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Chegada do modelo ao mercado seria em abril; agora, não há uma data definida. Picape é uma das principais novidades da indústria automotiva para 2020. Primeira imagem da nova geração da Fiat Strada Divulgação O presidente da Fiat na América Latina, Antonio Filosa, confirmou nesta terça-feira (31) que a empresa irá adiar o lançamento da nova geração da picape Strada, a principal novidade da fabricante em 2020. A chegada estava prevista para abril, mas a pandemia de coronavírus alterou os planos da empresa. "Lançaremos neste ano ainda. Não temos uma data, vamos esperar junho, julho, para entender se o momento chegou", disse Filosa em entrevista por videoconferência com jornalistas. Produção de veículos no Brasil para completamente Nesta terça, o grupo Fiat Chrysler (FCA) anunciou diversas medidas para ajudar no combate à Covid-19, inclusive a criação de dois hospitais de campanha. As fábricas de Betim (MG) - a maior de veículos no Brasil - e de Goiana (PE), estão paradas e devem ficar assim pelo menos até o dia 21 de abril. A crise do coronavírus também vai afetar outros lançamentos previstos para o ano, mas a montadora vai manter o plano de investimentos para o Brasil, disse Filosa. São R$ 14 bilhões até 2024, sendo que R$ 8,5 bilhões estão sendo aplicados na fábrica de Betim (MG). "Alguns projetos serão postergados por até 1 ano. O que era um plano 2018-2024, virou 2018-2025", resumiu o presidente da FCA. Estão previstas mais de 20 novidades nos próximos anos. Entre elas, 2 SUVs da Fiat, ao menos um da Jeep, além dos novos motores 1.0 e 1.3 turbo. Sobre os SUVs, que serão produzidos em Betim, Filosa afirmou que ainda estão entendendo o melhor momento para lançar. O primeiro da Fiat, que, em porte, ficaria abaixo do Jeep Renegade, era esperado para o ano que vem. Ele colocaria a marca italiana no segmento mais disputado atualmente. Já a nova linha de motores turbo, que também é erguida em Betim, está 60% pronta, segundo o executivo. Tombo no setor Além da produção parada, muitas concessionárias do país estão fechadas, sem poder vender carros. "É algo incrível. O mercado estava vindo muito bem, tínhamos uma projeção de alta de 8%. Na segunda metade de março as vendas caíram 90% no Brasil e 100% na Argentina", descreveu. Filosa diz que é difícil fazer previsões para o restante do ano, mas que o consenso é de que o segundo trimestre será "muito difícil". A expectativa dele é que o terceiro e o quarto trimestres sejam de retomada, mas seu "melhor palpite" é de uma queda de 40% nas vendas em relação a 2019: "Será um ano de sacrifícios". Demissão é 'último dos cenários' Questionado sobre os custos da crise e a manutenção de empregos, o executivo afirmou que aguarda a publicação completa da MP do Trabalho, a medida provisória do governo federal que altera algumas regras trabalhistas temporariamente. Mas declarou que demissões seriam a última saída. "Espero nunca precisar (fazer cortes). Cada técnico precisa de meses de treinamento. Se eu abro mão de um, demoro para que outro esteja apto (na hora que tiver de retomar a produção). Eu perco duas vezes", disse. Porém, apontou que, se demanda cai muito, pode ser preciso lançar mão de "ferramentas de flexibilização". Ajuda do governo Filosa afirmou ainda que a FCA está acompanhando a situação de fornecedores e concessionários. E elogiou a ação do governo em priorizar "os mais vulneráveis", os pequenos empreendedores, os informais" com um pacote de ajuda "importante". Ele acredita que também haverá algum tipo de auxílio para grandes empresas. "Depois dos mais vulneráveis, todo mundo vai cuidar dos grandes empregadores", afirmou o presidente da Fiat. "Setores prioritários, como o agronegócio, a mineração e o nosso setor, que emprega 1 milhão de pessoas direta e indiretamente, é responsável por 4% do PIB...", enumerou. Nova Strada depois de 20 anos Curiosamente, também nesta terça-feira, a Strada apareceu, com todas as versões, nos registros de patentes do Inpi, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Fiat Strada Reprodução/INPI A Strada ganhará uma nova geração depois de mais de 20 anos. Desde o lançamento, em 1998, a picape recebeu apenas retoques visuais. Agora, promete um grande salto evolutivo. Pelas imagens da patente, além das fotos divulgadas pela Fiat, é possível ver que o modelo terá faróis de LED. Por outro lado, vai compartilhar uma série de componentes com Mobi e Argo. O visual, por sua vez, é totalmente inspirado na picape maior, Toro. Isso vale principalmente para a lateral e a traseira. Nova Fiat Strada Divulgação/FCA A nova Strada será equipada com o motor 1.4 da atual, que entrega 88 cavalos, além do 1.3 da linha Firefly, de 109 cv, que equipa o Argo. Ela não será a responsável por estrear motorizações turbo. Em fevereiro, Filosa confirmou ao G1 que a nova geração irá conviver com a atual. A "veterana" vai sobreviver na versão de entrada, Working. Investimentos mantidos, mas projetos adiados

Versão intermediária se diferencia por itens de aparência, como faixas, rodas pretas e grade exclusiva. Ford Ranger Storm mistura fora de estrada e esportividade; grade é exclusiva Divulgação/Ford Apresentada como conceito em 2018, a Ford Ranger Storm agora chega de forma oficial e exclusiva para o mercado brasileiro por R$ 150.990. A versão tem apelo visual que mescla off-road e esportividade, e fica posicionada de forma intermediária na linha. As novidades em relação às demais configurações da Ranger são unicamente visuais. A Storm ganha alargadores de para-lamas, estribos, santantônio, grade exclusiva com o nome da versão, rodas aro 17 pretas, faixas laterais e no capô, além de faróis e lanternas escurecidos. Versão ganha lanternas escurecidas e alargadores de para-lamas Divulgação/Ford Os detalhes podem combinar com 7 opções de cores da carroceria: preto, branco, prata, cinza, azul e dois tons de vermelho. Para os 60 primeiros compradores, a Ford oferecerá gratuitamente dois acessórios: capota marítima e snorkel. De acordo com a marca, os pneus foram desenvolvidos exclusivamente para o modelo em parceria com a Pirelli, com proposta de uso 60% fora de estrada e 40% em asfalto. Rodas pretas e adesivos laterais são alguns dos diferenciais; snorkel é acessório Divulgação/Ford Equipamentos e motorização A Ranger Storm é equipada de série com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, controle automático de descida, controle de oscilação de reboque, assistência de frenagem de emergência e 7 airbags. O pacote segue com central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, quadro de instrumentos com duas telas configuráveis, faróis de neblina, câmera de ré, piloto automático, direção elétrica e ar-condicionado digital de duas zonas. Ranger Storm tem painel totalmente preto Divulgação/Ford O conjunto mecânico é o mesmo da versão topo de linha, Limited, e combina o motor 3.2 turbodiesel de 5 cilindros, 200 cavalos de potência e 47,9 kgfm de torque ao câmbio automático de 6 marchas e tração 4x4. Entre as capacidades da picape estão a imersão em até 800 mm de água, caçamba com carga máxima de 1.040 kg e capacidade máxima de tração de 5.950 kg.

Material será doado para profissionais de saúde que estarão na linha de frente contra a pandemia do novo coronavírus. Parte dos itens será disponibilizada já neste final de semana. Máscara produzida com impressora 3D da Hyundai, em Piracicaba Divulgação/ Hyundai Uma universidade e uma multinacional da região estão produzindo máscaras com impressoras 3D para auxílio no combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Em Capivari (SP), o câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), 200 máscaras estão sendo criada e devem ser doadas até sábado e domingo. Para a produção, além de uma impressora 3D, está sendo utilizada uma máquina de corte a laser, ambas pertencentes ao Espaço Maker do câmpus. A ideia de confeccionar os protetores faciais surgiu dos professores Gustavo Rezende, Alexandre Aguado e Mauro Amorim, que, após pesquisas, chegaram às faceshields, um tipo de máscara que oferece maior proteção ao usuário. O processo de produção consiste basicamente em imprimir o suporte para a cabeça na impressora 3D e cortar o material plástico que fica na frente do equipamento. No momento, as máscaras estão sendo testadas e validadas por engenheiros clínicos e de segurança do trabalho, para que em breve estejam aptas a serem utilizadas por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e demais profissionais que atuem diretamente no combate ao Coronavírus. Processo de impressão de máscara por impressora 3D no IFSP de Capivari Divulgação/ IFSP Campanha nas redes sociais Ao pesquisarem sobre as faceshields, os docentes envolvidos no projeto se depararam com um problema: a falta de alguns materiais para a produção das máscaras. A questão foi resolvida com uma campanha nas redes sociais pedindo a doação desses materiais. O professor Gustavo Rezende, coordenador de pesquisa e inovação do câmpus e responsável pela divulgação da iniciativa, conta que a campanha teve bom retorno e mobilizou o empresariado de Capivari, que se disponibilizou a doar os materiais necessários (filamento para impressora 3D, acetato ou PETg para a parte da frente da máscara, saquinhos para embalar, água sanitária e álcool em gel 70 para a esterilização das máscaras). Gustavo explica que, conforme o projeto foi ganhando corpo, outros profissionais e servidores se juntaram na empreitada, cada um com sua expertise: estão colaborando Gustavo Bapstitella, Adriana Morais, Alexandre Azevedo, Roberto Muterle , Gislaine Vieira e Flávio Ferraresi. Segundo ele, mais pessoas se disponibilizaram a ajudar, mas não foi possível envolver todo mundo, já que o trabalho está sendo realizado em regime de escala, adequando-se às indicações dos órgãos de saúde. Um gargalo apontado pelo professor é o fato de a impressora 3D ser lenta, conseguindo produzir apenas duas máscaras a cada quatro horas, o que impede que a produção ganhe escala. Nesse aspecto, ele reforça que se outros câmpus que possuem impressoras a colocarem à disposição, o IFSP conseguirá produzir muito mais equipamentos de proteção individual. Máscara produzida por impressora 3D no IFSP de Capivari Divulgação/ IFSP Da produção de carros à de máscaras Em Piracicaba (SP), um lote de até 100 máscaras faciais de acrílico, não descartáveis, será confeccionado pelas impressoras 3D da fábrica da Hyundai para doação a equipes de saúde da cidade. O equipamento prolonga mais de quatro vezes a durabilidade das máscaras descartáveis, que são usadas em conjunto, protegendo melhor os profissionais de saúde As máquinas já estão sendo aproveitadas para a confecção de um lote de até 100 máscaras de proteção facial total para uso hospitalar. Essas máscaras, em acrílico e não descartáveis, atuam como uma primeira barreira física, aumentando a vida útil das máscaras cirúrgicas ou respiradores descartáveis que são utilizados em conjunto. Com isso, ficam mais bem protegidos olhos, pele, mucosas e vias aéreas dos profissionais de Saúde durante o atendimento aos pacientes. A durabilidade das máscaras descartáveis é prolongada mais de quatro vezes quando estas são usadas em conjunto com a máscara facial de acrílico. O projeto das máscaras de proteção facial que estão sendo impressas pela Hyundai vem de um arquivo aberto (open source), disponibilizado globalmente pela fabricante de impressoras 3D PrusaPrinters, da República Checa. Em rotina normal de produção, a Hyundai usa suas impressoras para para desenvolver protótipos e ferramentas a serem usados na linha de produção, facilitando o trabalho dos operadores. Outras doações A multinacional também anunciou a doação de outros itens para equipes da Saúde, Promoção Social e Guarda Civil de Piracicaba; Oito automóveis já foram disponibilizados para as secretarias da Saúde e de Assistência Social do município 1.150 itens de proteção individual, como óculos, luvas e toucas estão sendo doados ao Centro de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerest) Piracicaba para uso das equipes de saúde locais Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba

Empresas vão auxiliar fabricantes de ventiladores pulmonares na compras de suprimentos. Toyota também disse que vai arrumar ventiladores pulmonares. Fiat Chrysler vai consertar respiradores quebrados para ajudar no combate ao coronavírus. Os primeiros vieram da Paraíba Divulgação A FCA, donas das marcas Fiat e Jeep, anunciou nesta terça-feira (31) que vai ajudar no combate ao coronavírus atuando em diversas frentes. Entre as principais ações da empresa, estão o auxílio na criação de hospitais de campanha em Betim (MG) e Goiana (PE), cidades onde possui fábricas e a manutenção de respiradores quebrados. PSA vai usar impressora 3D para fazer protetores; GM quer consertar respiradores Além disso, a FCA também disse que vai participar da força-tarefa para consertar respiradores quebrados. A iniciativa foi anunciada na última semana pela Chevrolet, líder de vendas no Brasil. A Fiat Chrysler também anunciou a produção de protetores faciais usando impressoras 3D, como está fazendo a Peugeot Citroën e a Hyundai. A indústria automotiva brasileira está parada por causa da epidemia. Em comunicado, a FCA detalhou as ações que tomará. Veja abaixo: criação de hospital de campanha com 100 leitos em Goiana (PE); cessão da área do Fiat Clube para instalação de hospital de campanha com 200 leitos em Betim (MG); auxílio das áreas de compras, logística e engenharia aos fabricantes de respiradores do país para compra de matéria-prima; auxílio na busca de financiamento para investimentos em fábricas brasileiras de respiradores; produção de 2 mil protetores faciais usando impressoras 3D; doação de 60 mil máscaras, sendo 30 mil para MG e 30 mil para PE. empréstimo de 125 veículos para os governos estaduais de Pernambuco e Minas Gerais e para as prefeituras de Belo Horizonte e Betim. Hospitais de campanha No caso de Goiana, a própria FCA ficará responsável pela construção do hospital. Dos 100 leitos, 3 serão na chamada sala vermelha, que abriga os casos mais graves. Os outros 97 são de enfermaria. O local também terá 10 consultórios e sala de triagem para o atendimento. A expectativa é de que ele comece a funcionar na segunda quinzena de abril. Em Betim, a construção será feita pela prefeitura, mas acontecerá em um terreno de aproximadamente 1.500 m². Segundo a FCA, será a porta de entrada no sistema municipal de saúde para casos suspeitos de coronavírus. No local, serão feitos diagnóstico, triagem e internação. As obras começaram no último dia 27, e a abertura do local está prevista ainda para esta semana. A FCA não informou o custo das ações. "Não é um investimento, não haverá retorno financeiro. É uma pequena contribuição de uma empresa", afirmou o presidente do grupo para a América Latina, Antonio Filosa. Força-tarefa para arrumar respiradores O levantamento do grupo responsável por mapear os respiradores inoperantes mostra que há mais de 3,6 mil aparelhos que precisam de manutenção. No caso da FCA, 15 técnicos da empresa, além de outros três da Comau (empresa de automação e serviços do grupo), receberam treinamento do Senai. Os profissionais, vão atuar no reparo de 275 aparelhos quebrados nos estados de Pernambuco e Paraíba e 335 em Minas Gerais. As fábricas da Fiat e da Jeep também serão transformadas em centros de recebimento e manutenção dos ventiladores fora de operação. Impressão de protetores Produção de protetores faciais da FCA Leo Lara/Divulgação Usando impressoras 3D, a Fiat também vai produzir cerca de 2 mil protetores faciais, usados pelos profissionais da saúde no combate à Covid-19. As peças serão destinadas para os serviços de saúde de Minas Gerais e Pernambuco. As primeiras unidades foram produzidas na semana passada, e serão doadas nos próximos dias. Toyota também anuncia ações A Toyota também anunciou que vai apoiar a força-tarefa para consertar respiradores. No entanto, a empresa ainda não detalhou como será sua participação no reparo. A empresa ainda disse que vai doar 4 unidades da Hilux adaptadas para ambulância e 30 mil frascos de álcool em gel para o Estado de São Paulo. Initial plugin text

Executivo português seguirá em projetos pessoais. Grégoire Olivier assumirá a diretoria da empresa na China. Carlos Gomes deixa a PSA após 10 anos Divulgação/PSA O português Carlos Gomes, atual diretor da PSA na China, deixará a empresa após 10 anos para dedicar-se a projetos pessoais. Grégoire Olivier assumirá o cargo em 1º de abril. Carlos Gomes formou-se em Lisboa e começou sua carreira automotiva na Citroën Portugal em 1988. Em 1998, passou a fazer parte do Grupo Fiat. No grupo italiano foi diretor-executivo na França e na Espanha, além de coordenador na Europa. Em janeiro de 2010 entrou para o Grupo PSA como vice-presidente executivo da América Latina. Em fevereiro de 2018 assumiu a direção da China e do ASEAN, região de Índia e Ásia-Pacífico. Grégoire Olivier assume operação chinesa da PSA Divulgação/PSA Grégoire, que atualmente é Secretário-Geral e de Gestão da Atividade de Peças e Serviços, foi escolhido para assumir a direção chinesa pelo Conselho Administrativo da empresa. As funções anteriores do executivo continuarão sendo lideradas por ele. Segundo comunicado da PSA, ele "desempenhará um papel fundamental na recuperação dessa região estratégica para que a empresa alcance rentabilidade, competitividade e crescimento sustentável", apontando sua experiência na cultura local.

Inicialmente, montadora planejava retomar as atividades no dia 6 de abril. Agora, reinício não tem data definida. Ford adia retomada das atividades industriais Brendan McDermid/Reuters A Ford Motor anunciou nesta terça-feira (31) que está adiando seu plano de reiniciar a produção em suas fábricas norte-americanas devido a preocupações de segurança de seus trabalhadores em meio à pandemia de coronavírus. Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva Para gerar caixa, a segunda maior montadora norte-americana havia dito na semana passada que estava pronta para reiniciar a produção em algumas fábricas na América do Norte a partir de 6 de abril. Nesta terça-feira, a Ford disse que havia planejado retomar a produção em várias fábricas importantes dos EUA em 14 de abril, mas agora o fará em datas ainda não anunciadas. "A saúde e a segurança de nossa força de trabalho, concessionários, clientes, parceiros e comunidades continuam sendo nossa maior prioridade", disse Kumar Galhotra, presidente de operações da Ford na América do Norte, em comunicado. Ainda assim, a montadora abrirá uma fábrica em Ypsilanti, Michigan, durante a semana de 20 de abril, que fará respiradores para tratar pacientes atingidos pelo coronavírus. A rival Fiat Chrysler disse na semana passada que planeja retomar a produção na América do Norte em 13 de abril, enquanto a General Motors não divulgou uma data para reiniciar sua produção de veículos. Initial plugin text

Inspirada na Toro, a picape compacta poderá ser apresentada ainda no mês de abril e versão topo de linha terá faróis de LEDs. Fiat Strada é revelada pelo INPI; versão mais cara tem faróis de LEDs Reprodução/INPI Acabou o mistério da nova Fiat Strada. A nova geração da picape teve todas as versões reveladas nos registros feitos nesta terça-feira (31) pelo INPI, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial. As imagens mostram que o apelido de "mini-Toro" será praticamente inevitável, apesar da proximidade de desenho também com outros modelos. A dianteira herda traços de Mobi e Argo, como faróis e grade, além do para-brisa e dos retrovisores. Enquanto a configuração mais barata, voltada ao trabalho, aparece com para-choques sem pintura, a mais cara tem faróis full-LED, inéditos para o segmento. Traseira é a parte mais parecida com a Toro; lanternas são praticamente idênticas Reprodução/INPI Lateral e traseira são os ângulos de maior semelhança com a Toro. Em menores dimensões, as lanternas têm desenho praticamente idêntico aos da "irmã maior", assim como o formato quadrado das caixas de roda e a curva ascendente na janela da porta traseira. Na traseira, porém, a Strada adota um sistema convencional para abertura de caçamba, para baixo e em uma única porta, com custos menores do que o visto na Toro. Versão de entrada da Strada tem para-choques sem pintra e rodas de ferro Reprodução/INPI Além de faróis, para-choques e rodas, outra diferenciação entre as versões está no rack de teto. Na versão mais completa, o equipamento se estende por todo o teto e se liga com a caçamba, enquanto nas mais baratas há apenas encaixes na parte traseira da cabine. O aplique no para-lama e o para-choque "pontudo" são iguais em todas. Versão intermediária da Fiat Strada; lateral tem aplique no para-lama e para-choque "pontudo" Reprodução/INPI É provável que a nova Strada seja equipada com o motor 1.4 da atual, além do 1.3 da linha Firefly, que equipa o Argo. Ela não será a responsável por estrear motorizações turbo. Também não se sabe ainda se o modelo terá configurações com cabine estendida e se conviverá com a geração atual. A existência de uma carroceria com cabine simples foi confirmada por flagras do modelo. Strada intermediária se diferencia da topo de linha principalmente por rodas, rack de teto e faróis mais simples Reprodução/INPI Imagens oficiais Há pouco mais de um mês, a Fiat mostrou as primeiras imagens oficiais da nova Strada, mas ainda em clima de suspense. Veja abaixo: Primeira imagem da nova geração da Fiat Strada Divulgação Fiat revela primeira imagem da nova Strada Divulgação/Fiat Nova Fiat Strada Divulgação/FCA

Nova geração do SUV já foi confirmada pelo presidente da marca no Brasil e concorrerá com Jeep Compass, Chevrolet Equinox e Ford Territory. Nissan X-Trail terá faróis divididos Reprodução/INPI A nova geração do Nissan X-Trail, prevista para ser apresentada ainda em 2020, fez sua primeira aparição global. O SUV foi revelado mundialmente pelos registros do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), no Brasil. O modelo já foi confirmado para o mercado brasileiro. Na época da confirmação, feita pelo próprio presidente da Nissan no Brasil, Marco Silva, a indicação foi de que o SUV só chegaria após o lançamento de sua nova geração. Traseira do modelo segue a identidade dos SUVs da Nissan, como o Kicks Reprodução/INPI Questionada pelo G1 sobre a confirmação já feita e sobre os motivos de o modelo aparecer em primeira mão no Brasil, a Nissan respondeu que "o registro de patente de produtos é algo normal para resguardar as propriedades da empresa" e que "está sempre estudando possibilidades em seu portfólio, mas não há nada confirmado para o Brasil neste momento". O desencontro de informações pode estar ligada à atual crise mundial e à alta do dólar, que pode ter causado um adiamento dos planos da marca. Por enquanto, o que se sabe sobre o novo X-Trail é que ele terá uma configuração e-Power, movida por um motor elétrico que é abastecida por um gerador a gasolina. Lateral do X-Trail tem traços sólidos e horizontais Reprodução/INPI No entanto, Marco já apontou que o modelo não deverá ser vendido em configurações híbridas por aqui, já que o preço elevado prejudicaria sua competitividade frente a concorrência. Posicionado imediatamente acima do Kicks, o X-Trail terá como rivais Jeep Compass, Chevrolet Equinox e o futuro Ford Territory. O Nissan só deverá chegar ao Brasil em 2021. Painel do novo Nissan X-Trail Reprodução/INPI Versa também vem aí A Nissan também confirmou que a nova geração do Versa chegará ao Brasil até o meio de 2020. Com a proximidade de sua chegada, o modelo já roda pelas ruas brasileiras com pouca camuflagem. Duas unidades do sedã foram flagradas na cidade de São José dos Pinhais (PR). Apesar da proximidade com a fábrica da marca, o modelo não será produzido lá, mas importado do México. Novo Versa flagrado próximo à fábrica da Nissan, em São José dos Pinhais (PR) Felipe Hreisemnou/G1

Proposta foi apresentada pela montadora nesta segunda-feira (30) e após recusa da entidade sindical, uma nova reunião foi marcada para quarta-feira (1º). Medida é uma das ações da empresa diante da pandemia de coronavírus. GM propõe layoff na fábrica de São José dos Campos Reprodução/TV Vanguarda A General Motors (GM), dona da Chevrolet, propôs nesta segunda-feira (30) a adoção de layoff (suspensão temporária dos contratos de trabalho) com redução de salários na fábrica de São José dos Campos (SP) como uma das medidas diante do cenário econômico causado pela pandemia do novo coronavírus. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, a redução salarial pode chegar até 25%. Em nota, a montadora confirma a proposta, mas não informou a porcentagem da redução (veja nota abaixo). MAPA DO CORONAVÍRUS: as cidades com infectados e o avanço dos casos Saiba tudo sobre o novo Coronavírus Veja as principais notícias sobre o coronavírus na região A medida foi apresentada pela fábrica ao sindicato na manhã desta segunda. Os representantes da organização sindical se posicionaram contrários à proposta e uma nova reunião foi marcada para quarta-feira (1º). Na tarde desta segunda, às 16h, o sindicato vai levar a proposta aos metalúrgicos da fábrica por meio de uma transmissão via internet. Segundo o sindicato, a redução dos salários pode ser de até 25% de acordo com a faixa salarial de cada trabalhador. O layoff começaria no próximo dia 14 de abril. Durante esse período, que seria de quatro meses, parte dos salários seria paga com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o restante seria pago pela GM. Os trabalhadores da GM estão atualmente em férias coletivas. A medida visa impedir a disseminação do novo coronavírus. A montadora tem cerca de 3,8 mil trabalhadores e produz o modelo S10 na planta de São José dos Campos. Nota emitida pela GM "A GM vem tomando medidas que visam proteger a saúde dos colaboradores em meio à pandemia de Covid-19, ao mesmo tempo em que busca alternativas para garantir o futuro do negócio. Neste sentido, foram implementadas medidas como banco de horas, férias coletivas, planos de redução de custos e, inclusive, adiamento de investimentos. Entretanto, neste momento de crise sem precedentes que o Brasil e o mundo enfrentam e, num esforço para manter os empregos, a empresa está discutindo com os sindicatos outras medidas, que incluem lay-off e redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial. Importante ressaltar que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Continuaremos a acompanhar a evolução do cenário e estaremos prontos para retomar as atividades assim que for possível." Initial plugin text

Os eventos aconteceriam, respectivamente, nos próximos meses de junho e outubro. Salão de Detroit de 2017 Bill Pugliano/AFP Os salões de Detroit e Paris, que aconteceriam respectivamente nos meses de junho e outubro, foram cancelados pela pandemia da Covid-19. O evento americano acontecerá em junho de 2021, enquanto o francês deverá acontecer apenas em 2022, seguindo o calendário das mostras europeias. Veja os efeitos do coronavírus na indústria automotiva Indústria automotiva do Brasil para completamente com pandemia Coronavírus: perguntas e respostas "Embora estejamos desapontados, não há nada mais importante para nós do que a saúde, a segurança e o bem-estar dos cidadãos de Detroit e Michigan, e faremos o possível para apoiar a luta de nossa comunidade contra o surto de coronavírus", disse Rod Alberts, diretor executivo do Salão de Detroit. Todas as pessoas que já haviam comprado ingressos, bem como os patrocinadores, serão devidamente reembolsados. Além do anúncio, a organização do NAIAS (North American International Auto Show) também disse que o centro de convenções onde o evento aconteceria será utilizado como um hospital de campanha para o tratamento de infectados pelo coronavírus. O cancelamento do Salão de Paris foi divulgado pelo OICA, a Organização Internacional de Fabricantes de Veículos Automotores. A organização do evento ainda não emitiu comunicado. Initial plugin text

Valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 1,9%, a R$ 4,40, nesta semana. Preços dos combustíveis recuam na semana Marcelo Brandt / G1 Os preços dos combustíveis recuaram nos postos nesta semana, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (23) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A queda dos preços segue a tendência de redução do valor da gasolina e do diesel nas refinaria diante da queda da cotação do petróleo e da desaceleração global. De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 1,9%, a R$ 4,40, nesta semana. O preço do litro do diesel caiu 2,6% no período, para R$ 3,492. O preço do etanol recuou 2,7%, para R$ 3,139. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Preços nas refinarias Nesta sexta-feira, a Petrobras informou que vai reduzir o preço médio da gasolina em 5% e o do diesel em 3% nas refinarias a partir deste sábado (28). Segundo a estatal, o preço médio da gasolina passa a ser de R$ 1,08 por litro - o menor desde 31 de outubro de 2011. Foi a segunda redução no preço da gasolina esta semana, e a primeira no diesel. Na quarta-feira, o preço da primeira foi reduzido em 15% nas refinarias. Com isso, no acumulado do ano a redução do preço da gasolina é de 43,5%. Já no caso do diesel, é de 31,3%.

Modelo foi apresentado via internet, após cancelamento dos salões de motos de Tóquio e Osaka. Honda CB-F Concept Divulgação Com o cancelamento dos salões de motocicletas de Osaka e de Tóquio, a Honda resolveu apresentar via internet um novo conceito. A CB-F Concept presta homenagem aos 60 anos da criação da linha CB, e, em especial, à CB 900F, lançada em 1979. Ainda não há mais informações sobre o possível lançamento da CB-F, e a Honda informou apenas algumas características técnicas do modelo. Honda CB-F Concept Divulgação Ela possui motor de 4 cilindro e 998 cm³, mas a potência não foi divulgada. O câmbio é de 6 marchas. A suspensão dianteira é de garfo invertido. Atualmente, a linha CB da Honda no Brasil é composta por CB Twister, CB 500F (veja avaliação), CB 650R (o G1 acelerou o modelo na Itália) e CB 1000R. VÍDEO: Veja como anda a nova CB 650R Honda CB 650R: como é andar na moto que foi lançada no Salão Duas Rodas

O presidente dos Estados Unidos acionou o Ato de Defesa de Produção para obrigar as fabricantes a fornecerem os equipamentos. Presidente dos EUA, Donald Trump Leah Millis/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou nesta sexta-feira (27) que Ford e GM passem a produzir respiradores artificiais imediatamente, como ajuda para o combate à pandemia do coronavírus. Indústria automotiva para completamente no Brasil com a pandemia Veja os efeitos do coronavírus na indústria automotiva Coronavírus: veja perguntas e respostas Trump deu a ordem em uma rede social, dizendo que “a General Motors deve abrir imediatamente sua unidade 'estupidamente' abandonada de Lordstown, em Ohio, ou alguma outra” para começar a fazer os equipamentos, e que a Ford também deve iniciar a produção dos respiradores rapidamente. Initial plugin text "Como sempre, as coisas como 'esta' General Motors nunca parecem dar certo. Eles disseram que nos dariam 40 mil respiradores muito necessários 'rapidamente'. Agora, eles estão dizendo que haverá apenas 6 mil no final de abril e que querem um dólar alto. É sempre uma bagunça com Mary B.", disse Trump referindo-se à presidente da GM, Mary Barra. Logo após as publicações, ele acionou o Ato de Produção de Defesa. A lei permite, entre outros, que o presidente exija que empresas aceitem contratos para materiais e serviços essenciais, e forneça incentivos para a produção e o fornecimento de materiais críticos. A Ford não respondeu até o momento. GM diz que vai fazer respiradores e máscaras Depois das críticas e ameaças de Trump, a GM anunciou que irá produzir, a partir do início de abril, respiradores em sua unidade de Kokomo, no estado de Indiana. Em nota, a empresa disse que a empresa, além de uma parceira, especializada na produção de respiradores, "estão prontas para entregar os primeiros ventiladores no próximo mês e aumentar a capacidade de fabricação de mais de 10 mil ventiladores para cuidados intensivos por mês, com a infraestrutura e a capacidade de expandir ainda mais." Cerca de 1 mil trabalhadores serão responsáveis pela produção dos respiradores. A fábrica de Kokomo é usada, em condições normais, para a fabricação de componentes elétricos para os veículos GM. A empresa ainda informou que vai converter temporariamente sua fábrica em Warren, Michigan, para produzir máscaras cirúrgicas. A produção começará já na próxima semana, com capacidade de até 50 mil máscaras por dia. Caso seja necessário, a GM disse que poderá fazer até 100 mil peças por dia. No Brasil, GM vai arrumar respiradores A Chevrolet vai adaptar parte de duas instalações para consertar respiradores, aparelhos importantes nos casos mais graves de pacientes com a Covid-19. A iniciativa foi tomada em conjunto com o Ministério da Economia, o Senai e a Associação Brasileira de Engenharia Clínica, e também deve envolver outras fabricantes, que ainda não tiveram os nomes informados. Initial plugin text

Anfavea diz que 64 das 65 fábricas brasileiras estão ou ficarão com a produção suspensa por conta da pandemia. Fábrica da Chevrolet em São Caetano do Sul, SP Divulgação 64 das 65 fábricas de carros, caminhões, ônibus e máquinas agrícolas do Brasil estão ou ficarão paradas como reflexo do avanço do novo coronavírus, segundo a Anfavea, a associação das fabricantes. A exceção é a fábrica de máquinas de construção da Volvo em Pederneiras (SP), que segue operando. O levantamento da Anfavea não inclui motos. No entanto, Honda e Yamaha, as duas maiores empresas do setor, que têm mais de 90% do mercado, já anunciaram paradas em suas fábricas, localizadas em Manaus. Coronavírus: perguntas e respostas Veja os efeitos do coronavírus na indústria automotiva As medidas foram tomadas individualmente pelas empresas, e levam em consideração dois fatores importantes: a necessidade do isolamento e do distanciamento social e a queda na demanda por veículos. Como muitas concessionárias estão fechadas, não há necessidade de continuar produzindo. Além disso, a própria Anfavea estimava, em fevereiro, que o estoque nas lojas e pátios de fábricas era suficiente para 37 dias. Vale ressaltar, porém, que a paralisação das fábricas de veículos não é um fenômeno brasileiro. Várias fabricantes têm adotado medidas semelhantes para tentar conter o avanço do coronavírus em outros países. Veja abaixo as fabricantes que anunciaram a interrupção na produção de veículos no Brasil. Automóveis Em janeiro e fevereiro, o segmento mais volumoso dessa indústria produziu quase 400 mil veículos. As 34 fábricas ficarão paradas até meados de abril. Fábricas de automóveis paradas Caminhões e ônibus Até agora, Mercedes-Benz, Volvo, Volkswagen, Daf, Iveco e Agrale detalharam os planos de paralisação na produção de caminhões e ônibus no Brasil. A Scania, porém, não informou o período em que sua unidade de São Bernardo do Campo (SP) ficará sem operar. Entre janeiro e fevereiro, foram produzidos mais de 16 mil caminhões e ônibus no Brasil. Fábricas de caminhões e ônibus paradas Máquinas agrícolas e de construção O setor de máquinas agrícolas e rodoviárias produziu, em janeiro e fevereiro, pouco mais de 6 mil unidades. Entre as fabricantes, a CNH Industrial, dona das marcas Case, New Holland e Iveco suspendeu os trabalhos de suas 7 fábricas no Brasil, assim como a John Deere, que paralisou a produção desde o dia 25 de março as atividades em 6 fábricas no país. Fábricas de máquinas agrícolas paradas Conheça os sintomas e as formas de se prevenir contra o novo coronavírus Initial plugin text

Retorno da produção foi adiado para o final de abril. Entre as fornecedoras, ZF e Continental anunciaram a suspensão das atividades. Fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) Letícia Paris/G1 A Volkswagen, segunda maior vendedora de carros do Brasil, anunciou nesta quinta-feira (26) que vai estender a paralisação em suas fábricas no país até o final de abril, em decorrência da pandemia do coronavírus. Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva Quando anunciou que iria interromper suas linhas, a empresa havia estimado o retorno para o dia 13 de abril. Agora, a Volkswagen diz que "a produção será retomada de acordo com a programação da cadeia de suprimentos e de logística de cada fábrica. Durante este período os empregados estarão em férias coletivas, medida que faz parte das ferramentas de flexibilização previstas em Acordo Coletivo de Trabalho." A Volkswagen possui fábricas em São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR), esta última também produz veículos da Audi. Autopeças também vão parar Disco de freio da TRW, que pertence à ZF Divulgação Com a paralisação das fabricantes de veículos, ZF e Continental, duas grandes empresas de autopeças, ambas alemãs, também decidiram conceder férias coletivas aos empregados a partir da próxima semana. O período é mais curto que nas montadoras, entre 12 e 14 dias. Os fabricantes de veículos anunciaram paradas de três a quatro semanas. Os 2.368 trabalhadores da área produtiva da Continental estarão em férias entre os dias 30 de março e 12 e 14 de abril, dependendo da unidade. O grupo tem quatro fábricas — Guarulhos, Itapevi, Várzea Paulista (SP) e Ponta Grossa (PR) — e produz componentes de borracha e sofisticados dispositivos eletrônicos, como o controle de estabilidade e câmeras para veículos. A Continental informou que “a decisão e respectivas datas poderão ser reavaliadas, de acordo com os desdobramentos da pandemia”. Em nota, a empresa informou, ainda, que “apesar da situação crítica, a Continental está se empenhando para que as medidas de contingência tenham efeito mínimo no emprego e renda”. Na ZF, os 5 mil funcionários estarão em férias entre 1º e 12 de abril. Por meio de nota, a empresa disse esperar que até lá “os riscos de contágio da covid-19 sejam amenizados”. Algumas das atividades começaram a parar, de forma gradual, no início desta semana e a partir de agora o recebimento de suprimentos estará reduzido ao mínimo necessário. O grupo ZF tem sete fábricas, todas localizadas em São Paulo — Araraquara, Engenheiro Coelho, Iracemápolis, Itu, Limeira, Sorocaba e São Bernardo do Campo —, e também é especializada em equipamentos eletrônicos sofisticados, como sistemas de segurança.

Além delas, Volkswagen vai doar máscaras e emprestar veículos para prefeituras de 4 cidades e Moura vai fazer 100 mil máscaras. Protótipo de protetor facial produzido pela PSA em Porto Real, RJ Divulgação As montadoras de veículos encontraram outras formas de utilizar sua força de trabalho e estrutura durante a paralisação de suas fábricas em decorrência da pandemia do coronavírus. A PSA, dona das marcas Peugeot e Citroën, vai deixar de produzir modelos como 2008 e C4 Cactus e adaptar algumas instalações da fábrica de Porto Real (RJ) para a confecção de protetores faciais, que serão doados para autoridades de saúde dos municípios da região. A General Motors, dona da Chevrolet, líder de vendas no Brasil, anunciou que, até o final de abril, quer consertar respiradores que atualmente estão fora de uso. Segundo a GM, já foram mapeados 3 mil aparelhos nessa situação em todo o país. Mas o número pode chegar a 5 mil. Empresas anunciam doações para ajudar no combate ao coronavírus; veja lista Grupo de pessoas se junta para produzir protetores com impressoras 3D Brasileira cria rede para imprimir equipamentos usados no tratamento do coronavírus PSA vai produzir protetores faciais O protetor facial é considerado um equipamento de proteção individual, ou EPI, e é usado por profissionais que trabalham em hospitais no combate ao coronavírus. A ideia surgiu do gerente geral da fábrica da PSA, Charles Costa. Ele assistiu à reportagem exibida pelo Jornal Nacional da última segunda-feira (23), que mostrou um projeto de uma universidade do Rio de Janeiro que usa impressoras 3D para produzir os protetores. Ele, então, lembrou-se que a unidade de Porto Real tinha um equipamento do tipo, que ficaria ocioso, já que a fábrica será paralisada em decorrência da pandemia. "Depois de ver a reportagem, pesquisei no celular e encontrei o projeto. Consegui baixar o desenho, e, no dia seguinte, passei para um colaborador que cuida da impressora da fábrica. Conseguimos imprimir um protetor de teste", conta. Veja a reportagem do Jornal Nacional Tecnologia e solidariedade se unem para ajudar profissionais de saúde na pandemia Com o sucesso na primeita tentativa, Costa procurou o diretor da fábrica, que apoiou o projeto. Normalmente, a impressora da fábrica é usada na confecção peças experimentais para veículos que ainda não foram lançados. No caso dos protetores faciais, observou-se que a impressora era capaz de produzir duas das quatro peças necessárias. O terceiro componente, assim como o corte das peças, seriam feitos na cidade vizinha de Resende, pela Fablab, uma oficina escola para estudantes técnicos, fruto da parceria do Senai com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. A quarta e última peça, um elástico, será comprada de um fornecedor externo pela PSA. A fabricante também ficará responsável pela montagem da peça. Quatro funcionários ficarão responsáveis pela produção dos protetores. Eles serão entregues higienizados e já embalados de forma correta. "Até o final da semana, queremos entregar o primeiro lote", disse o gerente. Ainda não há uma definição de quantos protetores serão feitos. GM vai consertar respiradores A Chevrolet vai adaptar parte de duas instalações para consertar respiradores, aparelhos importantes nos casos mais graves de pacientes com a Covid-19. A iniciativa foi tomada em conjunto com o Ministério da Economia, o Senai e a Associação Brasileira de Engenharia Clínica, e também deve envolver outras fabricantes, que ainda não tiveram os nomes informados. "Disponibilizamos todas as nossas fábricas, incluindo o campo de provas de Indaiatuba (SP)", disse o gerente de inovação da GM, Carlos Sakuramoto. Respiradores encostados em casa de saúde de Mossoró, RN Felipe Gibson/G1 A operação começa com o Ministério da Saúde, que pede aos hospitais para incluirem em um banco de dados a quantidade de aparelhos parados, bem como marca, modelo, defeito e ano de fabricação. A partir daí, é possível saber exatamente quantos são, e onde estão os respiradores quebrados. Quando o levantamento for concluído, nos próximos dias, os equipamentos serão levados aos locais de reparo. Para ajudar na logística, transportadoras devem ser incluídas no projeto, assim como outras fabricantes dispostas a auxiliar no reparo dos aparelhos. Nas instalações da GM, os funcionários voluntários já estão recebendo treinamento específico. São engenheiros e técnicos, especializados em elétrica e eletrônica. "Terminando o mapeamento, teremos uma visão melhor. O objetivo é ter pelo menos uma equipe em cada localidade. Mas, talvez tenhamos que recorrer a mais voluntários. Temos recebido várias ligações de funcionários dispostos a ajudar", diz Sakuramoto. Volks fará doações A Volkswagen, vice-líder de vendas no Brasil também anunciou medidas para auxiliar no combate ao coronavírus. Por enquanto, as ações são de empréstimo de veículos e doação de máscaras. Nesta quarta-feira (25), a montadora disse que vai doar 2 mil máscaras do tipo PFF-2 para as prefeituras de São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR), cidades onde a Volks tem fábricas. De acordo com a empresa, elas são “parte do estoque da companhia e eram de utilização na linha de produção”. A Volks também vai emprestar 100 veículos para as cidades, e também para o governo do estado de São Paulo. O objetivo é que os automóveis sejam usados para “deslocamento de médicos e enfermeiras, bem como transporte de medicamentos e equipamentos de saúde”, disse a empresa, em nota. Moura vai produzir e doar máscaras O Grupo Moura, que atua no segmento de baterias, vai produzir e doar 100 mil máscaras para a população no combate ao coronavírus. A máscara, com duas camadas de tecido e um filtro de lã, segue o modelo usado na China, e foi desenvolvida pelas equipes de engenharia da Moura. Num primeiro momento, elas serão destinadas à população, funcionários do grupo e suas respectivas famílias e aos profissionais das revendas da marca em todo país. A companhia destacou, ainda, que a iniciativa também vai ajudar a movimentar a cadeia produtiva do Agreste pernambucano, contribuindo para manutenção dos pequenos e médios negócios. A Moura ainda afirmou que as máscaras de tecido desenvolvidas pela empresa não são indicadas para uso hospitalar e não serão destinadas aos profissionais de saúde. Initial plugin text

Empresa tem quase 80% do mercado brasileiro. Yamaha e BMW, que também montam em Manaus, anunciaram suspensão da produção a partir da próxima semana. Fábrica de motos da Honda em Manaus (AM) Rafael Miotto/G1 A Honda, a Yamaha e a BMW, que têm 94% do mercado de motos do Brasil informaram nesta terça-feira (24) que vão paralisar a produção de motocicletas em função da pandemia do coronavírus. As atividades nas três fábricas, localizadas em Manaus, serão suspensas até abril. Juntas, as empresas são as três maiores vendedoras de motos do Brasil, com 94% do mercado. A Honda é a líder, com 79,2%, seguida pela Yamaha, com 14%. A BMW tem 0,9% de participação. No caso da Honda, sua unidade de Manaus é a maior fábrica de motos do Brasil, com capacidade para fazer mais de 1 milhão de exemplares por ano. Ela foi inaugurada em 1976, e, recentemente, alcançou o marco de 25 milhões de unidades produzidas. Lá, a paralisação começa na próxima sexta-feira, 27 de março, e com previsão de retorno em 20 de abril. De acordo com a Honda, entre 27 e 30 de março, os 6.200 funcionários vão usar o banco de horas para compensar os dias não trabalhados. A partir do dia 30, entrarão em férias coletivas. A empresa ainda informou que vai direcionar "o maior número possível de profissionais das áreas administrativas para férias coletivas ou regime de home office". Yamaha vai colocar 2 mil em coletivas A Yamaha que é a segunda marca que mais vende motos no Brasil, vai colocar em férias coletivas 2 mil funcionários da unidade de Manaus. A fábrica ficará parada entre os dias 31 de março e 19 de abril. O retorno da produção está previsto para o dia 20. Segundo a Yamaha, "algumas áreas essenciais com necessidades específicas poderão, eventualmente, trabalhar em regime excepcional de plantão. Nesses casos, a empresa seguirá oferecendo a seus colaboradores todas as proteções individuais necessárias em salvaguarda para evitar o contágio." BMW também para produção Fábrica da BMW Motorrad em Manaus Divulgação A divisão de motocicletas da BMW, que também tem fábrica em Manaus, anunciou pouco depois da Honda que também vai paralisar a produção no local. De acordo com a BMW, os funcionários entrarão em férias coletivas entre os dias 30 de março e 23 de abril. São 175 trabalhadores. Initial plugin text

Unidade permanecerá fechada até quarta (25); após esse período, empresa entra em férias coletivas até abril. Fábrica fechou após funcionário apresentar sintomas de coronavírus; nesta segunda (23), a Hyundai informou que ele testou negativo. Fábrica da Hyundai em Piracicaba suspende produção após identificar funcionário com suspeita de coronavírus Divulgação/Hyundai Após suspender a operação ao identificar uma suspeita de coronavírus em um funcionário, a Hyundai anunciou que vai estender o fechamento da fábrica em Piracicaba até quarta-feira (25). A medida acontece para evitar a circulação de pessoas devido à pandemia de Covid-19. Após esse período, a unidade vai entrar em férias coletivas. A fábrica está fechada desde sexta-feira (20), quando um dos funcionários precisou parar de trabalhar por apresentar sintomas do novo vírus. Nesta segunda, a Hyundai informou que o funcionário, que trabalha em uma área de suporte à produção, testou negativo. "Mesmo assim, as instalações da fábrica foram higienizadas e desinfetadas no fim de semana, seguindo os protocolos das autoridades sanitárias", diz a nota. Férias coletivas Segundo a Hyundai, para contribuir com as medidas públicas de evitar a circulação de pessoas, todos os funcionários da empresa estão sendo orientados a permanecer em casa. "Em São Paulo (SP), os escritórios da Hyundai já trabalham de maneira remota, com os funcionários em casa", diz a nota. A partir de quinta-feira (26), tanto a fábrica em Piracicaba quanto os escritórios em São Paulo entrarão em férias coletivas até o dia 9 de abril, mantendo apenas atividades essenciais nos dois municípios. A previsão é de que as operações voltem ao normal a partir do dia 13 de abril, após o feriado de Páscoa, segundo a Hyundai. "A prorrogação das férias coletivas ou outras medidas serão avaliadas conforme o desenvolvimento da pandemia de COVID-19 e as determinações das autoridades", finaliza a nota da empresa. Sobre impacto na produção, a assessoria da empresa já havia informado ao G1 que, no momento, não há, já que uma parada estratégica já estava planejada em março. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba

Medida já foi adotada por Fiat, Jeep, GM, Volkswagen, Ford e Mercedes, Volvo e Land Rover. Toyota também cita 'quadro de incertezas do mercado brasileiro no curto prazo'. Fábrica de Jaguar e Land Rover em Itatiaia (RJ) Divulgação Hyundai, Nissan e Jaguar Land Rover anunciaram nesta segunda-feira (23) que vão interromper a produção no Brasil pela pandemia do coronavírus. A medida já foi tomada pela líder em vendas de carros General Motors (GM), dona da Chevrolet, e por Volkswagen, Ford, Caoa Chery, Mercedes-Benz e Volvo Caminhões. Até o momento, 33 fábricas de veículos no Brasil terão a produção parada por causa da epidemia. Ao todo, o país tem 65 unidades. Veja lista das que tiveram a parada anunciada: Fábricas com produção suspensa no Brasil A Hyundai interromperá sua produção em Piracicaba (SP) a partir da próxima quinta-feira (26), quando os trabalhadores da fábrica e do escritório em São Paulo entrarão em férias coletivas até o dia 9 de abril. Os trabalhos deverão ser retomados em 13 de abril, podendo ser revisto. A Nissan, que possui fábrica em Resende (RJ), informou que a produção será suspensa em 25 de março, com previsão inicial de retorno em 22 de abril. De acordo com a empresa, "a medida se soma ao esforço de todos para conter a proliferação da pandemia de COVID-19 e prioriza o bem-estar dos colaboradores, fornecedores, suas famílias e a sociedade em geral, além de, também, ajustar os estoques a nova realidade de demanda local." De acordo com Jaguar e Land Rover, a unidade de Itatiaia (RJ) terá suas operações interrompidas a partir da próxima quarta-feira (25), até o dia 27 de abril. Os trabalhadores da produção serão afastados pelo regime de banco de horas, enquanto a área administrativa realiza trabalho remoto, de suas casas. A Volkswagen Caminhões e Ônibus, que anunciou na última sexta-feira (20) a paralisação da produção da fábrica de Resende (RJ) a partir do dia 30 de março, antecipou o início das férias coletivas dos funcionários. Com isso, a produção vai ser suspensa já nesta quarta-feira (25), com retorno previsto em 20 de abril. Outras marcas As três fábricas da FCA, em Goiana (PE), Betim (MG) e Campo Largo (PR), terão redução gradual a partir da próxima segunda até serem totalmente paralisadas, o que deve acontecer no dia 30 de março. As atividades deverão ser retomadas em 21 de abril. Segundo a empresa, que afirma ter adiado todos os eventos e ações de produtos, "a continuidade da produção até a paralisação total se dará mediante as rigorosas medidas preventivas já adotadas para garantir a saúde e integridade dos funcionários". A Renault, quarta marca mais popular do Brasil em 2019, 7.500 funcionários da fábrica de São José dos Pinhais (PR) ficarão em férias coletivas no período de 25 de março a 14 de abril. Na Toyota, as atividades serão suspensas a partir da próxima terça-feira (24) e o retorno está previsto para o dia 6 de abril. As medidas afetam as 4 fábricas, localizadas em São Bernardo do Campo, Sorocaba, Indaiatuba e Porto Feliz, todas no estado de São Paulo. Segundo a montadora, a paralisação se deve tanto à prevenção da propagação do vírus causador da Covid-19, quanto ao "quadro de incertezas do mercado brasileiro no curto prazo", além das dificuldades logísticas e de abastecimento de peças e suprimentos. VÍDEOS: perguntas e respostas sobre o coronavírus Os cerca de 6 mil funcionários da Toyota no país ficarão afastados, seja para trabalho remoto, como os colaboradores das áreas administrativas, ou férias coletivas, caso dos trabalhadores de funções que não permitem trabalho à distância. A Honda anunciou na tarde de sexta-feira (20) que irá suspender a produção de automóveis nas unidades de Sumaré e Itirapina (SP) por 20 dias, a partir de 25 de março. O retorno está previsto para 14 de abril, mas a empresa já disse que pode postergar a volta para 27 de abril. Durante esse período, os funcionários ficarão em férias coletivas. Por outro lado, a fábrica de motos de Manaus não foi incluída na medida. Segundo a Honda, "a parada da produção é uma alternativa em avaliação, em resposta ao provável avanço na disseminação do vírus no estado do Amazonas." A PSA, dona das marcas Peugeot e Citroën também decidiu interromper a produção em sua fábrica de Porto Real (RJ) entre 23 de março e 21 de abril de 2020. Segundo a empresa, "a produção será então reiniciada dependendo da futura situação no país". A única fábrica da BMW no Brasil, em Araquari (SC), a partir do dia 30 de março. O retorno das atividades é previsto para 22 de abril. A Ford anunciou a paralisação em todas as suas fábricas da América do Sul a partir de segunda-feira (23), enquanto a Volvo dará férias coletivas para os 3,7 mil trabalhadores de sua fábrica de caminhões e ônibus em Curitiba, a partir de 30 de março. A Volkswagen disse que vai suspender atividades de todas as suas fábricas no país a partir da próxima segunda (23). A Mercedes-Benz também deu férias coletivas para todos os seus funcionários, assim como a General Motors. Initial plugin text

A partir de agora, revendedores deverão funcionar, no mínimo, de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. Bombas de gasolina em posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta segunda-feira (23) resolução que flexibiliza o horário de funcionamento dos postos de combustíveis no país. A partir de agora, os revendedores deverão funcionar, no mínimo, de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h. Até então o horário mínimo de funcionamento era das 6h às 20h. "Eventual funcionamento em horário inferior ao indicado deverá ser solicitado e previamente autorizado pela ANP", afirma a agência. Segundo a ANP, o novo horário irá vigorar enquanto durarem as medidas temporárias de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus estabelecidas no país. "As medidas reforçam o cuidado com a garantia do abastecimento nacional e flexibilizam algumas obrigações" afirma a agência.

Medida, divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos e confirmada pela montadora, abrange também as demais plantas da empresa no Brasil. GM antecipa férias coletivas dos trabalhadores de São José Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM) divulgou na tarde desta sexta-feira (20) que decidiu antecipar as férias coletivas dos trabalhadores da unidade de São José dos Campos (SP) para a próxima terça-feira (24), devido à evolução da pandemia de coronavírus (Covid-19). A medida de antecipação abrange também as demais plantas da empresa no Brasil, que vão sair em férias coletivas entre esta sexta (20) e terça (24). Segundo a montadora, as férias coletivas na unidade da GM em São José teriam início apenas no dia 30 de março, mas visando a segurança dos trabalhadores e acompanhando as ações que as autoridades do país vêm tomando diante da evolução da doença, a empresa decidiu antecipar a data. Ainda segundo a GM, essa medida é complementar, porque a montadora já adotou outras formas de prevenção ao coronavírus, como o trabalho home office, cancelamento de eventos presenciais e orientação sobre higiene aos funcionários.

Unidade ficará fechada, inicialmente, até segunda (23) para procedimentos de desinfecção; funcionário trabalha na área de suporte e aguarda resultado de exame em casa, diz empresa. Fábrica da Hyundai em Piracicaba suspende produção após identificar funcionário com suspeita de coronavírus Divulgação/Hyundai A Hyundai anunciou que fechará a fábrica em Piracicaba (SP) a partir desta sexta-feira (20). Segundo a empresa, a medida acontece de forma preventiva após a identificação de um caso suspeito de Covid-19 entre os funcionários. A unidade, inicialmente, permanece fechada até segunda-feira (23). A Hyundai informou que, durante este período, haverá procedimentos de higienização e desinfecção da fábrica. "O funcionário, que trabalha em uma área de suporte à produção, aguarda em casa o resultado dos exames e está recebendo, junto com a família, todo o apoio e atenção necessários", diz a nota. A previsão é de que a operação da fábrica retorne a partir da terça-feira (24), ainda de acordo com a Hyundai. Sobre impacto na produção, a empresa informou que, no momento, não há, já que uma parada estratégica já estava planejada em março. Com evolução dos casos, produção pode parar A empresa informou ainda que, conforme a evolução da doença na região, a Hyundai estuda algumas medidas a serem implementadas, uma delas, a antecipação de férias coletivas para os funcionários. "A segurança, saúde e bem-estar dos colaboradores da Hyundai, clientes, parceiros e da comunidade local é prioridade frente ao momento atual de pandemia global de COVID-19”, finaliza a nota da empresa. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba

Interrupção do serviço começará nesta sexta-feira e não há data prevista de retorno. Patinete da Yellow em São Paulo Rikardy Tooge/G1 A Grow, empresa que reúne as marcas Grin e Yellow, informou que suspenderá temporariamente o serviço de compartilhamento de patinetes elétricos no país a partir desta sexta-feira (20), em decorrência da pandemia de coronavírus. A decisão afeta as cidades onde a empresa opera no Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba – e ainda não há uma data de previsão do retorno da operação. “A decisão foi tomada visando proteger funcionários, usuários e não-usuários do risco de contágio pela doença, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde brasileiros”, diz a empresa. Os usuários serão informados sobre a decisão de paralisar as operações via aplicativo e também pelas redes sociais. “A empresa ainda não tem data definida para a retomada do serviço e acompanhará o avanço da contaminação da Covid-19 e as diretrizes governamentais para definir como será a sua atuação em cada uma das cidades nos próximos dias”. Além do Brasil, a Grow também está suspendendo seus serviços na Colômbia e no Peru, e segue avaliando a situação nos demais países. Initial plugin text

A medida considera a necessidade de se evitar aglomerações nos órgãos de trânsito em meio à pandemia do coronavirus, além de ajudar caminhoneiros e motoristas profissionais. Vanessa Chaves/G1 O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quinta-feira (19) uma deliberação ampliando e interrompendo os prazos de processos e de procedimentos dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. A medida, diz o Contran, busca auxiliar a população no enfrentamento dos impactos do novo coronavírus no setor de trânsito e transportes brasileiro. "Estamos considerando a necessidade urgente de se evitar aglomerações nos órgãos de trânsito e nas entidades públicas e privadas prestadoras de serviços afetos ao trânsito, além de ajudar caminhoneiros e motoristas profissionais", diz o diretor do Denatran e presidente do Contran, Frederico Carneiro. As mudanças anunciadas pelo Contran: no âmbito da fiscalização, ficam interrompidos, por tempo indeterminado, os prazos para que o condutor possa dirigir com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida desde 19 de feveireiro; a interrupção vale também para a Permissão de Dirigir (PPD), para expedição de Certificado de Registro de Veículo (CRV) em caso de transferência de propriedade de veículo adquirido desde 19 de fevereiro e para o registro de licenciamento de veículos novos – desde que ainda não expirados; o prazo para conclusão do processo de habilitação passou de 12 para 18 meses. Isso significa que quem começou o processo de habilitação em março do ano passado e ainda não concluiu, por exemplo, terá até setembro pra concluir o processo. Também estão interrompidos por tempo indeterminado os prazos para: defesa de autuação; recursos de multa; defesa processual; recursos de suspensão de direito de dirigir e cassação do documento de habilitação; para identificação de condutor infrator.

Medida já foi adotada por GM, Volkswagen, Ford e Mercedes, Volvo, Jaguar e Land Rover. Toyota também cita 'quadro de incertezas do mercado brasileiro no curto prazo'. Fábrica da Toyota em Indaiatuba (SP) Divulgação Fiat Chrysler (FCA), Renault, Toyota, PSA (Peugeot e Citroën), BMW, Honda, Jaguar, Land Rover, além da divisão de caminhões e ônibus da Volkswagen anunciaram nesta sexta-feira (20) que vão interromper a produção em todas as suas fábricas no Brasil pela pandemia do coronavírus. A medida já foi tomada pela líder em vendas de carros General Motors (GM), dona da Chevrolet, e por Volkswagen, Ford, Caoa Chery, Mercedes-Benz e Volvo Caminhões. Até o momento, 31 fábricas de veículos no Brasil terão a produção parada por causa da epidemia. Ao todo, o país tem 65 unidades. Veja lista das que tiveram a parada anunciada: Fábricas com produção suspensa no Brasil As três fábricas da FCA, em Goiana (PE), Betim (MG) e Campo Largo (PR), terão redução gradual a partir da próxima segunda até serem totalmente paralisadas, o que deve acontecer no dia 30 de março. As atividades deverão ser retomadas em 21 de abril. Segundo a empresa, que afirma ter adiado todos os eventos e ações de produtos, "a continuidade da produção até a paralisação total se dará mediante as rigorosas medidas preventivas já adotadas para garantir a saúde e integridade dos funcionários". A Renault, quarta marca mais popular do Brasil em 2019, 7.500 funcionários da fábrica de São José dos Pinhais (PR) ficarão em férias coletivas no período de 25 de março a 14 de abril. Na Toyota, as atividades serão suspensas a partir da próxima terça-feira (24) e o retorno está previsto para o dia 6 de abril. As medidas afetam as 4 fábricas, localizadas em São Bernardo do Campo, Sorocaba, Indaiatuba e Porto Feliz, todas no estado de São Paulo. Segundo a montadora, a paralisação se deve tanto à prevenção da propagação do vírus causador da Covid-19, quanto ao "quadro de incertezas do mercado brasileiro no curto prazo", além das dificuldades logísticas e de abastecimento de peças e suprimentos. VÍDEOS: perguntas e respostas sobre o coronavírus Os cerca de 6 mil funcionários da Toyota no país ficarão afastados, seja para trabalho remoto, como os colaboradores das áreas administrativas, ou férias coletivas, caso dos trabalhadores de funções que não permitem trabalho à distância. A Honda anunciou na tarde de sexta-feira (20) que irá suspender a produção de automóveis nas unidades de Sumaré e Itirapina (SP) por 20 dias, a partir de 25 de março. O retorno está previsto para 14 de abril, mas a empresa já disse que pode postergar a volta para 27 de abril. Durante esse período, os funcionários ficarão em férias coletivas. Por outro lado, a fábrica de motos de Manaus não foi incluída na medida. Segundo a Honda, "a parada da produção é uma alternativa em avaliação, em resposta ao provável avanço na disseminação do vírus no estado do Amazonas." A PSA, dona das marcas Peugeot e Citroën também decidiu interromper a produção em sua fábrica de Porto Real (RJ) entre 23 de março e 21 de abril de 2020. Segundo a empresa, "a produção será então reiniciada dependendo da futura situação no país". A única fábrica da BMW no Brasil, em Araquari (SC), a partir do dia 30 de março. O retorno das atividades é previsto para 22 de abril. A Volkswagen Caminhões e Ônibus também anunciou nesta sexta-feira (20) a paralisação da produção da fábrica de Resende (RJ) entre 30 de março e 20 de abril. A empresa afirmou que nesse período seus funcionários ligados à produção terão um período combinado de banco de horas e férias coletivas. A Hyundai também paralisou as operações em Piracicaba entre esta sexta-feira (20) e a próxima segunda-feira. Porém, o motivo é que há suspeita de que um funcionário tenha contraído a Covid-19. Por isso, a unidade será higienizada e desinfectada. A Hyundai ainda afirmou que "está estudando próximas medidas a serem implementadas, conforme a evolução da doença no País. Uma dessas medidas pode ser a antecipação de férias coletivas.” Jaguar e Land Rover também interromperão suas operações em Itatiaia (RJ) a partir da próxima quarta (25) até o dia 27 de abril. Áreas administrativas trabalham em regime de home office, enquanto trabalhadores da produção serão dispensados por regime de banco de horas. Outras marcas Na última quinta-feira, a Ford anunciou a paralisação em todas as suas fábricas da América do Sul a partir de segunda-feira (23), enquanto a Volvo dará férias coletivas para os 3,7 mil trabalhadores de sua fábrica de caminhões e ônibus em Curitiba, a partir de 30 de março. A Volkswagen disse que vai suspender atividades de todas as suas fábricas no país a partir da próxima segunda (23). A Mercedes-Benz também deu férias coletivas para todos os seus funcionários, assim como a General Motors. Initial plugin text

Ford e Volvo Caminhões também anunciaram parada nesta quinta, 19. Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) Divulgação A Volkswagen anunciou que vai suspender atividades de todas as suas fábricas no país a partir da próxima segunda-feira (23), por 3 semanas. A medida visa preservar a saúde de seus empregados e familiares em decorrência do avanço da epidemia de coronavírus, segundo comunicou a montadora. Mais cedo, Ford e Volvo Caminhões anunciaram paradas pelo mesmo motivo. Elas se juntam a General Motors, dona da Chevrolet e líder de mercado, e à Mercedes-Benz (carros, caminhões e ônibus), que anunciaram medidas semelhantes durante a semana. Vice-líder em vendas de carros, a Volkswagen produz carros em São Bernardo do Campo (SP) — unidade Anchieta —, Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR). Segundo a montadora, empregados da área administrativa continuarão em trabalho remoto e os empregados da linha de produção terão folgas administradas por banco de horas até 30 de março. Depois, estarão em férias coletivas por duas semanas. A Volkswagen Argentina disse nesta sexta-feira (20) que, em virtude das decisões do governo local, também suspendeu suas atividades no país até o dia 31 de março. Funcionários administrativos continuarão a trabalhar remotamente. Ford Na Ford, a parada será em todas as suas fábricas na América do Sul. Na próxima segunda a produção será suspensa em Camaçari (BA), Taubaté (SP) — onde produz motores e transmissão — e também na fábrica da Troller, em Horizonte (CE). Na quarta-feira (25), será paralisada a produção em General Pacheco, na Argentina. Confira VÍDEOS com perguntas e respostas sobre o coronavírus A Ford afirmou que a decisão "tem como objetivo principal manter os funcionários em segurança e ajudar a limitar a propagação do vírus, além de ajustar os volumes de produção à redução na demanda dos consumidores gerada por essa situação sem precedentes". A data prevista para o retorno das atividades é diferente para Brasil e Argentina. As unidades brasileiras devem retomar os trabalhos em 13 de abril. Já a fábrica argentina deve ter a operação reativada em 6 de abril. A Ford, porém, não afirmou se vai colocar os funcionários em férias coletivas. Volvo Fábrica de Volvo no Paraná Divulgação A Volvo anunciou, também nesta quinta-feira, que vai dar férias coletivas para os 3,7 mil trabalhadores de sua fábrica de caminhões e ônibus em Curitiba. Os funcionários ficarão afastados de suas atividades por quatro semanas, a partir do dia 30 de março. GM e Mercedes A GM vai colocar todos seus funcionários de produção férias coletivas entre os dias 30 de março e 12 de abril. A empresa tem unidades em São José dos Campos, São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes (SP), Gravataí (RS) e Joinville (SC). A Mercedes-Benz também informou que vai dar férias coletivas para os funcionários das fábricas de São Bernardo do Campo, Iracemápolis (SP) e Juiz de Fora (MG). A medida vale entre os dias 30 de março e 21 de abril. Initial plugin text

Nesta quinta (19) funcionários da fábrica realizaram uma paralisação em protesto contra as demissões. Caoa Chery reverte demissões na fábrica de de motores em Jacareí, diz sindicato Divulgação/Chery O Sindicato dos Metalúrgicos divulgou que, após negociação com a Caoa Chery na tarde desta quinta-feira (19), a empresa aceitou reverter a demissão em massa dos trabalhadores da fábrica de motores na planta de Jacareí (SP). A montadora chinesa foi procurada pelo G1 e confirmou as recontratações (leia mais abaixo). Durante esta quinta, funcionários da fábrica realizaram uma paralisação em protesto contra as demissões. O sindicato também corrigiu o número de demitidos, que é de 70 e não 59 como informado anteriormente. A Caoa Chery informou que é 'sensível ao atual momento que o Brasil está atravessando com a pandemia de Covid-19' e, em acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, tomou a decisão de reverter as demissões realizadas pela empresa, colocando todos em regime de lay-off. Segundo o sindicato, os funcionários ficarão em esquema de lay-off, em casa, realizando apenas cursos de qualificação, mas com estabilidade garantida até junho. Os trabalhadores readmitidos, segundo o sindicato, representam cerca de 10% do quadro de funcionários, que tem 540 empregados. Com as demissões, a fábrica de motores seria fechada na planta de Jacareí, porém, não há confirmação de que a produção será mantida na fábrica. Na manhã desta sexta-feira (20), o sindicato fará uma assembleia na porta da Chery com os trabalhadores, onde será votado o acordo fechado com a empresa.

Medida vale a partir da próxima semana, em 4 unidades do Brasil e da Argentina. Volvo estabeleceu férias coletivas para funcionários da fábrica de caminhões e ônibus de Curitiba. Ford suspende produção na América do Sul Divulgação A Ford afirmou nesta quinta-feira (19) que irá paralisar a produção em todas as suas fábricas na América do Sul. Segundo a fabricante, a decisão foi tomada como resposta ao avanço do coronavírus no continente. A medida começa a valer na próxima segunda-feira (23), nas unidades de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e também na fábrica da Troller, em Horizonte (CE), e na próxima quarta-feira (25) em General Pacheco, na Argentina. Confira VÍDEOS com perguntas e respostas sobre o coronavírus Em nota, a Ford afirmou que a decisão "tem como objetivo principal manter os funcionários em segurança e ajudar a limitar a propagação do vírus, além de ajustar os volumes de produção à redução na demanda dos consumidores gerada por essa situação sem precedentes". A data prevista para o retorno das atividades é diferente para Brasil e Argentina. As unidades brasileiras devem retomar os trabalhos em 13 de abril. Já a fábrica argentina deve ter a operação reativada em 6 de abril. A Ford, porém, não afirmou se vai colocar os funcionários em férias coletivas. Volvo também vai parar produção Fábrica de Volvo no Paraná Divulgação A Volvo anunciou, também nesta quinta-feira, que vai dar férias coletivas para os 3,7 mil trabalhadores de sua fábrica de caminhões e ônibus em Curitiba. Os funcionários ficarão afastados de suas atividades por quatro semanas, a partir do dia 30 de março. Outras medidas já anunciadas Esse, aliás, foi o recurso encotrado por outras duas fabricantes aqui no Brasil. Nesta quarta-feira (18), Mercedes-Benz e General Motors anuciaram que vão dar férias coletivas para seus funcionários. A GM, dona da Chevrolet, marca líder de vendas no Brasil, vai colocar todos seus funcionários de produção férias coletivas, entre os dias 30 de março e 12 de abril. A empresa tem unidades em São José dos Campos, São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes (SP), Gravataí (RS) e Joinville (SC). A Mercedes-Benz também informou que vai dar férias coletivas para os funcionários das fábricas de São Bernardo do Campo, Iracemápolis (SP) e Juiz de Fora (MG). A medida vale entre os dias 30 de março e 21 de abril. A Caoa Chery, por fim, demitiu 59 funcionários e encerrou a produção de motores na fábrica de Jacareí (SP). Initial plugin text

Decisão valerá enquanto forem necessárias medidas de contenção da epidemia de coronavírus. Polícia Rodoviária Federal atua nas estradas federais. PRF ampliou prazo para recorrer de multas de trânsito aplicadas por ela PRF/Divulgação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prorrogou de 30 para 90 dias todos os prazos relacionados ao processamento de multas de trânsito aplicadas pela instituição. A medida vale "enquanto durarem as ações de contenção relativas à pandemia" de coronavírus, disse o comunicado desta quinta-feira (19). O prazo estendido vale para multas com vencimento posterior a 13 de março de 2020, em relação aos seguintes serviços: apresentação de defesa de autuação interposição de recurso identificação de condutor infrator regularização de veículos com documentação retida, entre outros. Segundo a PRF, as notificações que estão dentro desses novos prazos serão reenviadas. Regularização de veículos O prazo para apresentar um veículo regularizado após uma autuação da PRF, que era de 5 dias, passa também para 90 dias. Somente após esse prazo a PRF poderá autuar o proprietário por desobediência, infração de trânsito de natureza grave. Serviços online O atendimento presencial da PRF nos estados tem sido reduzido também como ação de combate à epidemia. A polícia informa que uma parte significativa dos serviços administrativos prestados pela instituição está disponível à distância. Usuários podem apresentar recursos, indicar condutor que cometeu infrações, imprimir boletos e registrar acidentes sem vítimas, por exemplo, através da internet e dos Correios. Detrans Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) também têm anunciado restrição de serviços presenciais e suspenderam a realização de exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a fim de evitar aglomerações. Para saber se algo mudou no seu estado ou cidade com relação a prazos para recurso de multas, consulte o Detran e o órgão de trânsito municipal. Initial plugin text

Sindicato classificou demissões como 'irresponsáveis' diante da pandemia de coronavírus e reivindica que a empresa contrate novamente os funcionários demitidos. Trabalhadores da Chery entram em greve após demissões Os funcionários da Caoa Chery iniciaram nesta quinta-feira (19) uma paralisação de 24h em protesto pela demissão de 59 funcionários da fábrica em Jacareí. O sindicato ainda cobra medidas de prevenção ao coronavírus por parte da montadora. Segundo o sindicato, uma negociação está marcada com a montadora na manhã desta quinta-feira, na qual a categoria pretende solicitar a reintegração dos 59 funcionários demitidos após a empresa fechar o setor de fabricação de motores. Após a rodada de negociação com a empresa, uma nova assembleia está prevista entre os trabalhadores e sindicato. O G1 procurou a Chery para comentar sobre a paralisação, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. Em nota anterior, sobre os cortes, a empresa disse que "a situação econômica do Brasil neste início de ano, agravada pela recente disparada do dólar, gerou uma grande e inesperada queda nas vendas do setor" e que a "medida tem por objetivo reequilibrar a operação da empresa no país e resistir ao cenário econômico atual e previsto para os próximos meses". Sobre as medidas em prevenção ao coronavírus, a empresa informou que o setor administrativo passa a operar em regime remoto. A partir de segunda (23), as áreas produtivas iniciarão uma parada gradual até dia 27, quando haverá a suspensão das atividades. A medida vale inicialmente por duas semanas. Funcionários da Caoa Chery fazem paralisação após demissões na fábrica em Jacareí. Vanessa Vantine/TV Vanguarda Demissões A Caoa Chery demitiu 59 funcionários e encerrou a produção de motores nesta quarta-feira (18) na fábrica em Jacareí. O número de cortes representa cerca de 10% do quadro de funcionários da montadora, que tinha 540 empregados. O sindicato criticou a decisão e classifica os cortes como irresponsáveis. A entidade afirma que as demissões foram feitas em um momento em que os trabalhadores mais precisam de estabilidade e plano de saúde, diante da pandemia de coronavírus (Covid-19). Prevenção ao coronavírus Outras empresa da região, como a General Motors, Hitachi e Ericson, já colocaram funcionários do grupo de risco, como idosos e portadores de doenças crônicas, em licença remunerada e trabalhadores da parte administrativa estão em sistema home office. A GM e a Hitachi vão conceder a partir do dia 30 de março, férias coletivas a todos os colaboradores pelo período de 14 dias.
Tarcísio Freitas (Infraestrutura) não detalhou medidas, mas disse que objetivo é evitar os atendimentos em balcão em meio à pandemia do novo coronavírus. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo estuda prorrogar o prazo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e de passes livres, além de medidas para ajudar os caminhoneiros autônomos. Tarcísio Freitas não chegou a detalhar as medidas, mas disse que o objetivo é evitar filas e atendimentos em balcão em meio à pandemia do novo coronavírus. "Vamos evitar atendimentos em balcão. Estamos a extensão de prazo da CNH e de passe livre de maneira que as pessoas não tenham que comparecer em postos para fazerem a extensão da carteira", afirmou. O ministro participou de uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro e de outros ministros do governo, entre os quais Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça). Auxílio para caminhoneiros Sem detalhar que tipo de ajuda será dada, o ministro afirmou que o governo avalia como beneficiar o trabalhador do transporte rodoviário. “Foco no caminhoneiro autônomo que não tem a proteção social e que eventualmente se tiver um problema, se tiver doente, não tem como trabalhar e levar o sustento para dentro de casa”. A negociação é para que seja fixada uma espécie de renda mínima para os caminhoneiros autônomos que estiverem no grupo de risco ou afastados do trabalho por estarem em quarentena.

Medida, divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos e confirmada pela montadora, abrange também as demais plantas da montadora no Brasil. GM anuncia férias coletivas por prevenção ao coronavírus na fábrica de São José dos Campos Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM) vai dar férias coletivas para os funcionários da fábrica de São José dos Campos (SP) como reflexo da crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus. A medida, divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos e confirmada pela montadora, abrange também as demais plantas da empresa no Brasil - em São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes (SP), Gravataí (RS) e Joinville (SC). O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos informou que as férias coletivas vão durar de 30 de março a 12 de abril. Na fábrica trabalham cerca de 3,8 mil funcionários. Em nota, a GM, que é dona da Chevrolet, líder de mercado no Brasil, disse que a medida foi tomada "com o objetivo de ajustar a produção à demanda do mercado". Segundo o sindicato, até a data de início das férias coletivas os funcionários da parte administrativa da montadora ficarão trabalhando de casa, em sistema de home office e os colaboradores que fazem parte do grupo de risco, como profissionais com mais de 60 anos e portadores de doenças crônicas, ficarão em licença remunerada. Outras fábricas em São José O Sindicato dos Metalúrgicos divulgou também que a Ericson e a Hitachi colocaram nesta terça-feira (17) parte dos trabalhadores em home office e deixaram trabalhadores do grupo de risco em licença remunerada. Assim como a GM, a Hitachi, que tem cerca de 300 trabalhadores, também adotou férias coletivas por 14 dias a partir de 30 de março. Além disso, a empresa colocou profissionais que fazem parte do grupo de risco em licença remunerada desde terça-feira (17) e trabalhadores da parte administrativa começaram a trabalhar de casa em home office. Já na Ericson, que tem cerca de 660 trabalhadores em São José, somente a parte administrativa ficará em home office e profissionais que fazem parte do grupo de risco terão licença remunerada. Os demais funcionários continuarão trabalhando normalmente. A medida é por prazo indeterminado e visa prevenir a contaminação por coronavírus. O que diz a Ericsson A Ericsson confirmou que colocou os funcionários em home office em São José e informou ainda que criou um plano de contingência para garantir que a produção siga, respeitando questões de segurança e de saúde dos trabalhadores. A produção continua funcionando para atender a demanda em um esquema com escalas alternadas de trabalho. O que diz o sindicato O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Weller Gonçalves, informou ao G1 que, apesar dos anúncios das medidas, as empresas precisam agir de forma mais urgente e antecipar as medidas. “Não tem como os funcionários continuarem indo para as fábricas, com esse surto de coronavírus. As empresas precisam tomar medidas mais urgentes e parar tudo o quanto antes”, disse o diretor sindical. Ainda segundo o Weller, o sindicato está cobrando outras empresas de colocarem os funcionários em licença remunerada, porque se os funcionários não forem dispensados, as medidas do governo não serão eficazes. “Do que adianta as prefeituras dispensarem as crianças das aulas e os pais continuarem indo trabalhar? Com quem eles vão deixar os filhos? Eles podem acabar contraindo a doença e levando o vírus pra casa”, disse. O G1 acionou a Hitachi e aguardava retorno até a publicação da reportagem.

Empresa tem fábricas em São Bernardo do Campo e Iracemápolis, SP, e Juiz de Fora, MG. Líder do mercado de automóveis, a Chevrolet também anunciou medida semelhante. Fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação A Mercedes-Benz anunciou na tarde de quarta-feira (18) que vai dar férias coletivas para todos os funcionários no Brasil por 20 dias a partir de 30 de março. A empresa produz automóveis, caminhões e ônibus no país, nas cidades de São Bernardo do Campo, Iracemápolis (SP) e Juiz de Fora (MG). A medida, de acordo com a empresa, foi tomada "pensando nos cuidados com todos os seus colaboradores e familiares e com o objetivo de prevenção ao Covid-19." Entre os dias 25 e 27 de março, além de 20 de abril, os funcionários terão as folgas debitadas do banco de horas. A Mercedes também disse que vai antecipar a campanha de vacinação contra a gripe. A medida é para "tranquilizar os colaboradores em casos de sintomas gripais". O retorno das atividades está previsto para o dia 22 de abril, "dependendo da situação do país", disse a empresa. Coronavírus: veja perguntas e respostas Também nesta quarta-feira, a General Motors adotou medida semelhante, enquanto a Caoa Chery demitiu 59 funcionários e encerrou a produção de motores na unidade de Jacareí (SP). São as duas primeiras fabricantes no Brasil a tomar medidas em razão da pandemia do coronavírus. Initial plugin text

Empresa é dona da Chevrolet, líder de mercado no Brasil. Segundo sindicato, trabalhadores devem retornar em 12 de abril. Fábrica da GM em São Caetano do Sul Divulgação A General Motors anunciou nesta quarta-feira (18) que vai dar férias coletivas para todos os funcionários no Brasil a partir de 30 de março, em meio ao pânico gerado pela pandemia de coronavírus. Em nota, a GM, que é dona da Chevrolet, líder em vendas no Brasil, disse que a medida foi tomada "com o objetivo de ajustar a produção à demanda do mercado". Coronavírus: veja perguntas e respostas O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos disse que as férias coletivas vão durar entre 30 de março e 12 de abril. No local, trabalham cerca de 3,8 mil funcionários. Além de São José dos Campos (SP), a Chevrolet tem fábricas em São Caetano do Sul, Mogi das Cruzes (SP), Gravataí (RS) e Joinville (SC). Outras marcas Também nesta quarta-feira, o Sindicato dos Metalúrgicos informou que a Caoa Chery demitiu 59 funcionários e encerrou a produção de motores na unidade de Jacareí (SP). Pouco depois, a Mercedes-Benz também afirmou que colocaria seus funcionários em férias coletivas, com retorno previsto para o dia 22 de abril. Initial plugin text

Fiat Chrysler disse que reduzirá produção nas unidades dos Estados Unidos. Fábrica da Ford nos Estados Unidos Divulgação A Ford e a General Motors, dona da Chevrolet, anunciaram nesta quarta-feira (18) que vão paralisar a produção de veículos em suas fábricas na América do Norte até 30 de março em função da propagação do coronavírus no país. As duas empresas são as maiores fabricantes de veículos dos Estados Unidos, com venda anual acima de 2,5 milhões de unidades, cada. A Ford disse que, após os turnos da noite de quinta-feira, todas as unidades nos Estados Unidos, México e Canadá serão fechadas para que as instalações sejam limpas. O fechamento de fábricas nos Estados Unidos segue uma tendência mundial. Veja abaixo, uma lista de fabricantes que já interromperam, ou vão interromper a produção: Caoa Chery suspendeu a produção de motores no Brasil Porsche suspendeu a fabricação na Aleamanha Volkswagen também parou as unidades europeias Mercedes-Benz anunciou o fechamento de fábricas na Europa PSA fechou todas as fábricas na Europa Ducati interrompeu produção de motos na Itália Em nota, a Ford afirmou que, nas próximas semanas, vai discutir com o sindicato responsável os planos de reabertura das fábricas, considerando protocolos para ajudar a impedir a propagação do vírus. Após um funcionário da fábrica de Michigan testar positivo para o coronavírus, a unidade foi fechada, e a Ford irá desinfectar o edifício. A produção ali também deve ser retomada em 30 de março. A Ford também afirmou que irá interromper a produção nas fábricas europeias de Colônia e Saarlouis, na Alemanha e Craiova, na Romênia. A unidade de Valência já havia sido fechada. Fábrica de GM em Detroit, Estados Unidos Divulgação Já a Chevrolet disse que a interrupção da produção vai acontecer em etapas, e não detalhou quando todas as unidades deixarão de funcionar. A empresa disse ainda que irá reavaliar semanalmente a situação da produção. A Honda também vai suspender a produção nas fábricas da América do Norte. As unidades ficarão paradas entre os dias 23 e 31 de março. Segundo a empresa, nesse intervalo, deixarão de ser produzidos 40 mil veículos. A fabricante japonesa disse que vai pagar o salário integral dos 27,6 mil funcionários afetados. Fiat Chrysler vai reduzir produção A Fiat Chrysler afirmou que, após conversas com o sindicato dos trabalhadores da indústria automotiva, decidiu implementar mudanças nas linhas de produção nas fábricas dos Estados Unidos. Sem detalhar o plano, a empresa afirmou que vai adotar turnos rotativos para reduzir a quantidade de empregados nas instalações. A empresa já havia suspendido a produção na maior parte das fábricas da Europa. Initial plugin text

Atividade nas fábricas da Alemanha serão interrompidas inicialmente por duas semanas. Porsche Taycan no prédio da primeira fábrica da Porsche, em Stuttgart Divulgação A Porsche anunciou nesta quarta-feira (18) que vai suspender sua produção de veículos a partir deste sábado (21) para evitar a contaminação de funcionários pelo novo coronavírus. A interrupção, segundo a companhia, será inicialmente por duas semanas. Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva Veja perguntas e respostas sobre a pandemia A fabricante de carros esportivos disse, em nota, que além da prevenção, os "gargalos nas cadeias de proteção globais não estão permitindo mais manter uma produção organizada". "A Porsche está se preparando para um declínio na demanda e garantindo sua força financeira através dessas decisões", continuou o comunicado da companhia. A fábrica principal da empresa, em Zuffenhausen, e a instalação de produção em Leipzig, ambas na Alemanhã, serão fechadas a partir deste sábado. As medidas foram tomadas, diz a Porsche, como parte de um processo organizado e em estreita colaboração com o conselho de trabalhadores. "As consequências reais ainda não são previsíveis. Portanto, ainda é muito cedo para previsões. O que está claro é que 2020 será um ano desafiador", afirmou Oliver Blume, presidente do comitê executivo da Porsche AG. Segundo a montadora, o avanço da doença e seus desdobramentos serão monitorados constantemente. Initial plugin text

Demissões foram anunciadas na manhã desta quarta-feira (18) e atingiram todas as áreas da empresa. Sindicato dos Metalúrgicos classificou a demissão como 'irresponsável' diante da pandemia de coronavírus. Caoa Chery demite 59 funcionários e encerra produção de motores na fábrica em Jacareí Divulgação/Chery A Caoa Chery demitiu 59 funcionários e encerrou a produção de motores nesta quarta-feira (18) na fábrica em Jacareí. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos, que classificou a demissão como 'irresponsável' diante da pandemia de coronavírus. Procurada, a Caoa Chery confirmou a informação ao G1 na noite de quarta-feira. Em nota, a empresa disse que "a situação econômica do Brasil neste início de ano, agravada pela recente disparada do dólar, gerou uma grande e inesperada queda nas vendas do setor". A Caoa Chery ainda afirmou que a "medida tem por objetivo reequilibrar a operação da empresa no País e resistir ao cenário econômico atual e previsto para os próximos meses". Segundo o sindicato, foram demitidos trabalhadores da produção e do administrativo. O número de cortes representa cerca de 10% do quadro de funcionários da montadora, que tinha 540 empregados. O sindicato criticou a decisão e classifica os cortes como irresponsáveis. A entidade afirma que as demissões foram feitas em um momento em que os trabalhadores mais precisam de estabilidade e plano de saúde, diante da pandemia de coronavírus (Covid-19). "Não podemos aceitar demissões num cenário em que a população mais precisa de seus empregos e planos de saúde. O sindicato vai cobrar do poder público medidas em favor dos trabalhadores. Nem a Chery nem qualquer outra empresa pode fazer demissões neste momento. As empresas têm de assumir suas responsabilidades diante dessa crise", afirmou o diretor do sindicato, Guirá Guimarães. O sindicato ainda informou que desde o final do ano passado já vinha reivindicando estabilidade no emprego, mas que a empresa sempre se recusou a atender a pauta da categoria. Nesta semana, eles haviam encaminhado uma pedido de licença remunerada para todos os trabalhadores, como prevenção ao coronavírus. “Desde ontem a gente protocolou a pauta de reivindicações pedindo estabilidade no emprego, licença remunerada e manutenção dos direitos para todas as fábricas da região. As demissões são uma irresponsabilidade com os trabalhadores em um momento em que estamos passando por uma crise humanitária e não há como procurar emprego", disse Guirá. O líder do sindicato afirmou que realizará uma assembleia na manhã desta quinta-feira (19) para cobrar a reversão das demissões.
Resolução também permitiu a redução de frequência em rotas nacionais por causa da crise do coronavírus. ANTT também determinou a higienização da frota de veículos das empresas. A Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) informou nesta quarta-feira (18) que suspendeu o transporte rodoviário internacional de passageiros em decorrência da pandemia de coronavírus. Com a decisão tomada pela agência não serão mais permitidas viagens internacionais por ônibus. A proibição, segundo resolução da ANTT, vale para o transporte de fretamento, e semiurbano em região de fronteira, realizada por empresas brasileiras e estrangeiras. Em nota, a agência informou ainda que permitiu a redução de frequência de horários em rotas nacionais por causa da “contingência que o país está atravessando”. A agência informou ainda que as empresas são obrigadas a fazer a higienização da frota “por métodos que eliminem e impeçam a proliferação de vírus, bactérias, fungos, ácaros e microrganismos nocivos à saúde”. Na terça-feira a ANTT havia divulgado uma série de recomendações para as empresas e passageiros do transporte público interestadual para evitar a proliferação do novo coronavírus. Entre as regras, estão o uso de máscaras por que estiver gripado e a esterilização, após cada viagem, dos pega-mãos, corrimãos, catracas e equipamentos de bilhetagem. Diretor do Procon-SP orienta sobre como cancelar viagens durante a epidemia da covid-19 Veja as recomendações da Agência Nacional de Transportes Terrestres: Para os passageiros Se estiver com sintomas de gripe, especialmente com febre, evite utilizar o transporte público, fazendo-o somente usando máscara e se houver estrita necessidade. Quando for tossir ou espirrar, é necessário cobrir a boca e o nariz com o cotovelo/antebraço – quando se usa a mão, há uma maior possibilidade de transmitir o vírus pelo toque ou depositá-lo em alguma superfície do veículo, como, por exemplo, pega-mãos, corrimãos, barras de apoio, catracas, leitores de bilhetes/cartões e dinheiro. Evite tocar nos olhos, no nariz e na boca sem higienizar as mãos. Sempre lave as mãos com água e sabão. A dica é lavá-las enquanto se canta parabéns mentalmente ou se conta até 20 (esse tempo é necessário para uma higienização adequada). Outra opção é utilizar álcool em gel 70%. Durante a viagem, se possível, abra a janela do veículo e o mantenha bem ventilado. Se você for idoso, procure evitar o transporte público em horários de pico. Seguindo recomendações de higiene e educação, já é possível reduzir a transmissão do vírus. Consulte fontes confiáveis e evite notícias falsas – fake news. Para as empresas Mantenha os ônibus limpos, higienizando/esterilizando, após cada viagem, os pega-mãos, corrimãos, catracas, equipamentos de bilhetagem e demais superfícies onde há o constante contato das mãos dos passageiros, do motorista e do cobrador. Mantenha o interior do veículo bem ventilado, preferencialmente com ventilação natural. Instrua/treine a tripulação sobre os meios de transmissão do coronavírus, de forma a evitar a transmissão e o contágio, transformando-os em multiplicadores/disseminadores dessas informações aos demais colegas de trabalho e aos passageiros. Consulte fontes confiáveis, evite notícias falsas (fake news). Disponibilize álcool em gel 70% para os motoristas, cobradores e passageiros e, se possível, máscaras para as pessoas que apresentarem sintomas semelhantes aos de gripe, visto que o contágio pelo vírus pode se dar pelo toque de mãos e, apesar de não ser muito conhecido, por meio de objetos contaminados (cartões, moedas etc.). Outras medidas de higienização devem ser realizadas, em especial no sistema de ar condicionado do veículo. Se perceber que algum membro da equipe está com os sintomas, afaste-o das suas funções imediatamente. Initial plugin text

Empresa projeta que a pandemia da Covid-19 causará um impacto "significativo" em seus resultados de 2020. Angela Merkel, na fábrica da BMW em Leipzig PETER ENDIG/AFP A BMW fechou suas fábricas na Europa e África do Sul, que representam metade de sua capacidade de produção, até 19 de abril devido à pandemia do novo coronavírus. O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho da empresa, Oliver Zipse, segundo a agência France Presse. Coronavírus: veja perguntas e respostas Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva De acordo com a marca, é esperado um impacto "significativo" em seus resultados de 2020 e há previsão de uma "forte queda" do lucro. Antes da pandemia, a empresa projetava números positivos. Impactos na indústria automotiva Além da BMW, diversas outras fabricantes de veículos já tomaram providências para conter a pandemia da Covid-19. A mais recente foi a Mercedes-Benz, que anunciou nesta terça-feira (17) a suspensão de grande parte de sua produção na Europa. A Volkswagen, que também anunciou paralisação de fábricas europeias, disse temer pelos efeitos da crise causada pelo vírus, mas que ainda é "impossível" dizer como isso afetará a empresa. Initial plugin text

Além dela, Volkswagen, Fiat, PSA e outras fabricantes paralisaram as fábricas no continente. Sede da Daimler, em Stuttgart, na Alemanha Divulgação A Daimler, dona da Mercedes-Benz, disse nesta terça-feira (17) que suspenderá a maior parte de sua produção na Europa por duas semanas, para conter a propagação do coronavírus. "A suspensão se tentar aplica às fábricas de carros, vans e veículos comerciais da Daimler na Europa e começará nesta semana", disse a montadora de Stuttgart. Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva Veja perguntas e respostas sobre o vírus Atualmente, as cadeias de fornecimento globais não podem ser mantidas em toda sua extensão, disse a Daimler, acrescentando que, devido à disseminação da Covid-19, os efeitos econômicos na Daimler não podem ser adequadamente determinados ou quantificados com confiabilidade no momento. "Com esses fechamentos, a Daimler está ajudando a proteger sua força de trabalho, interromper a cadeia infecção e conter a propagação da pandemia", afirmou a empresa. Outras marcas Fábrica da PSA em Poissy, na França Divulgação Além da Daimler, a Volkswagen anunciou a paralisação de fábricas na Europa por conta da pandemia. Atitude semelhante teve a PSA, dona de marcas como Peugeot, Citroën e Opel, que vai fechar todas as unidades produtivas no continente. São 15 fábricas, em 7 países. As italianas Fiat Chrysler, Ducati, Ferrari e Lamborghini também decidiram suspender as operações em seu país sede. Na Espanha, outro país que tem um alto número de casos, Ford, Nissan e Renault paralisaram suas fábricas.