemã "Der Spiegel". Em uma ação judicial iniciada há um ano, os investidores exigem compensação pela dramática queda no preço das ações nos dias que se seguiram às revelações do escândalo. Na França, uma fundação holandesa lançou uma ação coletiva contra a Volkswagen no final de janeiro. Além da frente jurídica, o escândalo acelerou o declínio do diesel, e os carros movidos com esse combustível podem ser banidos de várias cidades alemãs por causa de seu nível de poluição por óxido de nitrogênio (NOx). A Volkswagen tenta virar a página, investindo mais de 30 bilhões de euros em carros elétricos para atender aos rígidos padrões europeus de emissão de CO2.

Governo suíço anunciou uma proibição imediata de todos os eventos 'públicos e privados' do país envolvendo mais de 1.000 pessoas. Medida é para impedir a propagação do COVID-19. Estandes do Salão de Genebra 2020 estavam em processo de montagem Salvatore di Nolfi/Keystone via AP A organização do Salão de Genebra 2020 confirmou nesta sexta-feira (28) que o evento foi cancelado devido a preocupações com o coronavírus. Um dos principais eventos automotivos do mundo, a feira estaria aberta ao público entre a próxima quinta-feira (5) e 15 de março, na Suíça, e marcaria a primeira exibição do novo Volkswagen Golf GTI, entre outras atrações. Coronavírus: veja perguntas e respostas Motoristas de app chinês criam barreiras para enfrentar coronavírus "Lamentamos essa situação, mas a saúde de todos os participantes é a nossa principal prioridade e a de nossos expositores. Este é um caso de força maior e uma tremenda perda para os fabricantes que investiram maciçamente em sua presença em Genebra. No entanto, estamos convencidos. que eles entenderão essa decisão", disse Maurice Turrettini, presidente do Geneva Motor Show (Gims) O anunciou foi feito após o governo suíço proibir todos eventos "públicos e privados" do país, envolvendo mais de 1.000 pessoas como uma medida para impedir a propagação do COVID-19. Salão de Genebra é conhecido como o evento dos supercarros Fabrice Coffrini/AFP De acordo com a organização do salão, a montagem dos estandes estava em processo bem adiantado. Apenas uma semana atrás, foi comunicado que o cancelamento não seria necessário, mas a situação mudou com o primeiro caso de coronavírus registrado na Suíça e a decisão do governo de do país. "As consequências financeiras para todos os envolvidos no evento são significativas e precisarão ser avaliadas nas próximas semanas", disse a organização. Os ingressos, no entanto, serão reembolsados. Coronavírus: entenda como ocorre o contágio e quais os sintomas Arte/G1 Saiba com prevenir o coronavírus Higienizar as mãos é o principal método de prevenção contra o coronavírus

Chamado de Microletta, veículo chega a 80 km/h e tem autonomia de 100 km. Modelo será destaque do Salão de Genebra 2020 e custará 4.900 euros. Microletta é scooter elétrico de 3 rodas inspirado na Romi-Isetta Divulgação Inspirado no clássico Romi-Isetta, o scooter Microletta será uma das atração do próximo Salão de Genebra, de 5 a 15 de março. O modelo é uma versão moderna do pequeno carro, mas como um scooter elétrico de 3 rodas. VÍDEO: andamos nas novas CB 500F e CB 500X Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera Além de manter um visual que lembra o do antigo carrinho, o scooter também leva duas pessoas, como os Romi-Isetta. O Microletta pode rodar até 100 quilômetros com a carga de suas duas baterias, que são do tipo removível. A empresa por trás do projeto é a Micro Mobility Systems, que não está ligada a Isetta. Ela também trabalha em um carrinho elétrico para levar duas pessoas. Baterias removíveis Baterias do Microletta são removíveis para facilitar recarga Divulgação Com essa tecnologia, algo já utilizado em scooters de Honda e Yamaha, é possível simplesmente trocar de bateria quando a energia se esgota. O tempo para a recarga, no entanto, é de 4 horas. De acordo com a marca, o scooter pode chegar a uma velocidade máxima de 80 km/h. Ainda não há uma data definida para o início das vendas do Microletta, mas seu preço ficará em torno de 4.900 euros - equivalente a R$ 24.000 (cotação do dia). Microletta tem duas rodas na dianteira Divulgação Por que 3 rodas? Motos ou scooters de 3 rodas estão se tornando mais comuns. Eles são diferentes em relação a um triciclo convencional por terem duas rodas na dianteira, uma bem próxima da outra, para que a moto não perca a mobilidade em curvas e possa inclinar - algo impossível para triciclos. No caso da Microletta, a empresa diz é que a ideia é o modelo se encaixar na legislação de alguns países da Europa, que permite conduzir estes scooters de 3 rodas de baixo rendimento apenas com a carteira de motorista para carros. O G1 andou no scooter Tricity da Yamaha e mostrou como o sistema funciona para esses scooters de 3 rodas: Yamaha Tricity: scooter de 3 rodas se inclina como moto Comparativo entre a Yamaha Niken e um triciclo convencional Divulgação Honda e Yamaha apostam em scooters elétricos Scooters elétricos são aposta no Salão de Tóquio Saiba como é andar na 1ª Harley elétrica Harley-Davidson LiveWire elétrica: G1 avalia o modelo

91 pessoas perderam a vida durante o feriado, entre 21 e 26 de fevereiro, contra 83 no mesmo período do ano passado. PRF disse que houve 'aumento nas infrações geram risco e letalidade', como a embriaguez. Mortes em estradas federais aumentam no carnaval de 2020 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta quinta-feira (27) que o feriado de carnaval 2020 teve mais mortes nas estradas federais, em comparação ao ano passado, apesar de registrar menos acidentes que 2019. Com um aumento de 8% nas mortes em relação ao mesmo feriado do ano passado, 91 pessoas morreram vítimas de acidentes nas rodovias entre os dias 21 e 26 de fevereiro. No ano passado, durante a operação carnaval, o número de mortos foi de 83 pessoas, o que representou uma queda de 19%, na comparação com 2018, quando 103 morreram. De acordo com a PRF, o operação de carnaval 2020 registrou a redução de 3% no número geral de acidentes, com o total de 1.213 casos. O número de feridos também subiu em 6%, alcançando o 1.574 registros, enquanto o o feriado de 2019 deixou 1.464 feridos. Aumento de embriaguez Casos de embriaguez aumentaram no carnaval 2020 PRF/Divulgação No comunicado, a PRF ressaltou o "aumento nas infrações que mais geram risco e letalidade no trânsito". Veja os dados divulgados: 3.260 autuações por embriaguez foram efetuadas, aumento de 64% em relação a 2019; não uso do cinto de segurança, com 7.608 autuações em 2020, o que representa um aumento de 43% comparado ao ano anterior; ultrapassagens indevidas, foram 10.899 flagrantes, o que significa mais 24%; e uso de celular, com 434 condutores autuados, significando mais 57%. A PRF afirmou que 87% das mortes poderiam ter sido evitadas pois tiveram a causa preliminar apontada relacionada a algum comportamento de risco por parte de condutores e pedestres. Os atropelamentos, saídas de pista e colisões frontais foram responsáveis por 68% do total de mortos no período. Os estados de Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais e Paraná concentraram 51% dos óbitos.

Empresa DiDi instala 'escudo' de plástico entre os bancos dianteiros e traseiros. No Brasil, 99, que é controlada pela companhia chinesa, diz que monitora a situação e prepara plano de ação 'com base na experiência da DiDi'. Motoristas chineses criam barreiras para conter o coronavírus Os motoristas da empresa de transporte por aplicativo DiDi passaram a usar um plástico para separar os bancos dianteiros do traseiro, com a intenção de criar uma barreira contra o novo coronavírus. Tudo sobre o coronavírus A DiDi instala, diariamente, de 100 a 200 "escudos" plásticos em automóveis em Pequim, segundo a agência Reuters. A China é o epicentro da epidemia, que teve o primeiro caso confirmado no Brasil na última quarta-feira (26). Apps no Brasil O G1 procurou as principais empresas de aplicativos de transporte no país e perguntou se elas têm dado alguma orientação especial aos motoristas. A 99, que é controlada pela chinesa Didi Chuxing, disse que "monitora a situação de perto e prepara um plano de ação" com base na experiência da DiDi. "Tais orientações estarão alinhadas com uma possível evolução dos casos e as recomendações dos órgãos de saúde competentes", completou. A Cabify diz estar buscando diálogo com as autoridades competentes "para monitorar de perto a evolução dos fatos e entender quais medidas são consideradas apropriadas". O Uber não respondeu até a última atualização desta reportagem. Como se prevenir A principal forma de se prevenir, segundo especialistas, é higienizar as mãos e superfícies, como móveis e corrimão, são as principais formas de se prevenir contra o novo coronavírus. É preciso: Lavar as mãos com água e sabão ou álcool gel, mas nunca apenas com água; Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos; Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado. O novo coronavírus pode ser morto por produtos de limpeza desinfetantes de fácil acesso, como álcool 70%, água sanitária e até com a combinação de água e sabão. Instalação de plástico entre bancos dianteiros e traseiros em carros de apps na China Carlos Garcia Rawlins/Reuters

Greg Kelly deixou prisão pouco mais de 1 mês depois de escândalo vir à tona, mas ainda aguarda julgamento no Japão. Família faz abaixo-assinado para que ele possa voltar aos EUA. Greg Kelly é visto em carro após pagar fiança e sair de centro de detenção, em Tóquio. Kim Kyung-Hoon/Reuters Além de Carlos Ghosn, o escândalo na Nissan envolveu outro executivo da montadora, apontado como braço direito do brasileiro: o americano Greg Kelly. Preso no mesmo dia de Ghosn – 19 de novembro de 2018, ele foi acusado de supervisionar as transações caracterizadas como fraudes. Kelly deixou a prisão bem antes do ex-presidente da aliança Renault Nissan, pouco mais de um mês após a detenção, após pagar fiança equivalente a R$ 2,47 milhões. Mas continua sem poder deixar o Japão, aguardando julgamento. Nesta quinta-feira (27), Ghost, que fugiu para o Líbano no fim do ano passado, postou no Twitter que está rezando por Kelly e sua família, "que seguem confinados pelo sistema de reféns da Justiça do Japão. E convidou os seguidores a assinarem uma petição online que está sendo feita por um dos filhos do ex-executivo. Initial plugin text A família de Kelly quer que o governo dos Estados Unidos pressione o Japão para permitir o retorno dele aos EUA. "Existe um volume significante de evidências que provam a inocência do meu pai e, além disso, este assunto deveria ser tratado no âmbito civil, e não no criminal", escreve Kevin Kelly. O filho diz que o pai trabalhou na Nissan por mais de 30 anos e a "recompensa" para sua dedicação foi ter sido chamado para uma reunião em novembro de 2018, no Japão, sob o "pretexto de ser um encontro de negócios", e ser preso imediatamente após chegar. Assim como Ghosn, Kevin Kelly também cita que houve "conspiração" de promotores e a direção da Nissan para incriminar o pai dele, acusado de esconder a renda real de Ghosn. Carlos Ghosn durante coletiva no Líbano Mohamed Azakir/Reuters O filho nega as acusações: "Nenhum acordo foi executado com o sr. Ghosn e nada foi pago a ele." E Kevin Kelly escreve ainda que não acredita que seu pai poderá ter um julgamento justo no Japão principalmente porque a testemunha-chave, Ghosn, deixou o país. O brasileiro, que também nega ter cometido irregularidades, fugiu do Japão no fim de 2019, em uma operação misteriosa, e está vivendo no Líbano, onde também possui cidadania.

Modelo é revelado antes da hora em desenhos publicados no Inpi nesta quinta (27). Até então, moto havia aparecido apenas como o conceito R18; lançamento mundial será em 2020. Futura moto BMW rival da Harley apareceu primeiro no Brasil Inpi A futura moto da BMW para concorrer com a Harley-Davdison foi revelada nesta quinta-feira (27). Suas primeiras imagens oficiais 'escaparam' nos registros de patente publicados pelo Instituto Nacional da Propriedade (Inpi) no Brasil. VÍDEO: andamos nas novas CB 500F e CB 500X Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera Prevista para ser lançada em 2020 mundialmente, a estradeira havia aparecido apenas como o conceito R18 e estava no Salão de Milão 2019. Mesmo com o registro no Brasil, ainda não há nada concreto sobre a possível venda da moto no mercado brasileiro. Como acontece com outras motos e carros, os desenhos são publicados com o objetivo de resguardar os direitos das montadora sobre os projetos. Ao G1, a BMW disse que não há uma confirmação da venda da nova moto no Brasil, mas ressaltou que "a marca está em constante avaliação da oferta de produtos no mercado nacional e qualquer novidade em nosso portfólio será comunicada ao público brasileiro". Imagens de patente mostram como será a futura custom da BMW Inpi Os desenhos revelam ainda duas versões da moto: uma custom mais tradicional e outra com uma pegada mais para longas viagens, com bolha de proteção frontal e malas para bagagem. BMW estradeira em versão mais touring, com maior proteção aerodinâmica e malas laterais Inpi Tradicional motor boxer Ainda sem mesmo ter o nome definido, poucos detalhes de como será a futura custom da BMW são de conhecimento geral. Mas a montadora adiantou algumas especificações do motorzão, que manterá a tradicional configuração boxer, de 2 cilindros opostos, vista também na R 1250 GS. Motor boxer 1.8 litro equipará a futura moto BMW/Divulgação Ele é considerado pela fabricante o motor boxer mais poderoso de sua história. Com 1.802 cc de cilindrada, ele chega ao torque máximo de 16,11 kgfm a 3.000 rpm, para uma potência máxima de 91 cavalos a 4.750 rpm. BMW R18 teve sua versão conceitual revelada em no Salão de Milão 2019 Rafael Miotto/G1 Veja mais detalhes da futura moto BMW: Versão top de linha da futura moto BMW terá central multimídia 'gigante' Inpi Futura moto BMW, ainda conhecida como R18 Inpi BMW confirmou a nova F 900 R para o Brasil: Salão de Milão 2019: BMW lança motos e anuncia 'rival da Harley'

Hatch médio segue estilo do HB20 brasileiro, mas ousa menos, e deve agradar mais. Modelo também ganhou 3 opções de conjunto híbrido leve, incluindo um 1.5 de 160 cv. Hyundai i30 Divulgação Depois de revelar a nova geração do i20, o primo europeu do HB20, a Hyundai também se antecipou ao Salão de Genebra e mostrou a nova cara do i30, hatch médio que fez sucesso no Brasil, mas não é mais comercializado por aqui. O modelo será exibido pela primeira vez ao público na próxima semana, na mostra suíça, nas carrocerias hatch, fastback e perua, mas dificilmente chegará ao Brasil. 'Primo' europeu do HB20, e 'mini i30', i20 ganha nova geração com visual menos polêmico Kia mostra novo Sorento antes do Salão de Genebra Hyundai i30 Divulgação Mais uma vez, a Hyundai mostra que é possível adotar uma identidade visual sem exageros. O i30 traz o conceito "Sensous Sportiness", ou esportividade sensual, na tradução livre, mas tem linhas menos ousadas do que o HB20. A grade hexagonal, com as extremidades alargadas está ali, mas forma um conjunto bem mais agradável, com faróis pontiagudos. A traseira mudou bem menos, com as lanternas preservando o formato anterior, mas trazendo uma nova disposição das luzes. Cabine do novo Hyundai i30 Divulgação Já a cabine traz pequenas novidades. A central multimídia cresceu, chegando a 10,25 polegadas, enquanto o quadro de instrumentos, ao menos nas versões mais caras, agora também é digital, com tela de 7 polegadas. O volante ganhou um formato levemente diferente. O pacote de itens de segurança traz assistente de saída de faixa, alerta de colisão, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego e detecção de pedestre. O i30 também passa a contar com três opções de conjunto híbrido leve. Ambas utilizam um gerador de 48V combinado ao motor a combustão, que pode ser o 1.0 turbo de 120 cavalos a gasolina, ou um 1.6 de 136 cv a diesel. A terceira configuração é inédita, e traz um propulsor 1.5 de 160 cv. Em todos os casos, o câmbio é de dupla embreagem e 7 marchas. Hyundai i30 Divulgação Hyundai i30 Fastback Divulgação

Além dele, versões híbrida, GTE, e diesel, GTD, também foram reveladas. Modelos serão lançados oficialmente no Salão de Genebra, na próxima semana. Versões esportivas do Golf 8 Divulgação A Volkswagen se antecipou ao Salão de Genebra, que acontece na próxima semana, e revelou as novas versões esportivas do Golf 8: GTI, GTD e GTE. Mais conhecido no Brasil, o Golf GTI agora tem 245 cavalos - são 15 cv a mais do que a geração anterior, que saiu de linha no Brasil no final do ano passado. Oitava geração do Golf é lançada na Europa Esportivo e híbrido, Golf GTE chega ao Brasil por R$ 200 mil Ele será oferecido, de série, com câmbio manual de 6 marchas, para a alegria dos puristas. Opcionalmente, há uma transmissão de dupla embreagem e 7 marchas. Volkswagen Golf GTI Divulgação GTE para o Brasil? Porém, as chances de o GTI voltar ao Brasil são bem pequenas. A Volkswagen, como indicou o presidente da empresa na América do Sul, Pablo Di Si, indicou que a preferência deve ser pelo híbrido, GTE, o único Golf vendido atualmente no Brasil. Mas isso não é tão ruim, pelo contrário. O GTE teve um considerável aumento na potência, saindo dos atuais 204 cv para os mesmos 245 cv do GTI. O motor 1.4 turbo a combustão continua entregando os 150 cv. Porém, o propulsor elétrico agora rende 115 cv. Volkswagen Golf GTE Divulgação Vale lembrar que a potência de veículos híbridos nem sempre é a soma dos dois motores. Além disso, o GTE pode ser carregado na tomada, e rodar até 60 km no modo 100% elétrico, graças ao aumento de 50% na capacidade da bateria. A transmissão é de dupla embreagem e 6 marchas, criada especialmente para veículos híbridos. Já o Golf GTD, versão esportiva, mas com motor a diesel, agora tem 200 cv em seu 2.0 de 4 cilindros. Os três modelos alcançam a velocidade máxima de 210 km/h. Assinatura nas luzes Assinatura visual dos novos Volkswagen Golf esportivos Divulgação A principal característica visual dos Golf esportivos é o conjunto de 10 lâmpadas auxiliares de LED, posicionadas na tomada de ar inferior do hatch - 5 de cada lado. Além disso, a tradicional "maquiagem" esportiva foi preservada. O nome Golf foi suprimido. Em seu lugar, a tampa do porta-malas ostenta apenas a sigla correspondente à versão: GTI, GTE ou GTD. A temática das cores também está presente. Uma fina barra logo acima da grade indica qual versão se trata. Ela pode ser vermelha para o GTI, azul para o GTE ou prata para o GTD. Essa mesma barra recebe, pela primeira vez, iluminação por LEDs. Mais tecnologia Interior do Volkswagen Golf GTI Divulgação A Volkswagen também caprichou no pacote tecnológico. Agora, as versões esportivas contam com quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas e central multimídia de 10 polegadas. Todas as versões esportivas do Golf vêm de fábrica com alerta de mudança de faixa, frenagem automática com detecção de pedestres, ar-condicionado digital, faróis de LED e rodas de 17 polegadas (aros 18 e 19 são opcionais). E os bancos de tecido com tema xadrez também está presente. Banco em tecido com tema xadrez do Golf GTI Divulgação Saída dupla de escape do Golf GTI Divulgação

'Família 500' da Honda lidera as vendas de motos acima de 400 cc no Brasil. Modelos ficaram melhores para andar, com destaque para a embreagem mais levinha, mas preço também subiu. Honda CB 500X e CB 500F 2020: o que mudou nas motos As novas Honda CB 500F e CB 500X 2020 acabam de chegar às lojas do Brasil. Desde o lançamento da atual geração em 2013, as motos recebem as principais novidades em 7 anos. Veja os preços dos modelos 2020: CB 500F (naked): R$ 26.900 – custava R$ 25.390 no modelo anterior; CB 500X (aventureira): R$ 28.900 – custava R$ 27.390 no modelo anterior. Com as alterações de valores, os modelos da nova linha ficam R$ 1.510 mais caros. Apesar de cada variante ter atualizações próprias, os pontos mais importantes da renovação em comum da família 500 são a introdução do sistema de embreagem assistido e deslizante, atualização do chassi, além de um motor com 4% a mais de torque em baixas e médias rotações – mesmo que a potência máxima não tenha subido. Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera A má notícia dentro das Honda 500 foi a despedida da CBR 500R no ano passado, que não faz mais parte do portfólio da empresa no país. De acordo com a Honda, a ideia foi focar os esforços da categoria esportiva na nova CBR 650R. 5 coisas que só quem andou nas novas Honda CB 500 sabe: Motor ficou mais espertinho nas arrancadas; Reduções de marchas mais seguras e suaves com o sistema de embreagem deslizante; Acionamento da embreagem ficou levinho, com o dispositiovo CB 500X ficou mais preparada para terrenos irregulares, e roda maior trouxe agilidade em trocas de direção; Mesmo com novidades, motos são mais racionais do que empolgantes. Moto 'grande' mais vendida Apesar de promissor, o mercado de média cilindrada no Brasil ainda é pouco explorado. Em 2019, a Honda vendeu 4.108 unidades da CB 500F e 3.863 unidades da CB 500X , com o total de 7.971 unidades, números que as tornam as motos acima de 400 cc de cilindrada mais vendidas do mercado brasileiro. Além da Honda, a Royal Enfield é uma marca que aposta nesta faixa, mas em motos com o estilo mais clássico. Por isso, a família 500 acaba competindo com modelos de maior cilindrada ou de menor cilindrada, e de estilos diversos. Possíveis rivais da Honda CB 500X Divulgação No entanto, por preço e desempenho, acaba ficando mais próximos de modelos de um faixa inferior de preço. Por exemplo, no caso da CB 500X, é possível o consumidor ficar em dúvida com a Kawasaki Versys-X 300 ou mesmo a BMW G 310 GS. No caso da CB 500F, desempenho similar pode ser encontrado em Yamaha MT-03 ou Kawasaki Z400. A família 500 sempre acaba levando vantagem nos números, mas também tem preços mais altos. Honda CB 500F e suas concorrentes G1/Divulgação CB 500X enfim vira uma aventureira A CB 500X sempre teve a responsabilidade de encarar os terrenos mais irregulares e, por ventura, até mesmo a terra. Mas com a renovação a moto promete de vez virar um aventureira. O modelo ganha suspensões mais longas para isso: A dianteira passou de para 140 mm para 150 mm de curso; E a traseiro subiu de 118 mm para 135 mm. G1 andou na nova Honda CB 500X Divulgação Além disso, a roda dianteira deixa para trás a medida de 17 polegadas para ser equipada com roda de 19 polegadas, o que vem bem mais a calhar para uma moto com pretensões aventureiras. No primeiro contato do G1 com a moto, a CB 500X mostra que essa configuração deixou a moto mais ágil nas trocas de direção. Ainda não foi possível andar com a moto na terra, mas em alguns trechos de pavimento em pior estado a moto se comporta de maneira equilibrada e com um acerto confortável nas suspensões. O grande destaque fica por conta do sistema de embreagem assistida e do tipo deslizante. Com a ajuda do dispositivo, o acionamento do manete de embreagem é bem levinho. Nas reduções de marcha, o "slipper-clucth" evita que a roda traseira trave, além de deixar os engates mais confortáveis. Honda CB 500X 2020 Divulgação Com pretensões para fazer viagens mais longas, a CB 500X também recebe maior proteção aerodinâmica. Com a bolha dianteira maior, ela se torna mais confortável para rodar em velocidades de cruzeiro a 120 km/h. Para-brisa da Honda CB 500X 2020 ficou maior Divulgação CB 500F Do lado da opção naked CB 500F, as mudanças foram as mesmas em relação ao motor. Apesar de manter a mesma configuração, de 2 cilindros e 471 cc de cilindrada, novos ajustes e peças trazem um torque 4% superior em baixos e médios. Honda CB 500F 2020 Divulgação Isso tornou a moto mais "espertinha" e é algo mais fácil de notar na CB 500F, moto mais leve em comparação com a CB 500X. Os números finais de torque e potência, no entanto, foram mantidos no mesmo patamar. O bicilíndrico rende 50,4 cavalos a 8.500 rpm e 4,53 kgfm de torque, sempre trabalhando em conjunto com o câmbio de 6 marchas. Novo painel da linha 500 2020 da Honda Divulgação No geral, a moto segue com o comportamento bem parecido com o do modelo anterior, mas o visual evoluiu, dando a impressão de ser uma moto de maior cilindrada. Além disso, o painel é completamente novo, do tipo "LCD Black Out". Além de propiciar uma boa visualização, ele conta agora a luz de alerta para trocas de marcha. Honda CB 500F 2020 Divulgação Motos melhoram, e preço sobe Apesar de não ser uma nova geração, a evolução proposta na família CB 500 foi muito bem-vinda. Elas ficaram com o visual mais impactante e o funcionamento melhorou em várias direções, apesar de no geral ainda se tratarem de motos bem simples, um meio-termo entre a baixa e a alta cilindrada. Veja mais detalhes da família CB 500: CB 500F Cores da Honda CB 500X 2020 Divulgação Honda CB 500X Divulgação Painel da Honda CB 500X 2020 Divulgação CB 500F 2020 Cores da Honda CB 500F 2020 Divulgação Tanque da Honda CB 500F Divulgação Traseira da Honda CB 500F 2020 Divulgação G1 também avaliou a nova CB 650R; assista: Honda CB 650R: como é andar na moto que foi lançada no Salão Duas Rodas

Com rodas de 19 polegadas, na dianteira, e 16, na traseira, moto possui motor V2 de 1.746 cc. Ainda não há informações sobre venda no Brasil; preço nos EUA parte de US$ 13.599. Harley-Davidson Softail Standard Divulgação A Harley-Davidson revelou, nos Estados Unidos, a nova Softail Standard, uma opção mais 'básica' que conta com modelos como Fat Bob e Low Rider S. Com detalhes mais minimalistas, o modelo surge como uma opção interessante para customizadores. Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera Ainda não há informações se o modelo será vendido no Brasil, e ele começa a ser vendido no mercado norte-americano por US$ 13.599. A Softail Standard conta com o motor Milwaukee-Eight 107, um V2 de 1.746 cc de cilindrada, que rende torque máximo de 15,2 kgfm. Harley-Davidson Softail Standard Divulgação Com freios ABS de série, a moto possui rodas de 19 polegadas, na dianteira, e de 16 polegadas, na traseira. No pacote original de série, o guidão é alto e o assento do estilo monoposto. Harley-Davidson Softail Standard Divulgação Low Rider S e linha touring 2020; assista a análise: Harley-Davidson Low Rider e Touring 2020: preços, equipamentos e impressões Saiba como anda a nova CB 650R, da Honda: Honda CB 650R: como é andar na moto que foi lançada no Salão Duas Rodas

Unidades do país são responsáveis pela produção de quase metade dos 10,7 milhões de carros vendidos pela montadora no mundo em 2019. Unidades do Toyota Prius em fábrica da montadora em Tsutsumi, no Japão Toshifumi Kitamura / AFP A Toyota afirmou nesta quarta-feira (26) que as operações de suas fábricas no Japão podem ser afetadas nas próximas semanas por falta de peças por causa da epidemia de coronavírus. A montadora japonesa, que opera 16 fábricas de veículos e componentes no Japão, afirmou que vai decidir sobre como manter as operações no país a partir da semana de 9 de março, após manter a produção normal até a semana de 2 de março 'É uma gripe, vamos passar por ela', diz ministro da Saúde As fábricas podem ser afetadas por interrupções de fornecimento na China, uma vez que algumas instalações produtivas no país ainda não voltaram a operar, outras estão enfrentando dificuldades para transporte dos produtos e outras seguem fechadas por ordem de autoridades regionais. "Estamos recebendo peças da China por enquanto, mas vamos avaliar a situação depois da semana de 2 de março", afirmou uma porta-voz da Toyota. O Japão é responsável pela produção de quase metade dos 10,7 milhões de carros vendidos pela Toyota no mundo em 2019. Casos de coronavírus pelo mundo. Arte/G1 Initial plugin text

Motivo, segundo a diretoria de trânsito, é a falta de flagrante; nenhum agente municipal relatou a infração. Ainda há a possibilidade de que o presidente seja autuado pela Polícia Militar, que não informou se aplicará multa. Bolsonaro comete infração de trânsito ao andar de moto com capacete solto em Guarujá A Prefeitura de Guarujá, no litoral de São Paulo, informou que não irá multar o presidente Jair Bolsonaro por infração de trânsito. Na segunda (24), o presidente circulou de motocicleta pela cidade sem que o capacete estivesse preso ao pescoço. O motivo, segundo a Diretoria de Trânsito de Guarujá, é que autuações por infração de trânsito ocorrem somente a partir do flagrante feito pelos agentes no local. Mas não havia guardas municipais ou agentes de trânsito acompanhando Bolsonaro durante o passeio. Foi o próprio presidente que publicou o vídeo em suas redes sociais. Não é possível multá-lo com base no vídeo, informou a Diretoria de Trânsito. A fiscalização de trânsito em Guarujá também é feita pela Polícia Militar, que escoltava o passeio de Bolsonaro. Questionada se aplicou multa ao presidente pela infração, a corporação não respondeu até a última atualização desta reportagem. A Diretoria de Trânsito de Guarujá informou ao G1 não ter conhecimento de eventual autuação feita ao presidente pela PM. Segundo a resolução 453 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2013, "é obrigatório, para circular nas vias públicas, o uso de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior". Bolsonaro é flagrado com capacete solto em frente ao triplex de Guarujá que ocasionou condenação do ex-presidente Lula Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal Procurada pelo G1, a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto informou que não irá comentar. Durante o trajeto de moto e com o capacete solto, Bolsonaro parou em frente ao triplex que ocasionou a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro após o magistrado entender que a construtora OAS pagou R$ 2,2 milhões em propina a ele por meio da entrega e a reforma do apartamento, em Guarujá. Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região aumentaram a pena dele para 12 anos e um mês de prisão. A pena foi depois reduzida para 8 anos, 10 meses e 20 dias pelo STJ. Bolsonaro é flagrado andando de moto com capacete solto em Guarujá, SP Reprodução/Facebook O que dizem especialistas Mauricio Januzzi Santos, advogado especialista em legislação de trânsito e ex-presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP): Bolsonaro cometeu infração leve, sujeito a três pontos na CNH e multa de R$ 88,38, por ter dirigido "sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança" (código 169 do Código de Trânsito Brasileiro). "A fivela é usada para que o capacete não saia da cabeça em caso de acidentes, não basta só o equipamento", disse. Sergio Ejzenber, engenheiro especialista em trânsito: para ele, o presidente infringiu o inciso I do artigo 244 do CTB, segundo o qual constitui infração conduzir motocicleta "sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo Contran". Nesse artigo, a infração é gravíssima, impõe perda de sete pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 293,37. O condutor também corre o risco de perder o direito de dirigir; um processo administrativo é aberto no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Bolsonaro decide 'implodir' o Inmetro e anuncia demissão de toda a diretoria do órgão Bolsonaro vai a supermercado durante visita ao Guarujá (SP) Marcela Pierotti/G1 Folga Bolsonaro chegou ao Guarujá de helicóptero por volta das 17h30 de sexta-feira (21), em sua quarta visita à Baixada Santista desde a posse. O presidente deve ficar na Baixada Santista até quinta-feira (27). Na manhã do último sábado (22), o presidente deixou a fortificação e foi a uma padaria e dois supermercados, onde encontrou com apoiadores. Já no domingo (23), ele foi para um almoço em Praia Grande durante a tarde. À TV Tribuna, Bolsonaro falou sobre as obras na Ponte dos Barreiros, em São Vicente, que está interditada desde o dia 30 de novembro aguardando obras na estrutura. O Governo Federal destinou a verba de R$ 58 milhões para reforma emergencial e total da ponte. Em todas as ocasiões, o presidente fica hospedado no Forte dos Andradas, última fortaleza construída no Brasil, inaugurada em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial. Equipes do Exército e da Polícia Federal fazem um esquema de segurança no entorno. Semana teve atrito entre Planalto e Congresso O presidente viajou após uma semana na qual discutiu com ministros o texto da reforma administrativa (serviço público), que ainda não foi enviada para análise do Congresso Nacional, e autorizou o envio de homens das Forças Armadas para o Ceará, em razão do motim de policiais militares no estado. Bolsonaro considera que a proposta de reforma administrativa está “madura” e tem explicado que as mudanças propostas pelo governo só afetarão novos servidores públicos. A semana ainda foi marcada por novo atrito na relação entre Planalto e Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou declaração do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que reclamou de "chantagem" de parlamentares. Heleno se referiu ao orçamento impositivo. O Congresso deve discutir nos próximos dias vetos do presidente às regras, aprovadas pelos parlamentares, que dão a deputados e senadores maior controle sobre o Orçamento. Em resposta, Maia disse que a declaração foi “infeliz” e que o ministro se tornou um “radical ideológico”.

O presidente passa o carnaval na cidade da Baixada Santista. Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto informou que não irá comentar Bolsonaro comete infração de trânsito ao andar de moto com capacete solto em Guarujá O presidente Jair Bolsonaro cometeu uma infração de trânsito ao sair para um passeio de motocicleta na tarde desta segunda-feira, em Guarujá, na Baixada Santista, sem que o capacete estivesse preso ao pescoço. O vídeo foi publicado pelo presidente em uma rede social. Segundo a resolução 453 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2013, "é obrigatório, para circular nas vias públicas, o uso de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior". Procurada pelo G1, a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto informou que não irá comentar. A infração sujeita o condutor a multa e pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que depende da tipificação apontada no momento do flagrante. A Prefeitura de Guarujá informou que não irá multar o presidente pela infração de trânsito. O G1 questionou a Polícia Militar, mas ainda não obteve resposta. Bolsonaro é flagrado com capacete solto em frente ao triplex de Guarujá que ocasionou condenação do ex-presidente Lula Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal Durante o trajeto de moto e com o capacete solto, Bolsonaro parou em frente ao triplex que ocasionou a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro após o magistrado entender que a construtora OAS pagou R$ 2,2 milhões em propina a ele por meio da entrega e a reforma do apartamento, em Guarujá. Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região aumentaram a pena dele para 12 anos e um mês de prisão. A pena foi depois reduzida para 8 anos, 10 meses e 20 dias pelo STJ. O que dizem especialistas Mauricio Januzzi Santos, advogado especialista em legislação de trânsito e ex-presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP): Bolsonaro cometeu infração leve, sujeito a três pontos na CNH e multa de R$ 88,38, por ter dirigido "sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança" (código 169 do Código de Trânsito Brasileiro). "A fivela é usada para que o capacete não saia da cabeça em caso de acidentes, não basta só o equipamento", disse. Sergio Ejzenberg, engenheiro especialista em trânsito: para ele, o presidente infringiu o inciso I do artigo 244 do CTB, segundo o qual constitui infração conduzir motocicleta "sem usar capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e vestuário de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo Contran". Nesse artigo, a infração é gravíssima, impõe perda de sete pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 293,37. O condutor também corre o risco de perder o direito de dirigir; um processo administrativo é aberto no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Bolsonaro decide 'implodir' o Inmetro e anuncia demissão de toda a diretoria do órgão Folga Bolsonaro chegou ao Guarujá de helicóptero por volta das 17h30 de sexta-feira (21), em sua quarta visita à Baixada Santista desde a posse. O presidente deve ficar na Baixada Santista até quinta-feira (27). Na manhã do último sábado (22), o presidente deixou a fortificação e foi a uma padaria e dois supermercados, onde encontrou com apoiadores. Já no domingo (23), ele foi para um almoço em Praia Grande durante a tarde. À TV Tribuna, Bolsonaro sobre as obras na Ponte dos Barreiros, em São Vicente, que está interditada desde o dia 30 de novembro aguardando obras na estrutura. O Governo Federal destinou a verba de R$ 58 milhões para reforma emergencial e total da ponte. Em todas as ocasiões, o presidente fica hospedado no Forte dos Andradas, última fortaleza construída no Brasil, inaugurada em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial. Equipes do Exército e da Polícia Federal fazem um esquema de segurança no entorno. Bolsonaro é flagrado andando de moto com capacete solto em Guarujá, SP Reprodução/Facebook Semana teve atrito entre Planalto e Congresso O presidente viajou após uma semana na qual discutiu com ministros o texto da reforma administrativa (serviço público), que ainda não foi enviada para análise do Congresso Nacional, e autorizou o envio de homens das Forças Armadas para o Ceará, em razão do motim de policiais militares no estado. Bolsonaro considera que a proposta de reforma administrativa está “madura” e tem explicado que as mudanças propostas pelo governo só afetarão novos servidores públicos. A semana ainda foi marcada por novo atrito na relação entre Planalto e Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou declaração do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que reclamou de "chantagem" de parlamentares. Heleno se referiu ao orçamento impositivo. O Congresso deve discutir nos próximos dias vetos do presidente às regras, aprovadas pelos parlamentares, que dão a deputados e senadores maior controle sobre o Orçamento. Em resposta, Maia disse que a declaração foi “infeliz” e que o ministro se tornou um “radical ideológico”.

SUV também ganhou uma nova central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, e sistema de câmeras 360°. Chery Tiggo 5X ganha atualização visual; dianteira concentra a maior parte das novidades Divulgação/Caoa Chery Mesmo estando há apenas um ano nas lojas brasileiras, o Chery Tiggo 5X já passa por sua primeira mudança visual e de equipamentos. Com as novidades, o preço também mudou: agora o SUV parte de R$ 91.990, ou R$ 3 mil a mais. A maior parte das alterações visuais estão na dianteira, que foi toda redesenhada. O para-choque ganhou aberturas maiores, enquanto a grade com bordas pretas desce formando um conjunto visual único. Além disso, a grade profusão de cromados foi deixada de lado. Os faróis perderam a curvatura inferior que abrigava a luz de seta e uma parte dos LEDs diurnos, que agora estão no para-choque. Na traseira do SUV, a barra cromada agora invade as lanternas Divulgação/Caoa Chery A traseira teve mudanças mais discretas, com a barra cromada que invade as lanternas, que também foram redesenhadas. As rodas são as mesmas. Entre os equipamentos as novidades ficam na central multimídia, com tela de 9 polegadas, que ganha um novo sistema com Android Auto e Apple CarPlay. A versão topo de linha, TXS, ganhou também câmera 360°, assim como no rival Nissan Kicks. Faróis agora têm linhas mais retilínias e luzes diurnas estão no para-choque Divulgação/Caoa Chery Versões O Tiggo 5X é vendido em duas configurações diferentes, a T e a TXS. A Caoa Chery divulgou apenas o valor da versão de entrada para a linha 2021. As duas são equipadas com motor 1.5 turbo flex de 150 cv com etanol e 147 cv com gasolina. A transmissão é automatizada de dupla embreagem, com 6 marchas, e a suspensão traseira é Multilink. O SUV é completo desde a versão T, com controles de tração e estabilidade, freio de estacionamento eletrônico, rebatimento elétrico dos retrovisores, indicador de pressão e temperatura dos pneus, faróis com ajuste elétrico de altura, alarme e piloto automático. Interior do Tiggo 5X tem nova central multimídia com sistema de câmeras 360° Divulgação/Caoa Chery Há ainda sensores de estacionamento traseiros, câmera de ré, destravamento das portas por aproximação, faróis automáticos, ar-condicionado digital, assistente de partida em rampas e lanternas de neblina. A versão topo de linha, TXS, adiciona faróis de neblina com assistência em curvas, airbags laterais e de cortina, bancos de couro, teto solar panorâmico e banco do motorista com regulagem elétrica.

Compacto agora é vendido somente com motorização 1.6 a partir de R$ 56.490. De acordo com a marca, a decisão é "estratégica". Nissan March Divulgação/Nissan O Nissan March perdeu suas configurações equipadas com motor 1.0 no Brasil. Agora o compacto só é vendido com motor 1.6 e parte de R$ 56.490. Novo Versa é flagrado em testes no Brasil; modelo chega no 2º trimestre Questionada pelo G1 sobre a mudança para o modelo, a Nissan enviou uma nota dizendo que "por uma decisão estratégica", "optou por focar a produção do Nissan March nas versões equipadas com o motor 1.6 16V." A marca também reafirmou que o modelo continua sendo produzido normalmente na fábrica de Resende (RJ). Nissan March Divulgação/Nissan O movimento pode fazer parte de uma estratégia de contenção de custos até que o compacto, que não muda desde 2014, tenha uma nova geração no mercado brasileiro. Vale dizer que o Brasil não receberá o March europeu, por lá chamado de Micra (veja abaixo), mas uma solução local. Agora única opção, o motor 1.6 16V flex tem até 111 cavalos de potência e 15,1 kgfm de torque que, segundo a marca, faz até 14,5 km/l de consumo. O câmbio pode ser manual de 5 marchas ou automático CVT. Veja as atuais versões do March 1.6 SV - R$ 56.490 1.6 SV CVT - R$ 62.190 1.6 SL CVT - R$ 65.190 Nissan Micra, o March europeu Divulgação/Nissan Novo Versa vem aí Diferentemente do hatch, o novo Versa chegará exatamente como no exterior. Por isso, a nova geração será importada no México. A atual continuará em linha no Brasil como uma opção de entrada e será rebatizada para V-Drive. Com lançamento marcado para o 2º trimestre de 2020, o modelo já começou a ser visto pelas ruas brasileiras, apontando que seguirá as configurações mais caras vendidas no mercado mexicano. Nissan Versa Divulgação/Nissan

Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve? Patinetes são promissores, mas falta de planejamento, falhas do poder público e modelo de negócios são desafios para serviço se consolidar Getty Images/BBC Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa "de primeiro mundo". Era o futuro, agora. Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar. Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações. Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve? Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto. Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio. "O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento", diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta. O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar. Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso. "Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos", afirma o pesquisador. 10 dicas para andar de patinete: Patinete elétrico: saiba como andar Altos custos e prejuízo de milhões de dólares A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço. As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo. Recarregar e redistribuir os patinetes pela cidade tornam a operação do serviço complexa Divulgação/BBC Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas. A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina. "A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade", afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo. A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018. Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba. A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia. O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York. "O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis", afirma Binder. Falta de planejamento e pró-atividade do poder público Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias. Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele. "O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa", diz Benicchio. Reestruturação do serviço no Brasil está ocorrendo também em outros países, diz analista Getty Images/BBC Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso. Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só. "Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar", afirma o consultor. "Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação." Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete. "Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais", afirma o pesquisador. "Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro", opina. 'Os patinetes vieram para ficar', diz pesquisador Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor — paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí. A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75. "As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos", diz Rachel Binder. Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. "Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações", diz Binder. Uber lançou serviço de patinetes em Santos e se prepara para chegar a São Paulo Divulgação/BBC Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo. "Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha." Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios. "Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar." Vai andar de bike? Veja 10 dicas: Bicicletas: veja 10 dicas para andar com segurança

De acordo com o levantamento semanal da ANP, o valor médio do litro da gasolina recuou 0,3%, para R$ 4,537. Foi a quarta queda seguida. Aumento dos preços de combustíveis para consumidor final fica a critério de distribuidoras e postos Marcelo Brandt / G1 Os preços dos combustíveis recuaram na semana, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (21) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 0,29%, para R$ 4,537, na quarta queda seguida. O preço do litro do diesel caiu 0,27% no período, para R$ 3,701, em média. Na semana, o litro do etanol teve queda de 0,46%, para R$ 3,241. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Preços na refinaria Nesta semana, a Petrobras aumentou o preço médio da gasolina em suas refinarias em 3%. Foi o primeiro aumento do combustível neste ano. O preço do diesel da petroleira não sofreu alterações. O reajuste da gasolina ocorreu após o preço do petróleo Brent registrar uma recuperação de cerca de 10% desde o último dia 10, quando havia atingido o menor valor em cerca de 13 meses, com temores sobre o impacto do coronavírus na demanda chinesa.

Acionamento do dispositivo pode não ocorrer da maneira correta, o que causaria danos ao motorista. Substituição poderá ser feita a partir do dia 30 de março. Fiat Grand Siena 2020 Divulgação/Fiat A FCA, dona da Fiat, convocou nesta sexta-feira (21) os proprietários Grand Siena, nas versões Attractive 1.0 e 1.4, anos/modelo 2019 e 2020 para substituir o módulo do airbag do lado do motorista e o volante dos veículos. Foi identificado no Grand Siena que, em caso de colisão que resulte no acionamento do airbag, existe a possibilidade de desprendimento da cobertura do dispositivo, podendo causar danos físicos graves ou, até mesmo, fatais aos ocupantes do veículo. Foram convocadas 11.705 unidades do Fiat Grand Siena, com os números de chassi não sequenciais (últimos seis dígitos) entre 369004 e 381096. Os motoristas precisão fazer agendamento antecipadamente pelo site da Fiat ou pela Central de Serviços ao Cliente Fiat ( 0800-707-1000) e WhatsApp (31) 2123-6000. A substituição é gratuita e poderá ser feita a partir do dia 30 de março em uma das concessionárias da marca. O tempo mínimo para o reparo é de aproximadamente uma hora. Initial plugin text

Chamado envolve todas as versões do hatch de ano/modelo de 2016 a 2020. Reparo gratuito começará em 24 de fevereiro nas concessionárias da marca. Fiat Mobi Drive 1.0 3 cilindros Divulgação A Fiat anunciou nesta sexta-feira o recall de 192.534 unidades do Mobi, de ano/modelo de 2016 a 2020, por possível defeito na luz de freio. De acordo com a montadora, o atendimento começará em 24 de fevereiro nas concessionárias da marca com a substituição gratuita do interruptor das luzes de freio dos veículos convocados. Veja os chassis envolvidos: Números de chassi não sequenciais (últimos seis dígitos) entre 410004 e 662855 A montadora informa que foi identificado que o circuito elétrico do interruptor de freio está abaixo do especificado para a corrente elétrica existente no veículo, provocando uma sobrecarga. Essa sobrecarga, pode gerar uma falha no interruptor comprometendo o acendimento das luzes de freio do veículo. Em caso do não acendimento das luzes de freio, com o veículo em movimento, os condutores dos demais veículos da via não serão alertados sobre a parada ou redução de velocidade do veículo, potencializando a ocorrência de acidentes com danos materiais, danos físicos graves ou até mesmo fatais aos ocupantes do veículo e/ou terceiros. Para mais informações, a Fiat disponibiliza o site www.fiat.com.br ou contate e a Central de Serviços ao Cliente Fiat pelo telefone 0800-707-1000, além do WhatsApp da Fiat no número (31) 2123-6000. Saiba se seu carro tem recall: Guia Prático #118: Veja como saber se o seu veículo já foi alvo de recall

Rajada de neve forte e repentina tirou a visibilidade na estrada de Montreal. Ao menos 50 veículos ficaram completamente destruídos, disse o governo. Acidente perto de Montreal deixa pelo menos 60 feridos Um megaengavetamento com mais de 200 carros deixou 2 mortos em Montreal, no Canadá, na última quarta-feira (19). Outras 9 pessoas tiveram ferimentos graves. Cerca de 100 tiveram de ser socorridas e levadas para hospitais. O acidente foi causado por uma rajada forte e repentina de neve e vento que fez com os motoristas perdessem a visibilidade na rodovia A15. Dois homens morreram, de acordo com a polícia de Quebec. Um tinha 54 anos e outro, 69. Pelo menos 50 veículos foram completamente destruídos durante a série de batidas, disse o governo canadense. Socorristas atendem vítimas de acidentes em série causado pela neve em Montreal, no Canadá Paul Chiasson/The Canadian Press via AP Socorristas atendem vítimas de acidentes em série causado pela neve em Montreal, no Canadá Reuters Engavetamento com mais de 200 veículos deixa dois mortos no Canadá

Medida mira 277 funcionários excedentes, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos. Acordo ainda abrange estabilidade, data-base e PLR. Trabalhadores da Ford de Taubaté (SP) aprovaram em assembleia nesta quarta-feira (19) um acordo que liberou a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) na unidade Divulgação/ Sindicato dos Metalúrgicos Trabalhadores da Ford de Taubaté (SP) aprovaram em assembleia nesta quarta-feira (19) um acordo que liberou a abertura de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) na unidade, aberto nesta quinta-feira (20). A medida mira 277 funcionários excedentes, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, e o PDV ficará aberto até o dia 3 de março. A estimativa, segundo a entidade, é que sejam demitidos 254 funcionários na categoria horistas e 23 mensalistas. Ao primeiro grupo, a montadora oferece 0,75 do salário por ano trabalhado, um carro no valor de R$ 47.490 e R$ 9 mil de plano médico. Já para o segundo grupo, a Ford propõe 0,415 do salário por ano trabalhado e mais dois salários, além do pagamento do mesmo valor de convênio médico. A planta, que fabrica motores e transmissões, tem atualmente, segundo o sindicato, 920 funcionários. A Ford foi procurada pelo G1 e confirmou a abertura do PDV para funcionários das áreas produtivas e administrativas da fábrica de Taubaté. A montadora disse em nota que "a medida faz parte do acordo construído entre Ford e Sindicato, e aprovado pela ampla maioria dos empregados, para ajustar a força de trabalho às condições do mercado, a fim de suportar a competitividade e sustentabilidade da unidade". Acordo Segundo o sindicato, o acordo ainda abrange estabilidade, data-base e PLR. Foi definido um período de estabilidade que inicia após a conclusão do PDV e tem vigência até 31 de dezembro de 2021. A data-base dos trabalhadores ficou definida com reposição salarial de 100% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2020 e 2021, limitados ao teto de R$ 11.560 por mês. Já a Participação de Lucros e Resultados (PLR) neste ano ficou definido que o valor-base será o mesmo de 2019 -R$ 11,1 mil – com acréscimo de um bônus de R$ 1,4 mil. Para 2021 ficou definido que será mantido o valor referência de 2019 com adicional do INPC entre 2019 e 2020 e também do período 2020/2021. PDV's Em outros dois PDV's recentes a Ford demitiu 253 funcionários em Taubaté. Em maio de 2019, 120 trabalhadores aderiram ao plano. Já em novembro de 2018, outros 133 fizeram adesão ao PDV.

Estações fazem parte de um investimento de R$ 10 milhões no país. Já o SUV elétrico está em pré-venda desde novembro, por R$ 460 mil. Audi E-Tron, primeiro veículo 100% elétrico da montadora Audi/Divulgação A Audi confirmou nesta quinta-feira (20) que o E-Tron, primeiro veículo elétrico da marca no Brasil, chega às lojas na primeira quinzena de abril. Desde novembro ele está disponível em pré-venda, por R$ 459.990. Ele será vendido em 14 concessionárias da marca, devidamente preparadas, com técnicos especializados em venda e manutenção. As lojas estão localizadas nas cidades de Barueri (SP), Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Londrina (PR), Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Vitória, além de 3 em São Paulo. O quanto roda, onde recarregar, custo... como é o dia a dia com carros elétricos Harley-Davidson sem ronco: veja como anda a primeira moto elétrica da história da marca Audi abre pré-venda do E-Tron por R$ 460 mil Além da data de chegada o E-Tron, a Audi também anuniou um investimento de R$ 10 milhões na implantação de 200 pontos de recarga para veículos elétricos no Brasil até 2022. Carregador de carros elétricos da Audi Divulgação As estações são parte de uma parceria com a Engie, e serão instaladas em locais como shoppings, academias, hotéis e restaurantes. Locais interessados em receber um desses pontos podem entrar em contato com a própria Audi. Os pontos de recarga terão plugues do tipo 2, usado por quase todos os modelos à venda no Brasil (exceto o Nissan Leaf). Em outubro, Audi, Porsche e Volkswagen anunciaram uma outra ofensiva na instalação de pontos de recarga. Na ocasião, as três fabricantes disseram que, em parceria com a EDP, vão colocar 30 estações de carregamento em rodovias paulistas. E-Tron Audi e-tron Divulgação O E-Tron é um SUV elétrico, que tem autonomia de até 436 km, segundo o ciclo europeu. Ele utiliza dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam 408 cv. O modelo é mais em conta do que o Mercedes-Benz EQC, outro SUV elétrico recém-anunciado no Brasil. Ele sai por R$ 477.900. Por outro lado, custa mais do que o Jaguar I-Pace, pioneiro deste segmento por aqui. Ele custa R$ 452.200, e já foi avaliado pelo G1. Interior do Audi E-Tron Audi/Divulgação

Os proprietários devem entrar em contato com uma concessionária da marca para o reparo gratuito. Conserto será feito com o reposicionamento do chicote elétrico da transmissão automática e substituição do clipe de fixação dos veículos afetados. Nova geração do BMW M5 Divulgação A BMW anunciou o recall de 52 unidades do M5 no Brasil, fabricados entre fevereiro e outubro de 2019. Os proprietários devem entrar em contato com uma concessionária da marca para o reparo gratuito. Veja os chassis envolvidos: M5: de WBSJF0100LBS92123 a WBSJF010XLCD37887. De acordo com a montadora, o conserto será feito com o reposicionamento do chicote elétrico da transmissão automática e substituição do clipe de fixação dos veículos afetados. No comunicado, a BMW informa que veículos podem apresentar posicionamento incorreto do chicote elétrico da transmissão. Isso gera dano mecânico ao chicote, que, combinado com o aumento da temperatura ambiente, pode ocasionar o derretimento do material de isolamento do chicote elétrico da transmissão e resultar em curto circuito. Nesse caso, o modo de emergência da transmissão é ativada, com perda de potência do veículo, e a alavanca seletora de marchas ficará na posição “Neutro”. Em uma nova partida do veículo, a alavanca seletora de marchas altera-se automaticamente para a posição “Estacionado”, impossibilitando a movimentação das rodas. A marca informa que não se descarta a possibilidade de acidentes que resultem em danos físicos e/ou materiais aos ocupantes e terceiros. Para mais informações, a BMW disponibiliza o telefone 0800 019 7097, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas, e o site www.bmw.com.br. Saiba se seu carro faz parte de um recall Guia Prático #118: Veja como saber se o seu veículo já foi alvo de recall

O modelo terá opções de motores à gasolina e diesel, além de configurações de cabine simples e dupla. Veículo conta com capacidade máxima de levar 1,2 tonelada. Peugeot Landtrek Divulgação A Peugeot revelou nesta quinta-feira (20) a sua nova picape global, a Landtrek. O modelo terá opções de motores à gasolina e diesel, além de configurações de cabine simples e dupla. Nova Strada vai conviver com modelo atual; FCA terá outras 2 novas picapes em 2020 Fusão Fiat e Peugeot: o que se sabe até agora Também existe a opção "Cab", na qual a picape conta com a cabine, mas a parte de carga pode ser customizada. De acordo com a montadora, a capacidade máxima de carga do modelo é de 1,2 tonelada, para uma capacidade de reboque de até 3,5 toneladas. Configurações da Peugeot Landtrek Divulgação Na opção cabine dupla, a Landtrek tem 5,33 metros de comprimento, enquanto na de cabine simples é um pouco maior - chega a 5,39 metros. Em ambos os casos, a largura é de 1,92 metros. Peugeot Landtrek Divulgação Opções de motores A Landtrek conta com 2 opções de motores, uma a diesel e outra à gasolina. No caso das configurações movidas com diesel, a picape sai equipada com motor 1.9 litro turbo, de 150 cavalos de potência e 35,7 kgfm, nas versões 4x2 e 4x4 - sempre com transmissão manual. O motor à gasolina é um 2.3 litros de 210 cavalos e 32,6 kgfm, também com tração 4x2 e 4x4. Nesse caso, a picape pode ter câmbio manual ou automático. Interior da Peugeot Landtrek Divulgação Tela de 10 polegadas A central multimídia da Landtrek possui tela sensível ao toque de 10 polegadas, com conectividade ao CarPlay e ao Android Auto. Por ela, é por visualizar as imagens transmitidas pelas câmeras do veículo, que pode ter de 1 a 4 delas, dependendo da versão. Tela de 10 polegadas sensível ao toque da Peugeot Landtrek Divulgação Ainda no interior, o modelo conta com ar condicionado de duas zonas e 6 airbags. A Landtrek possui assistente de descida, controle de estabilidade, alerta de troca de faixa e modos de condução. Peugeot Landtrek Divulgação

Volks 1600 começou a ser produzido há 50 anos para concorrer com o Corcel e, por suas formas, foi associado ao mestre do terror brasileiro. Velório do artista será nesta quarta no MIS em SP. Zé do Caixão, o cineasta, visita Zé do Caixão, o carro José Mojica Marins, o Zé do Caixão, que morreu nesta quarta-feira (19), aos 83 anos, também apelidou um carro da Volkswagen, que começou a ser produzido 50 anos atrás. Aberto ao público, o velório de Zé do Caixão será no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, a partir de 16h. Em 2009, o G1 promoveu o encontro do artista com uma rara unidade do VW 1600 mantida com todas as peças originais por um colecionador de São Paulo. FOTOS: Relembre carreira de Zé do Caixão VÍDEOS: Entrevistas e Zé do Caixão em ação Mais sobre carros clássicos Lançado em 1969 para concorrer com o Corcel, da Ford, o sedã quatro portas tinha formato de caixote e maçanetas parecidas com alças de caixão, daí o apelido de Zé do Caixão. O Volkswagen 1600 saiu de linha em 1971, depois de cerca de 134 mil unidades terem sido produzidas. Mojica contou que quase foi garoto-propaganda do carro. “Meu Zé do Caixão era preto, tinha uma cortininha roxa por dentro e incensos de velório”, lembrou ele. A curiosidade é que ele não dirigia. Volkswagen 1600, o 'Zé do Caixão' Fábio Tito/G1 G1 mostra acervo de clássicos da Volkswagen em SP Volkswagen encerra produção mundial do Fusca; veja como foi a despedida Opala completa 50 anos, e fãs se declaram: 'Nada desagrada' Chevrolet Monza faz 36 anos e donos falam sobre amor pelo carro Tema de funk e líder de vendas, Honda Hornet deixa 'viúvos' Fãs contam os motivos de amarem a Kombi Fãs contam a paixão pela Kombi Aposentada, Kombi completa 60 anos da primeira unidade feita no Brasil e continua na moda

Legacy, Outback, Imprenza, WRX, STI e Forester podem ter falha no airbag do passageiro em 2.658 unidades. Dispositivo pode expelir elementos metálicos no interior do veículo. Subaru Forester Divulgação A Subaru anunciou no Brasil o recall em 2.658 unidades de 6 modelos por defeito no airbag do passageiro. Legacy, Outback, Imprenza, WRX, STI e Forester foram convocados para que seus proprietários levem os veículos para o reparo nas concessionárias. A empresa, que é representada pela Caoa no Brasil, informa que os airbags podem projetar fragmentos metálicos no interior do veículo. A falha em dispositivos da empresa japonesa Takata gerou um recall de milhões de veículos em todo o mundo, deixando dezenas de mortos, no caso conhecido como "airbags mortais". A primeira morte no país em decorrência do problema foi revelada na semana passada em um carro da Honda, no Rio de Janeiro. Veja os chassis envolvidos: Legacy ano/modelo 2005 a 2014 data de fabricação de 2/9/04 a 21/11/13 números de chassis (não sequenciais) de AG002878 a 9G053112; Outback ano/modelo 2004 a 2014 data de fabricação de 7/4/04 a 23/11/13 números de chassis (não sequenciais) de AG005338 a EG174677; Imprenza ano/modelo 2008 a 2011 data de fabricação de 4/12/07 a 20/9/11 números de chassis (não sequenciais) de 9G002406 a BG086071; WRX ano/modelo 2005 a 2014 data de fabricação de 2/9/04 a 14/11/13 números de chassis (não sequenciais) de 9G006017 a CG086895; STI ano/modelo 2011 a 2013 data de fabricação de 30/7/10 a 3/10/12 números de chassis (não sequenciais) de BG014852 a BG081858; Forester ano/modelo 2009 a 2012 data de fabricação de 3/4/08 a 21/3/12 números de chassis (não sequenciais) de 9G016884 a CG298583. No comunicado, a empresa informa que devido a uma eventual falha de vedação do airbag do lado do passageiro dianteiro, poderá haver infiltração de umidade, alterando as características do propelente. Em caso de colisão frontal em que aconteça o acionamento desse airbag, poderá existir uma força de deflagração acima do especificado, ocasionando o rompimento da estrutura do insuflador e, consequentemente, a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo junto com a bolsa deflagrada. Estas condições poderão causar lesões físicas graves ou fatais aos ocupantes do veículo. Os proprietários dos veículos envolvidos deverão agendar a inspeção ou substituição do conjunto da bolsa do airbag do lado do passageiro em uma concessionária da marca. Para mais informações a empresa disponibiliza o telefone 0800 770 2011 e o site http://recall.subaru.com.br. Airbags podem matar: entenda Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls

Entre recomendações está a meta de estabelecer limite máximo de 30 km/h em áreas de maior concentração de usuários vulneráveis e veículos. Acidentes de trânsito matam dezenas de milhares de pessoas no Brasil Kawanny Barros/TV Fronteira A terceira Conferência Global da ONU sobre Segurança no Trânsito foi aberta nesta quarta-feira (19), em Estocolmo, com um chamado aos países-membros para a adoção de medidas destinadas a reduzir as mortes no trânsito em pelo menos 50% até 2030. Entre as principais recomendações da Declaração de Estocolmo está o controle da velocidade no trânsito, incluindo a meta de estabelecer um limite máximo de 30 km/h em áreas de maior concentração de usuários vulneráveis e veículos - exceto se houver “fortes evidências” de que velocidades acima deste limite possam ser adotadas com segurança.  Alemanha tem rodovias sem limite de velocidade, mas trânsito mata 4 vezes menos do que no Brasil Entre as principais recomendações da ONU, está a meta de estabelecer um limite máximo de 30 km/h Divulgação/ADAC A cada ano, os acidentes de trânsito causam a morte de mais de 1,35 milhão de pessoas em todo o mundo, além de 50 milhões de feridos - e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os acidentes são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. “É preciso trabalharmos juntos para compartilhar experiências sobre a  imposição de leis relacionadas a riscos comportamentais como excesso de velocidade, beber e dirigir e não utilizar cintos de segurança, cadeiras adaptadas para crianças e capacetes de motocicleta, além da implementação de iniciativas comprovadas para mitigar tais riscos, que podem salvar centenas de milhares de vidas”, diz a declaração da conferência, que terá duração de três dias. Ministros de Estado de 80 países e cerca de 1.700 representantes de 140 nações participam da conferência, que é co-patrocinada pela OMS. O Brasil está representado por uma delegação chefiada por Marcello da Costa, secretário nacional dos Transportes Terrestres. Brasil Na Europa, cerca de 25 mil pessoas perdem a vida a cada ano em acidentes de trânsito. Em todo o mundo, segundo a ONU, cerca de 90 por cento dos acidentes ocorrem em países em desenvolvimento. O Brasil é, segundo dados da OMS, o quarto país com mais mortes no trânsito - atrás de China, Rússia, Índia e Estados Unidos. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2017 foi registrado um total de 35,3 mil mortes. “É preciso observar que a frota de veículos dos Estados Unidos é muito maior, com cerca de 120 milhões de carros a mais do que a frota brasileira”, disse em entrevista à RFI Francisco Garonce, diretor da entidade civil Observatório Nacional de Segurança Viária, e que também participa da conferência de Estocolmo. Nas rodovias federais, a média mensal de vítimas chegou a aumentar quando o governo Jair Bolsonaro determinou a suspensão do uso de radares móveis, em agosto de 2019, a fim de evitar o que classificou como ‘indústria de multas”. Segundo dados da PRF (Polícia Rodoviária Federal) compilados pela organização SOS Estradas, entre agosto e outubro do ano passado o número de mortes aumentou 2%, e o de feridos 9,1%. “Hoje, a Polícia Rodoviária Federal está utilizando os radares móveis, que foram suspensos temporariamente”, afirma Francisco Garonce. “O problema é que muitos radares foram instalados fora das normas previstas pela legislação, por exemplo atrás de árvores. É papel do Ministério Público determinar a regularização”, acrescenta ele. Acidente BR-407 Distrito de Rajada. Reprodução/Redes Sociais Em junho do ano passado, o governo Bolsonaro também apresentou proposta para acabar com as multas aplicadas a quem transporta crianças de zero a sete anos sem a cadeirinha adaptada. Mas segundo Francisco Garonce, a proposta foi retirada do projeto de lei 3267, que propõe mudanças no Código de Trânsito brasileiro e que deverá ser votado na Câmara nas próximas semanas. “O governo também queria mudar a exigência de exame toxicológico dos condutores, que verifica o consumo de drogas e não permite a renovação da carteira caso ele seja detectado. Mas a proposta do governo também não prosperou, e não está incluída no projeto de lei 3267”, afirma Garonce. Segundo ele, o Brasil enfrenta um desafio gigantesco. “As declarações de Bolsonaro (sobre suspensão de radares e da obrigatoriedade da cadeirinha) não ajudam. Mas temos também diversos técnicos, e não apenas políticos, que estão envolvidos na tentativa de melhorar a segurança no trânsito”, diz Garonce. “Não considero que vivemos um retrocesso. É um caminhar. Na última década, melhoramos em aspectos como a fiscalização e as exigências em relação ao uso de dispositivos de segurança como o airbag, e discutimos atualmente um programa abrangente de educação para o trânsito nas escolas”, acrescenta ele. Sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro, que defendeu a retirada dos radares pelo “prazer de dirigir”, Garonce observa que a sociedade como um todo precisa abraçar a causa por maior segurança no trânsito. “Pode-se perder o prazer de dirigir livremente, mas ganha-se em vidas”, diz ele. “O ideal é alcançar velocidades de 30 quilômetros por hora, para que ninguém mais morra no trânsito." Segundo o diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária, um dos principais desafios do Brasil é a segurança dos motociclistas. “Por exemplo, no Norte e no Nordeste do Brasil o número de vítimas causadas por acidentes com motocicletas já ultrapassa a quantidade de pedestres mortos em acidentes de trânsito”, ele enfatiza. Lições da Suécia A Suécia, país anfitrião da Conferência Global da ONU sobre Segurança no Trânsito, apresenta um dos melhores níveis mundiais de segurança no trânsito. No ano passado, foi registrada uma queda recorde no número de mortes: 223 vítimas. A experiência sueca mostra que iniciativas robustas podem reduzir de forma considerável o número de vítimas fatais no trânsito: desde 1966, segundo dados do Ministério sueco dos Transportes, o índice de mortes foi reduzido em quase 80%. Esta tendência positiva se deveu a melhorias graduais na infraestrutura e na segurança dos veículos, assim como na introdução de limites mais rígidos de velocidade e de consumo de álcool para quem dirige. Em 1997, o Parlamento sueco aprovou o programa Visão Zero, que tem como meta final eliminar as mortes no trânsito. Segundo estatísticas mais recentes do Ministério sueco dos Transportes, entre 2000 e 2018 o número de mortes apresentou uma queda de 52%. Em 2018, foram registradas 3.2 mortes no trânsito a cada 100 mil habitantes, em comparação com 6.7 mortes no ano 2000. Na União Européia, a média registrada em 2018 foi de 4.9 mortes a cada 100 mil habitantes. Em 2016, o Ministério dos Transportes iniciou uma abrangente revisão dos limites de velocidade, com a meta de elevar ainda mais a segurança no trânsito. Os limites foram reduzidos de 90 para 80 quilômetros em diversas vias; em áreas próximas a escolas, o limite máximo de velocidade é de 50 quilômetros por hora. Outra iniciativa sueca foi a introdução de regras rígidas contra o consumo de álcool por parte dos motoristas. Na Suécia, o limite máximo aceitável de concentração de álcool no sangue é de 0,2 g (dois decigramas) por litro de sangue. Isso significa que um motorista pode ser processado se beber apenas o equivalente a menos de uma lata de cerveja, e a polícia sueca faz uma fiscalização frequente e rigorosa. E através de equipamentos instalados em todos os táxis e caminhões do país, motoristas só podem acionar a ignição após fazerem o teste do bafômetro. Motoristas suspeitos de dirigir sob influência de drogas são obrigados a fornecer amostras de sangue ou saliva para análise. O uso de cintos de segurança é compulsório na Suécia desde 1975 nos assentos dianteiros dos veículos, e a partir de 1896 tornou-se compulsório também nos assentos traseiros. O uso de cadeiras especiais para crianças também é mandatório desde 1988. Entre os ciclistas, também é obrigatório o uso de capacetes para crianças menores de 15 anos de idade, e cerca de 70% cumprem a lei. Crianças suecas do pré-escolar também são obrigadas a usar coletes fluorescentes durante passeios escolares. A cifra é menor entre os ciclistas adultos - apenas 30% usam o capacete, dado que levou o governo sueco a estabelecer a meta de elevar a utilização para 70%. Declaração de Estocolmo Anunciada na Conferência Global de Alto Nível da ONU sobre Segurança no Trânsito, que foi aberta pelo rei sueco Carl Gustaf XVI, a Declaração de Estocolmo afirma que a previsão de um total de até 500 milhões de mortes em todo o mundo entre 2020 e 2030 “é uma crise evitável, que para ser evitada vai exigir um maior e mais significativo empenho político, liderança e ações abrangentes em todos os níveis na próxima década”. Além da recomendação para a redução dos limites de velocidade, a Declaração de Estocolmo chama a atenção para a necessidade de garantir que todos os veículos produzidos e vendidos em todos os mercados até 20130 sejam equipados de forma a assegurar níveis apropriados de prevenção de riscos. O comunicado recomenda ainda acelerar a transição rumo a meios mais seguros e sustentáveis de transporte, e promover maiores níveis de atividade física, como caminhar e pedalar. A Declaração de Estocolmo também propõe a convocação da primeira Conferência de Alto Nível da ONU sobre Segurança no Trânsito a nível de chefes de Estado e de governo, a fim de mobilizar lideranças nacionais e estreitar a colaboração internacional para alcançar as metas de segurança global. A cada dois anos, a Assembléia Geral da ONU adota uma resolução sobre segurança no trânsito. Esta é a terceira Conferência Global de Alto Nível da organização sobre Segurança no Trânsito. A primeira foi realizada em 2009, em Moscou, e a segunda no Brasil, em 2015. Entre as iniciativas positivas do Brasil, a adoção de medidas consistentes para salvar vidas no trânsito deu à cidade de Fortaleza em 2018 o prêmio global de Transporte Sustentável (Sustainable Transport Award), concedido anualmente pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento por meio de um comitê de especialistas do Banco Mundial e de diversas outras organizações internacionais. Segundo a prefeitura, houve uma redução de 35% na taxa de mortalidade no trânsito de 2010 a 2017, com 9,7 mortes a cada 100 mil habitantes. Entre as iniciativas citadas para a concessão do prêmio, estão a implantação de 108 quilômetros de corredores de ônibus exclusivos, e a expansão da rede cicloviária em mais de 240%.

Chamada envolve Civic, CR-V, Accord e Odyssey, produzidos entre 1996 e 1999. Medida é para evitar novos casos de rompimento do insuflador, nos chamados 'airbags mortais'. Honda Civic 1997 Divulgação A Honda está convocando 34.937 veículos dos modelos Civic, CR-V, Accord e Odyssey para desativação do airbag do motorista. Os veículos foram produzidos entre 1996 e 1999. O serviço é gratuito. Honda diz que acidente em carro equipado com 'airbags mortais' matou uma pessoa no Brasil Veja na tabela abaixo a lista de modelos envolvidos, com data de produção e numeração de chassis: Veículos da Honda envolvidos em recall Divulgação Segundo a Honda, a desativação do airbag do motorista é necessária até que a peça definitiva para substituição esteja disponível. "Em caso de colisão primordialmente frontal de intensidade moderada ou severa, situação em que o acionamento do sistema de airbag é esperado, poderá haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos no interior do veículo". O caso, envolvendo componentes da japonesa Takata, ficou conhecido como "airbags mortais". A desativação dos airbags também deve prevenir novos casos de rompimento do insuflador. Na última sexta-feira, a Honda disse que teve conhecimento da primeira morte no Brasil em decorrência de ferimentos causados pela bolsa. Além desse caso, a fabricante disse que houve rompimento em 39 veículos, deixando 16 feridos. Airbag da Takata pode lançar pedaços de metal contra os passageiros REUTERS/Joe Skipper Qual é o defeito? A Takata revelou a falha em 2013. Desde então, somente no Brasil, mais de 2 milhões de carros, de 15 diferentes marcas, foram chamados para a troca da peça defeituosa desses airbags, chamada insuflador. O insuflador é uma espécie de caixa metálica que abriga o gás que faz a bolsa de ar inflar. O defeito nessa peça causa uma abertura forte demais quando o airbag é acionado. Além disso, a falha gera trincas no insuflador e, com a explosão do airbag, ele se estilhaça, atirando pedaços de metal contra os ocupantes, causando ferimentos que podem ser fatais e já foram comparados a facadas. Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls

Modelo foi mostrado antes do Salão de Genebra, que acontece no início de março. Hatch é maior e mais refinado do que o compacto vendido no Brasil. Hyundai i20 Divulgação Assim como a Kia havia feito com o Sorento, a Hyundai se antecipou ao Salão de Genebra, e apresentou antes da feira a nova geração do i20, o "primo" europeu do HB20. Ele utiliza a mesma linguagem visual do modelo criado para o mercado brasileiro, chamada de "Sensous Sportiness", ou esportividade sensual, na tradução livre. Hyundai lança novo HB20 com desenho polêmico Veja como anda o modelo brasileiro Salão de Genebra: Kia mostra novo Sorento Desenho menos polêmico Só que o resultado é bem mais harmônico e dá a impressão de maior requinte. Fica evidente que os designers do modelo europeu ousaram muito menos, e usaram inspirações diferentes do que os responsáveis pelo HB20. Ainda que mantenha a grade de largura generosa, o i20 tem traços mais retos, e faróis em formato menos pontiagudo. A solução para ornamentar a lateral foi uma barra cromada, que começa logo antes das portas dianteiras, e se estende até quase a tampa do porta-malas. Hyundai i20 Divulgação A traseira talvez seja o maior ponto de contato entre i20 e HB20. Ambos utilizam lanternas com desenho pouco convencional. Só que o modelo europeu traz formato de V, enquanto a peça do carro brasileiro mais parece um bumerangue. A Hyundai ainda adotou uma barra entre as lanternas e acabamento preto, para arrematar o trecho entre essa barra e o vidro traseiro. Maior do que o HB20 O i20 é maior do que o HB20 em todas as medidas. Ele tem 4,04 m de comprimento (10 cm a mais), 2,58 m de entre-eixos (+5 cm), 1,75 m de largura (+2 cm) e 351 litros de capacidade de porta-malas (+50 litros). O modelo europeu também se destaca pelos itens de segurança, ainda que o HB20 seja referência no segmento por oferecer, nas versões topo de linha, frenagem automática de emergência e alerta de mudança de faixa, o i20 traz, além desses recursos, detecção de pedestres e ciclistas, controle de velocidade adaptativo baseado em navegação, correção de saída de faixa, alertas de ponto cego e de tráfego cruzado e traseiro. Ainda que não tenha mostrado fotos do interior, a Hyundai deu detalhes sobre a cabine do i20. O hatch terá duas telas de 10,25 polegadas - uma será usada como central multimídia, enquanto a outra é o quadro de instrumentos. Hyundai i20 Divulgação Versão híbrida leve Há três motorizações diferentes, mas cinco combinações. A versão de entrada traz um motor 1.2 de 4 cilindros e 84 cv. Todas as demais usam um 3 cilindros de 1 litro com turbo, com potência de 100 cv ou 120 cv. Essas últimas ainda podem ser oferecidas em um sistema híbrido leve, com uma bateria de 48V que atua em determinadas condições para economizar combustível. A transmissão pode ser manual de 6 marchas, ou de dupla embreagem e 7 marchas. O novo i20 será produzido na Turquia, e deve chegar às lojas europeias ainda este ano. Compare o i20 com o HB20 Nova geração do HB20 Divulgação/Hyundai Hyundai i20 Divulgação Nova geração do HB20 Divulgação/Hyundai Hyundai i20 Divulgação

Modelos são da nova geração, lançada há poucos meses no Brasil. Luzes podem não se acender após comando do motorista. Porsche 911 Carrera André Paixão/G1 A Porsche convocou 7 unidades do 911, ano/modelo 2019 para recall por uma falha no pisca-alerta. As unidades envolvidas foram produzidas entre 26 de fevereiro e 5 de dezembro de 2019, com os chassis abaixo: WP0AA299XLS205087 WPOAA2991LS205155 WP0AA2998LS205170 WPOAA2999LS205176 WP0AB2992LS225718 WPOAB2999LS225604 WP0CB2997LS262174 De acordo com a fabricante, existe o risco de o proprietário acionar o comando de pisca-alerta, mas as luzes não acenderem. Porsche 911 Carrera André Paixão/G1 O risco é, em casos de emergência, quando o pisca-alerta precisa ser acionado, o veículo não ser visto por outros motoristas, aumentando o risco de acidentes. Segundo a Porsche, a solução é reprogramar o painel de instrumentos com uma versão do software. O reparo leva 1h10. O recall é válido para a versão Carrera da nova geração do 911, lançada há poucos meses no Brasil. O G1 já testou o modelo na Alemanha.

De acordo com a fabricante, pode ocorrer inconsistência entre a quantidade indicada no quadro de instrumentos e a real presente no tanque. Chery Arrizo 5 Divulgação/ Caoa Chery A Caoa Chery anunciou um recall envolvendo 2.898 unidades do Arrizo 5, de ano/modelo 2019 e 2020, por uma falha no marcador do nível de combustível. De acordo com a fabricante, o indicador pode apresentar "inconsistência entre o indicado e a real quantidade existente no tanque, levando o condutor a não reabastecer adequadamente e causar o esgotamento total de combustível". Para corrigir o defeito, será feita uma reprogramação do módulo de controle do painel de instrumentos com um novo software. A marca pede aos proprietários que evitem trafegar com o nível de combustível abaixo de meio tanque. Os proprietários devem agendar a inspeção e o reparo em uma concessionária Caoa Chery de sua preferência. O serviço dura aproximadamente 24 minutos e é gratuito. Veja os detalhes dos modelos envolvidos: Chery Arrizo 5; Todas as versões (exceto elétrico); Chassis: de 98RDC21B0KA006873 a 98RDC21BXLA007065; Anos/modelo: 2018/2019, 2019/2019 e 2019/2020; Fabricação: de 24/10/2018 a 13/12/2019. Initial plugin text

Nova geração será importada do México e conviverá com a antiga, que será rebatizada para V-Drive. Novo Versa flagrado próximo à fábrica da Nissan, em São José dos Pinhais (PR) Felipe Hreisemnou/G1 A Nissan confirmou que a nova geração do Versa chegará ao Brasil até o meio de 2020. Com a proximidade de sua chegada, o modelo já roda pelas ruas brasileiras com pouca camuflagem. Duas unidades do sedã foram flagradas pelo leitor Felipe Hreisemnou, na cidade de São José dos Pinhais (PR). Apesar da proximidade com a fábrica da marca, o modelo não será produzido lá, mas importado do México. Viu carro não lançado? Mande foto ou vídeo para o VC no G1 ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, usando a hashtag #g1carros Duas versões do modelo rodavam juntas; na imagem, a mais barata, com faróis comuns Felipe Hreisemnou/G1 Segundo as imagens e relatos do leitor, se tratavam de duas configurações diferentes: uma mais simples, com faróis halógenos, e uma topo de linha, com faróis full-LED. Isso indica que o novo Versa poderá seguir a gama de versões do modelo mexicano. Por lá, na mais cara, a Platinum, o Versa pode ter monitoramento de pontos cegos, alerta de colisão frontal com frenagem automática, alerta de tráfego cruzado e faróis full-LED. Na mais barata, batizada de Sense, há 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), sensores de estacionamento, assistente de partida em rampas, partida do motor por botão (chave presencial) e ar-condicionado. Pelo retrovisor, novo Versa revela faróis full-LED em possível versão topo de linha Felipe Hreisemnou/G1 Ainda não se sabe se o novo Versa manterá o motor 1.6 com 111 cavalos de potência, ou se ele aumentará a potência para 118 cv, como no México. Deverão existir opções de câmbio manual e automático CVT. Ele chegará com a missão de brigar com os novos Chevrolet Onix Plus, Hyundai HB20S, Volkswagen Virtus, além de Fiat Cronos, Toyota Yaris Sedan e Honda City. Geração antiga continua em linha Nissan Versa antigo será rebatizado de V-Drive Divulgação A Nissan optou por manter a antiga (ou atual) geração em linha como uma opção mais em conta. A estratégia é a mesma adotada pela Fiat, com o Palio Fire, e atualmente pela Chevrolet, com os Joy e Joy Plus. De acordo com o presidente da marca no Brasil, Marco Silva, o Versa antigo permanecerá sendo produzido no Brasil, mas será rebatizado de V-Drive. Veja como é o novo Versa Nissan Versa Divulgação/Nissan Nissan Versa 2020 Divulgação Nissan Versa 2020 Divulgação Nissan Versa 2020 Divulgação Nissan Versa Divulgação/Nissan

Raro modelo foi destruído por incêndio nas ruas do principado. O italiano Max Biaggi filmou esportivo italiano em chamas. Ferrari F40 pega fogo em Mônaco Reprodução/Instagram/Max Biaggi Uma rara Ferrari F40 pegou fogo em Mônaco nesta terça-feira (18). O incêndio, ainda de causas desconhecidas, foi replicado nas redes sociais, mas o ex-piloto de MotoGP, o italiano Max Biaggi, foi um dos que flagrou o carro em chamas nas ruas do principado. Lamborghini de R$ 1,6 milhão é 'resgatada'; veja como carro ficou depois de enchente em SP Veja as 10 motos mais caras do Brasil; Ducati de R$ 700 mil lidera Ainda não há informações se alguém ficou ferido, mas o carro parece não ter se envolvido em nenhum tipo de colisão. Biaggi, que duelou por anos com Valentino Rossi nas pistas, mostrou que o carro estava bem em frente a sua casa. Initial plugin text "Como é um Ferrari F40 pegando fogo? Descobri hoje", disse o italiano. Ele lamentou o ocorrido. Max Biaggi mostrou incêndio da Ferrari F40 em seu Instagram Reprodução/Instagram/Max Biaggi Ferrari F40 teve sérios danos após incêndio Reprodução/Instagram/Max Biaggi Em São Paulo, Lamborghini 'alagou' na enchente: Lamborghini na enchente: veja como ficou o carro depois do alagamento

Encerramento das operações da Avianca levou a queda de 2,57% no consumo de querosene de aviação. Posto Carrefour da Avenida T-9, em Goiânia, foi flagrado pela ANP comercializando cobustível adulterado, Goiás Murillo Velasco/G1 O consumo de etanol hidratado no Brasil em 2019 teve alta de 16,2% na comparação com o ano anterior ante uma queda de 0,56% no consumo de gasolina. É o que informou nesta terça-feira (18) a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) ao apresentar o balanço do mercado de combustíveis. Segundo a ANP, a alta no consumo de etanol ocorreu "em grande parte, pelo ganho de competitividade em relação à gasolina". O diretor da agência Felipe Kury, que classificou o etanol como "a vedete" do ano no mercado de combustíveis destacou que a alta do consumo também se deu "graças a uma safra recorde de cana de açúcar". Foram consumidos no país 22,5 bilhões de litros de etanol hidratado em 2019, ante 19,4 bilhões em 2018. Já o consumo de gasolina C caiu de 38,4 bilhões para 38, 2 bilhões de litros no mesmo período. O etanol anidro, misturado à gasolina, acompanhou a queda de 0,56%. Com isso, o etanol total (soma do anidro ao hidratado) registrou alta de 10,38%, passando de 29,8 bilhões para 32,9 bilhões de litros. Diretor da ANP Felipe Kury Daniel Silveira 'Indício de recuperação econômica' O consumo total de combustíveis no Brasil teve alta de 2,89% em 2019 na comparação com 2018 - aumentou de 136 bilhões para 140 bilhões de litros. A ANP apresentou como destaque, além da alta expressiva do etanol, o crescimento de 2,97% na comercialização de diesel B, que saltou de 55,6 bilhões para 57,3 bilhões de litros. "Essa elevação é um indício de recuperação econômica, tendo como principal motivo o aumento no licenciamento de veículos novos (ônibus e caminhões) e aquecimento da economia", destacou a ANP. Também houve alta de 8,61% nas vendas de biodiesel, que saltou de 5,4 bilhões para 5,8 bilhões de litros. Este resultado, segundo a ANP, é reflexo do aumento da mistuta obrigatória do biocombustível ao diesel estabelecido em setembro. Gas, QAV e óleo combustível em queda Em contrapartida à alta de etanol, gasolina e diesel, as vendas de gás liquefeito (GLP), querosene de aviação (QAV) e de óleo combustível tiveram quedas, respectivamente de 0,3%, 2,57% e 18,25%. Segundo a ANP, o consumo de GLP caiu em função do aumento dos preços médios ao longo do ano. Já a redução da QAV refletiu o encerramento das operações da Avianca no país, além do aumento do aproveitamento de 2,3% dos voos. Em relação ao óleo combustível, a agência destacou que ela se dá em função da "continuidade do processo de substituição tecnológica por combustíveis mais limpos". Questionado sobre projeções do mercado para 2020, o diretor da ANP Felipe Kury disse que as expectativas são otimistas, mas não apontou números. "Acho que tem tendência de crescer se continuar no ritmo que está, a menos que aconteça alguma coisa não prevista. Então, a gente está otimista para 2020", disse.

Sedã esportivo é equipado com motor 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de 6 marchas. Volkswagen Virtus GTS Divulgação/Volkswagen Pouco menos de um mês após apresentar o Polo GTS, a Volkswagen revelou agora todos os detalhes do Virtus GTS. Primeiro sedã da história da marca a receber a sigla esportiva, ele cobra caro por isso e parte de R$ 104.940. G1 ANDOU: Polo GTS une desempenho e usabilidade, mas é caro Assim como o "irmão" hatch, o sedã é sempre equipado com motor 1.4 turbo flex de 150 cavalos de potência e 25,5 kgfm de torque, e câmbio automático de 6 marchas. De acordo com a Volks, ele vai de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e chega a 210 km/h de velocidade máxima. O modelo é equipado de série com controles eletrônicos de estabilidade e tração, frenagem automática pós-colisão e bloqueio eletrônico do diferencial. Volkswagen Virtus GTS Divulgação/Volkswagen Visual e equipamentos Na aparência, o Virtus GTS ganha para-choques exclusivos, rodas de 17 polegadas diamantadas com pneus 205/50, retrovisores pintados de preto brilhante, lanternas escurecidas e friso vermelho na grade, invadindo os faróis. Na traseira, a sigla GTS substitui o nome Virtus e há um discreto aerofólio. A carroceria está disponível em 5 cores diferentes: preto, branco, prata, cinza e azul, esta última exclusiva para os GTS. O interior é predominantemente da cor preta, com detalhes em vermelho, como nas saídas de ar, na borda da base do câmbio, além das costuras dos bancos e do volante. Volkswagen Virtus GTS Divulgação/Volkswagen Entre os equipamentos de série estão faróis full-LED, quadro de instrumentos digital, seletor de modos de condução, chave presencial com partida do motor por botão, piloto automático, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré e start/stop. A central multimídia tem tela sensível ao toque de 8 polegadas, navegador nativo, comandos por voz e App-Connect, com Android Auto e Apple Carplay. O pacote opcional único custa R$ 2.160 e inclui o sistema de som Beats, sistema de ajuste variável de espaço e rede para o porta-malas. Veja o vídeo do Polo GTS: Volkswagen Polo GTS é esportivo de R$ 100 mil; G1 acelerou

Segundo organização do evento, adiamento foi feito para garantir a saúde e a segurança de participantes e expositores. Mercado chinês é o maior do mundo. Salão de Pequim 2018 Ng Han Guan/AP A organização do Salão do Automóvel de Pequim, na China, anunciou o adiamento do evento em razão do surto do coronavírus, que já matou mais de 1,7 mil pessoas no mundo. O evento aconteceria entre os dias 21 e 30 de abril. A nova data ainda não foi divulgada. Segundo comunicado do Comitê Organizador da Exposição Internacional de Automóveis de Pequim 2020, a decisão foi tomada para garantir a saúde e a segurança de participantes e expositores. Mercado chinês é o maior do mundo. O adiamento é só mais uma consequência do novo vírus para a indústria automobilística. Marcas como a Toyota paralisaram a produção na China. Fornecedoras de diversas fabricantes também interromperam suas atividades no país e seus componentes já começam a fazer falta em fábricas de todo o mundo. Veja a nota do comitê organizador: "Para garantir a saúde e a segurança dos expositores e participantes, nós, em nome do Comitê Organizador da Exposição Internacional de Automóveis de Pequim 2020 (16ª) (Auto China 2020), decidimos adiar o evento que foi inicialmente agendado para novos e antigos locais do Centro Internacional de Exposições da China (CIEC) em Pequim, de 21 a 30 de abril deste ano. A data reagendada será notificada separadamente. Pedimos desculpas pelo inconveniente causado pelo atraso e agradecemos sua compreensão. Obrigado a todos os expositores, parceiros e público-alvo por seu apoio contínuo à Auto China! Monitoraremos a situação da epidemia de perto e informaremos sobre o progresso organizacional da Auto China 2020 em tempo hábil." Japão também é afetado pelo coronavírus Depois da China, o Japão é o país mais afetado pelo novo coronavírus Initial plugin text

De acordo com a marca, um dos pontos de fixação do conjunto pode se quebrar, reduzindo a capacidade de frenagem do SUV. São 1.877 unidades envolvidas. Jeep Renegade 2019 Divulgação A Jeep anunciou um recall de 1.877 unidades do Renegade, de todas as versões e anos/modelo 2019/2020 e 2020/2020, para a substituição de uma pinça de freio traseira. De acordo com a fabricante, um dos pontos de fixação do conjunto da pinça de freio traseira do lado direito pode se quebrar, reduzindo a capacidade de frenagem do modelo. Com isso, há risco de acidente com danos materiais e físicos. Os proprietários devem agendar o reparo em uma concessionária Jeep de sua preferência. O serviço dura aproximadamente uma hora e é gratuito. Para mais informações, a marca disponibiliza o telefone 0800 703 7150. Veja os detalhes dos modelos envolvidos: Jeep Renegade Todas as versões Chassis (últimos seis dígitos): entre 297348 e 309065 Anos/modelo: 2019/2020 e 2020/2020 Initial plugin text

Departamento não está realizando vistoria, emplacamento e emissão de documentos. Previsão é que serviços sejam normalizados nesta terça-feira (18). Serviços do Detran-MG devem voltar nesta terça após suspensão para mudança de placas Os serviços de emplacamento, vistoria e emissão de documentos de veículos no Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), em Belo Horizonte, devem voltar a funcionar a partir do meio-dia desta terça-feira (18). Nesta manhã, em frente ao Detran-MG, no bairro Nova Gameleira, na Região Oeste, a fila de veículos com os motoristas que aguardavam pelo atendimento dobrava o quarteirão. Havia pessoas que tinham vindo até do interior do estado. A suspensão A suspensão desde a última sexta-feira (14) foi por causa da transição para o novo sistema de placas de identificação veicular. O Detran-MG disse que técnicos trabalham na readequação do sistema de informática para começar a usar no estado o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV). Termina prazo para placa do Mercosul entrar em vigor Placa do Mercosul, preço e quando é preciso trocar: tire suas dúvidas Nenhuma transação poderá ser feita durante o período de suspensão, conforme o departamento. Os prazos para as transferências de propriedade que venceram na sexta-feira (14) e segunda-feira (17) serão prorrogados pelo período equivalente da atualização do sistema. Os processos iniciados até esta quinta-feira (13), com ficha de cadastro emitida, poderão ser protocolados na Divisão de Registro de Veículos (DRV), em Belo Horizonte, e nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretran), no interior. A implantação definitiva das novas placas do Mercosul no estado está prevista para 2 de março. Elas já estão em vigor no Brasil desde o dia 31 de janeiro, depois de vários adiamentos. As placas se tornam obrigatórias apenas para carros novos e em situações que exijam a troca, como mudança de município e quando o item é danificado ou furtado. Serviços no Detran-MG são suspensos para readequação de sistema das novas placas Raquel Freitas/G1