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Jim Hackett, CEO desde 2017, vai se aposentar. Em seu lugar, assume Jim Farley. Jim Hackett (esq.) e Jim Farley: atual e futuro CEO da Ford Divulgação A Ford anunciou nesta terça-feira (4) uma troca na presidência da empresa a partir de outubro, quando o atual diretor executivo, Jim Hackett, se aposenta. Em seu lugar, assume o atual diretor de operações, Jim Farley. Jim Hackett deixa o comando da Ford em meio a um processo de renovação da fabricante. Ele estava no cargo desde 2017, mas é funcionário da empresa desde 2007, quando foi contratado para ser diretor mundial de vendas. Sob o comando de Hackett, a Ford se aliou à Volkswagen para a produção de veículos comerciais e elétricos. A aliança ainda não rendeu frutos, embora as conversas entre as fabricantes sigam. Aliança Volkswagen-Ford: o que se sabe até agora A empresa também decidiu investir nos veículos autônomos e tomou uma decisão polêmica ao mudar o posicionamento no mercado americano para atender à demanda por veículos maiores, principalmente picapes e SUVs. Com isso, resolveu tirar de linha modelos como Fusion e Fiesta. Ford Bronco Divulgação Por outro lado, a empresa apresentou o crossover elétrico Mach-E, inspirado no Mustang. Recentemente, a Ford também relançou a linha Bronco. Presidente do conselho da diretoria, Bill Ford afirmou, em nota: "Estou muito agradecido a Jim Hackett por tudo o que fez para modernizar a Ford e nos preparar para competir e vencer no futuro". As ações da Ford perderam quase metade do valor nos últimos cinco anos, enquanto empresas como a fabricante de veículos elétricos Tesla dispararam em Wall Street.

Foram 174.498 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados no mês, contra 132.826 em junho. Venda de veículos novos em imagem de arquivo Fábio Tito/G1 A venda de veículos subiu 31,3% em julho no Brasil, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta terça-feira (4). Foram 174.498 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados no mês, contra 132.826 em junho. T-Cross passa Onix e é o carro mais vendido em julho; veja o top 10 Na comparação com julho de 2019, porém, houve queda de 28,3%. Um ano antes o setor alcançou 243.599 unidades naquele mês. “Podemos observar que o mercado vem, gradativamente, se ajustando ao ‘novo normal’ e o índice de confiança começa a melhorar, principalmente, quando vemos uma retração menor do que a esperada nos números de desemprego e melhores níveis de aprovação cadastral para financiamento de veículos”, destacou Assumpção Júnior Jr., presidente da Fenabrave. O acumulado chegou a 983.254 unidades no corrente ano, o que representa baixa de 36,6% em relação ao mesmo período de 2019. De janeiro a julho de 2019, as concessionárias comercializaram 1.551.709 de veículos. A reportagem está sendo atualizada Produção Industrial sobe quase 9% em junho

SUV teve 10.211 unidades vendidas em julho, contra 9.716 do Onix, quebrando hegemonia de 5 anos do hatch da GM nos rankings mensais. Volkswagen T-Cross Fábio Tito/G1 O Volkswagen T-Cross fechou o mês de julho como o carro mais vendido do Brasil pela 1ª vez, ultrapassando o Chevrolet Onix. Este, por sua vez, se mantém na liderança no ano de 2020 até agora. Como o resultado, o SUV quebra a hegemonia de 5 anos do Onix nos rankings mensais de emplacamentos. Desde julho de 2015, quando o Fiat Palio foi o mais vendido, o hatch da GM ficou em 1º lugar no mês a mês. Venda de veículos sobe 31% em julho Nos dados de emplacamentos divulgados nesta terça-feira (4) pela associação das concessionárias, a Fenabrave, o SUV teve 10.211 unidades vendidas em julho, contra 9.716 do Onix. Na 3ª posição aparece o Hyundai HB20 (7.852), seguido de Fiat Strada (6.564), em 4º. Outro SUV a figurar entre os mais vendidos é o Chevrolet Tracker (6.564), que teve nova geração lançada em 2020. Veja o TOP 50 de julho: Volkswagen T-Cross: 10.211 Chevrolet Onix: 9.716 Hyundai HB20: 7.852 Fiat Strada: 6.564 Chevrolet Tracker: 6.070 Chevrolet Onix Plus: 5.205 Jeep Compass: 4.786 Fiat Argo: 4.756 Jeep Renegade: 4.735 Volkswagen Gol: 4.427 Renault Kwid: 4.274 Ford Ka: 4.259 Fiat Toro: 4.258 Hyundai Creta: 4.017 Volkswagen Polo: 3.610 Fiat Mobi: 3.487 Toyota Corolla: 3.265 Volkswagen Saveiro: 2.828 Volkswagen Virtus: 2.642 Nissan Kicks: 2.418 Honda HR-V: 2.377 Toyota Hilux: 2.327 Ford Ka Sedan: 2.253 Ford EcoSport: 2.078 Hyundai HB20S: 2.031 Renault Sandero: 2.005 Chevrolet Spin: 1.831 Volkswagen Fox/Cross Fox:1.776 Ford Ranger: 1.729 Volkswagen Voyage: 1.673 Chevrolet S10: 1.568 Fiat Uno: 1.547 Renault Duster: 1.422 Toyota Yaris HB: 1.415 Renault Captur: 1.388 Fiat Fiorino: 1.354 Fiat Cronos: 1.337 Renault Logan: 1.310 Mitsubishi L200 1.246 Honda Civic: 1.230 Honda Fit: 1.181 Toyota Yaris Sedan: 1.049 Volkswagen Up!: 1.015 Citroën C4 Cactus: 1.006 Chevrolet Montana: 992 Chevrolet Cruze Sedan: 904 Volkswagen Amarok: 809 Volkswagen Tiguan 876 Fiat Siena: 856 Toyota /Etios HB: 747 Mercado em recuperação O setor de veículos ainda está se recuperando dos efeitos da pandemia de coronavírus. Com a reabertura das concessionárias, a venda de veículos subiu 31,3% em julho no Brasil. Foram 174.498 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus emplacados no mês, contra 132.826 em junho. G1 andou no T-Cross, o primeiro SUV compacto da Volkswagen

Em 2 meses, setor acumula expansão de 17,9%, mas ainda insuficiente para eliminar queda acumulada de 26,6% nos meses de março e abril. Produção de veículos saltou 70% em junho. IBGE divulga índice da produção industrial de junho com alta de 8,9% A produção industrial brasileira avançou 8,9% em junho, na comparação com maio, segundo divulgou nesta terça-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a segunda alta seguida da indústria, mas ainda insuficiente para eliminar a perda de 26,6% acumulada pelo setor nos meses de março e abril, quando o setor atingiu o nível mais baixo já registrado no país. O resultado mensal foi o mais elevado desde junho de 2018 (12,9%), quando o setor retomou a produção logo após a greve dos caminhoneiros, de acordo com o IBGE, reforçando a leitura de que o pior do impacto econômico da pandemia de coronavírus pode ter ficado para trás. Já em relação a junho de 2019, houve recuo de 9%, no oitavo resultado negativo seguido nessa base de comparação. “Embora tenha crescido numa magnitude importante, acumulando expansão de 17,9% nos meses de maio e junho, a produção industrial ainda está longe de eliminar a perda concentrada nos meses de março e de abril. O saldo negativo desses quatro meses é bastante relevante (-13,5%)”, destacou o gerente da pesquisa, André Macedo. Produção industrial mensal Economia G1 O resultado veio um pouco melhor do que o esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 7,7% na variação mensal e de queda de 10,2% na base anual. Mesmo com o desempenho positivo em junho, a indústria ainda está 27,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011 e acumula uma perda de 13,5% na pandemia. O resultado de maio foi revisado pelo IBGE para uma alta de 8,2%, ante leitura inicial de crescimento de 7%. Já o tombo recorde de abril foi revisado para uma queda ainda mais profunda, de 19,2%. Produção de veículos cresce 70% e puxa alta Dos 26 ramos industriais pesquisados pelo IBGE, 24 registraram avanço em junho. O destaque foi a produção de veículos, que avançou 70% ante maio, puxado, principalmente, por carros e caminhões, impulsionada pelo retorno à produção de unidades paralisadas por causa da pandemia. Com o salto, a categoria acumulou alta de 495,2% em dois meses consecutivos de crescimento, mas ainda se encontra 53,7% abaixo do patamar de fevereiro último. Também contribuíram para o resultado do mês os segmentos de bebidas (19,3%), de indústrias extrativas (5,5%), de produtos de borracha e de material plástico (17,3%), de outros equipamentos de transporte (141,9%), de produtos de minerais não-metálicos (16,6%), e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (24,4%). Por outro lado, as indústrias de alimentos e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis recuaram ambos 1,8% em junho. Destaques da produção industrial em junho Economia G1 Maior queda trimestral da série histórica Com o resultado de junho, o setor industrial tombou 19,4% no segundo trimestre e registrou a queda mais intensa desde o início da série histórica, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. No 1º trimestre, a queda tinha sido de 1,6%. Na comparação com os 3 primeiros meses do ano, a indústria teve queda de 17,5% no 2º trimestre. No primeiro trimestre, o recuo havia sido de 2,7% sobre os três meses anteriores. Já na média móvel trimestral, a indústria teve queda de 1,8% em junho frente ao nível de maio, mantendo a trajetória predominantemente descendente iniciada no final de 2019. No acumulado do primeiro semestre, caiu 10,9%, e em 12 meses, recuou 5,6%, queda mais elevada desde dezembro de 2016 (-6,4%). Resultado por grandes categorias Entre as 4 grandes categorias econômicas, também houve crescimento pelo segundo mês seguido, com destaque para bens de consumo duráveis. Veja abaixo: bens de consumo duráveis: 82,2% bens de capital: 13,1% bens de consumo semi e não-duráveis: 6,4% bens intermediários: 4,9% No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, as quatro grandes categorias econômicas acumulam perdas. Os resultados do primeiro semestre mostraram menor ritmo para bens de consumo duráveis (-36,8%) e bens de capital (-21,2%), pressionadas pela redução na fabricação de automóveis (-51,4%) e eletrodomésticos (-13,5%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (-36,2%) e para fins industriais (-16,3%), na segunda. Já os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-10,3%) e de bens intermediários (-6,6%) também assinalaram taxas negativas no acumulado no ano, mas ambos com quedas menos acentuadas do que a observada na média nacional (-10,9%). Pandemia e perspectivas Depois do forte tombo em março e abril, em meio às medidas de isolamento social, a economia tem mostrado sinais de recuperação, mas a incerteza permanece elevada diante do número ainda elevado de casos de coronavírus e elevado desemprego. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostra que a expectativa do mercado é de retração de 5,66% para a economia brasileira este ano. Essa foi a quinta semana seguida de melhora do indicador. Já a projeção para o tombo da produção industrial em 2020 foi piorada para uma queda de 7,92%. A confiança da indústria brasileira voltou a subir em julho, segundo o indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV), mas ainda segue longe do patamar pré-pandemia. A alta, de 12,2 pontos, foi a segunda maior variação positiva da série histórica do indicador, que atingiu 89,8 pontos - ainda abaixo do pico, de 101,4 pontos. Incerteza provocada pelo coronavírus deve travar investimentos no país Confiança dos empresários da indústria melhora em julho

Ao lado de seu amigo Charley Boorman, ator rodou mais de 20 mil quilômetros e passou por 13 países. Série documental será exibida pelo serviço Apple TV+ a partir de 18 de setembro. Ewan McGregor e Charley Boorman em 'Long Way Up' Divulgação Ewan McGregor se juntou mais uma vez ao seu amigo Charley Boorman para retratar uma longa viagem de moto documental. Depois de se aventurarem pela Ásia e pela África com as BMW GS, os dois agora estarão em "Long Way Up", anunciado nesta segunda-feira (3) pela Apple TV+, para cruzar a América Latina. Pela primeira vez, os dois abandonam as motos da fabricante alemã e realizaram a jornada com a Harley-Davidson LiveWire; a primeira moto elétrica da marca. A estreia será em 18 de setembro no serviço de streaming e novos episódios serão divulgados a cada semana. McGregor e Boorman rodaram mais de 20 mil quilômetros com o modelo elétrico, que teve que passar por alterações técnicas para poder rodar em terrenos off-road; como a adaptação de uma bolha na dianteira, rodas raiadas e suspensão mais elevada. Saindo de Ushuaia, a dupla passou por 13 países, entre eles: Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colombia e México. Acompanhando o comboio de produção estavam picapes elétricas da Rivian, uma competidora da Tesla. Em 2019, o G1 foi até os Estados Unidos avaliar a nova Harley LiveWire; confira como foi: Harley-Davidson LiveWire elétrica: G1 avalia o modelo

Empresa levou Vision-S da Áustria para Tóquio para aprimirar algumas tecnologias. Sedã foi apresentado na última CES, em janeiro. Carro elétrico da Sony mostrado na CES de 2020 Thiago Lavado/G1 A Sony deu mais um passo na direção de ter seu próprio carro. Depois de apresentar o Vision-S, um conceito de veículo elétrico na última edição da CES, em janeiro, a empresa de eletrônicos resolveu levar o protótipo para o Japão para aprimorar algumas tecnologias. Primeiro elétrico da Porsche, Taycan chega ao Brasil a partir de R$ 589 mil em pré-venda A empresa disse que pretende iniciar os testes de rodagem até o fim de março do ano que vem. No entanto, não há planos de produção. A Sony até divulgou um vídeo do carro chegando em Tóquio, mas as informações ainda são muito restritas. Da Áustria para o Japão Depois de ter sido mostrado na maior feira de tecnologia do mundo, em Las Vegas, o Vision-S foi levado de volta para a sede da Magna Steyr, empresa austríaca que monta veículos para diversas outras fabricantes, como o Jaguar I-Pace. Agora, o Vision-S fez outra viagem, e foi levado para Tóquio, nos laboratórios da Sony. Lá, ele será preparado para iniciar os testes de rodagem. Rival do Taycan? Exterior do Vision-S, modelo de testes da Sony Divulgação/Sony O Vision-S é um sedã de 4 portas com visual elegante e jeito futurista. Ele tem porte semelhante ao do Porsche Taycan: são 4,90 metros de comprimento, 3,00 m de entre-eixos, 1,90 m de altura e 1,45 m de altura. De acordo com a Sony, o modelo tem 2 motores elétricos de 272 cavalos, cada. Juntos, eles podem levar o sedã de 2.350 kg de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, com máxima de 240 km/h. Interior do Vision-S, da Sony Divulgação/Sony Considerando os quesitos tecnológicos, o Vision-S traz 33 sensores incorporados, incluindo sensores de imagem e de detecção e alcance de luz de estado sólido (Lidar). A Sony promete assistências semiautônomas do nível 2, que incluem assistente de mudança de faixa (inclusive em vias em obras) e controle de velocidade adaptativo. O veículo ainda dispensa os retrovisores convencionais, usando câmeras e telas no lugar. A cabine traz uma grande tela que serve como quadro de instrumentos e central multimídia, inclusive com conexão 5G.

Petrobras, responsável pela produção de cerca de 90% do combustível vendido no Brasil, diz que já segue novas especificações 'há meses'. Nova gasolina estreia no Brasil em agosto Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo A partir desta segunda-feira (3), a gasolina vendida no Brasil deverá seguir novas especificações. Com as novidades, especialistas afirmam que o combustível ganhou em qualidade, e está mais próximo do padrão europeu, ainda que isso possa pesar mais no bolso na hora de abastecer. As mudanças valem para a gasolina do tipo C (comum) e premium, aquela indicada pelas fabricantes de carros esportivos. A Petrobras, responsável pela produção de cerca de 90% da gasolina vendida no Brasil, diz que já segue os novos parâmetros, inclusive no padrão que só entrará em vigor em 2022. Veja dicas para economizar combustível O G1 entrevistou especialistas e profissionais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras e traz uma série de perguntas e respostas sobre o tema: O que mudou na gasolina? Como sei se estou abastecendo com a nova gasolina? Meu carro vai ficar mais econômico? Vou gastar mais para abastecer o carro? Carros mais antigos também serão beneficiados? Vai ficar mais difícil adulterar a gasolina? Até quando os postos poderão vender a “velha” gasolina? Haverá mudanças na porcentagem de etanol? Como fica a gasolina premium? 1. O que mudou na gasolina? Há 3 novidades nos parâmetros da gasolina. Um deles é a exigência de uma massa específica mínima. A massa específica, ou densidade, é a quantidade de uma substância em um determinado volume. Para a gasolina, o padrão mínimo é 715 kg/m³. Isso significa que cada litro de gasolina deve pesar, no mínimo, 715 gramas. Antes, não havia um indicador. De acordo com Everton Lopes, mentor de tecnologia em energia da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), "quando a massa específica é muito baixa, há menor conteúdo energético por litro, então o consumo aumenta". A segunda novidade é a mudança no método de contagem da octanagem da gasolina. A partir de hoje começam a valer novas regras pra gasolina que sai das refinarias A octanagem é o nível de resistência da gasolina à compressão no motor. Quando a mistura de gasolina com ar entra na câmara de combustão, o pistão faz um movimento de compressão, até que a vela solta uma faísca que promove a explosão. “Tínhamos um padrão parecido com o dos EUA. Medíamos o IAD (índice antidetonante), que é a média entre MON e RON”, disse Alex Rodrigues Medeiros, especialista em regulação da ANP. O IAD exigido para a gasolina brasileira era de 87 octanos. Agora, segundo as novas regras, a gasolina deve ter 92 octanos, de acordo com a metodologia RON. A partir de 2022, o RON exigido sobe mais um pouco, chegando a 93 octanos. O padrão RON é mais usado na Europa, mais adequado para motores modernos. "Quanto maior a quantidade de octanos, mais resistente o combustível é à queima, e mais próximo do melhor nível de eficiência ele vai estar", diz Lopes. Por fim, a ANP também introduziu a temperatura mínima de 77 °C para a destilação de 50% da gasolina. Antes, havia apenas um teto para a destilação, de 80 °C. “A destilação garante a boa dirigibilidade, que o combustível vai ser volátil o suficiente na partida a frio para fazer a combustão”, disse Medeiros. 2. Como sei se estou abastecendo com a nova gasolina? “Hoje, há a resolução que diz que o consumidor pode pedir ensaios de qualidade aos postos. Um deles é o de massa específica. Se, por acaso ele pedir, pode ver se está acima de 715 kg/m³”, disse Alex Medeiros, da ANP. Com o teste, o consumidor pode ver se um dos critérios está sendo atendido. A Petrobras, porém, afirma que já entrega o novo combustível nos postos do país. A empresa é responsável por cerca de 90% da produção de gasolina no Brasil. “Essa gasolina já está sendo disponibilizada há muitos meses. Desde o início do ano a Petrobras já vem adequando suas refinarias e distribuidoras”, disse Rogério Gonçalves, especialista em novos produtos da Petrobras. A companhia afirmou inclusive que já atende ao requisito de 93 octanos no padrão RON, que só vai entrar em vigor em 2022. 3. Meu carro vai ficar mais econômico? “No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse Gonçalves, da Petrobras. No entanto, o índice de economia de combustível não é consenso entre os especialistas, e varia de 3% a 6%. O novo padrão da gasolina brasileira deixa os carros mais econômicos porque otimiza a queima do combustível. “Devemos observar uma menor ocorrência de batida de pino ou ignição precoce”, disse Medeiros. “Antes, existiam gasolinas leves, voláteis. Quando adicionava o etanol, se tinha um produto com pouca energia, com poucas substâncias que proporcionam a energia necessária no motor”. Nesse caso, era necessário mais combustível para que o carro funcionasse bem. 4. Vou gastar mais para abastecer o carro? Sim. No fim de junho, a diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, disse que o litro da gasolina teria uma tendência a ficar mais caro com as novas especificações do derivado. No entanto, a empresa não disse qual deve ser a diferença nos preços. Nesse caso, também é preciso considerar que a Petrobras já está fornecendo a nova gasolina para as distribuidoras. No fim das contas, apesar de o motorista pagar mais pelo combustível, o veículo rodará mais quilômetros com um litro de gasolina. Em nota, a Petrobras disse que “o ganho de rendimento de 5%, em média, proporcionado pela nova gasolina compensará uma eventual diferença no preço da gasolina”, e que “o preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis”. A petroleira também afirmou que “é responsável por apenas 30% do preço final da gasolina nos postos”. 5. Carros mais antigos também serão beneficiados? Sim. Apesar de a nova gasolina ter sido pensada para motores modernos, que contam com injeção direta, por exemplo, os propulsores mais antigos também serão beneficiados com o combustível de melhor qualidade. “Fizemos testes com veículos com injeção direta e injeção multiponto. No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse o engenheiro da Petrobras. 6. Vai ficar mais difícil adulterar a gasolina? De acordo com os especialistas, sim. “A nova especificação dificulta a adulteração. Normalmente, são colocados solventes leves, com baixa massa específica. Agora, como há um padrão mínimo, você evita que esses produtos leves sejam colocados”, disse Medeiros. O especialista da ANP ainda afirma que, conforme os solventes ficam mais densos, o preço também sobe, tornando a adulteração menos rentável. A própria ANP afirma que menos de 2% das amostras que coleta são de combustíveis adulterados. Nesses casos, a maior parte das irregularidades está na quantidade de etanol, com 57%. Além disso, a fiscalização ficará mais fácil. “Com o parâmetro de massa específica, a ANP consegue aferir a densidade no próprio posto”, conclui Medeiros. 7. Até quando os postos poderão vender a “velha” gasolina? Segundo a resolução da ANP, a gasolina com as antigas especificações ainda pode ser entregue nas distribuidoras até 3 de outubro, e nos postos até 3 de novembro. Ainda assim, a Petrobras afirma já estar produzindo e entregando a nova gasolina. 8. Haverá mudanças na porcentagem de etanol? Não. A proporção de etanol anidro (sem água) na gasolina seguirá sem alterações, em 27% na gasolina C (comum e aditivada). 9. Como fica a gasolina premium? A gasolina comum ainda ficará abaixo do combustível premium, que passará de 91 octanos, no padrão RON, para 97. Esse tipo de combustível especial, além de ser mais caro, normalmente é recomendado pelas fabricantes de carros esportivos, que desenvolvem seus motores para essa octanagem mais alta. Além do maior número de octanos, a gasolina premium também possui menor índice de etanol anidro de 25%. A gasolina aditivada, como o nome já diz, um combustível comum, acrescido de aditivos, seguirá o mesmo padrão de mudanças da gasolina do tipo C. Nova gasolina: entenda o que muda na fórmula VÍDEO: conheça os tipos de gasolina Conheça os tipos de gasolina VÍDEO: veja hábitos que deixam o carro mais 'beberrão' Veja hábitos que aumentam o consumo de combustível VÍDEO: como calcular o consumo do carro Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro

Litro da gasolina foi comercializado por R$ 4,203 nos postos, com avanço semanal de 0,67%, de acordo com a agência. Os preços médios da gasolina e do diesel nos postos brasileiros encerraram a semana em alta, marcando o décimo aumento semanal consecutivo, mostraram dados da reguladora Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (31). O etanol teve leve baixa. Bombas de gasolina de posto na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A elevação dos valores praticados nas bombas tem acompanhado uma série de aumentos praticados pela Petrobras nas refinarias desde meados de abril, embora a estatal tenha anunciado para a partir desta sexta-feira a primeira redução no período, com corte de 4% na gasolina. O custo médio para o consumidor final do diesel, combustível mais utilizado no Brasil, encerrou a semana em R$ 3,322 por litro, com elevação de 1,28% no período, segundo os números da (ANP). A gasolina foi comercializada em média por R$ 4,203 por litro nos postos, com avanço semanal de 0,67%, de acordo com a agência. Com isso, o valor do diesel nas bombas agora acumula queda de 12% frente à primeira semana do ano, enquanto a gasolina tem retração de 7,8% desde então. O movimento dos preços finais compara-se com uma queda acumulada de cerca de 13,7% para a gasolina e 25% para o diesel nas refinarias da Petrobras ao longo de 2020. O repasse de reajustes nas refinarias aos postos não é automático e nem obrigatório e depende de uma série de fatores, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de biodiesel. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, encerrou a semana vendido em média por R$ 2,741 por litro, com queda de 0,18% ante a semana anterior. No acumulado do ano, os preços do etanol nos postos têm baixa de 13,6%, segundo os dados da ANP.

SUVs estão entre os mais vendidos do Brasil. Renegade agora tem nova versão de entrada a diesel, enquanto Compass mais completo passa a ter banco do passageiro com ajustes elétricos. Jeep Renegade Moab 2021 Divulgação Os Jeep Renegade e Compass ganharam nesta sexta-feira (31) a linha 2021. Os dois modelos passaram a contar com mais equipamentos. Além disso, o Renegade tem uma versão com motor a diesel. Com exceção da versão de entrada do Renegade, voltada ao público PCD, todos os preços subiram. Os reajustes variam de R$ 2.500 a R$ 7.200. Veja abaixo todos os preços e novidades: Renegade Renegade 1.8 Flex AT6 R$ 69.999 (preço não mudou) Renegade STD 1.8 Flex AT6 R$ 79.990 (era R$ 77.490) Renegade Sport 1.8 Flex AT6 R$ 94.890 (era R$ 91.590) Renegade Longitude 1.8 Flex AT6 R$ 109.990 (era R$ 106.190) Renegade Limited 1.8 Flex AT6 R$ 119.990 (era R$ 113.990) Renegade Moab 2.0 Diesel AT9 4x4 R$ 136.990 (versão inédita) Renegade Longitude 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 146.990 (era R$ 141.990) Renegade Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 158.290 (era R$ 152.990) Compass Compass Sport 2.0 Flex AT6 R$ 126.290 (era R$ 121.990)0 Compass Longitude 2.0 Flex AT6 R$ 139.690 (era R$ 134.990) Compass Limited 2.0 Flex AT6 R$ 159.390 (era R$ 153.990) Compass Longitude 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 176.990 (era R$ 170.990) Compass Limited 2.0 Diesel AT9 4X4 R$ 196.690 (era R$ 189.990) Compass Trailhawk 2.0 Diesel AT9 4x4 R$ 196.690 (era R$ 189.990) Compass Série S 2.0 Diesel AT9 4x4 R$ 213.190 (era R$ 205.990) Jeep Compass 2021 Divulgação Novidades Como a lista acima adianta, o Renegade passa a ter uma nova versão com motor diesel, chamada de Moab. O nome é uma homenagem ao deserto de Moab, nos Estados Unidos. O local é sede de um tradicional evento de entusiastas de veículos off-road. Há quase 20 anos, a Jeep vai ao evento e apresenta protótipos de seus modelos. O Renegade Moab traz, além do motor 2.0 diesel de 170 cavalos e o câmbio automático de 9 marchas, tração 4x4 com seletor de terrenos, central multimídia de 7 polegadas, ar-condicionado dual zone, sensor de estacionamento traseiro, faróis de neblina, pneus de uso misto, ganchos em preto na dianteira e traseira e visual escurecido nas rodas de liga leve de 17 polegadas e na grade frontal. Nas demais versões, as novidades são mais discretas. A configuração Limited 1.8 oferece, de série, teto solar panorâmico. Na Sport, alguns pacotes opcionais tiveram o preço reduzido. É o caso do Pack Uconnect (central multimídia com tela de 7 polegadas, ar-condicionado dual zone e sensor traseiro), que cai de R$ 4.000 para R$ 1.000. Já o Pack Night Eagle (mesmo conteúdo do anterior, mais visual escurecido) passa de R$ 5.450 para R$ 1.500. A Jeep também reorganizou a oferta de cores para o Renegade. A tonalidade Vermelho Colorado não é mais oferecida nas versões 1.8 AT, STD 1.8 AT e Sport. Por outro lado, a 1.8 AT agora pode sair de fábrica em Cinza Antique. Já as versões STD 1.8 AT e Sport passam a contar com a opção do Verde Recon. Por fim, a Night Eagle também passa a ter o Verde Recon como alternativa. No Compass, as novidades são bem mais discretas. A versão Longitude ganha rodas de 18 polegadas com novo desenho. A configuração topo de linha, Série S adiciona banco com ajustes elétricos para o passageiro. Outra novidade é a opção de acabamento em marrom na versão Limited. Acabamento em marrom é novidade no Jeep Compass 2021 Divulgação

Serão três versões, sendo que a mais potente tem até 761 cv e custa R$ 979 mil. Primeiro elétrico da Porsche é um sedã de 4 portas que acelera como uma Ferrari; G1 andou A Porsche iniciou nesta sexta-feira (31) a pré-venda do Taycan no Brasil. O modelo é o primeiro veículo elétrico produzido pela fabricante alemã, e será comercializado no país em 3 versões. Veja os preços: Taycan 4S - R$ 589.000 Taycan Turbo - R$ 809.000 Taycan Turbo S - R$ 979.000 As entregas, de acordo com a Porsche, começam ainda em 2020. As versões se diferenciam pela potência e autonomia. VÍDEO: como é andar na 1ª Harley elétrica Porsche Taycan 4S Divulgação O 4S, por exemplo, tem 435 cavalos e autonomia de 407 km. No modo de arrancada, essa potência sobe para 530 cv. Opcionalmente, o cliente pode escolher um conjunto maior de baterias. Nesse caso, a potência sobe para 490 cv, com picos de 571 cv no modo arrancada. Já a autonomia aumenta para até 463 km. Mesmo com 2.300 kg, Porsche Taycan Turbo S é ágil em curvas, mesmo em estradas estreitas Divulgação Nas versões mais caras, Turbo e Turbo S, o Taycan tem 625 cv. A diferença é que o modo de arrancada faz a potência subir para 680 cv na Turbo e para 761 cv na Turbo S. A autonomia é de 450 km e 412 km, respectivamente. Nessa última configuração, o modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos, com máxima de 260 km/h. O G1 avaliou essa versão na Alemanha um mês após o lançamento. Diferente dos rivais Porsche Taycan Divulgação Ao contrário de suas concorrentes, que entraram no mercado de elétricos com SUVs, a Porsche escolheu um sedã de 4 portas. Ele tem 4,96 m de comprimento e 2,90 m de entre-eixos. A versão de entrada, Turbo S, é a que mais se aproxima dos rivais. Seus 435 cv o fazem mais potente do que Audi E-Tron, Jaguar I-Pace e Mercedes-Benz EQC. A autonomia, sem considerar o pacote extra de baterias, é menor. Porsche Taycan Turbo S Divulgação Com exceção do EQC, os demais modelos já foram avaliados pelo G1 (veja os vídeos mais abaixo). Do trio, o Porsche é o que mais entrega prazer ao dirigir, exatamente por ser mais baixo. O Taycan também tem visual inspirado no esportivo 911 e no sedã Panamera. Seu interior tecnológico pode ter até 4 telas, incluindo um quadro de instrumentos totalmente digital. Interior do Porsche Taycan tem pouquíssimos botões Divulgação Sem informações de equipamentos A Porsche ainda não divulgou os equipamentos de cada versão, mas disse que quem comprar o Taycan ainda leva um carregador caseiro de 11 kW, bem como a instalação em qualquer cidade do Brasil. A fabricante ainda vai disponibilizar uma equipe técnica para indicar a configuração mais adequada para o aparelho. Porsche Taycan Divulgação VÍDEOS: veja como andam os carros elétricos Audi E-Tron Conheça o E-tron, o carro elétrico sem retrovisor da Audi Jaguar I-Pace G1 testou o Jaguar I-Pace, o primeiro grande rival elétrico da Tesla E a Harley elétrica... Harley-Davidson LiveWire elétrica: G1 avalia o modelo

Nova modalidade começará a funcionar no próximo mês de agosto e só aceitará, por ora, pagamentos digitais. Uber Reprodução/RPC A Uber anunciou nesta quinta-feira (30) uma nova modalidade em seu aplicativo que dará aos passageiros a opção de realizar viagens de táxi. Disponível a partir de agosto, por enquanto, o recurso será exclusivo para a cidade de São Paulo. Carros devolvidos e contas atrasadas: como a pandemia afeta os motoristas de aplicativos O Uber Taxi permitirá que taxistas credenciados pela prefeitura se cadastrem na plataforma e seguirá a tabela de tarifas da categoria, com o valor de cada corrida sendo calculado pelo taxímetro dos motoristas. Inicialmente só serão aceitos pagamentos digitais, segundo a Uber. Com o lançamento, São Paulo se torna a segunda cidade da América Latina a ter o serviço, após Santiago, no Chile, ter recebido o Uber Taxi no mês passado. Ao todo, 22 cidades do mundo já contam com o recurso. A nova modalidade de corridas reflete o movimento de expansão da empresa para outros tipos de serviços. Este ano, a Uber implementou em São Paulo uma integração com o transporte público da cidade, além de serviços de entregas de supermercado e de objetos e documentos.

Atualização está disponível a todas as versões da nova Gold Wing comercializadas desde 22 de outubro de 2018. Central multimídia da Honda Gold Wing 1800 passa a ter conectividade com Apple Car Play Divulgação A Honda GL 1800 Gold Wing ganhou a integração com o sistema Android Auto na Central multimídia da moto, divulgou a marca nesta quinta-feira (30). Com isso, o modelo passa a ter conectividade com o sistema Google, além do já em funcionamento Apple Car Play. A estradeira foi a primeiro moto do mundo a ter esse tipo de conexão, algo que antes era visto apenas nos carros. O acesso a esta atualização está disponível a todas as versões da nova Gold Wing comercializadas desde 22 de outubro de 2018. Honda Gold Wing no Salão Duas Rodas 2017 Marcelo Brandt/G1 Para fazer a atualização que permite o uso do Android Auto, os proprietários das GL 1800 Gold Wing em qualquer versão podem optar por realizar a atualização da central multimídia levando suas motocicletas a uma concessionária Honda Dream ou então seguir os procedimentos detalhados pela marca em site. Saiba como é andar na CB 650R Honda CB 650R: como é andar na moto que foi lançada no Salão Duas Rodas

Com visual renovado, modelo esportivo também ganhou 9% a mais de força no motor de 3 cilindros e ficou mais tecnológica. Novo painel tem conexão com GoPro e navegação passo a passo. Triumph Street Triple RS Divulgação A renovada Triumph Street Triple RS chegou às concessionárias da marca no país nesta semana por R$ 54.990. Apresentada no Salão Duas Rodas 2019, junto com a Rocket III, o modelo naked esportivo passou por importantes modificações no visual e em sua mecânica. Fora do Brasil, a moto conta com opções mais acessíveis, as Street Triple R e Street Triple S, mas essas versões não foram lançadas no Brasil. Motos 2020: veja 35 lançamentos esperados para o Brasil no ano Desde o início da pandemia de coronavírus, este é a segunda novidade importante da montadora britânica no Brasil; depois de ter pré-venda no país, toda a linha Tiger 900 também chega às lojas brasileiras. Mais agressiva Triumph Street Triple RS é lançada no Salão Duas Rodas Fabio Tito/G1 Em seu "coração", a Street Triple RS tem o mesmo motor fornecido pela marca para o Mundial de Moto2, que é a categoria de acesso ao Mundial de MotoGP. Atualmente, a Triumph é a construtura oficial de propulsores para todas equipes; sempre com a configuração de 3 cilindros. Apesar de manter a cilindrada, de 765 cc, além da mesma potência de 123 cavalos (a 11.750 rpm) da antiga Street Triple, o modelo está mais radical. De acordo com a empresa, a entrega de potência em rotações médias do motor está 9% maior. No caso do torque, o desempenho geral ficou 9% maior, chegando ao total de 8,05 kgfm a 9.350 rpm. A naked possui 5 modos de pilotagem, acelerador eletrônico, freios ABS e controle de tração. Triumph Street Triple RS Divulgação A suspensão conta com garfos dianteiros de pistão Showa de 41 mm ajustáveis, com curso de 115 mm, e unidade de suspensão traseira com monochoque com reservatório piggyback Öhlins STX40, também ajustável, com curso de roda traseira de 131 mm. Os freios apresetam pinças dianteiras monobloco radiais de quatro pistões Brembo M50, e uma alavanca de freio ajustável Brembo, além de uma pinça traseira deslizante também da marca Brembo. Triumph Street Triple RS Divulgação Visual mudou Outro destaque está em seu visual, com novo desenho com “sobrancelha" e luz de rodagem diurna e faróis de LED. O painel também é novo, totalmente digital, com conexão com GoPro e navegação curva a curva. O modelo também ganhou novo silenciador, com sistema de catalisador duplo, que reduz as emissões, diz a fabricante. Além disso, o escapamento agora conta com uma tampa da extremidade de fibra de carbono esportiva Triumph Street Triple RS Fabio Tito/G1 Relembre a apresentação da Street Triple RS no Salão Duas Rodas Salão Duas Rodas 2019: Triumph Rocket III R

À espera da nova geração, o Versa rebatizado já é produzido em Resende (RJ) com o novo nome para se manter como opção mais barata da linha. Nissan V-Drive já é produzido em Resende (RJ) Divulgação/Nissan A Nissan oficializou a renomeação da atual geração do Versa no Brasil para V-Drive. A alteração foi necessária já que o modelo, que chegará às lojas nas próximas semanas, conviverá com a nova geração, anunciada ainda para 2020 importada do México. Sem revelar nenhum detalhe sobre versões e motorizações do V-Drive, a marca divulgou uma nota, junto da imagem acima, dizendo apenas que sua produção “está a pleno vapor no Complexo Industrial da Nissan, em Resende (RJ).” “O modelo que irá aumentar a oferta de produtos da marca no mercado brasileiro chega às concessionárias nas próximas semanas”, completou a fabricante. Nissan Versa atualmente vendido no Brasil Divulgação/Nissan O Versa atual é oferecido em 5 versões diferentes, que vão de R$ 56.590 a R$ 76.990, com motores 1.0 de 3 cilindros com 77 cavalos de potência e 1.6 de 111 cv, além dos câmbios manual ou automático CVT. É possível que todas as configurações mecânicas sejam mantidas no V-Drive, assim como o visual, mas com redução de equipamentos e preços para justificar seu posicionamento de entrada na linha de sedãs da Nissan. A estratégia é a mesma adotada pela Fiat com as versões Fire e a Chevrolet, com os Joy. Nova geração será importada A Nissan confirmou para o último trimestre de 2020 a chegada do novo Versa ao Brasil, após alguns meses de atraso pela pandemia do coronavírus. A nova geração do sedã será importada do México, onde é equipada com motor 1.6 de 118 cv de potência, e câmbios manual e automático CVT. O pacote de equipamentos do mexicano inclui itens como monitoramento de pontos cegos, alerta de colisão frontal com frenagem automática, alerta de tráfego cruzado e faróis full-LED. Nissan Versa Divulgação/Nissan Versões, preços e detalhes técnicos do modelo brasileiro só serão divulgados em uma data mais próxima do lançamento, mas é possível que ele siga suas especificações de origem. Segundo a marca, o modelo se posicionará em uma faixa superior do segmento de sedãs. Ou seja, o Versa precisou evoluir para acompanhar a nova concorrência: Chevrolet Onix Plus, Volkswagen Virtus, Fiat Cronos e Hyundai HB20S.

Essenza SCV12 traz motore V12 naturalmente aspirado. Produção será limitada a 40 unidades, mas preços não foram revelados. Lamborghini Essenza SCV12 Divulgação A Lamborghini anunciou nesta quarta-feira (29) o lançamento do Essenza SCV12. O novo modelo é no mínimo inusitado. Ele traz o motor V12 mais potente já feito pela fabricante italiana. São mais de 830 cavalos sem qualquer ajuda de turbinas ou motores elétricos. Homem compra Lamborghini com verba de ajuda contra o coronavírus, diz justiça americana O Essenza SCV12 também tem produção limitada a 40 unidades. E nenhuma delas poderá rodar nas ruas. O superesportivo foi criado pela divisão de corridas da Lamborghini, a Squadra Corse, e terá seu uso restrito às pistas. Os preços não foram divulgados. A marca informou apenas que os 40 felizardos compradores farão parte de uma espécie de clube, com acesso a programas para dirigir o modelo em autódromos de todo o mundo. Lamborghini Essenza SCV12 Divulgação Além do motor mais potente, o superesportivo ainda recebeu uma nova transmissão sequencial de 6 marchas integrada à estrutura do veículo. A tração é traseira, segundo a empresa, para um conjunto mais compacto e leve. A redução de peso também pode ser percebida na estrutura. O Essenza SCV 12 possui chassi de fibra de carbono. De acordo com a empresa, é o primeiro veículo GT que segue às regras de segurança de protótipos da FIA, órgão máximo do automobilismo mundial. A Lamborghini não informou números de desempenho ou qualquer outra informação técnica do Essenza SCV12. A fabricante disse apenas que sua relação peso/potência é de 1,66 cv/ kg. Isso significa que, tendo 830 cv, o veículo pesa menos de 1.400 kg. Isso é cerca de 175 kg menos do que uma Aventador S, o modelo de entrada da marca italiana. A aerodinâmica, segundo a fabricante, é melhor do que um veículo de competições da marca. Há uma entrada de ar dupla no capô dianteiro, que separa o fluxo de ar quente vindo do radiador e transporta o ar frio para o teto. Lamborghini Essenza SCV12 Divulgação Além disso, o fluxo de ar para o resfriamento do motor e da caixa de câmbio foram melhorados com o uso de aletas verticais situadas nas saias laterais. Por fim, a traseira ostenta uma grande asa ajustável. A cabine dispensa qualquer item que não seja essencial em uma pista de corridas. Até o quadro de instrumentos foi suprimido. Em seu lugar, há um volante com um visor digital inspirado nas peças usadas na Fórmula 1. Até os assentos seguem um padrão homologado pela FIA, e são feitos de fibra de carbono. Lamborghini Essenza SCV 12 Divulgação Mais que um clube Além de fazerem parte de um clube de corridas, os donos do Essenza ainda terão outras mordomias oferecidas pela Lamborghini. Eles não precisarão se preocupar em arrumar uma garagem para os carros, por exemplo. Os veículos poderão ficar guardados em um depósito em Sant'Agata Bolognese, cidade sede da marca, na Itália. Cada carro terá uma garagem própria e serviços dedicados, incluindo câmeras para que os clientes monitorem os carros usando um aplicativo. Lamborghini Essenza SCV12 Divulgação O objetivo da marca é ter um calendário de ventos em pistas de grau 1 da FIA já em 2021. Esses autódromos são os que possuem maior graduação, e podem receber, por exemplo, corridas de Fórmula 1. Os eventos serão no formato "chegar e dirigir". A equipe de corrida da Lamborghini vai prestar todo o suporte, incluindo treinamentos dados por Emanuele Pirro, cinco vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans e Marco Mapelli, piloto de testes da fábrica da Lamborghini Squadra Corse. VÍDEO: relembre como ficou Lamborghini atingida por enchente em São Paulo Lamborghini na enchente: veja como ficou o carro depois do alagamento

O francês assumirá o cargo de CEO em 10 de setembro, substituindo Ralf Speth. Thierry Bolloré, novo diretor-executivo da Jaguar Land Rover Divulgação/Jaguar Land Rover A Jaguar Land Rover anunciou nesta quarta-feira (29) a nomeação de Thierry Bolloré, ex-Renault, como seu novo diretor-executivo (CEO), assumindo o posto em 10 de setembro. Substituindo Ralf Speth, que assumirá como vice-presidente não executivo da empresa, Bolloré diz que ajudará a Jaguar Land Rover a atravessar este que é o período “mais desafiador em nossa geração”. Aos 57 anos de idade, o francês ocupou o cargo de diretor-executivo da Renault de janeiro a outubro de 2019, de onde foi demitido após os escândalos de Carlos Ghosn, preso em 2018 no Japão. Na empresa, ele era braço direito de Ghosn, mas não teve seu nome envolvido nas fraudes do brasileiro. Antes da Renault, Bolloré também passou por posições de alto escalão na empresa francesa Faurecia, fornecedora automotiva global.

Principais empresas do setor estão oferecendo esse tipo de proteção contra a Covid-19 no Brasil, mas películas ainda estão restritas às capitais e não abrangem toda a frota. Divisórias de proteção se tornam mais comuns pelo Brasil, mas não abrangem toda a frota Divulgação Os principais aplicativos de transporte e locadoras aderiram ao uso de divisórias dentro do carro como maneira de prevenir o contágio do novo coronavírus. Em maio, 2 empresas estavam utilizando a proteção, e o número subiu para 6 no final de julho. A iniciativa é considerada válida no combate à doença por infectologistas. Médicos ouvidos pelo G1 alertam que a barreira precisa ser higienizada constantemente durante o dia. Além disso, afirmam que soluções caseiras, feitas com material plástico fino e sem rigidez, podem trazer perigo pela dificuldade de limpeza. Como a pandemia afeta os motoristas de aplicativos Veja quem aderiu ao uso de divisórias 99 Escudo protetor da 99 Divulgação Desde de 16 de junho a 99 está distribuindo gratuitamente escudos protetores para seus motoristas de maneira gradual em 15 cidades do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Natal, Belém, Recife, Manaus, Vitória, Goiânia, Salvador, Brasília e Florianópolis. De acordo com a empresa, o valor investido é de R$ 900 mil nas divisórias de proteção, e o objetivo é chegar a 10 mil unidades nesta primeira fase. De acordo com a 99, os motoristas com mais corridas estão sendo priorizados para receber a proteção "para atingir o maior número possível também de passageiros". O aplicativo 99 está presente em mais de 1.600 cidades no Brasil e tem cerca de 600 mil motoristas cadastrados no país, segundo dados mais atualizado da empresa. A divisória é feita de um plástico "resistente", diz a empresa, e a limpeza pode ser feita com álcool 70 ou sabão. Uber Instalação de divisória da Uber Divulgação Desde o início de junho, o Uber está instalando sua divisória em carros na cidade de São Paulo. Em julho, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília e Salvador também passaram a ter o serviço. A previsão é que as divisórias cheguem em breve a Goiânia, Curitiba e Recife; somando o total de 10 cidades. A empresa, que tem cerca de 1 milhão de motoristas parceiros em 500 cidades do Brasil, não revelou a quantidade de divisórias que serão distribuídas. O escudo é fornecido de graça para os certos motoristas que estão na categoria Diamante do programa de fidelidade Uber Pro — aqueles com mais viagens e melhor avaliados pelos usuários. No entanto, a divisória também é oferecida ao preço de R$ 150, e pode ter descontos de 75%, 50% ou 40% a depender da categoria do motorista. Ele é feito de plástico PET, com espessura de 1 mm, e pode ser higienizada com desinfetante e outros produtos de limpeza, diz a empresa. Localiza Película protetora da Localiza Divulgação A locadora começou a disponibilizar em junho as películas contra a Covid-19 em 19 cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Santos, Vitória, Porto Alegre, Curitiba, Londrina, Salvador, Recife, Fortaleza, São Luís, Manaus, Belém, Goiânia, Brasília, Cuiabá e Campo Grande. Com uma frota de cerca de 325 mil veículos, a Localiza está distribuindo, gratuitamente, 5 mil dessas divisórias em carros alugados por clientes. A empresa diz que a divisória é feita de "um material rígido, com 2mm de espessura, porém flexível para garantir a segurança". Movida Película para motoristas de app da Movida Divulgação A Movida, locadora com um frota de cerca de 119 mil carros, está começando a oferecer uma película de proteção para motoristas de aplicativo. O serviço abrange as unidades Vila Leopoldina e Arincaduva, ambas na cidade de São Paulo, e em São Caetano. Ao preço de R$ 20 por mês, o item pode ser adicionado ao pacote de aluguel. A empresa diz que pode fornecer "quantas películas forem necessárias para atender a demanda". A divisória é feita de PVC e utiliza velcro para a fixação. De acordo com a locadora, ela é feita de um material resistente e pode ser lavada com álcool ou desinfetante. Cabify e Unidas começaram em maio Locadoras e aplicativos de transporte começam a aposta em divisória contra o coronavírus no Brasil Divulgação Em meio à pandemia em maio, Unidas e Cabify criaram variedades de película para a instalação entre os assentos dianteiros e traseiros dos veículos.

David T. Hines, de 29 anos, obteve empréstimos fraudulentos de US$ 3,9 milhões, segundo as autoridades. US$ 318 mil foram utilizados na compra de esportivo de luxo. Lamborghini Huracan Divulgação Um homem usou fundos destinados a ajudar empresas durante a crise de coronavírus para comprar uma Lamborghini Huracán de US$ 318 mil, afirmou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (27). O valor do modelo é equivalente a R$ 1,6 milhão na conversão atual. David T. Hines, de 29 anos, foi preso na Flórida e enfrentará processo por ter recebido US$ 3,9 milhões em empréstimos de forma fraudulenta; a quantia, em conversão para a moeda brasileira, é de mais de R$ 20 milhões. Veja como ficou Lamborghini depois de enchente em SP Inicialmente, Hines teria pedido US$ 13,5 milhões para que seus negócios pudessem continuar durante a pandemia, utilizando comprovantes falsos sobre pagamentos de funcionários e despesas de empresas. Ele acabou conseguindo o financiamento de US$ 3,9 milhões e utilizou parte do montante para comprar um Lamborghini Huracán ano 2020, que ele registrou em seu nome e no nome das empresas. A denúncia também alega que Hines não pagou os salários de seus funcionários, mas fez compras em resorts e lojas de luxo em Miami, disseram as autoridades. Relembre Lamborghinis apreendidas no Salão de SP Salão do Automóvel de 2006 teve carros da Lamborghini apreendidos pela PF Como ficou a Lamborghini pega em enchente em SP Lamborghini na enchente: veja como ficou o carro depois do alagamento

Benefícios ajudaram a pagar funcionários da montadora de carros elétricos. Presidente da empresa, Elon Musk, se posicionou contra mais auxílio do governo norte-americano Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA, em imagem de 2017 Noah Berger/Reuters A Tesla recebeu auxílio governamental relacionado à sua folha de pagamento no primeiro semestre do ano para ajudar a reduzir o impacto da pandemia de coronavírus em seus negócios, informou a montadora de veículos elétricos em comunicado nesta terça-feira (28). A empresa disse que, juntamente com cortes de custos, o auxílio compensou quase todas as despesas geradas por paralisação das fábricas durante a pandemia. Porém, o presidente-executivo, Elon Musk, se posicionou contra mais auxílio do governo norte-americano enquanto o Congresso do país debate outra rodada de estímulos. A única fábrica norte-americana da Tesla, que fica na Califórnia e é onde a maioria dos carros da companhia é produzida, foi fechada por cerca de seis semanas no segundo trimestre, após um impasse inicial com as autoridades locais. A Reuters não pôde verificar imediatamente qual assistência governamental a empresa recebeu e em que país. A empresa e sua subsidiária SolarCity não aparecem em uma lista da US Small Business Administration, que concedeu empréstimos perdoáveis a milhões de empresas, em um esforço para evitar demissões generalizadas. A Tesla não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. "Como parte de várias respostas governamentais à pandemia concedidas a empresas em todo o mundo, recebemos certos benefícios relacionados à folha de pagamento que ajudaram a reduzir o impacto da pandemia de Covid-19 em nossos resultados financeiros", afirmou a empresa ao mercado. Relembre a 'falha' na apresentação do CyberTruck: Tesla Cybertruck promete robustez, mas falha em teste ao vivo

Picape agora tem 6 airbags de série, frenagem automática e diferenças visuais mais marcantes entre as versões. Chevrolet S10 High Country Divulgação/Chevrolet A Chevrolet revelou nesta terça-feira (28) a linha 2021 da S10. Além das novidades visuais, a picape também ficou mais equipada, focando em itens de conveniência e segurança. Os preços partem de R$ 125.390, mas a marca não detalhou o conteúdo das versões. Veja os preços: S10 Advantage CD Flex 4x2 MT6: R$ 125.390 S10 LT CD Flex 4x2 AT6: R$ 141.990 S10 LTZ CD Flex 4x2 AT6: R$ 146.790 S10 LTZ CD Flex 4x4 AT6: R$ 156.690 S10 LS Chassi Diesel MT6: R$ 158.500 S10 LS CS Diesel 4x4 MT6: R$ 167.200 S10 LS CD Diesel 4x4 MT6: R$ 169.200 S10 LT CD Diesel 4x4 AT6: R$ 187.590 S10 LTZ CD Diesel 4x4 AT6: R$ 206.190 S10 High Country CD Diesel 4x4 AT6: R$ 213.290 Chevrolet S10 LTZ Divulgação/Chevrolet A principal mudança na aparência está na grade frontal, que passa a tomar grande parte da dianteira do modelo, enquanto os faróis auxiliares foram realocados em uma posição mais alta. O ângulo de ataque do para-choque passou de 27 para 29°. Pela primeira vez, a S10 recebe diferenças visuais mais marcantes para diferenciar versões. Na topo de linha High Country, buscando um apelo mais esportivo, a grade é toda escura e traz o nome Chevrolet em uma barra central, com destaque. Com isso, a gravata dourada foi deslocada para baixo, à esquerda. Chevrolet S10 High Country à esquerda e LTZ à direita Divulgação/Chevrolet Nas demais versões, como na LTZ (acima), a grade tem barras cromadas e a gravata dourada volta ao centro. Para estas, o apelo é de mais sofisticação visual. Em todas, os faróis permanecem os mesmos, com iluminação halógena e LEDs para função diurna e posição. A traseira da picape segue sem alterações, com exceção do sistema de amortecedor da tampa que, segundo a marca, torna a operação de manuseio mais suave. O item é de série na versão mais cara e acessório para as demais (LS, Advantage, LT e LTZ). Chevrolet S10 High Country Divulgação/Chevrolet Reforço na segurança A nova S10 ganhou reforços estruturais na carroceria e ficou até 20% mais resistente em caso de impacto frontal, na comparação com o modelo anterior. Mesmo assim, passou a ter 6 airbags de série em todas as versões. Outra novidade é o sistema de frenagem automática de emergência, que freia o veículo quando identifica uma situação de risco, seja com outro veículo ou um pedestre. O recurso funciona entre 8 e 80 km/h com a ajuda de uma câmera instalada no alto do para-brisa. Chevrolet S10 Divulgação/Chevrolet Para quem costuma utilizar o sistema de reboque, a picape oferece controle eletrônico de oscilação de trailer, que identifica uma instabilidade dinâmica da carreta e freia as rodas da picape de forma seletiva. Também é possível acionar temporariamente a câmera traseira com o veículo em movimento para checar a situação do reboque. Tecnologia Seguindo os demais lançamentos da marca, a S10 chega equipada com Wi-Fi nativo. Além disso, a picape tem um sistema de atualizações remotas (chamado de Over the Air) de sistemas eletrônicos. O veículo envia, por exemplo, um alerta no WhatsApp do proprietário sobre a necessidade de troca de óleo. A nova geração da central multimídia MyLink possibilita a projeção de Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Chevrolet S10 Divulgação/Chevrolet Motor atualizado A linha 2021 segue equipada com os mesmos motores flex e a diesel. O primeiro é um 2.5 flex com até 206 cavalos de potência e 27,3 kgfm de torque quando abastecido com etanol, que pode ser acompanhado de câmbio manual ou automático de 6 marchas, e tração 4x2 ou 4x4. O segundo é um 2.8 turbodiesel de 200 cv e 51 kgfm (que cai para 44,9 kgfm com câmbio manual), acompanhado sempre de tração 4x4, mas com opções de câmbio manual ou automático de 6 marchas. Para a motorização a diesel, a Chevrolet promoveu a troca da turbina pela mesma utilizada na Colorado norte-americana, prometendo uma otimização que deixa as acelerações mais progressivas e uma direção mais "esperta". Chevrolet S10 LTZ Divulgação/Chevrolet Conheça a nova Strada Fiat Strada muda depois de 2 décadas; G1 testou a nova picape

Versão com motor de 1 litro é opção mais em conta para quem quer visual aventureiro. Se esses aparatos não forem indispensáveis, configuração com motor 1.5 custa menos e anda mais. Ford Ka FreeStyle 1.0 André Paixão/G1 Raras são as fabricantes que não resistiram à vontade de colocar apliques plásticos nas caixas de roda de seus veículos, elevar a carroceria alguns centímetros e colocar um nome criativo que remeta à aventura, só para fingir que o dito cujo encara qualquer tipo de estrada, e, assim, melhorar as vendas em algumas milhares de unidades. Com a Ford não foi diferente. A marca que praticamente lançou o SUV compacto lançou mão desse estilo também no Ka, em sua versão FreeStyle. O fato novo é que essa moda também chegou aos populares com motor 1.0. No caso do Ka, um 3 cilindros aspirado que entrega 85 cavalos. Assim como todos os demais pseudo-aventureiros, ele não tem tração 4x4, e sequer traz pneus de uso misto, "Calçado" dessa forma, o máximo que faz é percorrer alguns quilômetros na terra para chegar na chácara aos finais de semana. Por outro lado, faz aquela média com quem só quer ter o visual aventureiro, e nem pensa em tirar o carro de uma pista de asfalto. Tabela de concorrentes do Ford Ka FreeStyle 1.0 Fotos: André Paixão/G1 e divulgação Voltando ao Ka FreeStyle 1.0, a Ford foi bastante astuta ao encontrar uma faixa de preços em que seu hatch não encontrasse rivais diretos. Por R$ 60.590, ele é bem mais caro do que um Renault Kwid Outsider, de R$ 47.690. Por outro lado, custa menos do que os R$ 62.490 do Fiat Argo Trekking 1.3. A briga dentro de casa também promete ser acirrada. Um Ka sem toda a roupagem aventureira, na versão SE Plus, mas com motor 1.5 de 136 cv é R$ 200 mais em conta, sendo encontrada por R$ 60.390. Casar ou comprar bicicleta? Ford Ka FreeStyle traz a central multimídia de 7 polegadas André Paixão/G1 A diferença entre os dois, além do motor, é claro, está no pacote de equipamentos. Ambos oferecem os essenciais: ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e retrovisores elétricos e central multimídia de 7 polegadas. Só que o FreeStyle “engrossa o caldo” com rodas de liga leve de 15 polegadas e controles de tração e estabilidade. Ele também possui um rack de teto funcional, faróis e lanternas escurecidos, apliques plásticos nas caixas de roda, adesivos com o nome da versão e bancos com acabamento um pouco mais caprichado, misturando tecido e algo que lembra couro. Ou seja, o cliente precisa escolher entre mais equipamentos e um visual “descolado”, mas com motor mais fraco, ou desenho mais discreto, com motor mais potente, só que com menos itens de série. Apliques plásticos, rodas de liga leve e rack de teto são diferenciais do Ka FreeStyle André Paixão/G1 1.0 dá conta Se a opção for pelo aventureiro, o motorista não deve passar grandes apuros ao volante, mesmo tendo um motor 51 cv mais fraco. Não é que o 1.0 fica devendo. É o 1.5 que sobra no Ka. Prova disso é que este é o motor 1.0 aspirado mais potente do mercado. São 85 cv e 10,7 kgfm de torque, suficientes para conferir agilidade ao hatch de 1.081 kg na cidade. Em algumas situações, é preciso explorar bem o câmbio manual de 5 marchas para obter melhor desempenho. Mas isso não é tarefa difícil, com engates curtos e bastante precisos. Ao trocar uma marcha, porém, dá pra sentir um “buraco” entre 2.500 e 3.000 rotações por minuto, quando falta torque. Motor 1.0 de 3 cilindros do Ka FreeStyle entrega 85 cv; uma capa faria bem do ponto de vista estético André Paixão/G1 Inimigo do frentista Ao menos o motorista ficará satisfeito em não precisar aderir ao programa de fidelidade do posto de combustível. O consumo do Ka 1.0 é muito bom. De acordo com o Inmetro, ele faz 9,1 km/l e 13 km/l na cidade, com etanol e gasolina, respectivamente. Na estrada, nessa mesma ordem, consome 10,4 km/l e 15,1 km/l. Curiosamente, os números são um pouco piores do que os das versões "convencionais", o que pode ser explicado pelo peso extra, além dos centímetros adicionais na altura. São 3 cm, pra ser exato - quase a mesma diferença da altura em relação ao solo, 18,8 cm no FreeStyle, 16,4 cm nos demais. Carroceria do Ka FreeStyle é mais alta do que as demais versões André Paixão/G1 Com a carroceria levemente mais alta, o hatch ainda tem mais capacidade para enfrentar as ruas esburacadas do país. Aqui, apesar da maquiagem aventureira, é preciso ressaltar que a Ford não alterou os pneus para um modelo de uso misto. Então, tentar entrar em terrenos com menos aderência pode ser uma aventura perigosa. Nesse aspecto, o Ka FreeStyle fica para trás na comparação com o Hyundai HB20X, avaliado pelo G1, e o Fiat Argo Trekking. Ele também se sai bem pior no acabamento interno. Ford de 1990 Cabine do Ka FreeStyle é bonita, mas abusa de plásticos rígidos André Paixão/G1 Apesar do visual moderno, a cabine é construída com materiais bastante simples. A não ser pelas pequenas tiras de tecido nas portas, o interior tem muito plástico duro de aspecto rústico. Nem a cor marrom ajuda a conferir um ar mais sofisticado ao pequeno Ford. Aliás, a sofisticação também passa longe do quadro de instrumentos, que parece ter sido inspirado na última geração do Ford Escort, lançada ainda nos anos 1990. Quadro de instrumentos do Ka é sem graça André Paixão/G1 Conta-giros e velocímetro são pequenos demais, enquanto o medidor do nível de combustível é maior do que deveria. O conjunto ainda carece de ousadia. O fundo preto é preenchido por caracteres brancos em uma fonte sem graça. O computado de bordo usa uma pequena tela de cristal líquido para exibir, em azul, as informações como consumo e autonomia. Ao menos a central multimídia de 7 polegadas parece - e é - moderna. Além de fácil de usar, com comandos simples, pode espelhar o conteúdo de smartphones usando Android Auto e Apple CarPlay. Bancos mesclam tecido preto e marrom André Paixão/G1 Vale a pena? Se o motor 1.0 não for um incômodo, o Ka FreeStyle acaba sendo ótima opção de hatch com visual aventureiro. Ele não maltrata tanto o bolso do cliente, e ainda oferece um carro equipado, (para esta faixa de preços) gostoso de dirigir e econômico. Mas, se a demanda for por um carro de melhor desempenho, melhor deixar os apliques plásticos e a suspensão elevada de lado e investir em um Ka com motor 1.5. Ou partir para a concorrência, e buscar um Argo Trekking 1.3.

Após ter pré-venda de modelos top de linha, versões intermediárias também desembarcam no país; veja a lista completa de preços. Aventureira é sucessora da Tiger 800. Triumph Tiger 900 Divulgação A Triumph Tiger 900 chega no começo de agosto nas concessionárias do Brasil em todas as suas versões. Depois de ter a pré-venda em junho, a linha da aventureira sucessora da Tiger 800 está completa com a versão de entrada, a partir de R$ 48.990, e opções intermediárias. Veja lista de preços: Tiger 900 - R$ 48.990 Tiger 900 GT - R$ 52.990 Tiger 900 GT Low - R$ 52.990 Tiger GT Pro - R$ 59.990 Tiger 900 Rally - R$ 55.990 Tiger 900 Rally Pro - R$ 60.990 A Tiger 900 se torna então a principal rival das também aventureiras BMW F 750 GS e F 850 GS, lançadas em 2019 no Brasil. Veja as principais novidades da Tiger 900 Motor maior, de 888 cc, no lugar do de 800 cc; Rendimento 9% mais forte em médios giros; Torque de 8,87 kgfm, 10% a mais; Novo chassi modular, 5 kg mais leve; Tanque de 20 litros; Painel com tela de 7 polegadas. 6 modos de condução Novo ABS e controle de tração, ambos com atuação em curvas (nas versões GT, GT Pro, Rally e Rally Pro). Triumph Tiger 900 Divulgação Motor de 3 cilindros cresceu O novo motor de 3 cilindros da aventureira sobe para 900 cc de cilindrada e atinge 95 cavalos de potência. Comparada com a atual Tiger 800 vendida no Brasil, que alcança 95 cavalos, o pico de potência se manteve o mesmo, mas a montadora afirma que a moto está 9% mais forte nas faixas médias de giro do motor. Painel da nova Triumph Tiger 900 Rally Pro Divulgação No caso do torque, o desempenho máximo passou de 8.05 kgfm para 8,87 kgfm, o que representa um aumento de 10%. GT Pro e Rally Pro A Tiger 900 GT e GT Pro são mais voltadas para o asfalto, para um uso cotidiano, entre cidade e estrada, por isso ela tem a roda de 19 polegadas na dianteira. No caso da Tiger 900 Rally e Rally ro, o modelo é mais off-road e possui roda de 21 polegadas na dianteira. Outra novidade é o pneu sem câmara, que facilita o reparo em caso de furo. Triumph Tiger 900 Rally Pro Divulgação Relembre como é andar na Tiger 800 Primeiras impressões: Tiger 800 é avaliada em mina desativada antes de chegar ao Brasil Novidades Triumph no Salão Duas Rodas 2019 Salão Duas Rodas 2019: Triumph Rocket III R

Além do esportivo dos anos 80 e 90, FuelTech promete oferecer kits de conversão já a partir do ano que vem para outros modelos. Kit de conversão de carro a combustão para elétrico Divulgação Veículos elétricos serão cada vez mais presentes nas ruas nos próximos anos. Um sinal de que essa transformação está ocorrendo de forma acelerada é quando uma empresa especializada em sistemas de injeção de combustível compra uma startup que transforma veículos a combustão em elétricos. Com isso, até um "novo clássico" como o Volkswagen Gol GTi pode entrar na jogada e trocar o motor a combustão por um elétrico já no ano que vem. G1 mostra como é o dia a dia com carros elétricos Engenheiro cria picape elétrica em casa e monta estação de recarga na garagem Isso acaba de acontecer no Brasil. A FuelTech, conhecida por preparar a injeção de veículos de alta performance anunciou a compra da também brasileira Energy Systems. O objetivo, segundo a companhia, é aumentar a participação nesse mercado, ainda pouco explorado por aqui. Gol GTi ou GTE? Volkswagen Gol GTI Divulgação Mais do que isso: essa empresa quer transformar o Gol GTi de 1988 em carro elétrico já em 2021. "Ele foi o primeiro a usar a injeção eletrônica, também vai ser o primeiro a ter a nossa conversão elétrica", afirmou Leonardo Fontolan, diretor executivo da Fueltech. O projeto também conta com a parceria da Weg empresa brasileira que produz motores elétricos de vários tipos. Ela inclusive trabalha junto com a Volkswagen no desenvolvimento do primeiro caminhão elétrico do país, o e-Delivery, já testado pelo G1. Nesse formato de parceria, a Weg entraria com o fornecimento de motores e inversores, enquanto a FuelTech desenvolve os gerenciadores de bateria e centrais eletrônicas. Gol GTi com motor elétrico deve entregar 60 cv a mais do que versão original Divulgação Voltando ao Gol, antes que os puristas reclamem de um GTi elétrico, Fontolan conta que as especificações planejadas superam às do modelo original de fábrica. Serão 180 cv e 33 kgfm de torque, contra 120 cv e 18,4 kgfm do modelo original. O conjunto de baterias ainda não está definido. Por isso, não há uma estimativa sobre a autonomia. O custo da conversão também não foi anunciado, já que as baterias também estão entre os componentes mais caros de um veículo do tipo. "No caso do Gol, estamos fazendo o trabalho de ponta a ponta, chegando até o licenciamento. Para os carros que a gente quer vender o kit, ele já vai ser oferecido com a homologação para rodar", disse Fontolan. Além do Gol A FuelTech também promete oferecer outros kits de conversão. Além daqueles para veículos específicos, a empresa quer vender pacotes que podem ser usados em mais de um modelo. Além disso, existe a opção de o cliente escolher a quantidade de baterias que vai querer em seu carro, podendo optar por uma autonomia maior, ou melhor desempenho. O movimento de converter carros a combustão em elétricos já existe no Brasil, mas ainda é pouco representativo. Volkswagen Fusca elétrico Divulgação/Volkswagen Na Alemanha, por exemplo, a própria Volkswagen dá suporte a uma empresa que realiza a conversão de modelos como Fusca e Kombi em elétricos, como o G1 mostrou no último Salão de Frankfurt, em 2019. Com a entrada da FuelTech no negócio, a disponibilidade da tecnologia pode ser maior no Brasil. De acordo com a empresa, há cerca de 1.000 oficinas credenciadas em todo o país que podem ser qualificadas para realizar a conversão, que consiste na retirada do motor a combustão, na preparação da carroceria e na instalação de motor elétrico, baterias, gerenciamento e todo o cabeamento necessário. Assim como nas concessionárias que realizam a manutenção de elétricos, as oficinas devem passar por adaptações para garantir a segurança dos mecânicos. Elétrico brasileiro ainda não é realidade Volkswagen e-Delivery Marcelo Brandt/G1 Apesar de o Brasil já ter carros elétricos à venda, a produção local de um carro do tipo com alguma escala ainda não é uma realidade. O mais próximo disso é a fabricação do e-Delivery, o caminhão elétrico da Volkswagen, que foi desenvolvido no país e começará a sair da linha de produção em Resende (RJ) no ano que vem. A própria Weg está envolvida nesse projeto. O G1 já testou o modelo. Fora isso, Caoa Chery, Chevrolet, Nissan, Jac Renault vendem carros elétricos no Brasil. Todos chegam importados. VÍDEO: como é o cotidiano com um carro elétrico Carros elétricos: quanto rodam, onde recarregar, custo

Empresa afirma que demandas adicionais do mercado interno e da Argentina pesaram na medida. Volkswagen em Taubaté Simone Gonçalves/G1 A Volkswagen antecipou para esta segunda-feira (27) o retorno de funcionários que estavam com contratos temporariamente suspensos (layoff). Com isso, a empresa retoma a produção no segundo turno. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, cerca de 1,1 mil trabalhadores do segundo turno voltam ao trabalho nesta segunda. Outros 1,8 mil já voltaram ao trabalho no início de junho, após paralisação das atividades em março por causa da pandemia. Volkswagen antecipa volta de funcionários em layoff e retoma 2° turno na fábrica de Taubaté Volkswagen/Divulgação Os funcionários que retornam nesta segunda estavam em layoff desde o fim de maio e o programa poderia durar até cinco meses. Apesar disso, a montadora antecipou o retorno devido ao aumento na demanda do mercado interno e da Argentina. Segundo a Volkswagen, o segundo turno funcionará por período determinado, até dezembro de 2020. O Sindicato dos Metalúrgicos afirmou que irá acompanhar o retorno dos trabalhadores às atividades para garantir que não haja riscos de contaminação de Covid-19 na fábrica. Os cuidados adotados na fábrica desde a retomada foram os seguintes: Distanciamento de 1,5 m entre as pessoas, Obrigatório o uso de máscaras nas dependências das fábricas; Limpeza periódica das dependências das fábricas e escritórios e reforço na desinfecção dos ambientes; Medição de temperatura dos empregados antes de ingressar no ônibus fretado e na fábrica; Aumento do número de ônibus fretado para garantir o distanciamento das pessoas; Nos refeitórios uso de luvas para servir-se e demarcação de assentos; Postos avançados de atendimento médico dentro das fábricas para orientação, triagem e atendimento mais rápido de todos.

Segundo levantamento semanal da agência, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor avançou 1,02%, a R$ 4,175. Preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana Marcelo Brandt / G1 Os preços dos combustíveis voltaram a subir nos postos nesta semana, segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (24). De acordo com o levantamento semanal da ANP, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 1,02%, a R$ 4,175. O preço do litro do diesel avançou 1,08%, para R$ 3,280. Foi o nono aumento seguido do preço da gasolina e do diesel nos postos. O litro do etanol subiu 0,33%, a R$ 2,746, depois de permanecer estável na semana passada. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro

Polícia de Sergipe concluiu que motorista morreu após ter o pescoço cortado por peças de airbag da Takata. Além do Celta, Classic também foi convocado. Chevrolet Celta após acidente com airbag da Takata Reprodução A General Motors, dona da Chevrolet formalizou nesta sexta-feira (24) o recall de 235.845 veículos dos modelos Celta e Classic para troca do airbag do motorista. A convocação acontece 8 dias depois de a Polícia de Sergipe concluir que o motorista de um Celta 2014 morreu em um acidente após ser ferido no pescoço por um objeto metálico projetado do airbag". Esta é a primeira morte no Brasil em decorrência dos "airbags mortais" da Takata. O G1 antecipou que o Celta nunca havia sido convocado para qualquer recall relacionado a esta falha. Chevrolet Celta 2015 Divulgação Veja abaixo os detalhes da campanha de recall: Chevrolet Celta Número de unidades: 91.573 Data de produção: entre 22 de agosto de 2012 e 15 de abril de 2015 Modelos: 2013 e 2016 Chassis: entre DG124288 e GG100849 Chevrolet Classic Número de unidades: 144.272 Data de produção: entre 04 de julho de 2012 a 10 de junho de 2016 Modelo: 2013 e 2016 Chassis: entre DB186193 a GR160004 Chevrolet Classic também foi chamado para recall por airbags defeituosos Divulgação De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, os proprietários desses veículos devem entrar em contato a rede Chevrolet para agendar a substituição do airbag do lado do motorista. O atendimento terá início a partir de 5 de agosto, será gratuito e tem o tempo estimado de até 1 (uma) hora. O G1 procurou a Chevrolet, que confirmou o recall. A empresa disse que não fará outros comentários sobre o caso. Entenda o caso Acidente com o Chevrolet Celta Reprodução O acidente com o Celta 2014 em Aracaju aconteceu em 20 de janeiro. Só que as investigações só foram concluídas na última semana. De acordo com o laudo da polícia sergipana, o Celta utilizava airbags da fabricante japonesa Takata. A empresa está envolvida em um escândalo que provocou a morte de dezenas de pessoas no mundo e a convocação do maior recall da história, envolvendo mais de 100 milhões de veículos. Só no Brasil, 4 milhões de exemplares já foram chamados pelas suas fabricantes para corrigir a falha. Airbag da Takata do Celta envolvido em um acidente que matou o motorista em Aracaju Reprodução Sobre o Celta, a GM não respondeu se o modelo saía de fábrica com as bolsas da empresa japonesa. No entanto, a loja oficial da empresa no Mercado Livre chegou a oferecer a peça da Takata. A fabricante já havia convocado quase 300 mil veículos dos modelos Sonic, Tracker, Cruze, Agile e Montana para recall por este defeito. Mas nunca Celta e Classic. Após o caso ser publicado, na quarta-feira da última semana, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) afirmou há uma semana que iria investigar se o modelo deveria passar por recall. Processo aberto Segundo o Ministério da Justiça, a GM "alegou que teve conhecimento a respeito do acidente ocorrido em Aracaju, em 15 de julho de 2020, decorrente de falha no airbag, que resultou na morte do consumidor que conduzia o veículo Celta". O órgão disse ainda que "a GM afirmou que entrou em contato com os proprietários do veículo, mas não teve sucesso até a presente data. Além disso, comunicou o início das investigações sobre a relação do acidente com o recall dos airbags Takata, mas ainda não possui conclusões a serem apresentadas". Por fim, a pasta ainda afirma que "não há pronunciamento do fornecedor acerca de eventual relação entre o acidente ocorrido no Estado de Sergipe e a campanha de recall".O processo aberto pelo MJ está "em fase de averiguação preliminar", quando "são levantadas provas e informações". Caso o órgão encontre indícios de infração por parte da GM, é "possível que seja aplicada sanção de multa em eventual decisão, se infrações aos direitos dos consumidores forem confirmadas. Neste caso, a sanção poderá chegar superar R$ 10 milhões". Peça de airbag causou morte de motorista em acidente na Orla da Atalaia, diz SSP 'Airbags mortais' O acidente que matou o motorista do Celta é o primeiro caso de morte no Brasil em decorrência dos "airbags mortais" da Takata. O caso aconteceu em 20 de janeiro, em Aracaju. Sete dias depois, no Rio de Janeiro, o motorista de um Honda Civic 2008 também morreu com ferimentos causados pelo airbag. Na ocasião, quem divulgou a ocorrência foi a própria Honda, que tem feito repetidas campanhas de conscientização para o defeito, além de estimular seus clientes a realizarem o recall. No total, há 41 casos conhecidos de explosão de airbags no Brasil, 39 da Honda, 1 da Toyota e 1 da Chevrolet, com 16 feridos e 2 mortos. Em todo o mundo, há ao menos 25 mortes e 300 feridos relacionados à falha, de acordo com agência Reuters. O problema está em uma peça defeituosa chamada insuflador. Ela é um tipo de caixa metálica que abriga o gás que faz a bolsa de ar inflar. Vítima de airbag da japonesa Takata Gary Cameron/Reuters O defeito nessa peça causa uma abertura forte demais quando o airbag é acionado. Além disso, a falha gera trincas no insuflador e, com a explosão do airbag, ele se estilhaça, atirando pedaços de metal contra os ocupantes, causando ferimentos que podem ser fatais. A quebra do insuflador e a forte explosão do airbag resultam de uma combinação de 3 fatores. Os airbags da Takata usam nitrato de amônio para fazer a bolsa de ar abrir. O nitrato, por si só, é relativamente pouco explosivo. Ele se apresenta como um pó branco e é seguro, desde que não aquecido. O risco é maior após longa exposição do carro ao calor ou a ambientes úmidos. A montagem do dispositivo da Takata permite que a umidade penetre no airbag e corrompa partes metálicas, que se quebram na explosão, rompem a bolsa e atingem os ocupantes. Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls Após acidente em Aracaju empresa manda fazer recall de airbag

SUV de 7 lugares é equipado com motor 3.0 turbo de 340 cv de potência. Audi Q7 Divulgação/Audi A Audi iniciou a pré-venda do novo Q7 no Brasil, que chega com visual renovado e um pacote de equipamentos mais tecnológico. O modelo chega disponível em duas versões, que partem de R$ 414.990 e R$ 459.990. G1 visita 'garagem temporária' da Audi, que tem 5 carros que somam 2.800 cv e valem R$ 4,2 milhões De acordo com a fabricante, os preços são para a modalidade de venda direta. O G1 questionou a marca sobre os valores para outras modalidades e o motivo para que a divulgação seja feita desta maneira, e ainda não obteve resposta. Audi Q7 Divulgação/Audi Todas as configurações do Q7 são equipadas com motor 3.0 turbo de 340 cavalos de potência, câmbio automático de 8 marchas e tração integral. O motor tem ainda um sistema "híbrido leve" com um sistema elétrico de 48 volts. Em velocidades de 55 a 160 km/h, o motor a combustão é desligado para economia de combustível. No visual, o modelo adota a nova linguagem da marca. Faróis e lanternas foram redesenhados e ganharam iluminação em LEDs com desenho tracejado. Para-choques e rodas também têm novos formatos. Com esse conjunto, o modelo de 7 lugares e 2.275 kg vai de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. A velocidade máxima é limitada a 250 km/h. Audi Q7 Divulgação/Audi De série, o Q7 de entrada (R$ 414.990) é equipado com carregamento sem fio de celulares, ar-condicionado de duas zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos e memória para o do motorista, porta-malas com abertura elétrica, frisos cromados, faróis de LED e 6 airbags. Como opcionais, a versão tem rodas de 21 polegadas, teto solar panorâmico, pacote conforto (com ar-condicionado de 4 zonas, câmera de 360°, assistente de estacionamento semiautônomo, 2 portas USB traseiras, preparação de entretenimento para o banco traseiro) e pacote ACC (com piloto automático adaptativo e assistente de saída de faixa). Audi Q7 Divulgação/Audi A versão topo de linha (R$ 459.990) adota de série todos os equipamentos anteriores, além do kit visual S line, com soleiras em alumínio e iluminadas, além de itens de aparência esportiva em todo o veículo. Para esta, são dois pacotes opcionais: Black, com rodas de 21 polegadas pretas, frisos, retrovisores, rack de teto e acabamento interior em preto, ou S line com bancos superesportivos, com assentos em couro Valcona. As duas versões têm como opcionais os pacotes Side Assist, S line interior, head-up display, suspensão adaptativa a ar, faróis full LED Matrix, eixo traseiro dinâmico, pacote de luzes internas com 30 opções, visão noturna e sistema de som 3D. Nenhum opcional teve o valor divulgado. Audi Q7 Divulgação/Audi 'Garagem temporária' da Audi tem 5 carros que somam 2.800 cv e valem R$ 4,2 milhões G1 visita 'garagem' da Audi, que tem 5 carros que somam 2.800 cv e valem R$ 4,2 milhões

Para ele, o crescimento da empresa tem como limitador a produção de baterias a preços acessíveis. A Tesla de Elon Musk realmente vai mais de 170 bilhões de dólares? Getty Images/BBC O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, defendeu maior produção de níquel, usado em baterias que alimentam seus carros elétricos, alertando que o custo atual do componente ainda segue grande obstáculo para o crescimento da empresa. Tesla cresce pelo 4º trimestre consecutivo, e Musk ganha 'bônus' "A Tesla lhes dará um contrato gigante por um longo período se vocês produzirem níquel de maneira eficiente e ambientalmente correta", disse Musk em teleconferência de resultados. O níquel torna as baterias mais densas, capazes de armazenar mais energia, e a Tesla precisa do metal mais do que nunca, uma vez que está buscando aumentar a produção de picapes e projetos de energia solar que usam muito níquel. O pedido de Musk por mais níquel ocorre em um momento em que os preços de materiais usados em baterias despencou. "O limitador real do crescimento da Tesla é produção das células de baterias a preços acessíveis", disse Musk. Entretanto, operadores e analistas do setor afirmam que os volumes que a Tesla vai precisar provavelmente não vão ser suficientes para convencer as mineradoras a investir em aumento de produção. Atualmente, a Tesla compra baterias de níquel-cobalto-manganês (NCM) da sul-coreana LG Chem e baterias de níquel-cobalto-alumínio (NCA) da japonesa Panasonic. Estas fabricantes, por sua vez, compram níquel indiretamente de mineradoras em uma longa cadeia de fornecimento. Há três grandes fornecedores: a Vale, no Canadá, a russa Norilsk Nickel e a australiana BHP. O níquel atingiu uma mínima de 14 meses em março, a US$ 10.865 a tonelada e desde então subiu para US$ 13.180, ainda 30% menos do que o pico dos últimos cinco anos atingido em setembro. A Tesla deve revelar avanços tecnológicos no evento "Dia da Bateria", marcado para ocorrer em setembro. Relembre a falha na apresentação da CyberTruck: Tesla Cybertruck promete robustez, mas falha em teste ao vivo

Com o coronavírus, número de ocorrências no ano foi menor em abril, no auge do isolamento social, mas voltou a subir em maio. Volume de acidentes está abaixo de 2019 desde o início da pandemia. Acidentes e mortes caíram no 1º semestre de 2020 PRF/Divulgação Os números de acidentes e mortes nas estradas federais caíram 10% no 1º semestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Desde março, quando começou a pandemia de coronavírus, o volume de ocorrências está abaixo do ano passado, como mostram dados obtidos pelo G1 com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Balanço dos acidentes em estradas federais no 1º semestre de 2020 e 2019 Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1 Em janeiro e fevereiro, o patamar de acidentes estava mais alto comparado a 2019, porém, após as medidas de isolamento por causa da Covid-19, o cenário se inverteu — o mesmo aconteceu com os feridos em acidentes nas rodovias. No caso das mortes, o volume estava praticamente estável em janeiro e fevereiro de 2020, comparando com o ano anterior, porém, ficou notadamente menor do que o ano passado a partir também de março. Balanço mostra ocorrências mês a mês de 2019 e 2019 no 1º semestre Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1 Na análise apenas do atual ano, os acidentes declinaram a partir de março, com maior queda em abril, mas voltaram a subir em maio, quando as medidas de isolamento foram afrouxadas, e se estabilizaram em junho. As mortes tiveram a maior queda em abril, voltaram a subir em maio, e caíram novamente em junho. Os números de feridos estão em queda desde fevereiro, porém, a baixa foi mais acentuada em abril; voltou a subir em maio e se estabilizou em junho. Acidentes 2020 x 2019 Foram registrados 28.934 acidentes de janeiro a junho de 2020; no mesmo período, em 2019, ocorreram 32.163 acidentes; isso representa queda de 10% nos acidentes. Mortes 2020 x 2019 2.280 pessoas morreram nas estradas federais no 1º semestre de 2020; no ano anterior, foram 2.527 óbitos; isso representa queda de 10% nas mortes. Feridos 2020 x 2019 Foram 32.734 pessoas feridas em acidentes de janeiro a junho de 2020; Em 2019, o número para o período foi de 37.866; Isso representa queda de 14% nos feridos. Em SP, número de vítimas de acidentes nas rodovias caiu 22% Número de vítimas de acidentes cai 22% no primeiro semestre nas rodovias de SP

O sedã passará a ser importado do México e subirá de posicionamento para brigar com Onix Plus e Virtus. Nissan Versa Divulgação/Nissan A Nissan confirmou para o último trimestre de 2020 a chegada do novo Versa ao Brasil, após alguns meses de atraso pela pandemia do coronavírus. A nova geração do sedã será importada do México, enquanto a atual segue com produção nacional. "Com a retomada cadenciada da fábrica da marca em Aguascalientes, no México, na qual o modelo é fabricado, a empresa retoma o calendário do lançamento para o Brasil", afirmou a marca em um comunicado. Ainda segundo a Nissan, o modelo se posicionará em uma faixa superior do segmento de sedãs. Ou seja, o Versa precisou evoluir para acompanhar a nova concorrência: Chevrolet Onix Plus, Volkswagen Virtus, Fiat Cronos e Hyundai HB20S. Nissan Versa Divulgação Versões, preços e detalhes técnicos do modelo só serão divulgados em uma data mais próxima do lançamento. No México, o sedã é equipado com motor 1.6 de 118 cv de potência, e câmbios manual e automático CVT. Ainda não se sabe se o modelo brasileiro terá sua potência elevada ou se continuará com os atuais 111 cv. O pacote de equipamentos também deverá seguir o do Versa mexicano. Por lá, na versão mais cara, a Platinum, o sedã pode ter monitoramento de pontos cegos, alerta de colisão frontal com frenagem automática, alerta de tráfego cruzado e faróis full-LED. Nissan Versa Divulgação/Nissan Na mais barata, batizada de Sense, há 6 airbags (frontais, laterais e de cortina), sensores de estacionamento, assistente de partida em rampas, partida do motor por botão (chave presencial) e ar-condicionado. Flagra no Brasil No início de 2020, o novo Versa foi flagrado em testes em São José dos Pinhais (PR), próximo à fábrica da Nissan no Brasil. Segundo as imagens e relatos do leitor Felipe Hreisemnou, que cedeu as imagens ao G1, se tratavam de duas configurações diferentes: uma mais simples, com faróis halógenos, e uma topo de linha, com faróis full-LED. Novo Versa flagrado próximo à fábrica da Nissan, em São José dos Pinhais (PR) Felipe Hreisemnou/G1 Geração antiga continua em linha A Nissan optou por manter a antiga (ou atual) geração em linha como uma opção mais em conta. A estratégia é a mesma adotada pela Fiat, com o Palio Fire, e atualmente pela Chevrolet, com os Joy e Joy Plus. De acordo com o presidente da marca no Brasil, Marco Silva, o Versa antigo permanecerá sendo produzido no Brasil, mas será rebatizado de V-Drive. Nissan Versa Divulgação

Lançamento deverá acontecer até setembro, quando saem os preços. Modelo surpreende pela tecnologia, com quadro de instrumentos digital 3D, e pelo acabamento. Peugeot 208 de nova geração Divulgação/Peugeot Após alguns meses de atraso causado pela pandemia do coronavírus, a nova geração do Peugeot 208 enfim está prestes a chegar ao Brasil para tentar uma vaga entre os líderes Chevrolet Onix e Hyundai HB20. Apostando em um visual chamativo e muita tecnologia, um detalhe poderá desestabilizar o modelo: ele estreará por aqui com motor antigo e sem turbo. Por outro lado, a versão elétrica está confirmada. Os preços ainda não foram revelados. Era início de fevereiro quando a Peugeot levou um restrito grupo de jornalistas (do qual o G1 fez parte) para conhecer e dirigir o modelo em primeira mão, na Argentina. Na época, o coronavírus ainda não havia chegado oficialmente ao Brasil e, tampouco, era considerado uma pandemia. Peugeot 208 brasileiro virá da Argentina Divulgação/Peugeot O lançamento, até então programado para maio, precisou ser adiado por tempo indeterminado por causa do avanço da Covid-19 pelo mundo e, principalmente, pelos dois países envolvidos na operação. Agora, chegou a hora de retomar os planos e remarcar a estreia do modelo, o que deve acontecer em setembro. A data ainda não foi oficializada pela marca, que depende de mais um fator: o 208 deixará de ser nacional e passará a ser importado de El Palomar, na Argentina. O que só quem andou no novo 208 sabe: Está mais tecnológico do que nunca: quadro de instrumentos 3D, faróis full LED e frenagem automática se destacam; Acabamento está acima da média, com partes macias no painel e bancos de Alcantara; Visual moderno e marcante promete atrair muitos olhares; Ficou mais confortável e silencioso em relação ao antigo; Desempenho do motor 1.6 é satisfatório, mas fica devendo um turbo. Antes x Depois Antes e depois da dianteira do Peugeot 208 Divulgação / Arte: G1 Antes e depois da traseira do Peugeot 208 Divulgação / Arte: G1 Motor 1.6 é antigo, mas o elétrico vem Para quem esperou pelo motor 1.2 turbo na nova geração do 208, a decepção será grande. Por aqui, ao menos na estreia, ele será equipado somente com motor 1.6 aspirado e câmbio automático. Para compensar, em seguida o mercado brasileiro receberá a opção elétrica. Se trata do motor flex de até 118 cavalos de potência e 16,1 kgfm de torque, e da transmissão de 6 marchas, fornecida pela Aisin e com possibilidade de trocas manuais. Lanternas do 208 são iluminadas por lâmpadas convencionais Divulgação/Peugeot Para caber no cofre do 208, que só utiliza motores menores (como o esperado 1.2 turbo) na Europa, o 1.6 teve elementos internos como coletores e virabrequim reposicionados. Isso permitiu a redução nas dimensões e no peso (em 8,5 kg) do propulsor. A Peugeot justificou dizendo que precisou fazer uma escolha entre investir no motor turbo ou no elétrico, e que escolheu o segundo. Na Europa, o e-208 tem um motor de 136 cv de potência e 26,5 kgfm de torque, e vai de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. Por aqui, ele chegará na versão GT para ganhar uma "aura" esportiva, mas ainda não há respostas se o modelo fará sua estreia junto da configuração a combustão. Já é possível cravar, porém, que o 208 será o único hatch compacto com uma versão elétrica no Brasil. Peugeot 208 e-GT, que chegará ao Brasil na sequência do modelo a combustão Divulgação/Peugeot Painel 3D é destaque tecnológico Ainda sem revelar os detalhes de cada uma das versões e seus respectivos preços, a marca colocou à prova tudo o que o modelo oferecerá em sua configuração mais cara durante a visita em Buenos Aires. Apesar de serem unidades pré-série, os principais detalhes estavam lá. Entre os equipamentos estão faróis full LED, luzes diurnas (também em LED), detector de fadiga, frenagem automática de emergência, alerta e correção de permanência em faixa, 6 airbags, assistente de farol alto e reconhecimento de sinais de trânsito. Estes são os únicos botões físicos no painel do 208; o restante está abrigado na central multimídia Guilherme Fontana/G1 Há também central multimídia com Android Auto e Apple Carplay, carregador sem fio para smartphone, teto panorâmico de vidro e chave presencial com abertura e travamento das portas por distância - basta se afastar do veículo com a chave e ele é trancado automaticamente. O inédito quadro de instrumentos digital com mostradores 3D pode até parecer apenas uma jogada de marketing. Entretanto, ele é diferente de tudo o que há no mercado em termos de efeito visual. O que não muda é sua posição: acima do volante, e não entre ele. Na prática, o chamado i-Cockpit 3D é uma das experiências visuais mais interessantes dos últimos tempos. É uma pena que fotos e vídeos não consigam reproduzir o efeito. Quadro de instrumentos 3D projeta informações em dois níveis de profundidade Divulgação/Peugeot As imagens são reproduzidas e projetadas com uma tecnologia holográfica, produzindo um efeito tridimensional. Assim, algumas informações tidas como mais importantes podem ser exibidas à frente das outras, com maior destaque. Acabamento acima da média Os principais argumentos de vendas para o 208 certamente serão, além da tecnologia, o visual e o acabamento. Por fora, o modelo é idêntico ao europeu, com linhas impactantes. Por dentro, os materiais são dignos de segmentos superiores. Barra de LEDs diurnos estará sempre presente, mesmo com os faróis mais simples, como a unidade da foto Divulgação/Peugeot Na dianteira, os faróis têm apêndices com LEDs (com função de luz diurna) que descem pelo para-choque, a grade tem uma trama metálica, com efeito tridimensional, e o nome "208" vem estampado logo após o capô. A traseira tem volumes que dão aspecto de robustez ao hatch. As lanternas, iluminadas por lâmpadas convencionais, são ligadas por uma faixa preta com o nome da marca. De lado, o 208 revela um belo perfil, com para-lamas marcados por vincos. Porém, as rodas de 16 polegadas (tamanho máximo para as versões a combustão) ficam desproporcionais. A versão elétrica deverá resolver a questão com modelos de 17 polegadas. Painel do 208 tem acabamento premium. Na imagem, uma unidade europeia com câmbio manual, que não virá ao Brasil Divulgação/Peugeot Por dentro, o painel recebe uma boa quantidade de materiais com toque macio ou emborrachado - especialmente na faixa central, com estampa de fibra de carbono. Há também diversos detalhes em aço escovado, como nos comandos abaixo das saídas de ar, copiados do SUV 3008. Todos os visores e comados são voltados para o motorista, e o volante, de dimensões reduzidas, formato ovalado e bom acabamento, dá uma sensação de mais esportividade ao dirigir. Por último, mas não menos importante, estão os bancos. Além de confortáveis e macios, a versão topo de linha recebe o revestimento de Alcantara, até então visto apenas em modelos esportivos premium. Em uma rápida parada no test drive, uma foto do banco de Alcantara do 208 Guilherme Fontana/G1 As dimensões e o peso do modelo "tropicalizado" não foram divulgadas até a publicação desta matéria. O modelo europeu tem 4 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,43 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. Como anda? Batizada de "Missão Puma", a rodagem feita por ruas e estradas da região de Buenos Aires teve caráter de missão secreta, com paradas rápidas em pontos estratégicos, além de carros pré-série com vidros escuros. Afinal, nem os próprios argentinos conhecem o novo 208 por completo. O longo percurso de mais de 200 km incluiu diversos tipos de terreno, entre asfaltos (quase) perfeitos, vias esburacadas, terra, cascalho e paralelepípedos. Primeiro contato com o novo 208 em Buenos Aires, Argentina Divulgação/Peugeot Apesar do motor antigo, o 208 recebe uma estrutura totalmente nova e alinhada com a Europa. A plataforma modular CMP permitiu a redução de até 23 kg no peso do veículo em relação com a antiga geração. Em conjunto com os ajustes exclusivos para os mercados argentino e brasileiro, como suspensão mais alta, além de molas, amortecedores e caixa de direção com calibrações específicas, o Peugeot lembra pouco o antigo. Tudo para mostrar que o modelo deixou no passado a suspensão de cursos pequenos e acertos duros, dando lugar a um conjunto mais confortável, macio, de maior absorção das imperfeições do solo e mais silencioso. Peugeot 208 na Basílica de Nossa Senhora de Luján, a 80 km do bairro Recoleta, ponto de partida para o teste Divulgação/Peugeot Isso não quer dizer, porém, que sua dinâmica piorou em altas velocidades, pelo contrário. Apesar de sentir os efeitos de ventos laterais em estradas mais abertas, o 208 passa segurança na direção. Em velocidades acima de 100 km/h o modelo não dá a sensação de "flutuar" e se mantém firme na pista. O porém fica, novamente, para o motor 1.6. Apesar de ainda ser eficiente e cumprir sua função em trajetos urbanos, ele mostra dificuldade em situações de maior velocidade, como em retomadas e ultrapassagens. O hatch só não sente mais aperto nas acelerações graças às já ditas reduções de peso da estrutura e do próprio motor. O ajuste do câmbio também busca dar mais agilidade, sem a incessante vontade de manter giros baixos do atual. De qualquer forma, uma unidade turbo daria mais fôlego. Peugeot 208 só terá motor 1.6 com câmbio automático no Brasil Divulgação/Peugeot

Modelos mais antigos tiveram queda menos acentuada, enquanto os mais novos mostram uma recuperação mais acelerada. Associação de lojistas espera fechar 2020 com o mesmo número de vendas de 2019. Loja de carros usados em São Paulo Fábio Tito/G1 Com a reabertura de concessionárias e lojas de carros multimarcas em muitas cidades, o setor começa a esboçar aumento nas vendas, depois de registrar quedas consideráveis em março, abril e maio. E é o segmento de usados que tem mostrado sinais mais claros de recuperação depois do início da pandemia do coronavírus. Imagem de arquivo de uma concessionária em SP Fábio Tito / G1 Como comparação, a venda de carros e comerciais leves novos em junho deste ano foi 42,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Entre os usados, o tombo foi inferior, de 32,1%. Também é preciso considerar que o mercado de carros usados é bem maior do que o de novos: 3,34 milhões de unidades contra 763 mil no primeiro semestre de 2020, segundo números da Fenabrave, a associação das concessionárias. Ainda assim, o setor de usados acredita que 10% das 48.600 lojas de carros já fechou ou vá fechar até o fim da pandemia. “Também nos preocupa o desemprego do setor, já que muitas vendas são online”, disse Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto, entidade que reúne lojistas de carros seminovos e usados. Segundo ele, este segmento emprega 650 mil pessoas, direta ou indiretamente. Nesse caso, a previsão é que 25 mil vagas sejam fechadas. Mesmo com menos lojas abertas, a associação vê com otimismo os números de vendas de usados de junho. Caso eles se repitam ao longo do ano, a queda do primeiro semestre poderá ser revertida. “A recuperação tem sido mais rápida do que esperávamos. Esse ano, se continuar como foi junho e está sendo julho, acreditamos que podemos empatar com o ano passado", disse o presidente da Fenauto. Em 2019 foram comercializados 14.592.691 veículos, 2,2% mais do que em 2018. "Os compradores existem, é que as pessoas estavam segurando”, completou. Lojas de carros usados recebem modelos mais antigos Nilson Porcel/EPTV Estoques estão altos Quando esses compradores decidirem ir atrás de um carro, encontrarão mais opções nas lojas. Isso porque os estoques estão mais altos. De acordo com o Estudo de Performance de Veículos usados, realizado pela empresa de consultoria em distribuição de veículos MegaDealer em parceria com a startup AutoAvaliar, os pátios das concessionárias têm carros para 69 dias de vendas, o índice mais alto já registrado em 2020. Esse estudo leva em conta dados de 2 mil concessionárias de todo o Brasil. “Quando o estoque passa de 60 dias, a preocupação é que é o capital do concessionário que está parado. Por isso, a necessidade de fazer caixa deve deixar as margens menores”, explica Fabio Braga, da MegaDealer. A fala de Braga vai ao encontro dos dados fornecidos pela KBB, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos que usa informações de classificados e anúncios. Em junho, veículos seminovos, com até 3 anos de uso, ficaram 1,52% mais baratos em relação ao mês anterior. Mesmo em maio, os preços já haviam caído 0,66% ante abril. Essas desvalorizações ainda são maiores do que a média de 2020, de 0,79%. Os carros de 3 a 10 anos de uso também seguiram a mesma tendência de queda nos preços. Em maio, a desvalorização foi de 2,24%, um pouco acima dos 1,73% observados em junho. Nos dois meses, porém, a redução nos valores foi superior à média anual, que é de 0,75%. A queda nos preços pode ser a oportunidade para quem está buscando comprar um carro. “Com a pandemia, surgiu o medo de usar o transporte público", disse Milad Kalume Neto, gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato". A opinião é compartilhada por Ilídio dos Santos, da Fenauto, e também por Fabio Braga, da MegaDealer. "Se o capital é menor, insuficiente pra comprar um carro zero, a busca acaba sendo por um seminovo ou usado", completou Milad. Além disso, especialistas acreditam que exista uma demanda reprimida por carros usados e seminovos. "Existe uma leva de pessoas que anda buscando um veículo, mas não concretizou a compra pela instabilidade ou pela falta de segurança na renda", explicou Ana Renata Navas, diretora geral da KBB Brasil. Ela afirma que as buscas na plataforma aumentaram 34% em junho na comparação com maio. Mesmo em maio, a KBB já havia registrado alta de 31% sobre abril. Perfil das vendas Considerando a idade dos carros vendidos, aqueles mais antigos sofreram quedas menores do que os menos usados. Por outro lado, o crescimento maior é exatamente entre os modelos mais recentes, com até 3 anos de uso. É o que mostra o gráfico abaixo. Essa busca por modelos mais novos também pode ser percebida no preço médio dos carros vendidos. É o que mostra o estudo da MegaDealer e da AutoAvaliar. O preço venda médio em maio de 2020, já quando muitas lojas reabriam após o início da pandemia, foi de R$ 46,1 mil, contra R$ 43,1 mil em abril e R$ 42,1 mil do ano de 2019 inteiro. “Os carros mais baratos pararam de vender porque a renda mais baixa afeta o poder de compra. Aí vemos a subida no ticket médio”, disse Fabio Braga, da MegaDealer. Usados ‘rejeitados’ O estudo também mostra que a maioria dos veículos mais antigos sequer fica nas concessionárias. O destino de boa parte desses modelos são os lojistas multimarcas. Fenômeno contrário ao que acontece entre os usados mais novos, que quase sempre ficam nas próprias concessionárias. É curioso observar, porém, que os maiores lucros na hora da revenda estão com os modelos mais “velhinhos”. Um carro 2007, por exemplo, é vendido, em média, com 18% de lucro, o dobro da margem de um carro 2019. “Será que não há uma oportunidade de lucro nos bons velhinhos, que normalmente são repassados? Eles têm rentabilidade muito boa. Pode ser um caminho”, disse Fabio Braga. Ainda sobre a rentabilidade, a pesquisa mostra que o lucro bruto dos concessionários analisados voltou aos patamares pré-pandemia, acima de 11%. No entanto, Braga acredita que essas margens devem se estabilizar em um patamar mais baixo nos próximos meses. Culpa dos estoques altos, que vão forçar os lojistas a baixar os preços, conforme tendência apontada pela KBB. Outra oportunidade para as lojas pode ser o desespero de quem precisa vender um carro para conseguir dinheiro rápido. Porém, essa condição, segundo Milad Kalume, da Jato, só é válida para aqueles lojistas com melhores condições financeiras. Afinal, quem está buscando limpar o pátio dificilmente quer (ou pode) bancar a compra de mais carros.

Montadora de carros elétricos manteve meta de entrega de mais de meio milhão de veículos no ano. Com participação nas ações da empresa, Musk ganhou dividendos. Foto de arquivo de janeiro de 2020 mostra Elon Musk, da Tesla Joe Skipper/Reuters/Arquivo A Tesla publicou nesta quarta-feira (22) lucro pelo quarto trimestre consecutivo e manteve meta de mais de meio milhão de entregas de veículos no ano, apesar das interrupções causadas pela pandemia de coronavírus. O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, dono de parte das ações companhia, qualificou-se na terça-feira para dividendo sem precedentes no valor de US$ 2,1 bilhões, seu segundo pacote de remuneração da fabricante de carros elétricos desde maio. A montadora também desafiou os céticos no início deste mês, superando as expectativas de Wall Street em relação ao total de vendas de veículos durante o trimestre. Em termos ajustados, a Tesla teve lucro de US$ 2,18 por ação. A receita caiu de 6,35 bilhões no ano anterior para US$ 6,04 bilhões, mas ainda ficou acima das previsões de analistas, de US$ 5,37 bilhões, segundo dados da Refinitiv. Relembre a falha na apresentação da CyberTruck: Tesla Cybertruck promete robustez, mas falha em teste ao vivo

Marca terá logotipo inspirado na bandeira da Itália e novo visual para as concessionárias. Veículos também vão trazer emblema atualizado. A Fiat anunciou nesta quarta-feira (22) o que chama de "reposicionamento da marca" no Brasil. De acordo com a empresa, haverá novidades em termos de produto, promessa de melhora na qualidade dos serviços e uma identidade visual renovada. O objetivo, segundo o diretor da marca, Herlander Zola, é "voltar a brigar pela liderança do mercado brasileiro”. De acordo com o executivo, isso deve acontecer no final desse processo de renovação, daqui cerca de 2 anos. A Fiat encerrou 2019 como a terceira marca que mais vendeu carros no país. Foram 366 mil unidades emplacadas, cerca de 110 mil exemplares a menos do que a Chevrolet, líder de vendas. A empresa também foi superada pela Volkswagen. A Fiat liderou o mercado brasileiro durante mais de uma década, entre 2003 e 2015, mas perdeu o posto em 2016. Câmbio CVT e 500 elétrico Fiat Strada Volcano vai ter câmbio CVT Divulgação/Fiat Para tentar recuperar a liderança após esse período de 2 anos citado por Zola, a Fiat afirmou que vai oferecer câmbio automático do tipo CVT no Brasil. A empresa ainda não informou quais modelos terão essa opção, mas afirmou que o primeiro deles chega em 2021. O G1 apurou que a Strada será um dos primeiros modelos a receber esse tipo de transmissão. No início de julho, o próprio Zola afirmou que a picape automática chegaria "muito em breve". Nova geração do Fiat 500 agora é totalmente elétrica Divulgação/Fiat Em termos de produtos, a empresa reforçou o lançamento da nova geração do 500 no país. Em sua nova geração, o mais emblemático modelo da Fiat se tornou totalmente elétrico. A chegada, porém, teve que ser adiada para 2021 em função da pandemia do coronavírus. Além deles, são esperados dois novos SUVs para os próximos anos, além de inéditos motores turbo, 1.0 e 1.3, que devem ser lançados já no começo de 2021. Nova cara Novo emblema da Fiat Divulgação A marca também anunciou uma renovação em sua imagem no país. Isso inclui novos logotipos, identidade visual das concessionárias e forma de se comunicar com clientes. A empresa resolveu abandonar o antigo logotipo em forma de escudo na cor vinho. Agora, apenas um letreiro "Fiat" será usado nos carros. Essa ideia apareceu pela primeira vez em 2018, no Fastback, veículo conceito apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo daquele ano. Fiat Fastback no Salão do Automóvel 2018 Marcelo Brandt/G1 Depois, em setembro passado, o Grand Siena passou a ostentar o letreiro na traseira. Ainda assim, o escudo aparece na dianteira. Recentemente, com o lançamento da nova Strada, a Fiat abandonou de vez o antigo emblema. A marca também vai utilizar um logotipo inspirado na marca usada nos anos 1980 e 1990. Ele é chamado de "Fiat flag", ou bandeira Fiat, na tradução livre do inglês. Além do resgate de um antigo logotipo, ele também faz menção à bandeira da Itália, país de origem da empresa. Antiga logomarca da Fiat estilizada na nova Strada Marcelo Brandt/G1 São quatro barras, cada uma representando uma letra do nome da empresa. As cores são da bandeira italiana: verde, branca e vermelha. Segundo a empresa, ele também estará presente em todos os veículos da marca a partir de agora. Na Strada, o Fiat flag foi posicionado no canto inferior na grande dianteira. A Fiat promete que todos os produtos trarão a nova identidade da empresa até o final do ano que vem. Lojas terão visual atualizado A origem italiana também será ressaltada em comerciais e nas concessionárias. As lojas começarão a adotar uma nova identidade visual. Do lado de fora, o novo logotipo vai substituir o antigo. Na área interna, as concessionárias terão novos pisos, mesas e cadeiras, além de uma área de "coworking" onde os clientes poderão trabalhar enquanto o carro está na oficina. Atualmente, 10 lojas já realizaram as reformas e adotaram o novo padrão. Ele deve ser implantado em todas as cerca de 500 lojas até o final de 2022. A marca não detalhou o investimento necessário que cada concessionária deverá fazer. Esquema do novo visual das concessionárias da Fiat Reprodução

Sindicato pede que empresa mantenha os trabalhadores empregados. Fabricante afirma que vendas caíram e mercado não dá sinais de melhora. Renault demite 747 funcionários Funcionários da fábrica da Renault em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, entraram em greve após o anúncio da demissão de 747 trabalhadores da empresa. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), a greve, iniciada na terça-feira (21), é por tempo indeterminado, até que a empresa negocie a reversão das demissões. Funcionários da Renault aprovaram greve em assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos Divulgação/SMC Os funcionários foram dispensados do expediente nesta quarta-feira (22). As demissões aconteceram em decorrência do fechamento do terceiro turno da fábrica. Segundo a empresa, a Renault registrou uma queda de 47% nas vendas no primeiro semestre de 2020. A Renault afirmou, em nota, que o corte dos funcionários faz parte da estratégia de enxugamento da estrutura. “Esta medida (demissões) também está alinhada com o projeto de redução de custos anunciado pelo Grupo Renault em maio, válido para todo o mundo". De acordo com a empresa, a fabricante negocia há 50 dias propostas de "adequação da estrutura fabril" com o sindicato. A Renault alega que não há perspectivas para retomada do mercado no futuro próximo. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Na China, de onde deverá ser importado, o modelo possui motor 1.5 turbo de 140 cavalos. A mecânica brasileira ainda não foi confirmada pela marca. Ford Territory no Salão do Automóvel de São Paulo Fabio Tito/G1 A Ford anunciou nesta quarta-feira (22) que o Territory, seu próximo lançamento no Brasil, chega às lojas em setembro. Antes disso, em 7 de agosto, o modelo começa a ser oferecido em pré-venda. A fabricante não informou versões, preços ou equipamentos. O Territory será ser o primeiro veículo da Ford importado da China e vendido no Brasil. Ele é baseado em um veículo de outra marca, o Jiangling Yusheng S330. O SUV foi apresentado ao nosso mercado em 2018, durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Há pouco menos de um ano, a Ford confirmou a vinda do modelo, além de alguns de seus equipamentos: Ford Territory Divulgação Veja equipamentos do Territory: Câmera de 360 graus; Carregador sem fio para celular; Apple CarPlay sem cabo; Painel digital; Central multimídia com tela de 10,1 polegadas; Piloto automático adaptativo; Estacionamento automático; Alerta de permanência em faixa; Monitoramento de ponto cego. Na China, o Territory é oferecido com motor 1.5 turbo de 140 cavalos. Suas dimensões são: 4,58 metros de comprimento, 2,71 m de entre-eixos e 1,67 m de altura. O porta-malas acomoda 420 litros. A mecânica importada para o Brasil ainda não foi revelada.

Pequenas e médias locadoras veem formato como oportunidade e investem em serviços on-line com custo por hora e burocracia mínima; entenda como funciona. Cinema drive-in na Arena Estaiada, em São Paulo Divulgação/Flash Bang O formato drive-in se consolida como única alternativa de entretenimento ao ar livre na quarentena causada pelo coronavírus. Mas, para aproveitá-lo, é preciso ter carro, certo? Não é bem assim. Na corrida por diversão em meio à pandemia, já é possível pegar as quatro rodas emprestadas. Há projetos como a exposição de arte em estilo drive-thru, em São Paulo, que cede um carro para os desmotorizados. Mas, na maioria dos casos, é preciso abrir a carteira. São Paulo tem primeira exposição de arte em estilo drive-thru Pequenas e médias empresas de aluguel de veículos viram no formato uma oportunidade. Elas investem em serviços online que possibilitam empréstimos por períodos mais curtos. Tempo suficiente para pegar um cineminha ou assistir a um show. Funciona assim: Motoristas realizam um cadastro, sujeito à aprovação dos aplicativos de aluguel, preenchendo dados pessoais e o número da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com o cadastro aprovado, o usuário pode escolher um dos automóveis disponíveis no ponto de retirada mais próximo. Há empresas que oferecerem modelos automáticos e elétricos. Depois de fazer a reserva, o motorista tem alguns minutos para desbloquear o veículo no local, por meio do app. Há também empresas que intermediam o aluguel de carros de pessoa para pessoa. Nesses casos, o ponto de retirada é combinado entre os usuários. A devolução do carro também depende do app escolhido. Em alguns deles, o veículo precisa ser devolvido no mesmo endereço em que foi pego. Em outros, ele pode ser deixado em qualquer estação da empresa. O pagamento é feito online, via cartão de crédito. Os valores começam em R$ 10 por hora, mas o preço final depende da empresa escolhida, do modelo do veículo, da duração do aluguel e da quilometragem rodada. “Com aplicativos de transporte não dá [para ir ao drive-in]. Uma opção seria uma locadora convencional, mas aí o aluguel teria que ser feito por pelo menos um dia. O nosso serviço faz todo o sentido nesse contexto”, explica Luiz Bonini, gerente de marketing de uma das empresas que alugam carros com custo por hora em São Paulo. CINE DRIVE-IN: Programação e ingressos SHOWS DRIVE-IN: O lado bom e o lado ruim São 700 veículos espalhados pela cidade. Ele diz que todos são lavados a cada três ou quatro dias e os motoristas são orientados a usar medidas básicas de higiene contra o coronavírus, como máscara e álcool em gel nas mãos. Pelo menos outras duas empresas oferecem serviços semelhantes na cidade. Elas usam como atrativo a desburocratização do processo de aluguel, que dura poucos minutos e, na maioria dos casos, é feito sem contato humano. Sessão para convidados do cinema drive-in no Memorial da América Latina, em São Paulo Alex Falcão/Futura Press/Estadão Conteúdo ‘Burocracia mínima’ O cinema drive-in instalado no Memorial da América Latina, na capital paulista, fechou parceria com um dos apps para dar descontos a quem vai assistir a filmes com carro alugado. Enya Café, 28, é uma das espectadoras que usou a ferramenta. “O processo pra concluir o aluguel e pegar o carro durou cerca de 15 minutos”, conta. Com o desconto oferecido para o primeiro uso no drive-in do Memorial, ela gastou R$ 11,50 para ficar com o carro por seis horas. ESTRANHO DEMAIS: como é fazer show drive-in? TERROR E MÚSICA: como filmes são escolhidos? “A burocracia é mínima, se comparada com outros métodos de aluguel de carros. Por não ter que falar com alguém, esperar numa fila ou fazer vistoria na retirada e entrega do veículo, se torna bem mais prático.” Segundo ela, um ponto negativo é que, na maioria das plataformas, é preciso devolver o carro no mesmo endereço em que você o pegou. “Isso limita um pouco. Se precisasse viajar, não poderia usar o carro para ir até o aeroporto, por exemplo.” Mesmo assim, Enya diz que, durante a pandemia, a ferramenta tem ajudado em outras tarefas, além do entretenimento. “Acho ruim usar táxi ou apps de transporte para ir ao supermercado, por exemplo, por causa do volume de compras. Nesses momentos, quem não tem carro sofre um pouco.” Bonini diz que, atualmente, 40% dos clientes usam o serviço para ir ao supermercado. Para ele, a transformação de hábitos causada pela pandemia pode fazer com que esse tipo de serviço se torne mais procurado depois do isolamento. “Entre nossos usuários, 50% já têm carro em casa. E, desses, 25% demonstram interesse em vender o veículo depois da quarentena”, explica. “As pessoas não têm mais apego ao carro e a alternativa dos apps de transporte funciona bem para pequenas distâncias. O que queremos é preencher esse espaço de viagens um pouco mais longas ou com necessidade de parada.” Semana Pop #88: relembre clássicos do cinema com momentos em drive-ins

Fabricante é a segunda do setor a anunciar uma demissão em massa. Em junho, a Nissan demitiu 398 pessoas em Resende, RJ. Fábrica da Renault em São José dos Pinhais, no Paraná Divulgação A Renault anunciou nesta terça-feira (21) o fechamento do terceiro turno de produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR). Com isso, 747 trabalhadores foram demitidos. A fabricante é a segunda empresa do setor a fazer demissões desde o início da pandemia. No fim de junho, a Nissan também encerrou um turno na sua fábrica, em Resende (RJ) e demitiu 398 empregados. Após o anúncio da demissão, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba convocou uma assembleia, na qual os trabalhadores aprovaram uma greve geral "até que as demissões sejam revistas pela empresa". Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva As duas empresas fazem parte da mesma aliança, que também inclui a Mitsubishi. Recentemente, o grupo anunciou uma reestruturação nas operações. A Renault, por exemplo, informou o corte de cerca de 15 mil trabalhadores em todo o mundo nos próximos 3 anos. A Renault afirmou, em nota, que o corte dos funcionários no Paraná faz parte da estratégia de enxugamento da estrutura. “Esta medida (demissões) também está alinhada com o projeto de redução de custos anunciado pelo Grupo Renault em maio, válido para todo o mundo". Além das demissões, as empresas anunciaram que usarão uma mesma plataforma para a produção de veículos compactos das duas marcas no Brasil. Hoje, Renault e Nissan usam 4 bases diferentes. Efeitos da pandemia Em assembleia na fábrica da Renault, funcionários aprovaram redução de jornada e salários Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba No início da pandemia praticamente todas as montadoras concederam férias coletivas. Posteriormente, recorreram à Medida Provisória 936 para redução temporária de salários e jornadas. Algumas têm mantido parte dos trabalhadores afastada por meio de suspensão temporária de trabalho. Mas os dirigentes do setor têm alertado sobre a iminência de demissões. Também em nota, a direção da Renault queixou-se da dificuldade de negociar com os representantes dos trabalhadores. Tanto as propostas de redução salarial e de jornada como a abertura de programa de demissões voluntárias foram rejeitadas em assembleias.

Interessados fazem consultoria virtual de 2 horas para escolher especificações do modelo. Base segue com o motor V12 de 780 cavalos do esportivo. Lamborghini Aventador SVJ Xago Divulgação A Lamborghini lançou a edição especial Aventador SVJ Xago, limitada a apenas 10 unidades, ainda sem preço divulgado. Além de acabamentos e configuração especial, o modelo terá algo inédito na forma de venda: as encomendas podem ser feitas apenas pela internet. Na verdade, o processo vai muito além disso. A edição limitada faz parte do Ad Personam da montadora de luxo, em sua versão virtual, que permite ao cliente fazer uma consultoria virtual por cerca de 2 horas para escolher as especificações do carro. VÍDEO: como foi o resgata da Lambroghini pega em enchente em SP Lamborghini Aventador SVJ Xago Divulgação Depois de "navegar" com smartphone por detalhes do futuro carro, o comprador recebe uma renderização do projeto final, além de, eventualmente, amostras dos materiais que serão utilizados nas composições. De acordo com a montadora, é esperado que 150 consultas como essa ocorram ainda em 2020. As 10 unidades do Xago serão destinadas apenas aos clientes que utilizarem a plataforma Ad Personam. Lamborghini Aventador SVJ Xago Divulgação A inspiração para o visual do modelos veio das nuvens em forma de hexágono no pólo norte de Saturno — o nome Xago vem do tema "hexagonita". O programa Ad Personam, em sua versão presencial, foi lançado em 2013 e, atualmente, mais de 50% dos carros Lamborghini que saem das linhas de produção são personalizados lá. Lamborghini Aventador SVJ Xago Divulgação Motor de 780 cavalos Com motor V12 de 780 cavalos de potência, o Aventador SVJ já obteve o recorde de volta mais rápida no circuito de Nürburgring-Nordschleife, na Alemanha, para carros de produção. Seu torque é de 73,4 kgfm e toda essa força serve para movimentar um carro de apenas 1.525 kg. Isso significa que a relação peso-potência do Aventador SVJ é de 1,95 kg/cv. O câmbio do modelo é automatizado de sete marchas e a tração é integral. De acordo com a montadora, o esportivo é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e leva 8,6 segundos para ir de 0 a 200 km/h. Sua velocidade máxima é de 350 km/h. O que aconteceu com a Lamborghini 'alagada' de SP: Lamborghini na enchente: veja como ficou o carro depois do alagamento

De acordo com a marca, o protótipo foi criado para mostrar até onde os carros elétricos podem chegar. Escute o som do Mustang Mach-E de 1.419 cavalos Revelado no final de 2019, o Mustang Mach-E ganhou um protótipo exclusivo para as pistas a partir de uma parceria da Ford Performance com a preparadora RTR. A unidade exclusiva do SUV elétrico entrega nada menos do que 1.419 cavalos de potência. Não há planos para produção em série. De acordo com a fabricante, o grande propósito do conceito é "demonstrar as possibilidades de desempenho da propulsão elétrica". Por isso, foram aplicadas 10 mil horas de desenvolvimento ao modelo, que fará sua primeira aparição pública durante uma corrida da Nascar em breve. VÍDEO: como é andar na 1ª Harley elétrica Ford Mustang Mach-E 1.400 Divulgação/Ford O Mustang Mach-E 1.400 é equipado com uma bateria de 56,8 kWh de ultra desempenho e alta taxa de descarga, que alimenta os 7 motores elétricos - 3 instalados na dianteira e 4 na traseira. O resultado vem na forma de 1.419 cv de potência e 360 kgfm de torque. Ford Mustang Mach-E Divulgação/Ford "O desafio era controlar os níveis extremos de potência fornecidos pelos sete motores", disse Mark Rushbrook, diretor de automobilismo da Ford Performance. "O Mustang Mach-E 1.400 é uma vitrine da arte do possível com um veículo elétrico", completou. A Ford garante que o modelo pode ser utilizado em diversas modalidades, desde corridas em pistas de altas velocidades, até em drifts. Isso porque o chassi e a motorização são configurados para permitirem vários cenários, como tração dianteira, traseira ou nas quatro rodas. Além disso, o elétrico recebe capô com fibras orgânicas compostas, uma alternativa à fibra de carbono, frenagem regenerativa em conjunto com o ABS e o controle de estabilidade, e os mesmos freios do Mustang GT4. Ford Mustang Mach-E 1.400 Divulgação/Ford G1 andou na Harley-Davidson LiveWire; assista Harley-Davidson LiveWire elétrica: G1 avalia o modelo